Raí diz que Bolsonaro tem postura “irresponsável”, sugere renúncia e teme volta precoce do futebol

Enquanto o São Paulo se prepara para dar condições aos seus atletas e funcionários quando o futebol voltar à ativa, o diretor-executivo de futebol Raí deu uma declaração pessoal muito forte em relação ao posicionamento do presidente Jair Bolsonaro no combate à pandemia de coronavírus. O dirigente sugere a renúncia do político.

– Um posicionamento atabalhoado, é o mínimo que se pode dizer. Naquele momento, por exemplo, que ele deu aquele depoimento em rede nacional… Ele está no limite, muitas vezes, da irresponsabilidade, quando ele vai contra todas as recomendações da Organização Mundial da Saúde – disse o dirigente.

Raí reforçou que essa opinião em relação ao governo de Bolsonaro é totalmente pessoal, desvinculada do seu trabalho como diretor-executivo do São Paulo. Mas nessa entrevista ao GloboEsporte.com, o campeão do mundo com a seleção brasileira em 1994 completou:

– Outro absurdo do Bolsonaro é inventar crises políticas ou de interesses próprios, familiares, no meio de uma pandemia. É inaceitável. Tenho certeza que muita gente concorda, inclusive alguns apoiadores do Bolsonaro. Ele foi eleito democraticamente, mas a própria democracia está conseguindo frear.

O ex-meia sugere a renúncia de Bolsonaro no lugar de um processo de impeachment.

– Se perder a governabilidade, eu torço e espero uma renúncia para evitar o processo de impeachment, que sempre é traumático. Porque o foco tem que ser a pandemia. (O impeachment) não é uma coisa que tem de se pensar agora, energia nenhuma pode ser gasta nisso, mas se estiver prejudicando ainda mais essa crise gigantesca de saúde, sanitária, tem que ser considerado – opinou.

– Eu acho que isso me fez até questionar o presidencialismo. Estar sujeito a uma pessoa como essa, a um presidente como esse, que foi eleito democraticamente, mas que toma decisões que confundem completamente a população. Por causa dele, e aí o cálculo pode até ser feito, milhares de mortes a mais vão acontecer – acrescentou.

Raí, diretor executivo do São Paulo — Foto: MISTER SHADOW/ASI/ESTADÃO CONTEÚDORaí, diretor executivo do São Paulo — Foto: MISTER SHADOW/ASI/ESTADÃO CONTEÚDO

Raí, diretor executivo do São Paulo — Foto: MISTER SHADOW/ASI/ESTADÃO CONTEÚDO

 

Irmão de Sócrates, ídolo do Corinthians, líder da Democracia Corinthiana e com papel importante na campanha de Diretas Já, Raí foi questionado como seria o posicionamento do parente, que morreu em 2011.

– Bom, se vocês acharam o meu depoimento forte, imagina o Sócrates. Inaceitável, indignação, só que na natureza dele iria se colocar e obviamente na mesma linha eu seguiria. E ao estilo do Doutor Sócrates, que com certeza teve uma importância gigantesca na história do país – falou Raí.

O posicionamento do São Paulo

Como diretor-executivo do Tricolor, Raí está preocupado com uma eventual aceleração do processo de retorno às atividades do futebol no Brasil.

– É bom deixar claro e reforçar que a posição do São Paulo não é voltar rápido. É voltar ao seu tempo, com as orientações, e gradativamente, começando obviamente o treino sem uma data certa de quando o campeonato vai retornar – disse o dirigente.

Em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro se mostrou favorável ao retorno do futebol, desde que houvesse parecer técnico do Ministério da Saúde. Na última segunda-feira, ele afirmou ter sido procurado por autoridades do futebol e disse que “está sendo trabalhado nesse sentido”.

