São Paulo avalia economia de cerca de R$ 18 milhões com empréstimos e saídas de atletas

São Paulo avalia uma economia de cerca de R$ 18 milhões com os empréstimos e saídas de alguns jogadores do elenco neste início de temporada.

Uma das metas do Tricolor para este ano era reduzir a folha salarial, e para isso colocou alguns jogadores na lista de negociáveis, casos de Hudson e Jucilei. Ambos tinham alguns dos maiores salários do plantel.

O primeiro foi emprestado ao Fluminense até o final do ano. O seu contrato com o São Paulo vai até o fim de 2021. Jucilei, por sua vez, rescindiu com o Tricolor, abriu mão de R$ 2 milhões aos quais tinha direito e aceitou receber os salários em quatro anos.

Nessa negociação com o volante, o São Paulo parcelou os vencimentos do jogador em 48 vezes. Caso ele continuasse no clube, ele receberia em 24 vezes, já que seu contrato ainda tinha mais dois anos de duração.

Saiba tudo sobre o dia do São Paulo:

Jucilei durante treino do São Paulo — Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.netJucilei durante treino do São Paulo — Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net

Jucilei durante treino do São Paulo — Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net

Veja a situação dos outros jogadores:

  • Everton Felipe – foi emprestado ao Cruzeiro por uma temporada, e o São Paulo ainda tem a prioridade na compra de dois jogadores da base do clube mineiro (Caio Rosa e Ageu);
  • Jonatan Gómez – o argentino acertou sua ida para o Sport. O São Paulo seguirá com 35% dos direitos do jogador e não pagará mais seus vencimentos;
  • Jean – o São Paulo não tinha a intenção de se desfazer do goleiro até as férias do time. No entanto, Jean foi acusado de agressão a sua esposa, e o Tricolor suspendeu seu contrato. Ele fechou com o Atlético-GO e terá salários pagos pelo clube goiano;
  • Raniel – envolvido na troca de Vitor Bueno com o Santos, o São Paulo deixou de pagar seus salários e não contratou ninguém como reposição para o lugar;
  • Araruna – o jogador foi cedido de graça ao Reading FC, da Inglaterra, e o São Paulo ainda permanece com 40% dos direitos econômicos.

Ademir e Everton Felipe durante Cruzeiro x América-MG — Foto: Douglas Magno/BP FilmesAdemir e Everton Felipe durante Cruzeiro x América-MG — Foto: Douglas Magno/BP Filmes

Ademir e Everton Felipe durante Cruzeiro x América-MG — Foto: Douglas Magno/BP Filmes

 

O São Paulo esperava uma economia até maior, mas não conseguiu negociar Trelléz, por exemplo. O atacante até recebeu propostas, mas que não agradaram ao clube. Ele, então, foi reintegrado ao elenco de Fernando Diniz, mas ainda não foi inscrito no Campeonato Paulista e o São Paulo não descarta uma futura negociação.

Outros nomes ainda esperam definição e podem diminuir ainda mais a folha salarial do Tricolor. São eles:

  • Shaylon – treina com o grupo, mas não foi inscrito no Paulistão, e uma possível saída do jogador não é descartada
  • Calazans – treina separado do elenco e aguarda propostas de clubes para definir seu futuro;
  • Paulinho Bóia – o atacante chegou a ser negociado com o Cruz Azul, do México, mas reprovou nos exames médicos e agora treina de forma separada no São Paulo.

Na última semana, o São Paulo concretizou a venda de Antony ao Ajax em um negócio que pode render até R$ 134 milhões ao clube. O atacante, porém, só irá se transferir no meio do ano.

Globo Esporte
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São Paulo não fez vendas mesmo precisando de dinheiro, entenda

O São Paulo não esconde a necessidade de vender jogadores para equilibrar as contas. O orçamento do clube para 2020 prevê a arrecadação de 33 milhões de euros com transferências (R$ 155 milhões), valor substancialmente maior do que os projetados por outros grandes clubes, como Flamengo (R$ 80 milhões), Corinthians (R$ 66 milhões) e Palmeiras (R$ 60 milhões). Por que, então, o Tricolor não quis vender Antony para Ajax, Borussia Dortmund ou RB Leipzig, clubes que se interessaram pelo jovem nesta janela?

