Agente diz que Lucas Moura quer voltar ao São Paulo e ironiza chance por Cavani: “Sonho de verão”

O empresário Wagner Ribeiro concedeu entrevista para a emissora Fox Sports e falou sobre o futuro do meia Lucas Moura, atleta também por ele representado.E segundo ele, o seu sonho é poder um dia retornar ao São Paulo, clube que o revelou.

“O sonho do Lucas sempre foi voltar ao São Paulo para encerrar a carreira. Ele tem paixão pelo São Paulo”, disse o agente sobre o atleta de 27 anos.

Ainda falando sobre o clube do Morumbi, Wagner comentou sobre a possibilidade do uruguaio Edinson Cavani, que encerra o seu contrato com o Paris Saint-Germain agora em junho, reforçar a equipe. Mas para o agente, isso não passa de um sonho, como assim definiu.

“Em relação ao Cavani, é um sonho de inverno, de outono, de verão. É impossível pagar o que ele ganha no PSG”, completou.

Fox Sports

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Lugano fala sobre contratar Cavani: “Impossível atingir o que ele merece”

Diego Lugano comentou sobre a suposta contratação de Edinson Cavani. Tendo seu nome ventilado entre torcedores nas últimas semanas, o atacante uruguaio é próximo do atual dirigente são-paulino, entretanto, as chances de se transferir para o futebol brasileiro, mesmo tendo o desejo de disputar a Libertadores, são bem pequenas.

“Ele sempre fala que gostaria de jogar a Libertadores, mas, economicamente, é impossível que os times sul-americanos atinjam o que ele merece. Fica difícil”, afirmou Lugano em entrevista à Rádio Transamérica.

De fato, o São Paulo já boa parte do seu orçamento para 2020 comprometido. Nesta nova temporada, os salários de Daniel Alves, Alexandre Pato e Juanfran aumentarão, e o clube terá de investir uma quantia considerável na compra de Tiago Volpi. Em meio a tantos compromissos financeiros, arcar com mais uma estrela do futebol mundial beiraria a loucura.

Se o São Paulo dificilmente terá reforços bombásticos dentro de campo em 2020, ao menos fora dele a tendência é que o clube ganhe um nome de peso para os bastidores. Superintendente de relações institucionais do Tricolor, Diego Lugano deverá participar mais ativamente do departamento de futebol, estando presente no vestiário e com contato mais direto com o elenco.

“Todos sabem que essa não era minha posição hierárquica quando fiquei como dirigente. Estamos em um ano complicado, é o último dessa diretoria, com o clube há muito tempo sem ganhar. Sou são-paulino, devo minha vida ao São Paulo e vou estar onde o São Paulo precisar. Se precisar que eu fique na tribuna, vou estar. Se precisar no futebol, eu vou. Se precisar nas relações internacionais, vou. Vou estar onde o clube precisar e onde o Raí quiser”, completou.

Gazeta Esportiva

Daniel Alves comenta sobre racismo na França e detona: “São racistas para c******’’

Daniel Alves voltou ao Brasil após 17 anos rodando a Europa, atuando por times gigantescos e vivendo em cidades requintadas. Em entrevista à revista “GQ”, publicada nesta terça-feira (15), o atleta falou da sua adaptação ao estilo da cidade de São Paulo e falou da sua experiência no Velho Continente.

“É um choque cultural bem interessante. Aqui tem muito convite. Pessoal parece que acumula energia pela falta de opções de natureza e chama para sair todo dia. Preciso lembrar os amigos que eu tenho jogo no dia seguinte”, analisou.

Aos 36 anos, Daniel não mora nos arredores da capital paulista para, segundo ele, “fugir um pouco da muvuca e do caos” da maior cidade do país. “Eu fui criado no rio São Francisco e nunca mais consegui morar longe da água”, afirmou.

Também por isso, o camisa 10 do São Paulo disse não gostar muito de metrópoles e falou sobre sua passagem em Paris, quando atuou pelo PSG.

