Cuca está no CT do São Paulo e pode comandar treino desta segunda-feira

Cuca está no CT da Barra Funda. Por volta das 13h10 desta segunda-feira, o treinador chegou ao local de treinos do São Paulo, um dia antes do previsto inicialmente. O técnico está reunido com a diretoria e poderá comandar o primeiro treino no período da tarde.

Inicialmente, a programação era de que o interino e agora coordenador técnico Vagner Mancini comandaria o treino desta segunda-feira. Cuca vai dirigir o time na segunda semifinal contra o Palmeiras, domingo na casa do rival. O primeiro jogo acabou empatado sem gols.

Assim, o Tricolor avança à final em caso de vitória. Se houver outro empate, a decisão da vaga será decidida nas penalidades.

São Paulo FC

@SaoPauloFC

Olha só quem também chegou e já está aqui no CT da Barra Funda.

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Fonte: Globo Esporte
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Vagner Mancini recusa oferta da Chape e segue no São Paulo

Vagner Mancini recusou uma proposta para ser técnico da Chapecoense, que demitiu Claudinei Oliveira na semana passada. Ele seguirá como técnico interino do São Paulo até a chegada de Cuca e depois volta para a função de coordenador-técnico, para a qual foi contratado em janeiro.

Ao saber da oferta recebida por Mancini, o São Paulo reiterou a ele que não abre mão de tê-lo como coordenador. Mesmo antes disso, Mancini já estava inclinado a recusar o convite feito diretamente pelo presidente da Chape, Plínio David De Nes Filho, porque sua ideia para esse ano sempre foi sair do mercado de treinadores para ter função mais administrativa.

A pedido de Cuca e da diretoria, Mancini assumiu o São Paulo interinamente após a saída de André Jardine, em fevereiro. Ele comanda a equipe na quarta-feira, no jogo de volta contra o Ituano, e em uma eventual partida de ida da semifinal do Paulista, no fim de semana. A chegada de Cuca está confirmada para a terça que vem, dia 2.

A proposta da Chape por Mancini foi noticiada pelo Globo Esporte na manhã desta segunda-feira, enquanto ele comandava normalmente a atividade do dia no CT da Barra Funda.

Vagner Mancini foi o primeiro treinador da Chape após o acidente aéreo de 2016. Ele foi campeão catarinense em 2017 e deixou o clube após início irregular no Brasileirão.

 

Fonte: Lance

Passado um mês de Cuca, veja o que dá pra saber do treinador até então

Anunciado há um mês, em 14 de fevereiro, Cuca tem sido pouco visto e muito ouvido no São Paulo. Enquanto o interino Vagner Mancini tem autonomia total para conduzir a equipe no Paulistão – acumula uma vitória, dois empates e uma derrota até aqui -, o futuro treinador acompanha tudo à distância e dá as cartas na remontagem do elenco para o segundo semestre.

O Tricolor ainda não contratou nenhum dos reforços solicitados, mas os pretendidos dão a tônica do perfil desejado para o time: leve, com capacidade de marcar intensamente o adversário e sem muita grife. Os mais conhecidos da lista são o volante Tchê Tchê, do Dinamo de Kiev (UCR), e o atacante Keno, do Pyramids FC (EGI), ambos ex-palmeirenses. Róger Guedes também foi cogitado, mas é bem difícil tirá-lo do Shandong Luneng (CHN).

Alexandre Pato, que ainda não desistiu de deixar o Tianjin Tianhai (CHN) neste ano e tem muitos defensores no São Paulo, não é um nome que empolga o treinador. Além de saber que o clube precisaria pagar um salário robusto ao atacante, possivelmente inviabilizando a chegada de mais reforços, Cuca acredita que a equipe precisa mais de características como as de Keno, de drible, velocidade e intensidade pelo lado.

Cuca tem ficado com a família, em Curitiba, para completar o período mínimo de repouso que o cardiologista Constantino Constantini estipulou após operá-lo, em dezembro. O problema não era grave, tanto que o técnico disse em sua apresentação, no dia 18 de fevereiro, que estava disposto a dar uma “antecipadinha” no prazo.