O principal motivo é óbvio: o clube considerou que os valores que chegaram estavam baixos demais. Os números mais altos que apareceram por Antony foram do Ajax: 25 milhões de euros por um pacote que incluiria também os 20% de David Neres que ainda pertencem ao São Paulo, sendo que 5 milhões de euros deste montante dependeriam de metas a serem atingidas por Antony no futebol holandês. A janela fechou sem um acordo, mas as partes devem seguir negociando de olho no meio do ano.

O São Paulo teria um grande alívio financeiro imediato se fizesse a venda nestes moldes e cumpriria boa parte da ousada meta de vendas para a temporada, mas considera que pode conseguir mais tanto por Antony (que recebeu uma oferta de 20 milhões de euros do Manchester City no ano passado sem envolver nada além de seus direitos econômicos) quanto com David Neres (o clube calcula que receberia 7 milhões de euros por sua fatia se o Ajax não tivesse recusado as propostas que chegaram em 2019).

Além disso, o São Paulo não quer passar ao mercado a mensagem de que seus jovens talentos estão em liquidação por causa da crise financeira do clube. Foi mais ou menos o que disse o gerente de futebol Alexandre Pássaro em entrevista no início de janeiro:

– A gente sentiu que, vendo as notícias que estavam circulando por aí, da questão do déficit, da necessidade de vendas, o mercado estava apostando nisso para talvez trazer valores para baixo pelos jogadores. Por isso que a gente acabou não concluindo algumas situações. Por mais importante que seja o exercício fiscal, sentimos que não faria sentido depreciar um ativo nosso. Os jogadores do São Paulo, principalmente os mais novos, estarão sempre girando no mercado, entre os clubes grandes de fora. Mas o mais importante disso é ratificar que o São Paulo tem ativos. Se a gente quisesse resolver a nossa questão do dia para a noite, a gente podia fazer um pool de ativos e colocar tranquilamente R$ 300 milhões para dentro, mas não é o que a gente quer. Não é do que o São Paulo vive. O nosso desafio é encontrar o balanço entre vender os atletas na hora certa, pelo preço adequado, sem prejudicar o clube. Independentemente se algum jogador sair, o mais importante é que a estrutura do time vai continuar.

O São Paulo contava com pelo menos uma grande venda nesta janela para não ter dificuldade com o fluxo de caixa. Como não aconteceu, será preciso recorrer a outras fontes de receita para honrar com as obrigações do dia a dia – em outras ocasiões, a solução foi apelar para empréstimos bancários. O clube acertou alguns patrocínios recentemente, como a renovação da Urbano Alimentos, e pode se beneficiar se houver luvas no ato da assinatura – o que não foi divulgado. O patrocínio master do Banco Inter vence em abril e também deve ser renovado, dando algum fôlego às finanças.

Além de Antony, quem ficou perto de ser negociação foi o zagueiro Walce. O Red Bull Bragantino chegou a sinalizar com 6 milhões de euros e as tratativas caminhavam bem, mas o garoto rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo e só volta no segundo semestre. Outra oportunidade de negócio que não se concretizou, esta muito menor, foi o empréstimo de Paulinho Boia ao Cruz Azul por 300 mil dólares e opção de compra de 1 milhão de dólares em dezembro. O jogador foi vetado nos exames médicos.

O clube está trabalhando também na redução da folha salarial. As saídas de Raniel, Hudson, Araruna e Everton Felipe ajudaram. A economia seria ainda maior se a negociação de Jucilei com o Vasco tivesse prosperado, mas o clube carioca não conseguiu garantir ao atleta que daria conta de bancar metade de seus vencimentos – como acordado com o Tricolor.

Lance

São Paulo idealiza R$ 154 mi em vendas de atletas e 4º lugar no Brasileiro 2020

O São Paulo começa a planejar o seu futuro dentro e fora de campo. Hoje (2), o Conselho de Administração vai avaliar, mais uma vez, os números da previsão orçamentária para os próximos anos do clube. O UOL Esporte teve acesso ao documento produzido pelo departamento financeiro. Novamente, uma das principais apostas para geração de receita é a venda de atletas. Para 2020, a estimativa é receber 33,5 milhões de euros (R$ 154,1 milhões), com recebimento à vista de 75% do valor.

O Tricolor ainda prevê para o futebol profissional uma diminuição do custo de salários, encargos e direito de imagem, e contratados para o exercício de R$ 26,8 milhões em 2020. Já para 2021, a meta é de obter 25,6 milhões de euros (R$ 117,76 milhões) com a saída de jogadores. Vale ressaltar que a partir de 2021 Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, não será mais o presidente. Afinal, no fim no ano que vem será realizado o pleito e, de acordo com o estatuto, não é permitida a reeleição.

