Tiago Volpi sofre fratura na mão direita e está fora do clássico

São Paulo terá um desfalque importantíssimo para o clássico do próximo sábado, contra o Santos, às 19h (de Brasília), no Morumbi. Após realizar exames de imagem nesta quinta-feira, o goleiro tricolor recebeu o diagnóstico de que teve uma pequena fratura na mão direita e, por isso, não terá condições de atuar.

Como o duelo com o River Plate, inicialmente marcado para a próxima terça-feira, foi cancelado, Volpi terá mais tempo para se recuperar para a Libertadores.

Se a partida fosse mantida, sua presença não estaria descartada, mas pouco provável. Não será necessário, pelo menos por enquanto, um procedimento cirúrgico.

Volpi acabou sentindo a mão no segundo tempo da vitória por 3 a 0 sobre a LDU, após um choque com o adversário. O goleiro até tentou permanecer na partida, porém, tendo contato com a bola posteriormente, percebeu que poderia comprometer sua equipe.

Desta forma, caso os jogos do Campeonato Paulista não sejam suspensos, o São Paulo receberá o Santos no sábado com Lucas Perri no gol. O jogador foi revelado pelas categorias de base, chegou a ser emprestado ao Crystal Palace, da Inglaterra, mas retornou ao clube do Morumbi.

“Foi o que eu falei para o Perri, quando ele menos esperasse, a chance ia aparecer. A chance apareceu em um jogo de Libertadores, teve a oportunidade dele. O São Paulo está bem servido com Perri e outros goleiros”, afirmou Tiago Volpi.

ESPN

Após San-São Liziero pode retomar titularidade no São paulo

Liziero mostrou mais uma vez o porquê de a torcida clamar tanto pela sua titularidade. No último sábado, o segundo volante entrou na vaga de Jucilei e mudou completamente o meio-campo tricolor, dando mais dinâmica à equipe sem perder poder defensivo. Justamente por isso, sua presença entre os 11 iniciais no próximo domingo, contra o Ceará, é bastante provável.

Mas, apesar da boa atuação de Liziero no clássico em plena Vila Belmiro, Fernando Diniz adotou um tom moderado ao comentar sobre o jogador. Apostando em Jucilei como primeiro homem do meio-campo, o comandante são-paulino foi bastante sucinto quando questionado sobre as melhorias que a cria de Cotia proporcionou ao time.

“Aí tem que perguntar para a mãe Dinah”, disse Fernando Diniz ao ser questionado se o São Paulo venceria o jogo caso Liziero tivesse sido titular. “Eu não tenho como responder isso daí porque [o Liziero] não começou [como titular]. A história segue só uma vez, e a história desse jogo foi escrita assim”.

“Ele não começou, entrou depois e o time melhorou, não só pela entrada do Liziero, ajudou, mas o Tchê Tchê também recuou, dá mais ritmo ao jogo. O time mudou a postura também. A solução no futebol nunca é tão simples, nunca é um fato só, mas, sim, uma cadeia de fatos”, completou Fernando Diniz.

Caso o treinador do São Paulo opte por manter Liziero no time titular, Tchê Tchê, que hoje exerce a função de segundo volante, será recuado para a cabeça de área. Substituto natural de Jucilei, Luan seria outra alternativa, mas dificilmente Fernando Diniz irá sacar o jogador que treinou nos tempos de Audax do time.

Com uma semana cheia para trabalhar, Fernando Diniz e seus comandados enfrentarão o Ceará, na Arena Castelão, no próximo domingo, às 19h (de Brasília).

Gazeta Esportiva

Bolsonaro e sua equipe vai à Vila para combinar ida ao San-São

O presidente Jair Bolsonaro deve ir à Vila Belmiro para assistir ao clássico entre Santos e São Paulo neste sábado, a partir das 17h (de Brasília), pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. A informação foi inicialmente publicada pelo jornalista Alex Frutuoso.

Bolsonaro virá à Baixada Santista, no Forte dos Andradas, no Guarujá, durante o feriado da Proclamação da República. Partiu dele a ida ao estádio.