“Paris também é uma cidade estressante, não gosto muito. Se você for a Paris por uma semana, vai ser a viagem da vida. Mais que isso, já vai cansar. Nisso lembra um pouco São Paulo. Mas lá eles são racistas para c******. Muio mesmo. Comigo não faziam nada, até porque eu mandaria todo mundo tomar no c*, mas via com meus amigos”, falou.

Por fim, Daniel disse que se sente à vontade mesmo em cidades mais “quentes”, como Barcelona e Sevilha. “O pessoal lá parece brasileiro, vive na rua, tem uma energia legal. São muito entrões, se der ousadia f****. Mas eu prefiro que as pessoas sejam assim do que o contrário”, concluiu.

Jovem Pan

Patrocinador do São Paulo brinca sobre notícia de possíveis saídas de Cavani e Thiago Silva do PSG

A torcida do São Paulo se animou nas redes sociais na noite desta quarta-feira.

Após a ESPN publicar em seu Twitter a notícia das possíveis saídas do atacante Edinson Cavani e do zagueiro Thiago Silva do Paris Saint-Germain em 2020, o Banco Inter, patrocinador da equipe tricolor, usou seu perfil oficial para interagir com a postagem.

“Gostei dessa matéria…”, escreveu.

Imediatamente, muitos torcedores começaram a responder o tuíte, demonstrando empolgação e alternando entre o tom de sonho e o de brincadeira.

SPFC Banco Inter

@SPFCBancoInter

401 pessoas estão falando sobre isso

“Eu já estava iludido com o Raí apertando a mão do Cavani lá na França. Agora então…, escreveu um internauta.

“Não ativa o modo ilusão: TOCA NO CAVANI QUE É GOL!”, brincou outro.

“Thiago Silva seria um ótimo banco para Arboleda e Bruno Alves”, divertiu-se mais um.

“Tão deixando a gente sonhar”, publicou um são-paulino.

“Ajuda a gente a contratá-lo, banco lindo do meu coração”, pediu uma torcedora.

“Anuncia logo”, exigiu outra são-paulina.

A dupla sul-americana chegou ao último ano de contrato com o PSG e o gigante francês ainda não ofereceu extensões para garantir a permanência dos ídolos da torcida parisiense.

Cavani, 32, e Thiago Silva, 35, são dois dos jogadores mais experientes do elenco do time francês. No entanto, o uruguaio tem sofrido com lesões nesta temporada e o time já tem opções mais jovens para substituir o brasileiro.

Dani Alves volta a falar sobre um dia jogar no São Paulo

As torcidas de São Paulo e Bahia podem esperar Daniel Aves com a camisa de seus respectivos clubes. A vinda do lateral aos dois clubes pelo quais nutre maior carinho, porém, vai demorar. Neste domingo, o atleta, em final de contrato com o Paris Saint-Germain, concedeu entrevista coletiva e falou sobre seu futuro.

“Eu nunca digo “não” às coisas por que você não sabe o que a vida prepara. O São Paulo é meu time, o meu pai torce para o Palmeiras, não pode misturar isso senão dá confusão em casa. Torci bastante pelo São Paulo no tempo do Telê, que Deus o tenha. E o Bahia, pelo que construí aqui, seria uma forma de agradecimento voltar para encerrar”, afirmou.

“Mas não vai ser uma temporada, não. Já falei para o pessoal do Bahia que o dia em que voltar aqui vai ser um mês, dois meses, vai demorar ainda (risos). Pretendo outras coisas na minha vida, tenho outros objetivos, não digo maiores, para não pensarem que estou menosprezando os clubes que gosto. Mas acredito que tenho desafios que quero viver e mostrar para outros atletas que eles é que têm que decidir quando começa e quando acaba. Eu que vou decidir, não vai ser o futebol que vai me mandar para casa”, completou.

O contrato de Daniel Alves com o PSG se encerra ao final deste mês. Questionado sobre seu futuro imediato, já que o retorno ao Brasil não acontecerá neste momento, o lateral desconversou e garantiu foco total na Seleção Brasileira.

