São Paulo fará tempo real de reprise do jogo do centésimo gol de Ceni

Nesta sexta-feira, às 15h, o SporTV presenteará o torcedor tricolor com um jogo histórico: a vitória do São Paulo por 2 a 1 sobre o Corinthians, no Paulistão-2011, clássico que ficou marcado pelo 100º gol de Rogério Ceni na carreira. E não haveria data melhor para transmitir a reprise, já que faz exatamente nove anos que a Arena Barueri foi palco desse momento épico para o são-paulino.

A transmissão dessa partida foi decidida por uma enquete aberta ao público pela internet. E obviamente os tricolores agiram em massa para pode rever esse clássico que ocorreu no dia 27 de março de 2011, principalmente durante este período de isolamento doméstico em que as competições de futebol estão paralisadas por tempo indeterminado por conta da pandemia de coronavírus.

São Paulo FC (de 🏠)

@SaoPauloFC

Hoje é dia de relembrar um Majestoso histórico! Nossa torcida votou e ganhou: o @SporTV reprisará a partida nesta sexta, às 15h!

⚽ São Paulo x Corinthians
🏟 Arena Barueri
🏆 @Paulistao
📺 SporTV
⏰ 15h (horário da transmissão hoje) 🇾🇪

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Aproveitando que o duelo será transmitido na íntegra pelo canal a cabo do Grupo Globo, o São Paulo fará um tempo real pela sua conta oficial do Twitter para interagir com os torcedores como se estivesse naquele dia, que ficou marcado não só pelo feito de Rogério Ceni, mas também pela quebra de um jejum de vitória contra o rival que durava quatro anos.

O São Paulo saiu na frente no placar com um gol de Dagoberto, ainda no primeiro tempo. Na volta do intervalo, logo aos oito minutos, Rogério cobrou falta com a habitual precisão no ângulo do goleiro Júlio César e anotou o centésimo gol de sua carreira, justamente contra o Corinthians, um dos maiores rivais do Tricolor, que acabou descontando com Dentinho.

São Paulo FC (de 🏠)

@SaoPauloFC

Será que sai uma falta pro bater hoje?! 😏

Pra quem perguntou: vai ter tempo real aqui também, sim! 🇾🇪 https://twitter.com/sportv/status/1243546108682518531 

SporTV

@SporTV

Respondendo a @SaoPauloFC @Paulistao

Ele é 100 dúvidas um M1TO batendo faltas. 👏👏

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Lance

Simbólico: São Paulo garante G8 graças a Ceni e é surrado com Diniz

A 36ª rodada do Brasileirão foi simbólica para o São Paulo: o time garantiu uma vaga na etapa preliminar da Libertadores de 2020 graças à ajuda de terceiros (no caso, para aumentar o simbolismo, do Fortaleza de Rogério Ceni) e escancarou todas as suas fragilidades ao entrar em campo e perder por 3 a 0 para o Grêmio.

A noite começou boa para os são-paulinos. Os 2 a 1 que o Fortaleza aplicou no Goiás no Serra Dourada asseguraram ao Tricolor, na pior das hipóteses, o oitavo lugar. O Goiás e o próprio Fortaleza, primeiras equipes fora do G8, ficaram com 49 pontos e chegarão no máximo aos 55 – o São Paulo já tem 57.

Um empate na Arena do Grêmio já seria um excelente resultado. Se acontecesse, bastariam empates contra Internacional (no Morumbi) e CSA (em Alagoas) para garantir a vaga na fase de grupos da Libertadores. Com uma vitória no Sul, bastaria um ponto contra o Inter para assegurar o G6. O problema é que o time de Fernando Diniz precisava entrar em campo. Aí, geralmente, complica…

O São Paulo jogou o primeiro tempo para empatar. Deixou o Grêmio com a posse, posicionou-se atrás da linha da bola e não tomou muito sufoco. Apesar da conhecida fragilidade do ataque são-paulino, a partida deixava a impressão de que um pouco mais de coragem poderia até resultar em uma vitória no Sul. E poderia mesmo, desde que o time fosse mais equilibrado.

Quando adiantou suas linhas e começou a incomodar a defesa do Grêmio, no início do segundo tempo, o São Paulo ficou mais perto e marcar um gol, mas também de tomar. A recomposição da equipe é muito ruim, o que deu aos donos da casa a oportunidade de contra-atacar. Cebolinha errou o passe para Pepê na primeira ocasião, mas Antony fez pênalti em Alisson pouco depois. A jogada começou com passe errado de Daniel Alves no campo de ataque, mas a culpa não foi só do camisa 10, já que havia tempo para a equipe se reestruturar. Luciano converteu a cobrança aos 10 minutos e abriu a porteira: aos 16, já estava 3 a 0.

O São Paulo não esboçou a menor reação. E, a julgar pelas substituições, nem era isso que Fernando Diniz esperava: além da troca óbvia de Pablo (novamente muito mal) por Raniel (não muito diferente), o técnico colocou os jovens Helinho (que nunca havia sido utilizado por ele) e Gabriel Sara nos lugares de Vitor Bueno e Juanfran.