O São Paulo não chegou perto ainda de atingir a sua meta de venda para 2019, que era de R$ 120 milhões. Também não tinha atingido as metas esportivas estabelecidas e nem sequer as de marketing. Por isso mesmo, o déficit acumulado até agosto estava na casa dos R$ 77 milhões.

Internamente, o vazamento de documentos do São Paulo tem chamado a atenção. Recentemente, um hacker chegou a entrar em contato com conselheiros para tentar um acordo para não liberar arquivos. O clube incluiu estes e-mails em inquérito policial aberto em 2017.

Metas esportivas

Em relação à meta esportiva, o clube projeta chegar ao menos na quarta colocação no Campeonato Brasileiro, na semifinal do Campeonato Paulista, nas quartas de final da Copa do Brasil, e nas oitavas da Copa Libertadores. Vale destacar que o São Paulo alugou o Morumbi para o show do Metallica na véspera da final do estadual. Ou seja, mesmo que tenha a melhor campanha no torneio, o time não deverá atuar em sua casa na disputa pelo título.

O preço médio do ingressos deve ser no Campeonato Paulista de R$ 30 (na 1º fase); na Copa Libertadores de R$ 44,36 (na etapa de grupos); no Campeonato Brasileiro de R$ 43,43; e na Copa do Brasil de R$ 40,63. Já o investimento no elenco será mais baixo. A ideia é gastar R$ 21,5 milhões em direitos econômicos e federativos de atletas profissionais, sendo a aquisição de novos reforços condicionada ao atingimento das metas de receitas de venda de atletas e performance esportiva, além da redução de despesas previstas na unidade de negócio.

A previsão orçamentária do São Paulo será discutida hoje (2) pelo Conselho de Administração. Se for aprovada pelo órgão, será ainda analisada pelo Conselho Deliberativo.

Marketing

O São Paulo espera melhorar a sua performance no marketing. O clube não atingiu as metas estipuladas para 2019 e, de acordo com relatório da diretoria apresentado em outubro que o UOL Esporte também teve acesso, o departamento teve desempenho abaixo do esperado de R$ 3,4 milhões provenientes de royalties e permutas sobre o contrato de fornecimento de material esportivo.

Para o futuro, a ideia é acertar a manutenção dos patrocinadores e adição de um desafio de R$ 4 milhões; fechar a manutenção dos contratos de licenciamento de marca e escolas licenciadas; atingir R$ 9 milhões com o contrato de fornecimento de material esportivo;o aumento da receita do programa sócio-torcedor de R$ 5,2 milhões; e a captação de patrocínios para as equipes de basquete e vôlei: R$ 7,5 milhões.

Nesta previsão orçamentária, o São Paulo já acredita que contará com a empresa Feng como parceira no programa de sócio-torcedor. Porém, o acordo ainda não foi aprovado no Conselho Deliberativo do clube.

R$ 178 milhões de TV em 2020

Desta maneira, o projeto é de alcançar a receita total de R$ 516.677.738 milhões em 2020, contra a tendência de fechar 2019 com R$ 445.370.908 milhões como receita. Com televisão a expectativa é de se registrar R$ 178 milhões em 2020, contra R$ 127 milhões deste ano.

UOL

SÃO PAULO INICIA VENDA PARA O CLÁSSICO. VEJA VALORES E COMO COMPRAR

O São Paulo iniciou as vendas para o Majestoso do próximo domingo. Como é de praxe, a comercialização começou com os sócios torcedores do clube e depois será expandida para os demais torcedores. A data prevista para abertura geral é 09/10 às 10 horas.

 

As arquibancadas amarela e laranja serão vendidas a R$ 50,00 (meia entrada a R$ 25,00), enquanto que azul e a vermelha serão comercializadas a R$ 70,00 (meia entrada a R$ 35,00). Para STs, a amarela sai a R$ 10,00. Os demais setores variam entre R$ 120,00 e R$ 240,00 (preços cheios).

 

Há também a opção do Camarote Leandro Guerreiro, com o sistema All Inclusive (Comida e Bebida (não alcoólico), Música Ao Vivo, Sorteios de brindes da São Paulo Mania Guarulhos, acesso às ex-jogadores etc. Inclusive após o jogo um Happy Hour é realizado para os convidados beberem uma cerveja (pagamento avulso) e esperar o fluxo de torcedores sair do estádio.