Jair Bolsonaro em entrevista em frente ao Palácio da Alvorada — Foto: Reprodução / TV GloboJair Bolsonaro em entrevista em frente ao Palácio da Alvorada — Foto: Reprodução / TV Globo

Jair Bolsonaro em entrevista em frente ao Palácio da Alvorada — Foto: Reprodução / TV Globo

 

O secretário especial da Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, afirmou que o retorno do futebol brasileiro acontecerá “em breve”.

Ainda sem uma definição para retorno das atividades, o São Paulo tem se preparado para equipar o clube e ter condições de retomar a rotina com segurança. Inclusive para fazer testes do coronavírus.

– É uma preocupação nossa os testes. Vemos que está começando a crescer oferta, nós também temos de estar ligados à realidade do país, a necessidade dos hospitais. De qualquer forma, estamos encomendando e vendo como podemos ter acesso a todos equipamentos de segurança – disse.

Raí vai propor à Federação Paulista de Futebol também que os clubes e a FPF ajudem os hospitais:

– De alguma forma, quando voltar, o futebol tem de estar atento para colaborar também dependendo da realidade no momento e na medida do possível com a rede estatal de hospitais. É uma coisa a se pensar também. É uma coisa que também estava pensando em propor à federação. Os clubes vão precisar dos equipamentos, mas a federação e os clubes também podem colaborar com a população.

O Brasil registra mais de 5 mil mortes por Covid-19. No estado de São Paulo houve mais de 2 mil óbitos até esta quarta-feira, de acordo com o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde.

O governador do estado, João Dória (PSDB), decretou quarentena até o dia 10 de maio, quando haverá nova avaliação da situação.

Globo Esporte

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Presidente do São Paulo aprova a paralisação do Campeonato Paulista

A crise de saúde mundial referente ao coronavírus irá paralisar o Campeonato Paulista depois do jogo desta segunda-feira entre Guarani e Ponte Preta. O presidente do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, considerou acertada a decisão após reunião entre clubes e Federação Paulista de Futebol (FPF).

“É uma medida sensata, de responsabilidade, o futebol precisa dar esse exemplo. Não podemos colocar em risco a saúde, a nossa, dos nossos atletas e funcionários. Se a recomeção maior é a paralisação dessas atividades, vamos adotar totalmente”, comentou o dirigente.

A suspensão do Campeonato Paulista será por tempo indeterminado. Os presidentes dos clubes vão manter contato semanal com a FPF para avaliar a evolução do combate ao coronavírus.

“Vamos ir decidindo a cada momento e fazendo avaliações”, explicou Leco, que falou sobre o temor dos atletas para manter as atividades. “Um ou outro movimento (dos jogadores) há, é claro. Houve uma manifestação dos atletas, então decidimos parar”, emendou.

ESPN

Presidente do São Paulo explica déficit e Conselho pede tempo para analisar orçamento

As finanças dominaram a pauta da reunião do Conselho de Administração do São Paulo nesta segunda-feira à noite. Após cerca de quatro horas de conversa, os integrantes do órgão pediram mais tempo para analisar com mais calma a proposta de previsão orçamentária para 2020. Por isso o assunto voltará para a mesa no próximo encontro.

Como publicou a De Primeira, quatro integrantes do Conselho de Administração (Adílson Martins, José Eduardo Mesquita Pimenta, Júlio Casares e Silvio Médici) tinham pedido uma reunião extraordinária para que o presidente tricolor, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, falasse sobre as finanças. O mandatário aceitou a solicitação e convocou a reunião ordinária desta semana.
No encontro, Leco explicou o déficit apresentado pelo clube nesta temporada. Segundo relatório da diretoria, até agosto, o clube tinha acumulado R$ 77 milhões de déficit. De acordo com o presidente, as quedas precoces na Copa Libertadores e na Copa do Brasil, e o valor obtido abaixo do esperado com a transferência de atletas e com o marketing podem justificar tal situação.
Até o fim deste ano, existe a possibilidade de o clube negociar a saída de alguns jogadores. Liziero, por exemplo, é considerado um dos principais ativos do São Paulo e despertou o interesse do Barcelona.