Arrisco dizer que, se o São Paulo fosse comandado por qualquer outro treinador, Alexandre Pato e/ou Hernanes não teriam terminado essa partida no banco – mesmo que não estejam jogando nada. Optar por Helinho e Sara foi uma tentativa de dar cancha a dois garotos ou, na pior das hipóteses, de fazer trocas “autorais”, que fogem do óbvio.

O São Paulo agora tem um confronto direto com o Internacional, às 21h30 de quarta-feira, no Morumbi. Basta uma vitória para garantir a vaga direta na Libertadores na próxima rodada.

Lance

Fortaleza de Rogério Ceni ajuda, e São Paulo garante vaga na Libertadores sem jogar

São Paulo está classificado para a Copa Libertadores de 2020. Sem entrar em campo, o time assegurou vaga por causa da vitória do Fortaleza treinado por Rogério Ceni sobre o Goiás.

Com o resultado, o Tricolor não sai mais do G-8 do Brasileirão e estará ao menos na fase prévia da competição continental. Isso porque nem o próprio Fortaleza e nem o Goiás conseguirão mais igualar os atuais 57 pontos do São Paulo, a dois jogos do fim do Brasileirão.

Em busca de uma vaga direta na fase de grupos, o São Paulo tem confronto direto com o Grêmio, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre. Mas mesmo que vença o time não conseguirá nesta rodada garantir um lugar na fase de grupos, porque o Internacional venceu o Botafogo no último sábado.

Globo Esporte

Comentarista diz “São Paulo vai precisar do Rogerio Ceni como treinador”; confira

O São Paulo empatou com o Santos na Vila Belmiro com gol de Daniel Alves no clássico do último sábado, com uma mudança de nível de desempenho entre o primeiro e o segundo tempos, mas segue sem conseguir subir na tabela do Campeonato Brasileiro.

No terceiro bloco do podcast Posse de Bola, Arnaldo Ribeiro voltou a considerar que o São Paulo busque um novo técnico para a próxima temporada em razão do longo tempo sem conquistar títulos. E o nome indicado por ele é um que foi treinador do clube não faz tanto tempo assim: Rogério Ceni.

“O São Paulo hoje em tese precisaria de um torcedor estrangeiro com perfil vencedor, não sei nem se o Sampaoli encaixaria. O São Paulo vai precisar do Rogério Ceni como treinador, o Rogério Ceni é um dos melhores treinadores brasileiros em termos de ideia”, disse Arnaldo.

“O Rogerio Ceni é um cara capaz de catalisar as coisas e não deixar um monte de palpiteiros, o Rogério Ceni mais experiente, tendo feito a burrice de sair do Fortaleza para ir ao Cruzeiro, voltar para o Fortaleza e o time dele joga”, completou.

Mauro Cezar Pereira lembrou dos problemas do ex-goleiro e ídolo do clube com o presidente do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, mas Arnaldo reforça o pedido por Ceni.

“Acho que o Leco não tem mais condição de barganhar nada”, respondeu Arnaldo.

UOL

Rogério Ceni é ovacionado no Pacaembu em reencontro com são-paulinos

Rogério Ceni foi ovacionado por mais de 34 mil pessoas no estádio do Pacaembu neste sábado, antes do duelo entre São Paulo e Fortaleza, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na condição de treinador do Leão do Pici, o ídolo tricolor recebeu homenagens antes de enfrentar seu ex-clube pela primeira vez na capital paulista.

Logo que subiu ao gramado em direção ao banco de reservas, Rogério Ceni começou a ser aplaudido pelos são-paulinos, que passaram a gritar “P*** que pariu, é o melhor goleiro do Brasil! Rogério! ”.

Nas arquibancadas, os torcedores do São Paulo fizeram bonito. Uma das torcidas organizadas ergueu um bandeirão com a estampa de Rogério Ceni batendo a fatídica falta que resultou no 100º gol de sua carreira, na Arena Barueri, enquanto outra aproveitou o mosaico feito pelos torcedores do Fortaleza no duelo do primeiro turno, erguendo a imagem do ex-goleiro também como uma espécie de bandeirão.

“Até eu ovaciono o Rogério Ceni, um dos maiores jogadores da história do São Paulo, do futebol brasileiro e mundial. Ele tem que ser ovacionado, fico muito contente que isso tenha acontecido. O Rogério também está construindo uma carreira muito bacana como técnico, vai ser difícil ele ser tão bom quanto foi como jogador”, disse o técnico do São Paulo, Fernando Diniz, após a vitória de sua equipe por 2 a 1.

Já posicionado no banco de reservas do Pacaembu, Rogério Ceni recebeu os cumprimentos de todos os jogadores do São Paulo, que chegaram a fazer uma fila para saldar o ídolo do clube, que neste sábado esteve na condição de rival.

Como a partida do primeiro turno terminou 1 a 0 a favor do São Paulo, Rogério Ceni até então nunca havia comemorado um gol sofrido pelo seu clube do coração. Neste sábado, foi diferente. Já na reta final do primeiro tempo, o Fortaleza teve um pênalti a seu favor que foi convertido por Wellington Paulista, e o treinador do Leão não evitou a celebração.