“Estou na Seleção e prefiro centrar-me no compromisso que temos agora. Foi um ano bastante duro, tive que me reinventar muito, foi muita batalha da minha parte para estar aqui e não quero estragar esse momento pensando em algo fora daqui. Sei o quanto é sofrido não poder fazer nada. Agora que posso fazer, vou aportar meu máximo aqui. Temos uma grande missão e não pode haver distração. A partir daí, a gente vê. Só posso dizer que não tenho medo de desafios, estou preparado para qualquer que seja”, finalizou.

 

Fonte: saopaulo.blog

Em final de contrato com o PSG, Dani Alves falou sobre a possibilidade de jogar no São Paulo

As torcidas de São Paulo e Bahia podem esperar Daniel Aves com a camisa de seus respectivos clubes. A vinda do lateral aos dois clubes pelo quais nutre maior carinho, porém, vai demorar. Neste domingo, o atleta, em final de contrato com o Paris Saint-Germain, concedeu entrevista coletiva e falou sobre seu futuro.

“Eu nunca digo “não” às coisas por que você não sabe o que a vida prepara. O São Paulo é meu time, o meu pai torce para o Palmeiras, não pode misturar isso senão dá confusão em casa. Torci bastante pelo São Paulo no tempo do Telê, que Deus o tenha. E o Bahia, pelo que construí aqui, seria uma forma de agradecimento voltar para encerrar”, afirmou.

“Mas não vai ser uma temporada, não. Já falei para o pessoal do Bahia que o dia em que voltar aqui vai ser um mês, dois meses, vai demorar ainda (risos). Pretendo outras coisas na minha vida, tenho outros objetivos, não digo maiores, para não pensarem que estou menosprezando os clubes que gosto. Mas acredito que tenho desafios que quero viver e mostrar para outros atletas que eles é que têm que decidir quando começa e quando acaba. Eu que vou decidir, não vai ser o futebol que vai me mandar para casa”, completou.

O contrato de Daniel Alves com o PSG se encerra ao final deste mês. Questionado sobre seu futuro imediato, já que o retorno ao Brasil não acontecerá neste momento, o lateral desconversou e garantiu foco total na Seleção Brasileira.

“Estou na Seleção e prefiro centrar-me no compromisso que temos agora. Foi um ano bastante duro, tive que me reinventar muito, foi muita batalha da minha parte para estar aqui e não quero estragar esse momento pensando em algo fora daqui. Sei o quanto é sofrido não poder fazer nada. Agora que posso fazer, vou aportar meu máximo aqui. Temos uma grande missão e não pode haver distração. A partir daí, a gente vê. Só posso dizer que não tenho medo de desafios, estou preparado para qualquer que seja”, finalizou.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

PSG se anima com Neres após contato e toma dianteira em disputa no mercado

O Paris Saint-Germain já trata a negociação de David Neres como uma conversa avançada. O otimismo se deu após o primeiro contato de dirigentes do clube com representantes do jogador brasileiro, segundo apurou o UOL Esporte. A sinalização dos empresários é a de que o Ajax facilitará um acordo, mas a expectativa ainda é a de que outras propostas de times de ponta da Europa apareçam. A lista de interessados que já realizaram contatos até o momento conta também com o Milan, Everton e Atlético de Madri.

Os representantes do atacante já têm na agenda para os próximos dias uma reunião em Paris com dirigentes do PSG. O relacionamento entre as partes é avaliado como excelente, já que o clube francês tem no histórico transações com os zagueiros Alex, em 2012, Marquinhos, em 2013, e David Luiz, em 2014, todas conduzidas pelo mesmo grupo que agencia a carreira de David Neres.

Conforme apurado pela reportagem, o entorno de David Neres está animado com o momento do jogador no mercado após a convocação para a seleção brasileira e o destaque pelo Ajax na Champions League. A expectativa é de que o valor de mercado já esteja acima dos 50 milhões de euros.