UOL

Presidente do São Paulo abandona reunião e esvazia discussão sobre finanças do clube

A noite teve clima quente no Morumbi. Hoje (4), no Salão Nobre do São Paulo, 111 conselheiros participaram da reunião do Conselho Deliberativo tricolor. Na pauta estavam a aprovação de contratos e a discussão do relatório financeiro da diretoria apresentado na última semana. Porém, além do quórum baixo (240 cadeiras formam o órgão), o encontro foi esvaziado após o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, e os diretores executivos saírem mais cedo do local.

Logo após a cerimônia de abertura, foram discutidos os contratos. Aprovaram os acordos com: Academias Ciaexpress (Cia. Athletica); CM Imports Importadora e Comércio Ltda; Phoenix Tower Participações S/A; e Simpress Com. Locação e Serviços Ltda. No entanto, o contrato com a Feng – Fan Engagement Marketing e Inteligência Ltda. referente ao programa de sócio torcedor não foi liberado.

Muitos questionaram uma cláusula que prevê o pagamento de multa de R$ 1,5 milhão em caso de quebra do vínculo. Para a votação, como a contagem é feita no visual, foi pedido que os diretores executivos saíssem da sala e retornassem na sequência. Porém, eles não retornaram para o restante da discussão. Tal fato deixou ainda mais vazia a discussão.

Os conselheiros ainda tentaram falar sobre o déficit orçamentário em 2019 apresentado na última semana, mas sem a presença dos diretores, a conversa ficou restrita aos integrantes do órgão. O documento, que o UOL Esporte teve acesso, mostrou um déficit acumulado de R$ 77 milhões até agosto deste ano. Antes mesmo do início da reunião, alguns conselheiros já tinham pedido que o presidente Leco explicasse o desempenho financeiro do clube, mas tal questão deve ficar para a próxima reunião.

UOL

Torcedores do São Paulo protestam por saída do presidente Leco

O sábado amanheceu tenso para o São Paulo.

Horas antes do duelo contra o Fortaleza, pelo Brasileirão, tocedores foram à casa do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, e protestaram por sua saída. Seu mandato vai até o dia 31 de dezembro de 2020.

Eles tinham uma faixa ‘FORA LECO!’ e cantavam contra o cartola e pedindo vitórias: ‘Se o São Paulo não ganhar, olê olê olá… O pau, vai quebrar’.

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SãoPaulo.blog@BlogdoSaoPaulo

Protesto na Casa do Leco…

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Os torcedores foram embora do local após chegada da polícia, segundo o portal UOL.

O duelo deste sábado acontece às 17h, no Pacaembu. O Estádio do Morumbi foi alugado para show do Iron Maiden.

Após a saída de Cuca, Fernando Diniz chegou como novo treinador do clube e estreou com um empate fora de casa contra o Flamengo.

O São Paulo entra na 23ª rodada do Campeonato Brasileiro na 7ª posição, com 36 pontos.

ESPN

Presidente do São Paulo procura Abilio para reconciliação 3 anos após racha no Tricolor

O presidente do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, procurou Abilio Diniz para aparar arestas. Segundo apurou a De Primeira, os dois tiveram um encontro há algumas semanas, e a conversa transcorreu em alto nível.

Ainda assim, o empresário, que está em viagem pelos Estados Unidos, não deve voltar a atuar nos bastidores do Morumbi.

Em 2016, Leco e Abilio entraram em rota de colisão após anos de bom relacionamento. Entre as motivações para o embate estavam: a postura de Diniz, que supostamente tentava gerenciar o clube; a reclamação de falta de transparência da gestão de Leco em seu primeiro mandato; e as demissões do CEO, Alexandre Bourgeois, e do ex-coordenador técnico Milton Cruz.