Gazeta Esportiva

Torcida organizada do São Paulo organiza recepção para Rogério Ceni, confira

Mesmo sendo adversário, Rogério Ceni vai ter uma recepção calorosa da torcida neste sábado (5), no Pacaembu. Pela primeira em sua vida, o ex-goleiro, hoje técnico do Fortaleza, vai enfrentar o São Paulo na capital do Estado. Por iniciativa própria, as principais organizadas do Tricolor paulista, Independente e Dragões da Real, prometem fazer a festa e gritar o nome do ídolo nas arquibancadas. Bandeirões com a imagem do ex-jogador também serão vistos. Até o momento, o clube ainda não programou uma ação especial no estádio para esse reencontro. A ideia é tratar o jogo como qualquer um dos outros 18 como mandante pelo Campeonato Brasileiro.

“Temos bandeirões com a imagem do rosto do Rogério que iremos levá-los ao estádio. Vamos cantar as músicas que tínhamos em homenagem para ele e aplaudi-lo”, afirmou André Azevedo, presidente da Dragões.

“Vamos gritar o nome dele e fazer festa. Mandamos um ofício para o Choque para tentarmos a liberação para entrarmos com o bandeirão com a imagem do Rogério Ceni. Eles devem marcar uma reunião para dizer se acatam o nosso pedido”, disse Henrique Gomes, o Baby, presidente da Independente – organizada que está proibida de entrar nos estádios com seus adereços e instrumentos musicais por causa da confusão na porta do Pacaembu, antes do jogo com o Cruzeiro.

Considerado um dos maiores ídolos na história do Tricolor paulista, o ex-goleiro recebeu homenagens do público no confronto entre as duas equipes no primeiro turno do Brasileirão, no Castelão, em Fortaleza. Na ocasião, as torcidas se uniram e um mosaico com a imagem do treinador foi exibido. Naquela oportunidade, a ação foi idealizada pela diretoria do clube cearense e encampada pelas torcidas.

No jogo do primeiro turno, da parte do São Paulo, Hernanes entregou uma camisa oficial com o número 01 para o treinador. vídeos sobre o reencontro foram postados nas redes sociais do clube. Depois, o clube registrou a reunião em suas redes sociais com vídeos – algo que costuma fazer a cada rodada. Ceni também esteve presente nas redes são-paulinas em datas comemorativas, como seu aniversário, o dia em que iniciou sua trajetória pelo Tricolor e quando fez sua estreia como profissional. Ou seja, desta vez também é mais do que provável que seja produzido outro vídeo em homenagem ao astro.

Vale lembrar que o São Paulo não tem os direitos de imagem sobre o ex-goleiro e, por isso, não pode utilizá-lo em ações de marketing em suas plataformas digitais. Mas uma homenagem ao vivo no estádio, diante da torcida, porém, não deve transgredir interesses ou contratos comerciais.

Ainda é importante destacar que o ex-goleiro iniciou sua trajetória como treinador no próprio Tricolor paulista, em 2017, e acabou sendo demitido em julho do mesmo ano. Na sequência, trocou farpas com o presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. Neste ano, quando Cuca pediu demissão, seu nome não chegou nem sequer a ser cogitado para o cargo, até mesmo por já ter exposto publicamente que não pretende voltar a trabalhar no clube enquanto seu desafeto estiver no comando. Por outro lado, o São Paulo já chegou a abrir as portas de seu CT para acolher o Fortaleza de Ceni – mais um evento divulgado nas redes sociais do clube paulistano.

A partida não será no Morumbi, onde Rogério Ceni se habituou a jogar. O São Paulo alugou o Morumbi para o show da banda inglesa Iron Maiden, que será realizado no domingo (6).

UOL

Em 2006, Rogério Ceni jogou partida histórica contra o Cruzeiro, seu novo clube

Rogério Ceni já está em Belo Horizonte para assumir o Cruzeiro como treinador. Há 13 anos, também na capital mineira, o ex-goleiro teve uma atuação histórica contra a equipe celeste, em partida que o colocou no posto de maior goleiro artilheiro da história do futebol e elevou o ânimo do São Paulo para garantir a conquista do Campeonato Brasileiro de 2006.

Em 20 de agosto, quatro dias depois da derrota para o Internacional na final da Copa Libertadores, o Tricolor Paulista foi ao Mineirão para enfrentar a Raposa e não deixar o vice-campeonato continental atrapalhar a disputa do Brasileirão, do qual a equipe do Morumbi era líder.

Contudo, no primeiro tempo, o São Paulo viu um Cruzeiro motivado abrir 2 a 0 no placar. Aos sete minutos, Alex Silva, contra, tirou o zero do marcador. Michel, aos 35 minutos, fez o segundo dos mineiros, deixando os donos da casa em situação confortável.

O cenário passou a se alterar aos 39 minutos da primeira etapa, quando Rogério Ceni defendeu pênalti cobrado por Wagner. Três minutos depois, falta perto da área. Na cobrança, o arqueiro rolou para Souza, que pisou para o camisa 1 bater no lado esquerdo do gol de Fábio e descontar para o Tricolor. O tento, que o foi 63º da carreira de Ceni, consagrou o goleiro como o maior artilheiro de todos os tempos da posição, passando o paraguaio Chilavert. Além disso, foi o único gol dele que pode ser considerado de bola rolando.