Membros da Polícia Federal e do serviço de inteligência do Governo estiveram na Vila na tarde desta quinta-feira para discutir o acesso do presidente. Ele deve ficar no camarote ao lado de José Carlos Peres, presidente do Peixe. O espaço é considerado pequeno para a grande comitiva. Outra complicação é a chegada difícil no Urbano Caldeira.

O técnico Jorge Sampaoli, avesso ao governo de Bolsonaro, não gostou da notícia e espera não ter nenhum contato direto com o presidente antes ou depois do clássico.

Parte da torcida do Santos se mobilizou nas redes sociais e criou a #BolsonaroNaVilaNão. O assunto chegou a ser o mais comentado no Twitter em todo o Brasil na última quarta.

Gazeta Esportiva

Jardine terá opções antagônicas para o papel de volante no San-São

O técnico André Jardine terá no banco de reservas opções completamente antagônicas aos volantes que devem iniciar como titulares no clássico deste domingo, contra o Santos, no Pacaembu. A tendência é que Jucilei e Hudson formem dupla no meio-campo tricolor, e Liziero e Araruna sejam suplentes.

Willian Farias, que poderia ser uma terceira via para substituir os volantes titulares do São Paulo no decorrer do duelo com o Peixe, ficou de fora da lista de relacionados por conta de um trauma na panturrilha esquerda. Tentando se recuperar o mais rápido possível, o jogador fará trabalhos no Reffis.

Tanto Hudson quanto Jucilei já possuem 30 anos e são considerados dois dos líderes do elenco. O primeiro costuma atuar como segundo volante, mas está longe de ser um grande articulador de jogadas, chamando a atenção mais pelo seu desempenho defensivo. Já o segundo não abre mão de seu papel de cabeça de área, embora tenha técnica apurada e boa visão de jogo.

Liziero e Araruna, por sua vez, têm características completamente diferentes. O primeiro tem somente 20 anos e é um dos xodós da torcida. Já na mira de alguns clubes europeus, ele se destaca pelos dribles e a capacidade de chegar ao campo adversário com qualidade, distribuindo passes que podem criar ótimas oportunidades de gol. Não à toa, fez 40 jogos na última temporada.

Já Araruna ainda luta para ganhar espaço no time profissional. Aos 22 anos, ele é um atleta versátil, que por diversas vezes atuou na lateral-direita quando o time já não havia qualquer outra opção para o setor. Assim como Liziero, é segundo volante e pode exercer o papel de um dos articuladores do Tricolor. Na última semana, em jogo-treino contra o São Caetano, fez o gol da vitória são-paulina, acertando o ângulo do goleiro rival de fora da área.

Vale lembrar que o técnico André Jardine ainda contará com mais duas alternativas para o meio-campo em breve. Luan, outro jovem atleta que chamou a atenção no ano passado, está disputando o Sul-Americano sub-20 com a Seleção Brasileira e pode perfeitamente substituir Jucilei na função de primeiro volante. Já Igor Gomes, que também está no Chile com o time canarinho, é um meio-campista habilidoso e tem tudo para ganhar espaço em 2019 sob o comando de um treinador que o conhece muito bem.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

Confira os assuntos comentados pelo Aguirre após o San-São

O técnico Diego Aguirre valorizou o ponto conquistado pelo São Paulo no empate sem gols com o Santos, neste domingo, na Vila Belmiro.

Com o resultado, o Tricolor assumiu a liderança provisória, com 50 pontos. Mas a posição final da rodada depende do duelo entre Chapecoense e Internacional, nesta segunda-feira.


– É um ponto que tem valor. A liderança não é importante agora, mas quem vai estar no final. Mas são pontos que, talvez no final, podem ser decisivos. O Santos teve uma chance de matar o jogo que o Rodrygo perdeu. Poderíamos ter perdido. Então, um ponto está bom – afirmou Aguirre.