Como consequência, na campanha eleitoral de 2017, o empresário apoiou José Eduardo Mesquita Pimenta. (Por José Eduardo Martins)

UOL

Presidente do Flamengo admite: tentou trazer Daniel Alves

Para contratar Daniel Alves, o São Paulo ganhou a concorrência de times da Europa e de um rival de peso no cenário nacional: o Flamengo. O presidente do time carioca, Rodolfo Landim, admitiu que chegou a abrir negociações com o lateral direito, capitão da Seleção Brasileira.

“O Flamengo tentou, tivemos algumas conversas, sim”, comentou o mandatário do time da Gávea, em entrevista ao canal Fox Sports na noite desta segunda-feira.

Landim revela, todavia, que a questão salarial pesou para o Flamengo na negociação com Daniel Alves. O jogador chega ao São Paulo ganhando um valor superior a R$ 1 milhão por mês, em um contrato válido até o final da temporada 2022.

“Temos orçamento e nossas limitações. Pelo estágio avançado em outras contratações (recentemente o Mengão trouxe atleta renomados como Rafinha e Filipe Luís), não foi possível evoluir. O São Paulo está de parabéns”, encerrou Landim.

Gazeta Esportiva

Presidente da FPF apoia clubes e pressiona Doria a liberar cerveja nos estádios

A luta pela liberação da comercialização de cervejas com álcool dentro dos estádios paulistanos ganhou apoio do presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiro.

Em entrevista à Gazeta Esportiva, o dirigente deixou claro que vai apoiar o movimento criado pelos quatro maiores clubes do Estado para pressionar o governador João Doria.

A Assembleia Legislativa de SP já se manifestou favorável a liberação, mas o ex-prefeito da cidade declarou que iria vetar a mudança por entender que a ação seria inconstitucional.

“Temos trabalhado muito em conjunto. A Assembleia toda entendeu que a liberação da cerveja não é para fazer baderna, e sim negócio, para gerar receita, para trazer um torcedor que venha torcer e consumir. É muito simplista ter a cabeça dos tempos passados, que significava: beber no estádio é briga e confusão”, afirmou Carneiro.

“Beber no estádio é família, é paz, é gerar negócios para que a gente possa fornecer o entretenimento cada vez melhor. No mundo inteiro a cerveja faz parte do entretenimento com ordem e segurança, e São Paulo vai dar esse exemplo também”, concluiu, confiante.

Gustavo Vieira de Oliveira, agora diretor de futebol do Botafogo-SP e com passagens por São Paulo e Santos, reforçou o plano em evento de inauguração de um setor do estádio Santa Cruz que justamente tem em seus bares a maior aposta para elevar a receita do clube.

“Falar de bebida alcoólica é falar de Ribeirão Preto. É muito parte da nossa cultura, temos o melhor chopp do Brasil. É um movimento que nos interessa, acho que traz recursos e potencialidade para os clubes. Acho um casamento interessante. A gente vê muitas vezes o vendedor do lado de fora do estádio e é uma atividade pouco controlada, que não tem tributação e que pode ter a mesma consequência que vem tentando ser evitada com a venda dentro do estádio. Então, fazer um ambiente controlado, recolhendo impostos e num ambiente que seja regulado, me parece natural esse caminho”, corroborou.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

Os 7 pecados capitais de Leco como presidente do São Paulo

É unânime entre os torcedores do São Paulo que o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, tem enorme culpa no atual momento do clube. O Tricolor, um dos maiores vencedores do futebol brasileiro, não conquista uma taça há sete anos – Leco completará seu quarto ano na presidência no mês de outubro. Diante disso, o Blog resolveu pontuar os sete pecados capitais cometidos pelo dirigente desde que tomou posse, em eleição criada após o pedido de renúncia de Carlos Miguel Aidar, no fim de 2015. Confira:

1- Resultados pífios

Leco é dono do pior aproveitamento de pontos do século entre todos os presidentes do Tricolor – ele está abaixo até de Carlos Miguel Aidar, que teve de renunciar para não sofrer impeachment. Em 2019, por exemplo, o São Paulo já havia sido eliminado de todas as competições, exceção ao Brasileiro, no mês de maio. E, como em anos anteriores, caindo para times com muito menor investimento. Na lista de algozes são-paulinos na Era Leco estão Talleres, Defensa y Justicia, Colón, Bahia, Audax e Juventude.