No segundo tempo, Rogério ainda marcou o segundo em cobrança de pênalti, empatando a partida e evitando a derrota que parecia certa. Com a moral elevada após buscar o resultado, o São Paulo seguiu na primeira posição até o final do Campeonato Brasileiro, garantindo o quarto título tricolor na competição.

Gazeta Esportiva

São Paulo aplica maior goleada desde a era Rogério Ceni; relembre

O São Paulo voltou a ganhar por uma diferença superior a três gols na noite da última segunda-feira. Jogando no Morumbi, o time tricolor conquistou uma acachapante vitória por 4 a 0 sobre a Chapecoense, em duelo válido pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Com o “dedo” do técnico Cuca, que fez duas alterações no intervalo, o São Paulo deslanchou no segundo tempo e construiu sua goleada com gols de Antony, Jonas Toró, Raniel e Vitor Bueno.

A última que vez que o clube havia vencido por três ou mais gols de vantagem foi no dia 8 de abril de 2017, quando derrotou o Linense por 5 a 0, também no Morumbi, pelas quartas de final do Campeonato Paulista.

Na ocasião, Rogério Ceni era o técnico do São Paulo. Os gols daquela partida foram marcados por Thiago Mendes (2), Gilberto (2) e Thomaz. Atualmente, o ex-goleiro comanda o Fortaleza, que disputa a Série A do Brasileirão.

Em 2018, os placares mais elásticos do Tricolor foram dois triunfos por 3 a 0, no Morumbi: sobre CRB, pela Copa do Brasil, e Vitória, pelo Campeonato Brasileiro. No começo de 2019, então dirigido por André Jardine, a equipe fez 4 a 1 no Novorizontino, pelo Paulistão.

Com o resultado, que encerrou um jejum de seis jogos sem vencer no Brasileirão, o São Paulo subiu do 12º para o quinto lugar na tabela, com 18 pontos, oito a menos que os líderes Palmeiras e Santos. E dois atrás do Atlético-MG, primeiro time dentro do G4.

“Tinham sete posições em jogo. Você pula de 12º para uma zona de luta pela Libertadores. Você pula de seis partidas sem vencer para cinco invictas. Dá moral. Confiança é importantíssimo. Agora é trabalhar para fazer um grande jogo no Rio”, celebrou o técnico Cuca, já projetando o duelo com o Fluminense, neste sábado.

Fonte: Gazeta Esportiva

Torcidas de Fortaleza e São Paulo fazem mosaico para Ceni

A noite de hoje vai ficar para sempre na memória de Rogério Ceni. Com mosaicos das torcidas de Fortaleza e São Paulo, o hoje técnico do Tricolor cearense e ex-goleiro do time paulista foi homenageado na Arena Castelão. Ceni completou 80 jogos à frente do Fortaleza, tendo conquistado o título da Série B do Brasileiro em 2018, ano do centenário do clube, e do Cearense em 2019.

Foram feitos dois mosaicos. Um com a foto de Rogério e outro com a palavra gratidão. Ambos foram mostrados na execução do hino nacional.

Foram mil duzentos e trinta e sete jogos pelo São Paulo, 978 como capitão, 131 gols, artilheiro do ano no clube, mesmo jogando como goleiro, por duas temporadas e 17 títulos entre 1990 e 2015. Como treinador, a carreira de Ceni não foi duradoura no Morumbi: apenas seis meses e a demissão, após eliminações sucessivas.

 

Fonte: Lance

Hernanes entrega camisa do São Paulo para Ceni no Castelão

Antes do reencontro histórico com Rogério Ceni, o São Paulo resolveu entregar um presente para o ídolo no vestiário do Castelão na noite de hoje. Hoje técnico do Fortaleza, o ex-goleiro recebeu uma camisa com o número 01 das mãos do meia Hernanes. Os dois ganharam juntos as edições de 2007 e 2008 do Campeonato Brasileiro.

Além do Profeta, também foram ao vestiário do Fortaleza o coordenador técnico Vagner Mancini, o diretor adjunto de futebol Fernando Chapecó e o gerente-executivo de futebol Alexandre Pássaro. Eles são os representantes da diretoria paulista nesta viagem ao Ceará.

O Fortaleza recebe o São Paulo pela quarta rodada do Brasileirão. Depois de ser jogador são-paulino por 25 anos e ainda iniciar a carreira de técnico no Morumbi, Rogério Ceni enfrenta o clube onde cresceu pela primeira vez na vida.

 

Fonte: UOL

Rogério Ceni x São Paulo: técnico quer comemorar gol e, um dia, voltar para ganhar a Libertadores

Rogério Ceni comemora 500 dias de Fortaleza, completados na última quinta-feira, quando classificou a equipe para a terceira final sob seu comando, a da Copa do Nordeste. No São Paulo, entre mais de 25 anos como goleiro e menos de sete meses como técnico, foram 9.467 dias de trabalho. Neste domingo, pela primeira vez um jogo de futebol terá Ceni de um lado e o São Paulo de outro.