Depois de ser apresentado, ele não voltou a ser visto pelos jornalistas no CT da Barra Funda, mas esteve em São Paulo outras duas vezes para reuniões com a diretoria: a primeira em 26 de fevereiro e a segunda nessa quarta-feira, 13 de março. Nesses encontros, falou sobre o time leve que pretende montar, fez suas indicações e ouviu que será preciso reduzir consideravelmente os gastos mensais com salários para que reforços possam chegar, já que a situação financeira do clube não é boa.

Esse planejamento começou com a saída de Diego Souza para o Botafogo. Cuca disse que ele não se encaixaria na equipe que está sendo desenhada em sua cabeça e autorizou a diretoria a liberá-lo, o que resultará em uma economia de aproximadamente R$ 8 milhões com salários, luvas e outros encargos. Araruna tinha vencimentos bem mais modestos, mas só foi emprestado depois que o Fortaleza topou assumir 100% dos custos, liberando mais um espaço na folha são-paulina. Nenê ainda pode sair, embora as conversas com o Fluminense estejam estagnadas.

Mesmo que por telefone, Cuca fica por dentro de todas as negociações. Foi ele quem orientou os dirigentes a tentarem envolver o atacante Luiz Fernando, do Botafogo, nas tratativas por Diego Souza – o clube conseguiu apenas uma prioridade de compra para o futuro. Marquinhos Calazans, nome pedido ao Fluminense em troca de Nenê, também sem sucesso, é outro que teve sua chancela.

Daniel Cerqueira, auxiliar de Cuca em outros clubes, é o único membro da comissão técnica dele que já trabalha na Barra Funda. Ele tem papel importante na análise da própria equipe e dos adversários e mantém contato frequente com o chefe. Cuquinha, irmão e auxiliar mais direto, virá junto com o treinador.

O São Paulo continua esperando que Cuca inicie seu trabalho no campo em 15 de abril – ele só começará a receber salários quando assumir como treinador. Se o time chegar à final do Paulistão, será comandado por Mancini.

Enquanto isso, ainda não se tem notícias sobre o futuro de André Jardine. Ele ganhou férias após deixar o comando da equipe profissional e a ideia é de que continue no clube, provavelmente na base, embora haja a chance de vê-lo assumir a Seleção Brasileira Sub-20 em breve.

 

Fonte: Lance

Ex-São Paulo, Osorio deixa a seleção do Paraguai após apenas um jogo

Juan Carlos Osorio não é mais técnico da seleção do Paraguai. O ex-treinador do São Paulo deixou o cargo nesta quarta-feira, três dias depois de dizer que não sairia e com apenas um jogo no comando da equipe. Ele alega questões familiares.

“Nos reunimos com o professor Juan Carlos Osorio e tomamos a decisão em conjunto de rescindir o contrato. Queremos agradecê-lo por tudo de bom que nos ensinou nesta curta estadia. Também esclarecemos que ele e nós cumprimos o contrato que nos unia até o dia de hoje”, disse Robert Harrison, presidente da federação paraguaia.

“Por razões familiares e próprias, infelizmente não posso seguir no cargo. Quero agradecer a todos pelo apoio. Foi um orgulho para mim dirigir, conduzir e treinar essa seleção”, disse Osorio.

“Me vou feliz, muito agradecido. Foi uma experiência extraordinária, enriquecedora”, completou.

Osorio viveu uma onda grande de críticas desde que assumiu o Paraguai porque não escondeu o desejo de assumir a seleção da Colômbia. A pressão aumentou no final de semana, mas o comandante garantiu há três dias que não sairia do cargo.

Ele se despede com apenas um jogo no comando: um empate por 1 a 1 com a África do Sul em amistoso. E já vira um sonho de consumo de alguns torcedores do São Paulo, que não vive fase de muito amor com André Jardine.

O Paraguai está no grupo B da Copa América ao lado de Argentina, Colômbia e Catar.