O contato do PSG já é de conhecimento do atacante brasileiro. No entanto, a animação inicial esfriou na ainda com relação à probabilidade baixa de titularidade no time francês. Para seduzir David Neres, os franceses têm o conhecimento de que vender um atacante do quarteto ofensivo formado por Neymar, Cavani, Mbappé e Di Maria representa avanço na negociação. Neste cenário, o argentino é quem aparece como o jogador a ser disponibilizado no mercado – Neymar e Mbappé são considerados inegociáveis.

O PSG ainda é visto pelo entorno de David Neres como o clube com o maior poder de sedução ao Ajax. Os dirigentes holandeses já avisaram que vender o atacante brasileiro faz parte dos planos de mercado.

Foi o Ajax que rejeitou uma proposta de 45 milhões de euros do Guangzhou Evergrande, da China, em janeiro. Na ocasião, o acerto salarial com David Neres já existia, embora o brasileiro não tivesse realizado pressão interna para conclusão da operação.

A negociação pela parte do PSG é conduzida pelo brasileiro Maxwell. O ex-lateral esquerdo ocupa o cargo de diretor esportivo, e defendeu o Ajax entre 2001 e 2006, cultivando assim uma boa relação com o clube holandês.

Conforme apurado pela reportagem, o novo interessado em David Neres é o Atlético de Madri. O clube espanhol busca um jogador rápido pelos lados do ataque e vê a aquisição como a ideal para agradar o treinador argentino Diego Simeone.

O entorno de David Neres, no entanto, avalia que o clube espanhol, sem a tradição de contratações caras, vai sofrer na disputa do mercado.

Os representantes de David Neres também já têm conversas em andamento com o Milan. O clube italiano foi o primeiro a aparecer como interessado através do brasileiro Leonardo, atualmente na função de diretor esportivo, mas depende de uma vaga na Liga dos Campeões para seduzir o ex-são-paulino.

Outro clube que avançou em negociação foi o Everton, da Inglaterra. Os ingleses encontram facilidade na relação com o estafe do jogador por conta de negócios recentes, como as contratações dos brasileiros Richarlison e Bernard, e ainda representam o passo que o brasileiro de 22 anos quer dar na carreira: jogar na Inglaterra.

A janela internacional de transferências será aberta no dia 1 de julho. No entanto, como o Ajax já tem a temporada encerrada após conquistas os títulos do Campeonato Holandês e da Copa da Holanda, e cair na semifinal da Champions League, a expectativa é de que negócios por até cinco jogadores do elenco sejam concluídos já nos próximos dias. Cabe ressaltar que o volante Frenkie de Jong já foi vendido ao Barcelona para a próxima temporada.

 

Fonte: UOL

Jornal: PSG negocia contratação de Thiago Mendes ex-São Paulo

O Paris Saint-Germain está negociando com o Lille (FRA) a contratação de Thiago Mendes, ex-jogador do São Paulo. De acordo com publicação do jornal francês ‘L’Equipe’, da tarde desta quinta-feira (31) o jogador brasileiro pode chegar ao PSG pelo valor de 24 milhões de euros (cerca de R$ 100 milhões na cotação atual).No começo desta semana, alguns jornais ingleses publicaram que o Everton recusou uma proposta de R$ 106 milhões da equipe francesa pelo volante senegalês Idrissa Gueye. Após a recusa da equipe inglesa, o PSG se acertou com o Zenit (RUS) e anunciou a contratação do argentino Leandro Paredes.Nesta quinta-feira (31) a janela de transferência europeia é encerrada. O PSG corre contra o tempo para recompor o setor de meio-campo que tem como grande nome o italiano Marco Verrati, mas que está lesionado.Como a pedida do LOSC Lille se equipara a oferecida pelo PSG ao Everton, a negociação pode ser concretizada a qualquer momento.Desde 2017 no Lille, Thiago Mendes atuou em 55 partidas e marcou 4 gols.O PSG volta a campo no próximo domingo (03), contra o Lyon, pelo Campeonato Francês, no estádio Parc Olympique Lyonnais, às 18h (horário de Brasília).