Vencedor de 16 títulos no Morumbi, e também por isso considerado o maior jogador da história do Tricolor paulista, campeão brasileiro da Série B e estadual pelo Tricolor cearense, o que lhe rende o carimbo recente de ídolo, Ceni falou ao blog por telefone sobre a sensação de enfrentar o ex-time.

Vibrante em sua área técnica, e às vezes metros além dela, o técnico do Fortaleza respondeu se irá comemorar um gol contra o São Paulo:

– Minha identificação com o torcedor do São Paulo, com o clube, foi justamente pelo meu comportamento, por eu ser um cara que vivia e sentia no sangue cada gol, cada lance, cada defesa. Não posso mudar meu jeito de ser, esse sou eu. Durante aqueles 90 minutos tenho que fazer o melhor pelo Fortaleza, é minha obrigação profissional.

“Isso (comemorar um gol) não me afasta do torcedor são-paulino, pelo contrário, ele terá a certeza de que vivi aquilo de forma verdadeira. Ele me conhece, sabe como eu sou. Eu luto pelo melhor. Agora lutarei por outro tricolor.”

Rogério Ceni na final que deu o título cearense ao Fortaleza em 2019 — Foto: JL RosaRogério Ceni na final que deu o título cearense ao Fortaleza em 2019 — Foto: JL Rosa

Rogério Ceni na final que deu o título cearense ao Fortaleza em 2019 — Foto: JL Rosa

Veja a entrevista completa:

 

Como será estar do lado oposto ao do São Paulo depois de quase 26 anos de relação?


É inerente à profissão que escolhi. Algum dia iria acontecer. É um privilégio ter jogado tanto tempo no São Paulo e ter a chance de enfrentá-lo na Série A, num início de carreira como técnico. E é sempre especial receber o carinho do torcedor. É claro que eles torcerão pelo São Paulo, mas tenho certeza que com um carinho especial e boas lembranças. Eu deixei tudo que podia lá, fiz meu melhor, e agora recebo também o carinho do torcedor do Fortaleza. Estou há um ano e meio aqui com conquistas e chegando a finais, o torcedor é muito alegre e apaixonado. Acho que será uma grande festa. Eu espero sair vencedor, assim como o São Paulo. É uma equipe bem superior em estrutura, em quase tudo. Dessa vez terei que trabalhar contra esse favoritismo.

Apesar da diferença de tempo num clube e noutro, é possível estabelecer no Fortaleza um sentimento próximo àquele que tanto te ligou ao torcedor do São Paulo?


Eu procuro viver da mesma maneira que fiz no São Paulo. Não é simplesmente meu emprego. Eu faço meu melhor todos os dias e aqui há necessidade em todas as áreas. O Fortaleza passou muito tempo na Série C, sem cota de televisão, é preciso melhorar campos, fisioterapia, parte de musculação, aparelhagem. No São Paulo, você se preocupa menos com o entorno e pode se concentrar mais. Mas eu me sinto bem aqui, cara, converso bastante com o presidente e tenho liberdade para opinar, sugerir. Eles nem sempre têm condição de entregar, mas escutam, tentam. Eu tenho liberdade na montagem de treinamentos, na contratação de jogadores. É natural até pelo momento que vive o Fortaleza.

“Meu carinho pelo São Paulo é eterno, eu adoro o São Paulo, é o clube que me revelou para o futebol e me deu tudo. E eu entreguei tudo de volta. Acho que a relação foi intensa dos dois lados.”

Você e o presidente Leco nunca mais se falaram?


Nunca mais, não há necessidade. Isso (a demissão) faz parte. Ele preside o clube e continua lá até hoje. Vai acabar o mandato e seguir a vida. Eu sou extremamente feliz onde trabalho, tenho carinho pela instituição (São Paulo), pelo torcedor, pela história.

O torcedor atribui a ele sua demissão, principalmente pelas declarações dele nos meses seguintes, atribuindo a você a responsabilidade pelos maus resultados no início do Brasileirão. Você concorda?


Eu atribuo às vendas, e quem vende é quem tem a caneta. O grande motivo foram as vendas do Thiago Mendes, do Luiz Araújo, do Lyanco, do Maicon, do David Neres, antes mesmo de eu assumir. E houve a lesão do Wellington Nem, perdi toda a velocidade na frente. E um time sem velocidade no ataque não vai a lugar algum. Eu imagino que (as declarações de Leco) sejam uma questão de autodefesa, não vale a pena falar nesse sentido. Eu nunca toquei nesse assunto, cada um vai escrever sua história.

Rogério Ceni em seu tempo de técnico do São Paulo — Foto: Erico Leonan / site oficial do SPFCRogério Ceni em seu tempo de técnico do São Paulo — Foto: Erico Leonan / site oficial do SPFC

Rogério Ceni em seu tempo de técnico do São Paulo — Foto: Erico Leonan / site oficial do SPFC

 

Desde que você deixou o São Paulo, em julho de 2017, o clube já teve outros cinco técnicos, incluindo o Vagner Mancini, interino. E apenas dois jogadores que estiveram contigo continuam no grupo, o Jucilei e o Brenner. O que isso significa?


Isso é uma coisa assustadora até no futebol brasileiro. Em menos de dois anos, um elenco inteiro foi trocado. Mais de 28 atletas que não existem mais, desapareceram. Nem o Fortaleza, que tem suas limitações, teve uma troca tão grande de um ano para o outro.