 

As arquibancadas são vendidas somente pelo site Total Acesso clique aqui!

Veja quem e por quanto o São Paulo vendeu até agora nesta temporada

São Paulo vendeu 85% dos direitos econômicos de Morato ao Benfica por R$ 27,5 milhões.

Rodrigo Caio deixou o Tricolor para jogar pelo Flamengo por R$ 22 milhões.

Lucas Fernandes teve 50% de seus direitos econômicos adquiridos pelo Portimonense por R$ R$ 10 milhões.

Logo após a Copa São Paulo de Futebol Júnior Tuta teve 70% de seus direitos econômicos adquiridos por R$ 7,2 milhões.

Lateral-direito Auro foi negociado com o Toronto, do Canadá, por R$ 2,3 milhões.

Zagueiro do sub-20, Miguel Alcântara foi vendido ao Ascoli, da Itália, por R4 2,3 milhões.

Gazeta Esportiva

Bebidas alcoólicas são liberadas para venda em estádios de futebol em SP; Doria diz que irá vetar liberação

Os deputados da Assembleia Legislativa de São Paulo aprovaram, nesta quinta-feira (13), o projeto de lei que autoriza a venda e o consumo de bebidas alcoólicas dentro de estádios de futebol e arenas esportivas no estado de São Paulo. Com a aprovação, o projeto segue para a sanção do governador do estado, João Doria.

Doria disse na tarde desta sexta-feira (14), que irá vetar o projeto de lei. Segundo o governador, a proposta de lei é inconstitucional.

– Sendo inconstitucional, o governador não pode sancionar. Irei vetar – afirmou o político

A venda, distribuição e o consumo de bebidas alcoólicas em um raio de 200 metros da entrada dos estádios está proibida desde 1996.

O projeto criado pelo deputado Itamar Borges, autoriza a venda e o consumo de bebidas alcoólicas em bares, lanchonetes e congêneres destinados aos torcedores, bem como nos camarotes e espaços VIPs dos estádios e arenas. Ainda segundo o projeto, a venda de bebidas alcoólicas deve ser iniciada uma 1h30 antes do início da partida e encerrada 60 minutos após seu término.

O projeto de lei também prevê alguns cuidados com a embalagem. As bebidas deverão ser comercializadas em embalagens plásticas descartáveis, cujo recipiente não tenha capacidade superior a 500 ml. A venda e a entrega de bebida alcoólica a menores de 18 anos é proibida.

Um detalhe importante é que a liberação é apenas para bebidas com teor alcoólico entre 6 e 9% vol., vetando desta forma a venda de whisky, vodka e pinga, bebidas mais fortes

A liberação de bebidas alcoólicas nos estádios pode ser benéfica para os clubes, como acredita o advogado Cristiano Caús, que atua na área do direito esportivo. Ele acredita que os clubes possam tirar proveito econômico com a liberação.

– A aprovação da venda pra ALESP (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) é motivo de comemoração para os torcedores e também para as empresas de bebidas, especialmente cervejarias, pois o mero patrocínio agora será incrementado com uma ativação decente nas praças esportivas. E o recurso vindo dessas empresas não é de se jogar fora – afirmou.

Cristiano criticou a proibição da venda de bebidas nos estádios, que para ele, teve como principal motivo a questão da violência entre torcidas.

– A proibição da venda de bebidas alcoólicas nos estádios sempre me soou como um atestado de incompetência do poder público na área da segurança. No século 21, não podemos admitir a proibição como controle da violência – declarou o advogado.

Vale lembrar que grandes marcas de cerveja costumam patrocinar os eventos de futebol. Heineken, na Liga dos Campeões da Europa, Brahma, na Copa América e a Amstel, na Libertadores, são exemplos de parcerias.

 

Fonte: Lance

Leco avisa diretoria que não vai vender destaques da base de Cotia na próxima janela

O presidente do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, comunicou à diretoria do clube que não vai negociar Antony, Liziero, Luan e Igor Gomes,na próxima janela internacional de transferências.

Conforme dito pelo presidente na reunião, só existe uma possibilidade desses jovens deixar o São Paulo nesta janela que é pagamento da multa rescisória de 50 milhões de euros (cerca de R$ 225 milhões) que está prevista no contrato deles.