 

Fonte: ESPN

Jardine assume responsabilidade por momento ruim do São Paulo

O técnico André Jardine aproveitou a entrevista coletiva da madrugada desta quinta-feira, após o São Paulo ser derrotado por 2 a 0 pelos argentinos do Talleres, para assumir a responsabilidade pelo momento ruim do time. São apenas três vitórias em oito jogos na temporada, com a vida do Tricolor bem complicada na Copa Libertadores da América.

“Com certeza eu penso bastante quando os resultados não aparecem. Sou obrigado a aceitar e não gosto de ficar justificando. A partir do início do ano a responsabilidade é minha, principalmente por desempenho. Mas citar o fim do ano passado é injusto comigo, porque peguei um final de trabalho, com uma identidade muito diferente do que acredito e sem tempo para treinar. Neste ano, sim, me cobro bastante”, admitiu o treinador são-paulino.

Para tentar amenizar a pressão que o atinge, Jardine sabe que precisará de uma resposta rápida. Ele tem uma semana para melhorar o Tricolor, que teve atuação muito ruim na cidade de Córdoba, e transferir seus ideais de futebol para a prática em campo. A partida de volta, no Morumbi, está marcada para as 21h30 da próxima quarta-feira. Será a decisão do futuro do clube na Libertadores e na temporada.

“O São Paulo precisa jogar mais, ter mais a bola. Mas esse processo não é tão rápido e estamos tentando usar todo o tempo que tem para evoluir em algumas coisas para os jogos decisivos e importantes. Precisamos dar a atenção que a defesa precisa para esses momentos, por exemplo. E não tive o tempo que preciso para impor um estilo de jogo dominante”, explica.

Jardine falou muito sobre “mobilizar os jogadores” pela virada e sobre absorver a pressão, principalmente a que é cultivada pela própria comissão técnica pela insatisfação com o trabalho: “A gente entra pressionado todos os dias para fazer o melhor e buscar os resultados”.

 

Fonte: UOL

Raí banca permanência de Jardine no São Paulo: ‘No que depender de mim, ele continua’

No início da madrugada desta quinta-feira, ainda no estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba, o Raí, diretor executivo de futebol do São Paulo, bancou a permanência do técnico André Jardine no clube, assegurando que a diretoria não cogita a troca de treinador após a derrota para o Talleres por 2 a 0, na Argentina, na estreia da Copa Libertadores.

“No que depender de mim, ele fica. Obviamente que tenho a convicção quando escolhi [Jardine como técnico]. Falei que era um começo. Também foi o o primeiro jogo da Libertadores. Acredito na reviravolta e no trabalho”.

Raí foi questionado se Jardine poderia ter o mesmo destino de Diego Aguirre, técnico uruguaio que também foi assegurado no cargo pelo executivo após empate com o Corinthians em Itaquera, em novembro, mas acabou sendo demitido no dia seguinte. Vale lembrar que o rival alvinegro jogou melhor mesmo com um jogador a menos.

“O contexto era outro. A gente tinha uma estratégia ali”, disse Raí. “Continuo acreditando no estilo do Jardine, no trabalho, nos resultados. Obviamente está bem abaixo do que a gente esperava até agora, mas acredito no dia a dia, no poder dele de mobilizar. Eu conversei agora com a comissão técnica acreditando que vai ter resultado”.

O São Paulo volta a encontrar o Talleres na próxima quarta-feira, no Morumbi, precisando vencer por três gols de diferença para se classificar à terceira fase da Libertadores. Se sofrer um gol, terá de fazer quatro.

Antes do torneio continental, o time tricolor jogará com a Ponte Preta, no sábado, pelo Paulistão.

 

Fonte: ESPN

 

Treinador do Talleres compara São Paulo com grandes clubes do continente

Com um inicio de ano irregular o Tricolor embarca hoje para a Argentina para o confronto contra o Talleres válido pela segunda fase da Libertadores da América.