Como vê o time atual nas mãos do Cuca?
O Cuca é um grande montador de times. Ele teve o auxílio do (Vagner) Mancini e agora notamos que já começa a mexer por suas ideias, com jogadores que não foram utilizados antes. As contratações influem no estilo de jogo e acho os meninos fora de série. Espero que o São Paulo os segure dessa vez.

“O Antony será a revelação do Campeonato Brasileiro, não tenho dúvida alguma, enquanto o grande jogador talvez seja o Everton, do Grêmio.”

Tem o Liziero, o Luan é muito bom jogador, gosto muito do Igor Gomes. É incrível como o São Paulo consegue produzir. Em 2017 puxamos toda uma nova safra e já foi praticamente todo mundo embora.

“Vejo o São Paulo brigando pelo título. A maioria das pessoas centraliza em Flamengo, Palmeiras, Grêmio e Cruzeiro, eu incluo mais um ou dois times, inclusive o São Paulo.”

Cuca até hoje tem que responder sobre um desentendimento entre vocês. Há sequelas?


Aconteceu uma discussão em 2004 com o preparador físico (Omar Feitosa) e o Cuca ficou numa saia-justa. Não tenho nada contra ele, o acho ótimo treinador e aprendi bastante com ele naquela oportunidade. Já faz 15 anos! E nos enfrentamos em 2017 (o São Paulo de Ceni bateu o Palmeiras de Cuca por 2 a 0). Agora há uma discrepância maior entre os times, mas vamos encarar. O São Paulo precisa dos pontos para se manter no G-4 e nós para sair do Z-4.

Em 2017, você subiu o Militão e previu que ele não ficaria muito tempo no São Paulo. Ele acabou saindo um ano depois.


Militão era um menino que só não subi num primeiro momento porque achei um pouco verde. Meses depois, quando pessoas queriam contratar jogadores que não tinham nível para o São Paulo, eu puxei para ser volante ou um zagueiro de boa saída. Ele fez um jogo como terceiro zagueiro pela direita, mas era um cara de muita versatilidade. Pode ser zagueiro, lateral, volante, tem biotipo muito bom, jogo aéreo, não é lento, boa relação com a bola. É um atleta excepcional. É uma pena que o São Paulo não consiga unir jogadores de diferentes gerações.

O torcedor do São Paulo tem certeza de que você voltará ao clube um dia. Você também?


Certeza eu não tenho, mas seria um prazer muito grande. Quando eu fui campeão da Libertadores e mundial em 1993, na reserva, tive o sonho de ser novamente, jogando. Demorei 12 anos para realizar.

“Meu sonho agora é ganhar uma Libertadores no São Paulo também como treinador. Mesmo que demore mais de uma década, se eu ainda estiver trabalhando, que pelo menos eu possa tentar realizar.”

Rogério Ceni e Lugano carregam taça da Libertadores em 2005 — Foto: Alex Silva/Estadão ConteúdoRogério Ceni e Lugano carregam taça da Libertadores em 2005 — Foto: Alex Silva/Estadão Conteúdo

Rogério Ceni e Lugano carregam taça da Libertadores em 2005 — Foto: Alex Silva/Estadão Conteúdo

 

Falando sobre o Fortaleza, como foi habituar um clube que estava há tanto tempo numa fase ruim a disputas frequentes de decisões?


O mais difícil é incutir na mente das pessoas que não se pode deixar passar oportunidades. Nosso orçamento não estava entre os cinco maiores da Série B, mas conseguimos um bom início e não podíamos não tirar proveito para brigar pelo título. Aqui, a cada ano se remonta um time. Tivemos umas 20 contratações, ainda estamos tendo, e é um time completamente diferente do de 2018. Com características distintas, mas a mentalidade não mudou: é preciso vencer, o que marca são os títulos. Meu trabalho na parte motivacional é mostrar que é necessário entregar o melhor dentro das condições oferecidas. Esse é o segredo.

Você parece bem entrosado com o torcedor, identificado com a paixão deles.

“É o que pode fazer diferença quando jogamos contra uma equipe como o São Paulo e mais sete ou oito do Brasil, que têm uma diferença grande entre os atletas e também com treinadores muito mais experientes do que eu. O grande combustível é o torcedor. Quando vêm 30, 40, 50 mil torcedores ao Castelão, o ambiente é outro, é impossível que o jogador não faça seu melhor.”

O cumprimento da parte tática tem sido bem feito, dificultamos o máximo o adversário e exploramos o que temos de melhor. Contra o Santa Cruz, não fizemos um bom primeiro tempo, mas a torcida aplaudiu. E depois que fizemos o gol, só quem vem ao Castelão pode explicar a sensação. Os mosaicos, as bandeiras, é um povo muito alegre, que também cobra muito e espera vencer, nem sempre compreende as diferenças de investimento.

E o gol contra o Santa Cruz foi do Romarinho, que você teve de defender das vaias durante um jogo, gesticulando para a torcida. É prazeroso ao técnico quando o jogador justifica gestos como esse?