Muito criticado pelas recentes vendas de atletas formados no clube, Leco tem como objetivo manter o São Paulo forte nas disputas do Brasileirão e da Copa do Brasil.Essa é uma aposta também do diretor-executivo Raí.

Além dos principais garotos de Cotia, o São Paulo também não quer vender seus titulares. Porém essa postura não inclui, por exemplo, Arboleda. O clube amite existir a possibilidade da venda do zagueiro tricolor.

Veja abaixo a situação dos destaques de Cotia:

Antony – atacante

Idade: 19 anos
Contrato até: 30/09/2023

Igor Gomes – meia

Idade: 20 anos
Contrato até: 31/03/2023

Liziero – volante

Idade: 21 anos
Contrato até: 30/04/2023

Luan – volante

Idade: 20 anos
Contrato até: 31/12/2022

 

Fonte: Globo Esporte

SPFC quer manter titulares intactos enquanto mira meta de vendas

Na última terça-feira, o São Paulo deixou praticamente definida a venda do zagueiro Tuta ao Eintracht Frankfurt, da Alemanha. Ele deve ser o terceiro jogador negociado pelo Tricolor, o terceiro que não tinha expectativas de ser utilizado pela equipe profissional. Isso mostra qual a estratégia do clube paulista no mercado quando o assunto é arrecadação pela venda de atletas.

Em um mundo ideal, o São Paulo quer parar de depender da venda de jogadores para sustentar o departamento de futebol. Essa é uma promessa que o diretor financeiro Elias Albarello fez em abril do ano passado, mas que ainda não pode ser colocada em prática nesta temporada.

Só que uma forma de aliviar os efeitos negativos de viver das negociações foi encontrada: tentar blindar pelo menos os titulares e principais nomes da equipe. Até agora, o Tricolor negociou Rodrigo Caio com o Flamengo, Lucas Perri com o Crystal Palace e Tuta com o Eintracht. Nenhum deles seria titular ou deslumbrava um 2019 com mais chances de atuar.

Ao liberar jogadores periféricos, o São Paulo tenta evitar desmanches que tiraram a equipe dos trilhos entre 2015 e 2017, quando peças importantes foram vendidas e prejudicaram planos dos técnicos e ambições nos campeonatos. O problema é que, na estratégia atual, a tendência é que a quantidade de atletas negociados aumente.

Isso porque a meta de arrecadação com vendas para 2019 é estimada em R$ 120 milhões. O número não é absoluto, é uma média baseada em anos anteriores, e nem precisa ser seguido à risca, embora seja o norte das operações. E o que já foi arrecadado até aqui está em 6,7 milhões de euros, ou R$ 28,5 milhões.

Esse valor vem do que Flamengo e Eintracht pagarão por Rodrigo Caio e Tuta – 5 milhões de euros (R$ 21,7 milhões) e 1,7 milhão de euro (R$ 7,2 milhões), respectivamente. As cifras podem aumentar caso o Crystal Palace cumpra a preferência de compra por Lucas Perri no meio do ano. De acordo com metas e prazo de pagamento, ele renderá entre 4,5 milhões de euros e 7 milhões de euros.

Na previsão mais pessimista, Perri geraria mais R$ 19,1 milhões ao São Paulo, que chegaria a R$ 47,6 milhões de arrecadação. Ou seja, ainda seria preciso juntar mais R$ 72,4 milhões até o fim de 2019. Na previsão mais otimista do negócio pelo jovem goleiro, faltariam R$ 61,7 milhões. Nos dois cenários, 20% dos direitos do arqueiro ficariam com a equipe brasileira.

O Tricolor ainda tem uma outra saída para evitar que as vendas atinjam os principais jogadores do elenco: as fatias que tem a receber em caso de transferências envolvendo David Neres, do Ajax, e Militão, do Porto.

No caso de Neres, o São Paulo acertou com os holandeses que ganharia 20% de uma venda futura e ainda tem 3,5% por ter formado o atacante de 21 anos. O Ajax já recusou propostas de até 40 milhões de euros, que poderiam render 9,4 milhões de euros (R$ 40 milhões) aos tricolores.

Com Militão, o clube paulista manteve 10% dos direitos econômicos e tem mais 3% pela formação do zagueiro. O Real Madrid está interessado em tirá-lo do Porto, que fechou multa rescisória na casa dos 50 milhões de euros, o que daria aos são-paulinos R$ 27,6 milhões.