Questionado a respeito do momento do São Paulo no Brasileirão, Aguirre disse o seguinte:

– É impossível não falar de tudo, porque se estamos na liderança é porque fizemos boas coisas. Mas gostaria de ter mais pontos. Acho que poderíamos. Mas agora temos de nos concentrar em ganhar os próximos três pontos e continuar na frente. O São Paulo está bem e os jogadores estão querendo vencer os rivais.

No fim do primeiro tempo do San-São, Everton pediu substituição e deu lugar a Liziero. O meia-atacante retornou após três jogos fora com um estiramento na coxa esquerda e gerou preocupação. Mas Aguirre tranquilizou sobre o jogador.

– A notícia do Everton: acho que ele tem possibilidade de estar já para o treino de quarta. Em princípio parece que não é uma coisa importante. Por precaução pediu para sair. Vão fazer exames, mas aparentemente não é uma volta da lesão. O Bruno Peres está voltando. A informação que eu tenho é que quarta-feira ele treina com o grupo – disse Diego Aguirre.

Sobre a decisão de escalar Arboleda na lateral-direita 
O Bruno Peres e o Régis não estavam. O Araruna volta de lesão. O Arboleda foi bem. Teve uma boa atuação.

Objetivo do São Paulo na temporada
Estamos com um objetivo importante. Queremos ser protagonistas. Temos que ter calma e isso faz parte. As vezes tem momentos melhores. O começo do segundo turno é melhor que o começo do primeiro. Estamos bem e estamos com confiança. Vamos ver o que acontece. O São Paulo está forte.

Vai secar o Internacional?
Não é torcer contra outros times. Não posso fazer nada da minha casa vendo televisão. Temos que nos preocupar com o nosso próximo jogo. Temos que nos preocupar conosco.

Méritos do São Paulo na temporada
É impossível não falar de tudo porque se nós hoje estamos na liderança é porque fizemos coisas que foram bem. Acho que foi bem. Temos que focar em somar os próximos três pontos. Como falei, o São Paulo está bem e os jogadores querem vencer todos os rivais.

Sequência do Tricolor 
O adversário mais complicado sempre é o próximo. Todos estão jogando por coisas importantes. Temos que nos preparar para jogar uma final e tentar vencer. São todos jogos muito difíceis.

Próximo do San-São, Anderson Martins foca no clássico e analisa a situação

Anderson Martins mira um San-São aberto para o próximo domingo, às 16h, na Vila Belmiro. O clássico opõe o São Paulo, vice-líder e atrás do Internacional pela diferença no saldo de gols (18 a 17), e o Santos, invicto há cinco jogos no Brasileirão. Os ingressos para o duelo estão esgotados desde a última quarta-feira.


– É um bom jogo, um clássico. Na Vila o Santos vai buscar o resultado, nós também precisamos. Vai ser um jogo aberto. Quem estiver mais ligado, se preparar melhor e errar menos vai vencer – disse Anderson Martins.

Uma das preocupações do São Paulo para o clássico é Gabigol, centroavante do Santos e artilheiro isolado do Brasileirão (12 gols).

– O Gabriel é um grande jogador, mas sabemos que o Santos tem um time muito forte. Claro que tem de ter atenção especial por ser uma referência para o Santos e o artilheiro do Brasileiro, mas vamos com o pensamento de brigar com um time forte. Vamos competir de forma leal e esperamos fazer um bom trabalho no clássico.

Ao lado de Arboleda e Bruno Alves, Anderson Martins é um dos responsáveis pela consistência defensiva do São Paulo. É a quarta equipe menos vazada do Brasileirão, com 19 gols sofridos, ao lado do Cruzeiro.

Passadas 24 rodadas do Brasileirão, o trio tem revezado as duas vagas da zaga sob o comando de Diego Aguirre.

– Arboleda soma 15 jogos (ele volta a ficar à disposição depois de defender o Equador);
– Anderson Martins tem 16 partidas;
– Bruno Alves também fez 16 jogos.