Temos muita dificuldade em formar atletas nas categorias de base. Precisamos evoluir em gramados, captação, estrutura. O Romarinho veio do Globo-RN, da Série C. Não são valores altos, mas é um investimento. Taticamente, ele é extremamente importante. Dedicado, acompanha lateral, faz o terceiro homem de meio, joga por fora, por dentro. Ainda toma decisões erradas, tem só 25 anos. Talvez não tenha tido a formação necessária, então se precipita, às vezes segura demais a bola, em outras quer tocar de primeira, mas tem muita força física e trabalha muito bem as finalizações. Falta um pouco de calma, de experiência. O gol foi um grande presente para ele e para nós, que perseveramos com ele. Ele já entrou tantas vezes vaiado, agora saiu aplaudido.

Ceni comemora título do Fortaleza — Foto: Kid Júnior / Diário do NordesteCeni comemora título do Fortaleza — Foto: Kid Júnior / Diário do Nordeste

Ceni comemora título do Fortaleza — Foto: Kid Júnior / Diário do Nordeste

Melhorar jogadores é uma necessidade num time sem poderio financeiro. Você vê esse trabalho sendo feito no Fortaleza?

“Nós gostamos muito de jogadores com fome, com vontade de vencer porque aqui os 10 marcam e os 11 jogam, desde o goleiro. Então, prefiro que tenha limitações, mas também alma, coração, que corra.”

Nosso time trabalha em 111 metros por minuto de giro de jogo. Contra o Athletico-PR foram 115. O Araruna correu 119 metros por minuto nesse jogo. Os jogadores do Liverpool trabalham em 120 por minuto. É de um significado fora de série. E temos Carlinhos, Roger Carvalho e Paulo Roberto com 32 anos, Wellington Paulista de 36, misturados a outros mais jovens. A rotação é alta numa temperatura de 30 graus. Temos que ter um diferencial, tentar se impor na parte tática e trabalhar muito priorizando a velocidade.

Você visitou Klopp e Pochettino em 2016, quando se preparava para ser treinador. Quando o Brasil poderá ter uma final como a da Champions League, entre dois técnicos que estão há quatro e cinco anos no cargo sem ganhar títulos?


Só quando um clube tiver dono. Liverpool e Tottenham são organizadíssimos. Eu fui muito bem recebido no Tottenham, passamos mais de seis horas conversando, vendo a estrutura, eles até pediram opiniões sobre treinamentos de goleiros. Os campos são um espetáculo, foi uma experiência incrível. É um time emergente e pode-se aliar esses anos de força à presença do Pochettino. O Liverpool eu gosto muito de ver jogar, com intensidade muito alta. Gosto da maneira como o Klopp põe o time para frente, com velocidade. É uma final inesperada, mas extremamente merecida para esses dois profissionais. No Brasil não haveria uma final dessa entre técnicos há quatro e cinco anos sem ganhar. Por isso vivemos esse futebol e a Inglaterra um momento fantástico, também com Arsenal e Chelsea na final da Liga Europa.

E nenhum dos técnicos desses clubes é inglês. Quem é o melhor técnico do mundo?


Não posso dizer quem é o melhor, mas há poucos ingleses trabalhando em times grandes. O trabalho do Klopp é impressionante, até pela figura humana dele. É ótimo treinador. O Pochettino não pôde contratar para a temporada. E, mesmo não estando na final, há o Guardiola e muita gente boa. O Simeone há oito anos no Atlético de Madrid, o Allegri na Juventus. É difícil apontar o melhor. Pelo estilo de jogo do Fortaleza, me identifico mais com o Klopp neste momento. Pelo amor de Deus, sem comparações, mas no ano passado tínhamos mais posse de bola. Chegávamos a 600 passes trocados num jogo. Agora trabalhamos entre 250 e 300, com mais velocidade.

Quando você encerrou a carreira de jogador, disse que gostaria de ser dono do São Paulo. Ainda tem essa vontade?


Eu gostaria. Pena que não tenho a grana (risos), mas o futuro dos clubes grandes é esse. Administrações privadas são o único movimento capaz de mudar o rumo porque ninguém faria loucura com o próprio dinheiro. Com o dos outros é fácil. Eu consegui fazer 500 dias ontem no Fortaleza, é uma marca impressionante para um clube onde é natural que haja trocas de treinadores.

Rogério Ceni durante visita a Jurgen Klopp, no Liverpool, em 2016 — Foto: DivulgaçãoRogério Ceni durante visita a Jurgen Klopp, no Liverpool, em 2016 — Foto: Divulgação

Rogério Ceni durante visita a Jurgen Klopp, no Liverpool, em 2016 — Foto: Divulgação

 

Fonte: Globo Esporte

Rogério Ceni exalta feito de Lucas na Liga dos Campeões: “Não é surpresa para mim”

Rogério Ceni conseguiu classificar o Fortaleza para mais uma decisão na noite de ontem, com a vitória sobre o Santa Cruz por 1 a 0, na semifinal da Copa do Nordeste. Mas apesar do momento de protagonismo, o técnico fez questão de dedicar um tempo de sua entrevista coletiva no Castelão para exaltar Lucas Moura, seu ex-companheiro de São Paulo e herói do Tottenham na Liga dos Campeões da Europa.