O técnico do Talleres, Juan Pablo Vojvoda, comparou o São Paulo a Boca Juniors e River Plate, da Argentina,ao citarem o momento do clube na temporada

– O São Paulo é um grande do continente. É um time que sabe administrar essas situações. Pode vir de uma sequência ruim ou positiva, mas nós temos nossa própria leitura do que se passa no futebol argentino. Boca ou River podem não estar bem no campeonato local, mas na Copa Libertadores essas equipes encaram de maneira diferente. Acredito que no Brasil é da mesma forma – disse, nesta segunda-feira.

Quatro anos mais velho que Jardine o treinador do Talleres mstrou saber o plantel Tricolor e elogiou suas contratações para a temporada.

– O São Paulo é primeiro de tudo um time acostumado a jogar partidas internacionais. Um time com individualidades conservadas do ano passado e com contratações de jogadores de muita “jerarquia” (expressão usada no futebol sul-americano para dizer que algo é importante, decisivo e tem qualidade). Contratou o goleiro (Tiago Volpi), Pablo, Hernanes… “jerarquizou” (qualificou) seu elenco. Ou seja, é um clube com história e devem estar exigidos a fazer um bom torneio internacional. Nos cruzamos nessa fase e temos a ilusão. Todos sabem o que pretendemos – disse o técnico argentino.

Na última partida o técnico argentino poupou alguns jogadores como Guiñazu,volante ex Internacional, e treinou com portas fechadas nesta segunda-feira.

Portanto, o possível Talleres para o jogo é o seguinte: Herrera; Godoy, Tenaglia, Komar e Bersano; Pochettino, Cubas, Guiñazú e Ramírez; Palacios e Dayro Moreno.

 

Fonte: Globo Esporte

Com Ceni na cola, Abel Braga vence enquete para técnico do SP

Com Rogério Ceni na cola, Abel Braga venceu enquete do GloboEsporte.com sobre quem deve ser o técnico do São Paulo em 2019.

Atualmente sem clube, Abel Braga teve 23,26% dos votos, seguido de perto pelo ídolo Rogério Ceni, com 22,55% dos votos. Houve mais de 160 mil participações na enquete.

De qualquer maneira, André Jardine, terceiro colocado da enquete, é o plano A para 2019. Antes auxiliar fixo, ele assumiu o São Paulo no lugar do demitido Diego Aguirre nas rodadas finais do Brasileirão.

Jardine treinou o time no empate por 1 a 1 com o Grêmio e na vitória sobre o Cruzeiro por 1 a 0, no último domingo.

Campeão da Série B com o Fortaleza, Ceni é inviável no São Paulo neste momento. Ele tem relação extremamente desgastada com o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, e disse à “Fox Sports” que só aceitaria trabalhar novamente no clube depois de 2020, último ano de mandato do dirigente. Ceni foi demitido por Leco em julho de 2017.

Abel Braga, por sua vez, afirmou à “Espn Brasil” que seria bom ter no currículo um trabalho em um time grande de São Paulo. Ele saiu do Fluminense em junho e desde então está sem clube.

Outros votados na enquete foram Jorge Sampaoli (3,49%), Dunga (2,40%), Mano Menezes (2,38%) Juan Carlos Osorio (2,27%) e Fernando Diniz (1,73%). As demais opções – Roger Machado, Guto Ferreira, Eduardo Baptista e Oswaldo de Oliveira – tiveram 1% ou menos dos votos.

 

Fonte: Globo Esporte

BOMBA!!! Veja quem pode ser o novo treinador do São Paulo

Especulado no Flamengo, Abel Braga deve ser o técnico do São Paulo, afirma comentarista

Um dos nomes preferidos para assumir o Flamengo na próxima temporada, Abel Braga pode acabar parando no São Paulo. A equipe do Morumbi demitiu o uruguaio Rodrigo Aguirre neste domingo (11), e tem o experiente treinador ex-Fluminense como o primeiro alvo. Segundo Muller, tetracampeão mundial, ídolo do Tricolor, e hoje comentarista, a negociação caminha para um desfecho positivo.

— Aguirre pra mim já foi tarde. Fui contra a contratação do Aguirre. Falei aqui, com o Ricardo Rocha, com o Raí. Comentei que o preferido do presidente era o Abel Braga. Então a princípio vai ficar o Jardine (interino), mas quase 90% que o Abel é quem vai assumir — informou durante o programa Mesa Redonda, da TV Gazeta.