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2- Contratações desastrosas

Já pensou um time formado por: Sidão; Buffarini, Aderllan, Douglas e Edimar; Jucilei, Maicosuel e Wesley; Centurión, Diego Souza e Trellez. No banco, o treinador ainda teria Jean. Régis, Bruno Peres, Mena, Cícero, Jonathan Gómez, Thomaz, Neilton, Kieza e Guisao. Pois esses foram alguns dos piores reforços da Era Leco. Jucilei, por exemplo, custa R$ 750 mil por mês. Diego Souza foi comprado por R$ 10 milhões e liberado de graça ao Botafogo. Já Maicosuel recebe a maior parte de seus R$ 300 mil mensais de salário do Tricolor, assim como Trellez, encostado no Inter.

3- Desmanches frequentes

Poucos presidentes na história do São Paulo promoveram tantas mudanças no elenco de um ano para outro quanto Leco. Em 2016, saíram numa tacada só Calleri, Alan Kardec e Ganso. No ano seguinte, foram negociados David Neres, Luiz Araújo, Maicon, Thiago Mendes e Lyanco. Já em 2018, no meio do Brasileirão, deram adeus Militão, Marcos Guilherme, Cueva e Valdivia. Com as debandadas, o Tricolor perdeu conjunto e viu as chances de título irem para o espaço.

4- Trocas de técnicos

Leco ainda não completou o quarto aniversário na presidência do São Paulo e já contou com 11 treinadores diferentes. Em 2019, por exemplo, iniciou o ano com André Jardine, contou com Vagner Mancini de forma interina por quase dois meses e fechou com Cuca. Antes, já havia tido Diego Aguirre, Dorival Júnior, Pintado, Rogério Ceni, Ricardo Gomes, Edgardo Bauza, Milton Cruz e Doriva. Para muitos são-paulinos, a demissão de Aguirre a cinco rodadas do fim do Brasileiro foi a grande responsável pela não classificação direta para a Libertadores de 2019.

5- Vexames em clássicos

Frustrar o torcedor em clássicos virou uma praxe no São Paulo desta década. Mas os resultados ficaram ainda piores sob o comando de Leco. Já são 11 jogos seguidos sem vitórias contra Corinthians, Palmeiras e Santos – o Tricolor não ganha um clássico desde 21 de julho de 2018. Na Era Leco, são 43 partidas, com só oito vitórias, 11 empates e 24 derrotas – aproveitamento de 27% dos pontos. O pior desempenho é diante do Palmeiras (22%) após duas vitórias, dois empates e oito derrotas. Depois, vem o Corinthians (28%) com três vitórias, sete empates e nove derrotas. Por fim, o Santos (30%) com três vitórias, dois empates e sete derrotas.

6- Demissão e multa de Rogério Ceni

Leco contratou Rogério Ceni como técnico do São Paulo para o início da temporada de 2017 de olho na eleição de abril. Menos de três meses depois de se reeleger, o presidente demitiu o maior ídolo da história e ainda pagou uma multa de R$ 5 milhões, condição pedida pelo ex-goleiro para fechar com o Tricolor. Pois a cada novo sucesso de Ceni no Fortaleza, fica mais claro que Leco errou ao dispensá-lo. O ídolo do são-paulino já tem três títulos no Fortaleza: Copa do Nordeste, Série B do Brasileiro e Campeonato Cearense. Em 18 meses no clube, já há quem o classifique como o maior treinador da história centenária do Fortaleza.