Nenê publica vídeo de gols em treino do São Paulo, e Neymar brinca com “chapada”

Neymar brincou com Nenê nas redes sociais. O camisa 10 do São Paulo publicou um vídeo com gols em um treino do Tricolor, no CT da Barra Funda, em que ele faz gols com a famosa “chapada” (veja abaixo).

A batida do meia virou febre entre a torcida e até motivou a criação de um copo no clube.

– Ê ê ê chapada do Nenê – escreveu Neymar, com bom humor.

Artilheiro do São Paulo na temporada com 12 gols, ao lado de Diego Souza, Nenê está confirmado para o San-São de domingo, às 16h, na Vila Belmiro.

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Sempre em busca da evolução vamos com tudo!???? ?????????? @eaife

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Meia-atacante “ajudou” o PSG a ter Neymar e diz que merecia seleção com Mano

O São Paulo surpreendeu ao apostar em Nenê como reforço para esta temporada. Depois de chegar em alta no Vasco da Gama em 2015, o meia-atacante já não vivia a melhor fase no Rio de Janeiro quando foi anunciado pelo Tricolor. Houve quem questionasse o risco de contratá-lo pelos 36 anos de idade ou quem argumentasse que o time já contava com Christian Cueva, que o negócio não era necessário.

Em quatro meses, no entanto, o veterano se consolidou como o grande nome da equipe na temporada, ganhou o carinho da torcida e é o pilar da campanha invicta no Campeonato Brasileiro. Neste sábado, Nenê terá a chance de intensificar esse bom e surpreendente momento da carreira. Pela nona rodada da Série A, o São Paulo tentará vencer o rival Palmeiras pela primeira vez desde que o Allianz Parque foi inaugurado.

O meia tem chamado a responsabilidade nos jogos grandes de 2018, como foi nos clássicos contra Corinthians, no Campeonato Paulista, e Santos, no Brasileirão. E triunfar sobre os alviverdes seria essencial para o sonho individual e coletivo, de torcedores a dirigentes, de conquistar um título para o Tricolor.

“Não estamos prontos, mas estamos no caminho certo para conseguir esse objetivo. E espero que seja ainda neste ano. Realmente é o que mais esse clube precisa e a gente pode oferecer. Temos um elenco que pode, uma estrutura maravilhosa, não temos problema nenhum. A torcida, claro, pressiona por resultados, mas está sempre com a gente, nos apoia. Temos tudo para quebrar esse tabu. Essa é a minha maior motivação. E o carinho que estou recebendo de todos, jogadores, comissão, diretoria e torcida, também me deixa ainda mais motivado”, ressaltou.

Nenê recebeu o UOL Esporte no CT da Barra Funda para conversa de quase 40 minutos, em que falou ainda sobre a amizade com Neymar e como isso ajudou o Paris Saint-Germain a contratá-lo no ano passado. O meia também disse que merecia chances na seleção brasileira enquanto defendia o clube francês e lamentou o patrulhamento sobre o que figuras públicas falam, fazem ou pensam.

Amizade com Neymar e ‘forcinha’ para o PSG

Nós ficamos amigos quando ele já estava no Barcelona. Já o conhecia antes, mas não de amizade. Quando eu estava no Santos, ele já era da base. Nem sabia disso, ele que acabou me contando. Fiquei muito feliz com isso, até disse que gostava do meu futebol. Aí fizemos um jogo beneficente na minha cidade, em Jundiaí, e a partir daí começou a amizade. Acho que há cinco ou seis anos já. Começamos a ficar muito próximos.

É uma pessoa maravilhosa fora do futebol, tem um coração enorme. Continua o mesmo que era antes. Admiro bastante e me identifico com isso. A gente conversou antes dele ir para lá. Dei minha opinião e acabou acontecendo o que tínhamos falado. Eu falo para ele: “poxa, eu tenho minha opinião pensando sempre o melhor para você, pensando no que você pode conquistar”. Foi antes dele se decidir. Fiquei feliz com a decisão dele. Sabia que ele realmente poderia fazer história lá, um clube maravilhoso. Acredito que será o melhor do mundo jogando lá.