* Rodrigo Caio fez apenas dois jogos, pois teve grave lesão no pé esquerdo e agora está à disposição depois de se recuperar de uma pancada no joelho direito

– O São Paulo é privilegiado por ter zagueiros praticamente no mesmo nível: Rodrigo, Bruno, Arboleda… quem entra mantém o nível. O São Paulo tem tirado proveito disso. As coisas estão encaixando. Independentemente de quem joga, o nível é mantido. Estamos dando o nosso melhor, e os resultados estão vindo.

Na visão de Anderson Martins, Internacional, São Paulo, Palmeiras, Flamengo, Atlético-MG e Grêmio são os principais candidatos ao título do Brasileirão. Oito pontos separam os seis times.

– Acho que os seis primeiros colocados são times muito próximos na pontuação. Não menosprezando as outras equipes que estão um pouco abaixo na pontuação, mas acho que essas seis chegam com bastante força para brigar pelo Campeonato Brasileiro – afirmou Anderson Martins.

Para o San-São, além de Arboleda e Rodrigo Caio, Aguirre também terá as voltas de Everton (recuperado de estiramento na coxa esquerda), Reinaldo (retorna de suspensão), Luan (seleção sub-20) e Araruna (recuperado de tendinite no calcâneo esquerdo). Régis (suspenso) está fora, e Bruno Peres (estiramento no adutor direito) tem poucas chances de atuar.

– O São Paulo tem um diferencial que é a força do grupo. Tivemos desfalques por lesão e cartão, e conseguimos manter o nível. Competimos de igual para igual com outros times. Para conquistar coisas importantes como o Brasileiro, uma competição forte, você precisa de um grupo assim. O São Paulo tem feito isso na temporada. Esperamos manter o nível para quando o Aguirre precisar.

 

Globo Esporte

Ritmo intenso para o San-São

Trabalho. Muito trabalho. Suor. E ritmo intenso para o San-São. Assim foi a manhã de atividades do Tricolor nesta quarta-feira (12) no Centro de Treinamento da Barra Funda para avançar nos preparativos para o clássico contra o Santos, que será disputado no próximo domingo (16), às 16h, na Vila Belmiro.

Nene, que na reapresentação da última terça (11) foi liberado para a realização de um procedimento dentário, e o jovem Luan – estava com a Seleção Brasileira Sub-20 no México – reintegraram o elenco e treinaram normalmente ao lado dos companheiros.

O volante Araruna e o meia-atacante Everton, recuperados de lesões, também realizaram os exercícios sem qualquer restrição e se aproximaram do retorno para fortalecer o time são-paulino.

Sob os olhares de Diego Aguirre, os são-paulinos tiveram um dia produtivo e que exigiu bastante. Na primeira etapa, após atividades de fortalecimento muscular no REFFIS, os jogadores fizeram exercícios físicos no gramado em um circuito orientado pelos preparadores.

Depois, já com o treinador uruguaio e seus auxiliares, os tricolores foram divididos em dois grupos para um treino de enfrentamento entre equipes, em campo reduzido. Por fim, um complemento com finalizações fechou a manhã intensa no CT.

Até o confronto com os santistas, na Vila Belmiro, o São Paulo terá mais três dias de ajustes. O lateral-esquerdo Reinaldo, que cumpriu suspensão no último final de semana diante do Bahia (1 x 0), está novamente à disposição. Desfalque certo é Régis, que recebeu o terceiro cartão amarelo na competição nacional.

 

saopaulofc.net

Nenê treina e está liberado para clássico San-São; Mas temos desfalque importante

Nenê treina e está liberado para clássico SanSão; Bruno Peres é desfalque

O São Paulo treinou na manhã desta quarta-feira (12) no CT da Barra Funda visando o confronto do final de semana contra o Santos, na Vila Belmiro. A novidade no trabalho foi a volta de Nenê, que desfalcou o grupo na terça.

O camisa 10 Nenê foi liberado para fazer um procedimento dentário e não participou da atividade do São Paulo ontem. Já nessa quarta-feira o atleta esteve em campo normalmente com os companheiros.