7- Perda de garotos da base

O São Paulo de Leco também se especializou em perder, de graça, ou a preço de banana, atletas surgidos em Cotia. Tudo porque não renovava os contratos antes de promover os garotos ao time principal. O caso mais grave foi o de Éder Militão, que saiu para o Porto por só R$ 17 milhões – ele estava a seis meses do fim do contrato e o Tricolor se viu obrigado a pegar essa quantia, mesmo sabendo que o zagueiro/lateral valia muito mais. Tanto que, oito meses depois, o Real Madrid topou desembolsar R$ 219 milhões. O São Paulo também perdeu João Schmidt, Marquinhos Cipriano e Bissoli da mesma maneira.

Ainda seria possível citar outros grandes equívocos de Leco, que não fizeram parte dos sete pecados capitais. Um deles foi a decisão de colocar conselheiros que o apoiaram politicamente ocupando cargos remunerados – o estatuto tricolor fora mudado recentemente para permitir que o clube buscasse os melhores profissionais de cada área. A queda vertiginosa de arrecadação com o departamento de marketing e a perda de eventos importantes e de faturamento do Morumbi também são novidades da Era Leco.

 

Fonte: Blog do Jorge Nicola

Torcida do São Paulo detona presidente Leco nas redes sociais

O São Paulo segue em má fase na temporada. A equipe sofreu mais uma derrota em clássicos neste sábado, desta vez, para o Palmeiras. O time alviverde venceu por 1 a 0 em um Pacaembu apenas com torcedores do Tricolor e agravou a crise vivida pelo time do Morumbi. Logo após o gol do Palmeiras, a torcida são-paulina se irritou e começou a protestar contra o presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.

O presidente foi xingado por todo o estádio, que protestou contra ele, cantando em coro: “Ei, Leco, vai tomar no **”. Na saída do estádio, o ônibus de conselheiros do São Paulo também foi cercado por torcedores que também pediram a saída do presidente do clube. Não se sabe se Leco estava no veículo ou em outro local no momento dos protestos. Mas não foi apenas presencialmente que o presidente são-paulino foi hostilizado.

Nas redes sociais, torcedores do São Paulo também protestam contra o presidente, a quem culpam pela má fase da equipe dentro de campo e pelos maus resultados na temporada. O twitter foi o principal canal utilizado pelos fãs do clube para atacar o cartola. Veja abaixo alguns tweets de torcedores contra o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva:

 

 

 

Gui Dallaqua@guilhermedo

É o mínimo.
Esses são os verdadeiros cânceres do São Paulo, junto com o sr. Leco

Daniel Perrone ♔

@danielperrone

Torcedores pedeiram a saída de Leco e hostilizaram bastante os conselheiros presentes. Vejam as cenas:

Vídeo incorporado

Veja outros Tweets de Gui Dallaqua

 

??Com a derrota, o São Paulo se mantém na segunda posição do grupo D do Campeonato Paulista, com 14 pontos, três abaixo do líder Ituano e dois acima do Oeste. Caso o time de Itápolis derrote o Corinthians amanhã, o São Paulo sai da zona de classificação para as quartas de final do Campeonato Paulista e vai para a última rodada dependendo de outros resultados para conseguir a vaga. O próximo compromisso do Tricolor é contra o São Caetano, quarta-feira (20), 21h30, no estádio Anacleto Campanella.

 

Fonte: 90min

Presidente do SP descarta renúncia; Conselho cobra valor de Diego Souza

A reunião do Conselho Deliberativo do São Paulo de hoje à noite teve momentos de tensão. Pressionado por parte da torcida, o presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, descartou sob qualquer hipótese renunciar ao cargo. Segundo apurou o UOL Esporte, o mandatário disse não ter recebido qualquer lista de assinaturas contra a sua gestão e não ter jamais cogitado a possibilidade de sair antes do término de seu mandato – em 2020.