Embora ajudassem a fechar a conta do São Paulo, não é possível contar essas transações como um dinheiro certo, já que o time do Morumbi não tem nenhum poder para acelerar as conversas.

O que se ouve no mercado, porém, é que Militão realmente deve ser negociado. Se não acontecer até o dia 31 de janeiro, quando fecha a janela de transferências de inverno na Europa, acontecerá no meio de 2019. Com Neres, a impressão é semelhante.

Nos próximos dias, o São Paulo deve acertar mais uma saída do time campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior. O centroavante Gabriel Novaes, que renovou por cinco temporadas na última segunda-feira, tem proposta de empréstimo do Barcelona B. A cessão deve durar 18 meses, por isso uma eventual venda não entraria na conta para esta temporada.

Outra boa alternativa para os tricolores está em Portugal. O meia Lucas Fernandes, emprestado ao Portimonense até o fim da temporada europeia, tem conseguido mostrar serviço e atraiu o interesse de outras equipes.

 

Fonte: UOL

Ingressos para estreia do São Paulo no Paulista começam a ser vendidos

O São Paulo já iniciou a venda de ingressos para a sua estreia no Campeonato Paulista, marcada para o próximo sábado, às 19h30 (de Brasília), no estádio do Pacaembu, contra o Mirassol. Nesta terça-feira, quem é sócio torcedor já tem acesso aos bilhetes, enquanto o restante dos são-paulinos poderá adquirir suas entradas a partir desta quarta.

Os ingressos estarão disponíveis no site totalacesso.com e nas bilheterias P1 do Pacaembu e 3 externa do Morumbi, das 10h às 17h (de Brasília). No dia da partida, as bilheterias P1, P21 e P22 do Pacaembu funcionarão das 10h às 20h15. Outros pontos de venda são o estádio do Juventus, na Rua Javari, e o Ginásio do Ibirapuera. Quem comprar entradas pela internet terá de apresentar o cartão usado na compra. O voucher de confirmação da compra não será aceito na porta do estádio.

O ingresso mais barato para a estreia do São Paulo no Campeonato Paulista custa R$ 230,00 e dá acesso ao Tobogã. A meia entrada sai por R$ 15,00. Bilhetes para as arquibancadas amarela, verde e laranja saem por R$ 40,00 a inteira. A cadeira laranja pode ser adquirida por R$ 50,00, a cadeira manga por R$ 70,00 e a azul por R$ 100,00.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

Possíveis vendas de David Neres e Éder Militão pode render bolada ao São Paulo

O São Paulo acompanha atentamente o mercado da bola internacional envolvendo David Neres e Éder Militão. O Tricolor tem porcentagens sobre o atacante do Ajax e o zagueiro do Porto, alvos de clubes do exterior. Eventuais transferências da dupla podem render dinheiro extra.

David Neres é quem mais pode encher os cofres do São Paulo. Ele é alvo de uma proposta de 30 milhões de euros (cerca de R$ 127 milhões) do Guangzhou Evergrande, da China, segundo o jornal holandês “De Telegraaf”. Em maio, o Ajax recusou proposta de valores parecidos do Borussia Dortmund, da Alemanha.

O São Paulo tem direito a 20% de uma venda futura, além de 3,5% da cláusula pelo mecanismo de solidariedade (paga apenas em caso de transferência internacional, como nesta possibilidade).

Se a negociação for concretizada por esses valores, o São Paulo teria direito a cerca de 7,05 milhões de euros (aproximadamente R$ 30 milhões).

Por isso, nos bastidores o São Paulo torce para que a negociação seja concretizada. Para contratar Pablo, do Athletico, o Tricolor investiu 6 milhões de euros pelo reforço (R$ 26,6 milhões), mais 1 milhão a serem pagos como bônus caso algumas metas sejam cumpridas.

Éder Militão, por sua vez, é observado pelo Real Madrid, segundo o jornal espanhol “Marca”. O zagueiro e lateral-direito também desperta interesse do Liverpool e do Manchester United.

O São Paulo tem direito a 10% de uma venda futura e mais 3,5% de mecanismo de solidariedade pela formação de Éder Militão.

O orçamento do São Paulo para o ano de 2019 prevê cerca de R$ 60 milhões para contratações, condicionados a uma receita com vendas de jogadores de R$ 120 milhões (valor bruto), segundo o diretor executivo financeiro Elias Barquete Albarello disse em entrevista à Rádio “Globo/CBN”.