Quem foi desfalque na atividade foi o lateral Bruno Peres. O atleta mais uma vez ficou no Reffis fazendo tratamento para se recuperar do estiramento no adutor da coxa direita. Regis, que seria o substituto natural, está suspenso e não enfrenta o Santos.

Everton, com estiramento na coxa esquerda, e Gonzalo Carneiro, com dores musculares, se recuperaram e participaram normalmente do treinamento dado por Diego Aguirre. Araruna também está recuperado de tendinite no calcâneo esquerdo e pode ser o escolhido para substituir Bruno Peres.

O treinador uruguaio também contou com a presença do volante Luan, que voltou da seleção sub-20, e de Reinaldo, que está liberado após cumprir suspensão. A última boa notícia fica por conta de Rodrigo Caio. O zagueiro está recuperado de um trauma no joelho direito e é opção.

O outro desfalque foi o Arboleda. O zagueiro estava com a seleção do Equador e é esperado no Tricolor do Morumbi nesta quinta-feira.

Expectativa total! São Paulo pode ter até seis reforços para o clássico

​Depois de dois jogos – um empate e uma derrota – o ​São Paulo se reencontrou com a vitória no Campeonato Brasileiro. Ao bater o Bahia por 1 a 0, chegou a dormir novamente na liderança, mas acabou perdendo o posto para o Internacional nos critérios de desempate. No entanto, se o domingo não acabou totalmente da forma como os tricolores desejavam, a semana deverá ser de ótimas notícias. A confirmação, obviamente, só virá a partir desta terça-feira, quando o elenco se reapresentará após dois dias de folga, mas é possível prever a volta de diversos jogadores para o clássico frente ao ​Santos, no próximo domingo, na Vila Belmiro.

Alguns nomes são certos que novamente ficarão à disposição do técnico Diego Aguirre. O lateral-esquerdo Reinaldo, que cumpriu suspensão diante do Tricolor da Boa Terra, é nome confirmadíssimo para o duelo, assim como o zagueiro Arboleda, que retorna após defender a seleção do Equador, e o volante Luan, que estava a serviço da equipe sub-20 do Brasil. Além deles, o zagueiro Rodrigo Caio, já aprimora a forma física depois de um trauma no joelho direito e treinou normalmente nos últimos dias.

Sao Paulo v Ceara - Brasileirao Series A 2018

Porém, a maior expectativa recai sobre o volante/lateral-direito Bruno Peres e o atacante Everton. O primeiro se recupera de um estiramento no músculo adutor da coxa direita sofrido no duelo do dia 2 de setembro, contra o Fluminense (1 a 1). Já o avante tem um estiramento muscular na coxa esquerda desde o dia 26 de agosto, quando o São Paulo bateu o Ceará por 1 a 0. O prazo de três semanas para que Everton voltasse aos gramados termina justamente no próximo domingo. “Tenho esperança que possam voltar. Não é uma certeza, mas na terça ou quarta-feira teremos uma posição certa”, destacou Aguirre. O lateral-direito Régis, suspenso, é desfalque.

Sao Paulo v Bahia - Brasileirao Series A 2018

 

Estatísticas de São Paulo 1×0 Santos

Fonte: Lance

NÚMEROS GERAIS DE SÃO PAULO 1X0 SANTOS:
– Dados Footstats

Posse de bola do São Paulo: 45%
Posse de bola do Santos: 55%
Finalizações certas do São Paulo: 2
Finalizações certas do Santos: 1
Finalizações erradas do São Paulo: 11
Finalizações erradas do Santos: 5
Cruzamentos certos do São Paulo: 4
Cruzamentos certos do Santos: 3
Cruzamentos errados do São Paulo: 24
Cruzamentos errados do Santos: 14
Passes certos do São Paulo: 266
Passes certos do Santos: 490
Passes errados do São Paulo: 41
Passes errados do Santos: 42
Lançamentos certos do São Paulo: 14
Lançamentos certos do Santos: 13
Lançamentos errados do São Paulo: 19
Lançamentos errados do Santos: 29
Desarmes certos do São Paulo: 23
Desarmes certos do Santos: 9
Faltas cometidas pelo São Paulo: 12
Faltas cometidas pelo Santos: 5

Tricolores valorizam entrega e solidez no defesa

Não é exagero dizer que o São Paulo brigou por todas as bolas para poder vencer o clássico contra o Santos por 1 a 0, no Morumbi, neste domingo. Todo o esforço e empenho para garantir o placar se justificaram por mais um grande resultado e a manutenção da invencibilidade no Brasileirão.