Seleção brasileira deixou lacuna na carreira

Acho que pesou ter saído muito rápido do Santos, do Brasil (em 2003). E acabei indo para um time mediano, que era o Mallorca. Tive que trabalhar muito para continuar crescendo. Fui para o Celta, para o Monaco, já um time melhor, até chegar ao Paris. Foram alguns momentos em que acreditava que poderia ter sido convocado e ter uma sequência na seleção. Acabou não acontecendo. Alguns treinadores chegaram a falar e quase fui convocado quando estava no Paris Saint-Germain. E até acho que deveria ter sido. Era o Mano (Menezes, hoje no Cruzeiro), eu acho. Às vezes você pensa mais no lado financeiro, na família, não no âmbito esportivo… Mas fico tranquilo, não tenho nenhum problema quanto a isso.

Arrependimento por deixar o Brasil cedo

Antes de jogar bola, o sonho é ser profissional. Depois é jogar num clube grande, depois na Europa. Aí você pensa que aparece uma chance e você tem que ir na hora. Só que às vezes não é bem assim. Eu mesmo acredito que fui muito cedo. Saí com 20, 21 anos e estava muito bem na época no Santos, cotado para ir para a seleção. Não sei se faria a mesma coisa hoje, com a cabeça que tenho. Mas, claro, a gente tem que ter a experiência por si próprio, quebrando a cabeça ou realizando sonhos de infância. Às vezes você ouve pessoas do seu entorno que, não por mal, mas acaba dando uma opinião que não seria a ideal para você. Talvez em termos imediatos, pareça ideal, mas não em longo prazo.

Preconceito com quem passa dos 30

Isso é uma coisa que a gente está quebrando um pouco. Antes os clubes tinham medo de contratar jogador mais velho, porque não aguentaria o ritmo, porque machuca muito. Então antes de voltar ao Brasil, eu tinha essa resistência. E vi essa desconfiança quando você chega a um clube. Será que vai render como antes? Vejo como algo normal, mas também como uma motivação de mostrar que eu posso ainda jogar em alto nível por vários anos. Graças a Deus, eu sempre me cuidei muito na carreira toda e nunca tive lesão. Isso ajudou muito.

Ter estado fora do Brasil também ajudou, foram menos jogos do que seria aqui, a temperatura mais amena. Não digo que sofro com esse preconceito, porque acho normal e sempre tento levar para o lado positivo. Vamos mostrar que eles estão errados. Eu gosto muito de desafio. Sempre tive a cabeça boa para fazer disso um combustível de motivação, para me sobressair das dificuldades. Acho que sou um exemplo hoje.

Treinos ‘high tech’ são parte do segredo da longevidade

São treinos de eletroestimulação. Comecei a fazer isso ainda no Vasco, com o Alex Evangelista, que sempre trazia coisas de fora, modernas, que ajudariam na nossa recuperação, na melhora da forma física e tudo mais. É um aparelho que reestimula fibras do corpo que você vai perdendo com o tempo. Hoje, principalmente jogador de futebol, com a intensidade que tem, a gente precisa continuar na mesma velocidade de antes, se não fica para trás. Foi em acordo com o clube, com o pessoal da fisioterapia, o Altamiro (Bottino, coordenador científico) e o Marquinhos (fisiologista). São treinos rápidos, em que você não faz muito esforço. São 20 minutos, mas é como se você tivesse feito um trabalho forte de academia. É como se fosse para a academia, sem ficar se mexendo muito, e estimula essas fibras que você vai perdendo depois dos 30 anos.