O meia-atacante entrou para a história ao marcar três gols na semifinal contra o Ajax e garantir uma virada impensável para o time inglês, que se classificou pela primeira vez para a final da Champions. O feito surpreendeu muita gente, já que Lucas não deu o salto na carreira que se imaginava no início de sua trajetória no São Paulo. Ceni, no entanto, não ficou nada espantado.

“Fiz questão de mandar os parabéns pra ele. Primeiro brasileiro a fazer três gols em semifinal de Champions, um menino que merece tudo de bom que acontecer na vida. Pela carreira de um profissional dedicado e por ser um menino de ouro. Pude estar com ele na final da Copa Sul-Americana de 2012, o primeiro título da carreira dele, dar a faixa de capitão para que ele erguesse o troféu. Ele é especial, não é surpresa para mim”, destacou o ex-goleiro.

Ceni também aproveitou para fazer elogios ao técnico Maurício Pochettino. O argentino que comanda o Tottenham o recebeu em 2017 para apresentar a estrutura do clube londrino e trocar experiências. Ceni ficou impressionado e passou a ter admiração pelo colega de profissão. O mesmo aconteceu com o alemão Jürgen Klopp, do Liverpool, outro finalista da Liga dos Campeões e referência para o comandante do Fortaleza. Assim, coube a Lucas definir para quem Ceni vai torcer na decisão europeia.

“O Tottenham merecia muito também essa final. Fui muito bem recebido pelo Pochettino quando estava fazendo um curso e o centro de treinamento deles é uma das coisas mais lindas e completas que vi na minha vida. Em relação ao Lucas, sou fã do futebol e da pessoa. Eu troco mensagem sempre com ele. Gosto muito dos dois times, mas terei uma torcida especial pelo Lucas”, avisou.

 

Fonte: UOL

Iron Maiden tira jogo de Rogério Ceni contra o São Paulo do Morumbi

Rogério Ceni não poderá comandar o Fortaleza contra o São Paulo no Morumbi neste Campeonato Brasileiro. Como publicou o Globoesporte.com e confirmou o UOL Esporte, a banda inglesa Iron Maiden vai fazer um show no estádio do Tricolor paulista no dia 6 de outubro, quando está marcado o confronto entre as duas equipes válido pelo returno do nacional.

Segundo apurou a reportagem, a apresentação já estava com a data agendada antes de o calendário da competição ser divulgado. O departamento de futebol ainda não definiu onde será realizada a partida. A primeira opção do São Paulo nestes casos é o Pacaembu.

Outra possibilidade estudada seria mudar a data da partida. O Morumbi será palco também da abertura da Copa América deste ano. Recentemente, o estádio passou por algumas obras e ainda vai receber dois telões, que começaram a ser instalados.

O São Paulo enfrenta o Fortaleza neste domingo, na Arena Castelão, no Ceará, pelo nacional. Essa será a primeira vez que o o ex-goleiro vai encarar o Tricolor paulista.

 

Fonte: UOL

Rogério Ceni elogia São Paulo e projeta reencontro com o Tricolor: “Pra mim é um grande prazer”

Fortaleza x São Paulo é um dos jogos da quarta rodada do Campeonato Brasileiro, decerto. A partida acontecerá no estádio Governador Plácido Castelo, popularmente conhecido como Castelão, neste domingo (12), às 19h (Horário de Brasília), enfim. A peleja terá um ingrediente muitíssimo especial, certamente. Será o reencontro de Rogério Ceni, hoje técnico do Leão do Pici, contra o SPFC, clube que defendeu durante grande parte de sua carreira e do qual é ídolo incontestável, afinal. O M1T0, como é carinhosamente chamado, falou sobre o confronto em entrevista coletiva neste domingo (05), após Botafogo x Fortaleza no estádio Nilton Santos, aliás.

Ao responder pergunta do repórter Cícero Mello, dos canais ESPN, Rogério Ceni falou sobre Fortaleza x São Paulo, afinal:

“Pra mim é um grande prazer porque é um clube pelo qual eu tenho um carinho e um respeito muito grande, enfim. Na posição de treinador, você vai ter que enfrentar, também, o seu ex-clube. Time que deu tanta alegria pra mim e que eu acho que há uma reciprocidade da torcida são-paulina. Mas vamos enfrentar o São Paulo e vamos tentar buscar a vitória. Mas não tenha dúvida: enfrentar o SPFC é sempre especial. Eles, inclusive, com uma equipe muito boa, com garotos subindo da base novamente, boas contratações, bastante dinheiro injetado nesses últimos dois anos, enfim. É um clube, portanto, que parece ter encontrado um caminho nesse Brasileirão”, destacou Rogério Ceni.

Na entrevista, o treinador também falou da Copa do Nordeste, enfim. Segundo Rogério Ceni, a competição é prioridade para a diretoria e trará dificuldades para o Fortaleza. A equipe jogará contra o São Paulo desgastada, afinal. Enquanto isso, o SPFC estará descansado, de acordo com o técnico, todavia.

Vídeo incorporado

Mundo Tricolor@Mundo_Tricolor_

Rogério sobre enfrentar o São Paulo pela 1° vez “Sempre especial”

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Fonte: Torcedores.com