O presidente também deve entrar com uma representação no Conselho de Ética contra o conselheiro Sidney Costa Gonçalves, que o teria acusado de receber supostas comissões em negociações em um grupo de whatsapp.

Ainda no encontro, após o discurso de Leco, a mesa leu o relatório apresentado pelo Conselho Fiscal. Na peça que o UOL Esporte teve acesso, a gestão é questionada. Entre os principais problemas apresentados está o departamento de futebol.

Um exemplo de suposta má gestão seria a contratação de Diego Souza. De acordo com os valores apresentados pelo Conselho, o clube precisou desembolsar: R$ 10 milhões para o Sport; R$ 1 milhão em contrato luvas; R$ 1 milhão em imagem e R$ 1,46 milhão de comissão para dois agentes: Fabio Mello e Brazil Soccer.

Fora dos planos do técnico Cuca, Diego Souza acertou empréstimo até o fim desta temporada com o Botafogo.

 

Fonte; UOL

Tricolor “esquece” discussão sobre eleição direta para presidente

Um dos pontos mais elogiados do estatuto implantado pelo São Paulo em 2017 era a predisposição a tornar o clube mais democrático, com exigências por um estudo de viabilidade para realização de eleições diretas para a presidência. A atual gestão, porém, está atrasada com o projeto e, por enquanto, decidiu seguir com o modelo indireto, no qual o presidente é eleito somente pelo voto de membros do Conselho Deliberativo.

A decisão parcial foi tomada em setembro do ano passado, quando um estudo foi apresentado em reunião do Conselho de Administração. O documento não recomendou as eleições diretas, parecer que foi aprovado por unanimidade pelos presentes no encontro: o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, Adilson Alves Martins, José Eduardo Mesquita Pimenta, Julio Casares, Márcio Aith, Saulo de Castro e Silvio Medici. Julio Conejero e Roberto Natel não participaram da referida reunião.

Segundo a ata desse encontro do Conselho de Administração, disponíveis no portal de transparência do site oficial do São Paulo desde a semana passada, as eleições diretas foram o quinto item discutido no dia 24 de setembro do ano passado, com as seguintes palavras:

e) O Presidente entregou o Parecer da Comissão Representativa dos Poderes do São Paulo Futebol Clube, que foi totalmente contrário à realização de eleição direta pela Assembleia Geral da Diretoria Eleita do São Paulo Futebol Clube. Todos apoiaram o Parecer.

De acordo com o estatuto do São Paulo, votado em 2016, o presidente eleito em 2017 teria o “prazo improrrogável” de um ano, a partir do início das atividades do Conselho de Administração, para elaborar “um estudo de viabilidade sobre a possibilidade de eleição direta pela Assembleia Geral dos membros da Diretoria Eleita”. A ideia era envolver sócios do clube social e até “integrantes adimplentes do programa Sócio Torcedor”.

O presidente eleito em abril de 2017 foi Carlos Augusto de Barros e Silva. No mês seguinte, o Conselho de Administração foi inaugurado. Sendo assim, Leco deveria apresentar esse estudo para voto até maio de 2018, mas isso só aconteceu quatro meses mais tarde do que é exigido pelo estatuto. O documento foi feito por uma comissão nomeada por Leco, que contava com representantes de seis áreas do clube:

um representante do Conselho Consultivo;
um representante do quadro de associados;
um representante da diretoria;
um representante do Conselho Deliberativo;
um representante do Conselho Fiscal;
um representante do Conselho de Administração

Depois de passar pelo CA, seria preciso levar o parecer – fosse ele favorável ou contrário às eleições diretas – para discussão no Conselho Deliberativo e no Conselho Consultivo. Não há, no estatuto, um prazo para essa entrega, mas a expressão “simultaneamente” consta no documento de forma ambígua.