Essa conta não inclui receitas como essas das possíveis transferências de David Neres e Éder Militão a outros clubes.

 

Fonte: Globo Esporte

São Paulo projeta R$ 120 milhões com saída de jogadores em 2019

Em reunião do Conselho Deliberativo, nesta quinta-feira (20), no Morumbi, o São Paulo vai apresentar a previsão orçamentária para 2019. Entre os números, um destaque é o quanto o clube pretende arrecadar com transferências de jogadores na próxima temporada. Segundo apurou o UOL Esporte, o Tricolor paulista espera receber cerca de R$ 120 milhões com saídas de atletas.

Não por acaso, o São Paulo é conhecido como um dos melhores negociadores do Brasil. Nos últimos cinco anos, o clube arrecadou aproximadamente R$ 600 milhões com transferências – sendo a média por temporada de R$ 120 milhões, o esperado para 2019.

Para 2018, o Tricolor paulista apresentou o orçamento com a previsão de receber cerca de R$ 90 milhões com transferências e superou, em muito, tal número. O clube conseguiu atingir mais de R$ 126 milhões. Entre os jogadores que deixaram o time, estão Lucas Pratto (para o River Plate-ARG por R$ 44,5 milhões, valor com as porcentagens do Atlético-MG e de terceiros); Buffarini (para o Boca Juniors-ARG por R$ 1,5 milhão); Petros (para o Al Nassr, por R$ 22,1 milhões); Marquinhos Cipriano (para o Shakhtar Donetsk, por R$ 4,5 milhões), Cueva (para o Krasnodar, da Rússia, por R$ 36 milhões) e Militão (para o Porto, por R$ 17,5 milhões).

Tais valores ainda podem aumentar caso alguns destes jogadores alcancem metas estipuladas em contrato. Vale ressaltar também que o São Paulo ainda tem direito a receber percentual de vendas futuras de parte destes atletas. De qualquer maneira, o Tricolor reconhece que o modelo atual não é o ideal e espera ter a dívida zerada até o fim do ano que vem para alterar esse panorama e reduzir a dependência das vendas para regularizar as contas.

O orçamento para 2019 deve ser colocado em discussão e aprovado pelo Conselho segundo apurou o UOL Esporte. Por outro lado, o Tricolor paulista espera investir no mercado da bola cerca de R$ 50 milhões para reforçar a equipe. Na última quarta-feira (19), o time anunciou a contratação do atacante Pablo por R$ 26,5 milhões, valor que será parcelado nos próximos três anos.

Além do atacante, o São Paulo também contratou os laterais Léo Pelé e Igor Vinícius. O clube ainda abriu negociação com o volante Willian Arão, do Flamengo, e com o lateral direito, Victor Ferraz, do Santos.

 

Fonte: UOL

Paulistas dominam vendas ao exterior

Para alegria do torcedor brasileiro, a janela de transferências para o exterior fechou às 23h59 da sexta-feira. No entanto, nos exatos 60 dias em que esteve aberta, deu prejuízo para os treinadores, principalmente para os paulistas. Ao todo, foram mais de 270 negociações e R$ 850 milhões movimentados no período.

O Palmeiras foi o time da primeira divisão que mais vendeu atletas. O lateral João Pedro (Porto), os atacantes Fernando (Shakhtar Donetsk), Keno (Pyramids) e Róger Guedes (Shandong Luneng) e o meio-campista Tchê Tchê (Dínamo de Kiev) movimentaram R$ 140 milhões e renderam aos cofres palmeirenses mais de R$ 100 milhões, sendo assim o time paulista que mais lucrou na janela.

Com as negociações de Cueva (Krasnodar), Petros (Al Nassr), Marquinhos Cipriano (Shakhtar Donetsk) e Éder Militão (Porto), o São Paulo aliviou o caixa ao receber cerca de R$ 80 milhões. O rival Corinthians, por sua vez, se igualou na quantidade de baixas, mas teve um ganho menor. As vendas de Maycon (Shakhtar Donetsk), Balbuena (West Ham), Rodriguinho (Pyramids) e a quantia recebida na transação de Sidcley (Dínamo de Kiev), somaram aos cofres corintianos R$ 65 milhões.