Clubes brasileiros evoluíram em estrutura

No Brasil são mais jogos, é mais desgastante. E os treinos aqui são mais longos e mais moderados em termos de intensidade. Na Europa é curtinho, e muito intenso, muito forte. Eles usam muito essa parte de prevenção de lesão e isso é algo que está mudando muito aqui no Brasil. Já está ficando mais com essa noção, vendo que muitos machucavam, então é melhor prevenir. Está mudando essa mentalidade e o Brasil está muito melhor do que antes. E tem diferença de estrutura, que está mudando, os clubes estão se conscientizando e vendo que sem se prevenir, sem ter estrutura bacana no dia a dia, as coisas não acontecem.

Aguirre deu identidade que faltava ao São Paulo

Eu já o conhecia. Tivemos a oportunidade de trabalhar três meses no Qatar. Estou gostando bastante o time também, da liderança e da intensidade como ele faz as coisas. Estamos entendendo a filosofia dele, criamos uma identidade. Acho que isso estava faltando. Os treinos são bons, de uma maneira mais europeia, e como eu fiquei muito tempo lá fora, gosto bastante. Está indo bastante bem.

Pressão por títulos é sombra do passado

A pressão tem o tamanho que tem por estarmos há muito tempo sem títulos. O São Paulo é um dos maiores clubes do Brasil e sempre ganhou vários títulos e títulos importantíssimos, que muitos outros do país não conquistaram. Então é normal você vê um clube que não ganha há muito tempo aumentar a pressão a cada ano. E a gente traz um pouco desses momentos de ultimamente. A pressão só aumenta, mas isso é normal para um profissional. O jogador de futebol sabe que tem de lidar com isso. Aqui está sendo um pouco mais do que o normal, mas faz parte. Que os títulos possam chegar e a gente possa voltar a dar alegria ao torcedor, que merece. É um clube que merece muito essas conquistas.

Carinho por Lugano e Raí

Eu ajudei muito o Lugano lá no Paris Saint-Germain, então por isso que ele me ajudou aqui… Brincadeira (risos). É um cara espetacular, de um exemplo tremendo pela história que teve no São Paulo. A gente já falava há um tempo atrás dessa possibilidade, que acabava não dando certo das outras vezes. E a relação é muito boa. Um cara honesto, trabalhador e vencedor. E eu me identifico com ele porque sou muito assim também. Se não ganhar, eu fico maluco. Não gosto nem de perder os joguinhos do treino. Ele é assim e eu me identifico muito.

O Raí também é um cara excepcional, um dos maiores ídolos da história do clube. E era meu ídolo quando era moleque. Eu torcia para o São Paulo e via o Raí na televisão, jogando, sendo campeão mundial. Depois fui jogar no time dele na França, com o mesmo número na camisa e agora jogar aqui… É algo que me deixa muito feliz. Está sendo especial.

Pais corintianos foram os primeiros “alvos” de uma personalidade forte
Eu não era muito fanático, mas eu vivia na rua jogando bola e era o time que enchia os olhos da criançada. Meu pai e minha mãe eram corintianos e ficavam “não, você tem que ser corintiano, e não sei o quê” (risos). E eu realmente já tinha uma personalidade forte desde criança e era decidido com as coisas. falei: “não, vou ser são-paulino”.

Eliminações deixaram Nenê “puto da vida”
Fiquei muito frustrado com a Copa do Brasil, porque tínhamos uma chance grande de passar. E merecíamos, pelos jogos que fizemos. Também no Paulista. Fiquei uma semaninha, vamos dizer, puto da vida. Mas a gente fez um trabalho extraordinário, por ter sido tão rápido e tantas mudanças. Em relação ao resto, estou muito bem adaptado. Estou em casa, minha família é de Jundiaí, então estou sempre com meus filhos. Essa era uma coisa que eu sentia falta. Está sendo de um jeito que eu esperava, mas posso melhorar ainda mais e continuar demonstrando meu trabalho e minha capacidade, para seguir dando a vida e conquistar títulos por esse clube.