Na saída de campo alguns são-paulinos exaltaram a entrega da equipe diante da tentativa do Peixe de buscar o empate após o Tricolor ter aberto o marcador com o gol de Diego Souza. Um deles foi Bruno Alves, que destacou o espírito do time.

– Fomos coroados com os três pontos porque fizemos um jogo bom. São Paulo é isso, emoção até o fim. time foi guerreiro, batalhamos até o fim, todo jogador disputando a bola como se fosse um prato de comida – afirmou o zagueiro, que também valorizou a troca de peças entre os titulares:

– Aguirre deixou claro que tem um elenco, não tem titular ou reservas. Essa rotatividade é importante para todos estarem preparados. Ponto corrido é importante para ter um elenco bom.

Outro que se manifestou foi Sidão, que cometeu duas falhas nos minutos finais da partida e quase comprometeu o resultado. O goleiro enalteceu a solidez defensiva de sua equipe no clássico deste domingo.

– Importantíssimo não tomar gols e ter uma defesa sólida, dá confiança para os caras atacarem mais. Poderíamos ter virado o tempo ganhando. Voltamos ligados no segundo tempo e tivemos chances de matar o jogo antes – declarou o arqueiro.

O São Paulo volta a campo no próximo domingo para enfrentar o América-MG, fora de casa, em jogo válido pela 7ª Rodada do Brasileirão-2018.

Nenê quer acabar com peso do São Paulo em clássicos: ‘É para motivar’

Neste domingo, às 16h, o São Paulo recebe o Santos, no Morumbi, com uma missão: provar que os clássicos não são um peso para o clube. Neste ano, foram quatro derrotas e só uma vitória diante dos maiores rivais, e Nenê traça como chave para mudar os números alterar a mentalidade.


– Sempre procuro pensar de maneira positiva. Em vez de ser peso dobrado, é motivação dobrada para fazer um grande jogo e fazer a diferença – disse o camisa 7, em entrevista exclusiva para o LANCE!

São-paulino desde criança, o meia-atacante de 36 anos acredita que ídolos se formam em grandes jogos e lembra como Raí ficou marcado em sua memória pelos gols que fez na vitória por 2 a 1 sobre o Barcelona, na final do Mundial de 1992. E quer que seus colegas tenham isso em mente.

Confira abaixo a conversa de Nenê com o LANCE! sobre o clássico:

O São Paulo só ganhou um clássico este ano: 1 a 0 sobre o Corinthians, no Morumbi, na primeira semifinal do Paulista, com gol seu. Esses jogos têm sido um peso para o São Paulo?
Depende do ponto de vista. Sempre procuro pensar de maneira positiva. Em vez de ser peso dobrado, é motivação dobrada para fazer um grande jogo e fazer a diferença. É um jogo que todos estão vendo, e (na vitória sobre o Corinthians) fazia muito tempo que não ganhava. Isso, para mim, é muito motivante. Fiquei muito feliz por ter marcado o gol da vitória em um jogo tão importante. Isso dá confiança para continuar trabalhando. Infelizmente, não nos classificamos. Mas são jogos especiais. Tudo é em dobro. E prefiro ver o lado da motivação, o lado positivo de que, se fizer a diferença em um jogo desses, você fica marcado.

Você é são-paulino desde criança e imagino que seus ídolos tenham sido decisivos em clássico…
Exatamente. Lembro do Raí, por exemplo, que era o maior ídolo do torcedor são-paulino na época e fez gols importante. Aquele gol de falta no Mundial (de 1992, contra o Barcelona), para mim, ficou marcado. Aqueles que ficam marcados são em jogos importantes. Clássico é jogo importante, então isso me dá essa motivação extra para fazer um ótimo jogo.