No entanto, o trio da capital paulista não superou os R$ 170 milhões embolsados pelo Grêmio com as negociações de Bolaños (Tijuana), Jailson (Fenerbahce) e Arthur (Barcelona). O último, inclusive, foi a principal venda do futebol brasileiro e gerou sozinho R$ 140 milhões ao Imortal, além de mais R$ 40 milhões caso atinja metas desempenho no clube catalão.

Outro time a aproveitar bem o período de abertura do mercado foi o Atlético-PR. O Furacão negociou Sidcley (Dínamo de Kiev), Marcos Guilherme (Al Wehda), Carleto (Ittihad FC) e Ribamar (Pyramids), levando mais de R$ 60 milhões. Os primeiros, aliás, estavam emprestados a Corinthians e São Paulo, respectivamente.

 

Gazeta Esportiva

Tricolor mira mercado de capitais e prepara fundo de R$ 50 milhões

O Tricolor está preparando a criação de um fundo de investimentos para captar até R$50 milhões. O destino da verba é o pagamento de dívidas que trocam débitos com vencimento a curto prazo por longo prazo e juros inferiores. O São Paulo também tem a intenção de usar a verba para melhorias no Morumbi e nos CT’s de Cotia e da Barra Funda e na área social do clube.


O Conselho de Administração do São Paulo aprovou o prosseguimento do Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (Fidc). Mesmo assim, ele terá de passar novamente pelo órgão de análise quando estives pronto, e depois, ainda precisará ser aprovado pelo Conselho Deliberativo.

De acordo com o diretor financeiro do clube, Elias Barquete Albarello, a ideia principal do São Paulo é inserir o clube no mercado de capitais.


”O futebol brasileiro está muito longe de ter ações dos clubes na bolsa de valores como acontece na Europa. Não é isso que estamos fazendo, mas é o primeiro passo para aproximar o São Paulo da realidade dos clubes europeus. Acho que é uma operação inédita no futebol do país”, afirmou Elias.

O primeiro passo foi escolher uma empresa para estruturar o fundo, e a selecionada foi a Ouro Preto Investimentos. Ela ainda vai indicar uma companhia que definirá a classificação de risco da operação para investidores (rating). Depois uma corretora será escolhida para colocar os papéis no mercado.

”O rating vai ser muito importante para o mercado conhecer melhor o São Paulo. Todas grandes empresas trabalham com esse tipo de operação e os principais clubes brasileiros são grandes empresas. Vai ser um importante passo na direção do profissionalismo que buscamos”, declarou o dirigente. .

Segundo Elias Albarello, ainda não existe um prazo para criar o fundo. Se não ficar pronto até o fim do ano, a possibilidade é que o São Paulo utilize seus recebíveis em outra operação para levantar verba.

Após contratar Everton Felipe, Leco se diz satisfeito com elenco do São Paulo, mas não descarta saídas de jogadores

O presidente do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, disse nesta terça-feira que o São Paulo não deve mais buscar reforços nesta temporada. O Tricolor anunciou nesta terça-feira o meia Everton Felipe, do Sport. Por outro lado, o dirigente não descartou a saída de alguns atletas.

– O São Paulo está satisfeito com o elenco que formou. Hoje, estamos felizes com a chegada de um novo grande jogador do futebol brasileiro, sempre abertos a quaisquer perspectivas de reforço. Mas, por enquanto, estamos formados. Esperamos chegar bem assim até o final do ano – afirmou Leco, durante o evento de inauguração do Caminho dos Ídolos, no Morumbi.

O São Paulo informou que o contrato de Everton Felipe será de empréstimo até o fim de 2019 e depois o clube deverá exercer o direito de compra. O atacante Morato foi envolvido na negociação.

O Sport divulgou a notícia de forma diferente: o Tricolor pagaria R$ 3 milhões de imediato. Existe uma cláusula de compra automática em janeiro e aí o Tricolor desembolsará os outros R$ 3 milhões relativos a 40% dos direitos do jogador.

Vai vender alguém?

Sem entrar em detalhes, Leco não fechou as portas para possíveis saídas de jogadores. As principais janelas internacionais fecham apenas em 31 de agosto. O último vendido pelo São Paulo foi o zagueiro e lateral-direito Éder Militão, negociado com o Porto, de Portugal.

– Não sei (se vai vender). É uma perspectiva que sempre existe, é um movimento natural no futebol. Hoje, aqui, tínhamos uns 36 ex-jogadores. Vários deles vestiram e honraram nossa camisa e saíram em algum determinado momento – disse o presidente.

Fonte: Globo Esporte