Abel chegou a receber contato do Flamengo após a saída de Maurício Barbieri do clube, mas negou dirigir a equipe com a justificativa de que só pegaria trabalhos no início da temporada. Mesmo com a negativa, a diretoria rubro-negra seguiu monitorando a situação do treinador, pensando em 2019.

Como Dorival Júnior só tem contrato até o final deste ano, e o Fla não deve mantê-lo, e uma nova peça é buscada pelos dirigentes. Além de Abel Braga, Renato Gaúcho surge como um nome forte para assumir a equipe. No entanto, o comandante campeão da Libertadores de 2017 ainda negocia com o Grêmio uma renovação contratual, e tem o futuro em aberto.

 

Osorio dá show em coletiva do México, faz análises táticas e disseca até Brasil na Copa do Mundo

O técnico do México, Juan Carlos Osorio, mostrou muito conhecimento tático de futebol e das seleções que estão disputando a Copa do Mundo 2018. Ele quebrou o protocolo adotado por muitos treinadores, que se recusam a fazer análises mais aprofundadas dos rivais, e dissecou o time da Coreia do Sul, adversário deste sábado, às 12h (de Brasília), em Rostov.

“Identificamos na Coreia um grande rival. Dos jogadores que quero destacar, estão Ki Sung-yueng, volante central do Swansea, que é um ótimo distribuidor de bolas. Também há Son Heung-min, atacante do Tottenham que joga em quatro posições diferentes no ataque: como 9, como média-ponta ou como extremo pelos dois lados. Por fim, também destaco o atacante Kim Shin-wook, atleta dominante no jogo aéreo”, sintetizou Osorio.

“Teremos que estar muito ativos e preparados. Enfrentaremos um grande rival, com um treinador de muita experiência e que conhece esses atletas do último ciclo olímpico. Ele fez parte de um processo muito interessante com esses jogadores e certamente produzirá um grande desafio amanhã”, acrescentou.

Depois disso, o colombiano empolgou e passou a analisar outras equipes da Copa, mostrando que, mesmo durante os treinos do México, vem conseguindo acompanhar a competição e fazer anotações interessantes.

“Penso que os esquemas de 4-2 estão sendo uma constante nas grandes seleções. […] Nessa formação, os dois volantes centrais controlam o jogo, como fazem Rakitic e Modric na Croácia, Herrera e Guardado no México e Casemiro e outro volante, às vezes Paulinho, às vezes Fernandinho, no Brasil”, salientou.

“A Austrália também me deixou uma impressão muito boa nessa Copa. Gosto de Jedinak e Mooy, dois volantes muito completos e competitiviso. Admiro profundamente este país e a maneira como jogam, muito honesta. Em várias ocasiões, parecem jogadores de rugby, verdadeiros gentlemen. Não entram em disputas pessois e respeitam o árbitro. É uma grata revelação”, analisou.

“E me impactou também a maneira de competir de quase todos até agora. Marrocos e Irã foram fortalezas contra Portugal e Espanha. O futebol está demonstrando que hoje os jogadores que desequilibram são 5%. Os outros são bons jogadores, que podem mudar uma partida com algumas características, seja um passe aprofundado, uma cabeçada, etc”, prosseguiu.

“O futebol ainda precisa somar estratégias de otros esportes coletivos. A ciência tem muito a adicionar na preparação dos atletas. Uma equipe bem preparada tem chance contra qualquer um”, finalizou.

O México enfrenta a Coreia neste sábado, às 12h (de Brasília), em Rostov.

ESPN

Imagem: Getty Images

Diego Aguirre revela se pode trocar o Tricolor pela seleção uruguaia; confira

Contratado pelo São Paulo no início de março para substituir Dorival Júnior, demitido, o uruguaio Diego Aguirre descartou assumir a seleção do seu país após a disputa da Copa do Mundo da Rússia. Óscar Tabárez, atual dono do cargo na Celeste, já está com 71 anos e há mais de uma década no comando da equipe. Após o Mundial, existe a possibilidade de a Federação de Futebol Uruguaia optar por uma renovação e o nome do atual comandante do Tricolor Paulista é um dos mais comentados.