Como vocês tratam clássicos internamente?
É claro que a gente conversa. Quando chega semana de clássico, a cabeça já fica diferente. No treino, o treinador já fala que é clássico. O Aguirre sempre cobra, mas, com certeza, quando é clássico… A gente sabe que todo jogo é importante, mas clássico é como se fosse, realmente, final de campeonato. Temos de estar com a cabeça concentrada no trabalho, no dia a dia, para chegar ao jogo focado no que tem de fazer e estar concentrado por 95 minutos porque, em um detalhe, pode ir para baixo um trabalho grande. Como aconteceu no primeiro jogo contra o Santos. Eles jogaram por uma bola e ganharam.

Você sente quando precisa chamar a responsabilidade e pedir a bola em jogos grandes? Em Rosário, você até discutiu com o técnico adversário quando a partida estava bem tensa…
Isso é instinto. Na hora, vejo que o bicho está pegando e preciso dar uma segurada. Contra o Corinthians, em Itaquera, enquanto estive em campo tentei dar uma acalmada. É instinto mesmo. E tem um pouco de experiência. Não pode tomar cartão bobo, falar muito com o juiz e, se falar, é numa boa. Às vezes, até falo bravo com o juiz, mas de forma respeitosa. Em Rosário, o treinador deles foi falar para bater, pegar. Peraí, rapaz, segura. Tinha de chegar firme mesmo, mas não na maldade, na deslealde. Mas sinto um pouco, sim. É mais instinto, mas sinto um pouco que tem hora que precisa segurar a bola quando está sofrendo pressão e estamos com o resultado bom. É uma coisa que procuro ajudar.

Aquela derrota por 1 a 0 para o Santos foi a única do São Paulo no Morumbi no ano. Isso pesa de alguma forma para o San-São deste domingo?
Não pesa. Fiquei p… no dia do jogo, porque a gente merecia ganhar. Estávamos pressionando o tempo inteiro, o time todo em uma intensidade muito alta. Eles estavam jogando por uma bola, no contra-ataque, como é o estilo deles, e acabaram ganhando. Depois você tem de ver o que aconteceu de errado e corrigir para não acontecer de novo. Mas não pesa porque já passou, não temos de ficar pensando que não ganhou. É assim: perdeu, então tem de ganhar agora. Até porque empatamos em casa com o Atlético-MG, e, no Brasileiro, você tem de ganhar em casa. É ter isso na cabeça: recuperar os pontos. E, também, não deixar acontecer o que aconteceu na outra vez, com os caras jogando por uma bola ganhando da gente.

Além da desatenção no gol, o que mais você lembra que o São Paulo fez de errado naquele jogo?
Nem lembro mais (risos). Mas o que aconteceu de errado foi isso só. De resto, não vou falar que foi perfeito porque não tem como, mas fizemos praticamente o que nos propusemos a fazer e foi praticamente essa bola, com a marcação errada, ficamos longe, não paramos a jogada e eles fizeram o gol. Fora isso, não lembro de nenhum erro grotesco.

O seu primeiro time grande foi o Palmeiras, em 2002, mas você se firmou mesmo no Santos, em 2003, né?
Naquela época, o Leão me queria mesmo, tinha a Libertadores e pagava mais. Eu estava no Palmeiras em 2002 e foi difícil, mas fui muito bem, tanto que tenho lembranças muito boas. Na primeira vez em que fui convocado para a Seleção (Olímpica), eu estava no Palmeiras. Mas, realmente, no Santos eu estava um pouco mais experiente, e foram momentos muitos bons, fui artilheiro do time, que era um timaço, com Robinho, Diego, Ricardo Oliveira. Fiz gols importantes, na semifinal da Libertadores, quando nos classificamos. Foram momentos muito bons mesmo. Saí muito rápido de lá. Com a cabeça que tenho hoje, não teria saído, teria ficado muito mais tempo.