Futebol ficou mais chato

Está bem mais chato. Um cara com mais personalidade tem mais dificuldade de se posicionar, porque hoje em dia qualquer coisa todo mundo está sabendo. Antes não tinha isso. Hoje a gente sabe de qualquer coisa que acontece do outro lado do mundo em dez minutos. Não tinha isso. Então, a exposição é muito maior. Isso acho que complica muito e tira a sua naturalidade. Há um receio de ser sincero ou natural. Sei lá, ser do jeito que você é, porque acaba passando uma imagem errada. Muita gente acaba nem falando mais por causa da exposição.

Rede social e fake news

É o tempo inteiro (cobranças via rede social), pessoas que nem sabem o que você está passando, ou o dia a dia, e acaba vendo um lance do jogo, um chute que o cara deu errado. E aí, ele escreve. Às vezes a pessoal nem viu, ela viu só um vídeo de Whatsapp ou um título de uma matéria e acaba tendo essa imagem da pessoa, do clube, ou do momento. E não é a verdade. Você tem de saber lidar com isso, também. Mas no geral gosto bastante de rede social. É uma coisa que nos aproxima muito do torcedor, de ver o nosso dia a dia, de ver como somos fora do mundo profissional.

Encarada em Carille ficou no passado

Foi algo ali de momento, não foi nada em relação ao Corinthians. Ele acabou me xingando antes e tal, mas era calor do jogo. E acabei, na hora que passei perto, olhando para ele também. Mas nós conversamos e nos desculpamos. Depois, conversamos em relação a isso depois, ele também me disse que foi algo que resolveu no dia e, como eu disse, não tinha nenhuma característica de falta de respeito. Mas aí, você acaba, como falei, passando algo que não é.

Sou o que sou e ninguém vai me mudar

Não [vou mudar o que sou], por isso que sempre falo que eu pego muito essa parte de pressão e de julgamento das coisas de fora, as críticas, ou desconfiança. Como acontece antes de a gente chegar em alguns lugares, por exemplo, eu sempre tendo pegar de uma maneira saudável e positiva. Procuro virar isso para poder demonstrar que essas pessoas estão equivocadas, quero ser sempre exemplo. Não adianta falar uma coisa e agir de outra maneira. Então, sempre tento agir da maneira que eu falo para que possam ver que eu estou sendo real, espontâneo e sincero com tudo que estou falando.

Felipe Massa incentivou acerto com o São Paulo…

Esse faz tempo que queria que eu viesse para cá. Ele é muito fera, também. Ele torceu muito para que eu viesse para cá. Nós conversamos antes, então, ele deu conselho de que eu deveria vir, que eu iria gostar muito e o clube era muito bom. Foi uma das pessoas que me deram o incentivo para que eu pudesse vir. A nossa amizade começou quando eu fui para o Monaco. Aliás, foi em um jogo beneficente. Eu disse que estava indo para lá, ele me disse que morava lá e acabamos sendo vizinhos, moramos no mesmo prédio lá.

Começamos a amizade nessa época, em 2006, faz muito tempo. Acabei acompanhando ele sempre que dava em vários circuitos. Em Mônaco, que é o sonho de qualquer um, Barcelona, Hungria, Abu Dhabi… Foram várias corridas, mesmo. Gostava muito e torcia muito por ele. Até que na despedida dele aqui no Brasil eu estava junto. Fiquei muito emocionado e triste também quando ele quase ganhou o campeonato mundial, no dia que o Hamilton passou (em 2008)… Achei que o Timo (Glock) deu uma rateada ali. Passou na última curva, foi muito frustrante também. Ele merecia muito esse título naquele ano, mas são coisas que fazem parte.

…mas isso tem uma contrapartida

A gente conversa sempre. Eu pergunto se ele está mudando de profissão, porque está treinando forte no futebol. Falo que quero fazer. Ele sempre fala dos jogos, fala que tem todos os canais e vê os jogos. Quando esteve em São Paulo estivemos juntos, quando foi aniversário dele. Falei que tenho de entrar com o Felipinho em algum jogo no dia que tiver a oportunidade. Ele já veio ver jogo aqui também para dar essa força quando cheguei. Então, estamos sempre juntos.