Em entrevista ao portal UOL Esporte, Aguirre afirmou estar focado e comprometido com o seu trabalho no São Paulo, mas não negou que assumir o Uruguai é um dos sonhos que tem na carreira.

“Não é algo que estou pensando. Estou feliz aqui no São Paulo, realmente. Estou comprometido com ficar aqui, em ajudar e cumprir o meu contrato até o fim deste ano. Então, isso não vai ser possível. No futuro, por que não? Obviamente é um orgulho para qualquer treinador ser o técnico do seu país. Mas não. Minha cabeça está no São Paulo, 100%”, afirmou o treinador.

Entrando no tema da Copa do Mundo, Aguirre ainda exaltou o time levado para a Rússia para a disputa, afirmando ser um dos fortes candidatos. “Faz tempo que a seleção uruguaia não tem um time tão forte. Todos (na seleção) estão competindo em alto nível, tem um processo de 11 anos juntos com o mesmo treinador, em três mundiais…É muita fortaleza mental. E Uruguai pode ganhar de qualquer um. Obviamente é difícil falar em campeão do mundo, porque é preciso muitas coisas alinharem para você ser campeão. Mas o Uruguai está forte”, completou.

Com a vitória por 1 a 0 sobre a Arábia Saudita, nesta quarta-feira (20 de junho), o Uruguai se garantiu de forma antecipada nas oitavas de final da Copa. Também com seis pontos somados no Grupo A, a anfitriã, Rússia, igualmente avançou.

Com oito jogos a menos no Brasileiro, Aguirre supera Ceni e Dorival no SP

 Em menos de três meses de São Paulo, não é exagero dizer que Diego Aguirre fez história no clube. No último sábado (9), o treinador uruguaio comandou o Tricolor na primeira vitória do time contra o Atlético-PR desde a fundação da Arena da Baixada, em 1999, em Curitiba. Mas, além do triunfo inédito, os números ajudam a mostrar a boa performance do técnico neste início de trabalho.Em apenas 11 jogos no Campeonato Brasileiro, ele superou o rendimento do Tricolor dirigido por Rogério Ceni e por Dorival Júnior no primeiro turno do nacional de 2017. Na ocasião, o ex-goleiro foi o treinador do time, coincidentemente, em 11 confrontos, sendo Dorival o técnico em seis jogos e Pintado em um (interino no clássico com o Santos). Com os três, o São Paulo somou 19 pontos em 19 partidas (cinco vitórias, quatro empates e dez derrotas) e teve aproveitamento de 33%.
“Parece que faz muito tempo que estamos no São Paulo, porque tem muitos jogos. Mas semana que vem vai fazer três meses apenas que estou como treinador. As coisas vão bem, acho que cada vez melhor. É impossível pensar nisso sem o trabalho e dedicação dos jogadores, com o sacrifício do dia a dia”, disse Aguirre.Com o uruguaio, o São Paulo tem 20 pontos em 11 jogos (cinco vitórias, cinco empates e apenas uma derrota) com aproveitamento de 60,6%. Se comparado com os jogos de Rogério Ceni, a diferença é grande também. Até ser demitido, o ídolo tinha trabalhado em três vitórias, dois empates e seis derrotas – deixando a equipe na zona do rebaixamento.”O São Paulo estava em um lugar que não merecia por sua história e torcida. Os jogadores sabiam disso. É injusto falar de um só jogador nesse momento. Todos estão em um nível altíssimo. O mérito é de todos”, afirmou o treinador.Antes da pausa para a Copa do Mundo, o São Paulo volta a jogar nesta terça-feira (12), no Morumbi, contra o Vitória. “Não temos uma semana para trabalhar, o tempo [antes do vitória por 1 a 0 sobre o Atlético-PR] foi mais para recuperar os jogadores, não tem como trabalhar muito em cima do jogo seguinte”, disse o técnico.