Criou um carinho pelo Santos, então?
Com certeza. Tenho carinho pelo Palmeiras e pelo Santos, mas como com o Santos não tem tanto essa rivalidade, como é com Palmeiras e Corinthians, fica mais fácil de você se dar bem. E é uma cidade que eu gostava bastante, é bem gostoso lá. Gostei bastante.

Você lembra de algum jogo contra o São Paulo pelo Santos em 2003?
Lembro que sempre fiz gol contra o São Paulo, desde o Paulista. Outro dia o Rogério veio aí e brinquei que ele não pegou um pênalti meu. Na minha estreia no Palmeiras, em 2002, foi contra o São Paulo e fiz um golaço, de fora da área. Mas não lembro se fiz gol no São Paulo pelo Santos. Por isso que não lembro de nenhum jogo marcante. Ainda bem, né? Senão a torcida pegaria no meu pé (risos).

Algumas curiosidades sobre o San-São do final de semana

Na tarde deste domingo (20), às 16h, no Morumbi, o Tricolor receberá o Santos em duelo válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. E antes de a bola rolar neste final de semana, o site oficial traz abaixo estatísticas e curiosidades sobre os personagens que estarão em campo.

VANTAGEM TRICOLOR > Em 305 jogos na história do San-São, o Tricolor venceu 131 e foi derrotado 103 vezes, além de 71 empates. Neste período, foram 508 marcados e 440 sofridos.

EQUILÍBRIO NO BRASILEIRO > São Paulo e Santos já ficaram frente a frente 61 vezes na história do Campeonato Brasileiro: foram 27 triunfos do Tricolor, dez empates e 24 vitórias dos santistas.

SAN-SÃO NO MORUMBI > O Tricolor venceu 49 dos 102 clássicos contra o Santos no Estádio Cícero Pompeu de Toledo, além de 27 empates e 26 derrotas.

INVICTO > O São Paulo é o único clube que ainda não foi derrotado neste Campeonato Brasileiro. Em cinco jogos houve uma vitória e quatro empates.

MORUMBI > Contando todos os 20 clubes da Série A, o São Paulo é segundo melhor mandante da temporada de 2018. Com apenas uma derrota no ano, em 13 jogos, o Tricolor é superado apenas pelo Sport, que ainda não foi batido como anfitrião.

SIDÃO > O goleiro perdeu apenas um jogo que fez como mandante pelo Tricolor. Ao todo são 24 confrontos, com 13 vitórias, dez empates e apenas uma derrota – Santos (0 x 1), pelo Paulista deste ano.

RÉGIS > O lateral-direito, que disputará seu primeiro clássico pelo São Paulo, atuou em todos os oito jogos da equipe desde sua estreia – no dia 4 de abril, contra o Atlético-PR – e segue invicto como titular da equipe: foram duas vitórias e quatro empates.

HUDSON > O volante defende dez jogos de invencibilidade no Morumbi – cinco vitórias e cinco empates. Sua última derrota em casa aconteceu no dia 24 de agosto de 2016, por 2 a 1, para o Juventude, pela Copa do Brasil.

ARBOLEDA > O zagueiro reencontra o Santos, clube contra o qual estreou e marcou pela primeira vez pelo São Paulo: derrota por 3 a 2, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro de 2017.

NENE > Dos quatro gols marcados pelo meia, que atuou no Santos em 2003, sendo vice-campeão da Libertadores da América, três foram no Morumbi: Bragantino (1 x 0), Corinthians (1 x 0) e Atlético-PR (2 x 2). O outro foi na vitória por 2 a 0 sobre o CSA, no Estádio Rei Pelé, em Maceió, pela Copa do Brasil.

SHAYLON > Autor de um golaço contra o Bahia, na Arena Fonte Nova, na última rodada, o meia busca seu primeiro gol no Morumbi. Os três marcados por ele foram longe de casa: contra o Fluminense, no Maracanã, e contra o Santos, na Vila Belmiro – o seu primeiro pelo Tricolor.