A dúvida é sobre a entrega precisar ser feita ao mesmo tempo para os dois órgãos, mas sem prazo definido, ou feita imediatamente após a decisão do CA. De qualquer forma, depois de recebido e analisado o parecer, o CC teria 30 dias para deliberar e entregar um novo parecer ao CD, que teria mais 30 dias para se decidir.

A reportagem, entretanto, ouviu diversos conselheiros que asseguram que o debate sobre as eleições diretas nunca aconteceu no CD. O presidente do Conselho Deliberativo, Marcelo Pupo, confirma e justifica: “Estou no aguardo do parecer do Consultivo”. Os representantes do CC procurados também negam que o assunto tenha sido abordado por lá. Coincidentemente, o presidente do Consultivo é José Eduardo Mesquita Pimenta, um dos integrantes do Conselho de Administração presentes na reunião de setembro de 2018.

Nos últimos dias, após os primeiros contatos da reportagem, o ofício com a decisão do CA, enfim, foi repassado ao CC, mas ainda não há uma data definida para que a análise e a votação do estudo aconteça. Até lá, o Conselho Deliberativo segue esperando.

Se em algum momento o CD recomendar as eleições diretas, uma Assembleia Geral Extraordinária deveria ser convocada, em no máximo 60 dias, para que os sócios pudessem votar sobre o tema. Em caso de vitória das eleições diretas, o próprio estatuto deveria passar por nova reforma.

Com base nos prazos máximos estipulados pelo estatuto, todo o processo deveria terminar em julho de 2018, em caso de negativa, ou em setembro de 2018, em caso de aprovação. Ou seja, já são cinco meses de atraso e nenhuma explicação sobre a negativa inicial sobre as eleições diretas.

SEPARAÇÃO ENTRE FUTEBOL E SOCIAL TAMBÉM CONGELOU

Em moldes parecidos com o estudo de viabilidade para as eleições diretas, o estatuto obrigava a confecção de um documento para discutir uma eventual separação entre clube social e futebol no São Paulo. Os prazos, no entanto, também não foram cumpridos pelo CA, que recebeu o estudo há mais de um ano, não aprovou o conteúdo, mas ainda não o devolveu aos responsáveis para possíveis correções. Recentemente, o órgão pediu mais 90 dias para avaliar o projeto.

 

Fonte: UOL

Em entrevista à radio Jovem Pan Marco Aurélio Cunha fala sobre se candidatar a presidência do São Paulo

Os quase sete anos sem títulos, a pressão sobre o presidente Leco e a ausência de um nome forte na oposição colocaram sobre Marco Aurélio Cunha as expectativas sobre uma possível candidatura à presidência do São Paulo em 2020. E o próprio Marco Aurélio Cunha já admite tal possibilidade. Em entrevista exclusiva a Flavio Prado , o médico e ex-dirigente tricolor Fdisse ter boa relação com Leco, mas criticou aquilo que classificou como “falta de profissionalismo” e, em uma clara mudança de tom, deu e entender que é o melhor nome possível para assumir o clube daqui a dois anos, quando o próximo presidente assumirá.

“O São Paulo passa por uma crise de objetivos”, definiu Marco Aurélio Cunha. “Eu votei no presidente Leco esperando coisas maiores. Tenho boa relação com ele, sou bem respeitoso, mas precisamos de um plano de governo mais eficaz. Metas a serem atingidas, variar menos as opções e talvez não ter desejos de que as coisas aconteçam, mas sim profissionalismo para escolher o melhor caminho para o São Paulo. Eu acho que tem muita gente opinando e talvez pouca gente podendo construir um caminho profissional para o clube. Para mim, o São Paulo precisa se orientar melhor. Sou muito amigo do Raí, tenho conversado esporadicamente com ele, mas parece que eles continuam rodando no mesmo lugar, em ciclo e sem caminhar para frente”, acrescentou.

Hoje coordenador das Seleções femininas da CBF, Marco Aurélio Cunha é um dos nomes mais importantes da política são-paulina. Por causa, principalmente, da força que possui junto à torcida. Dirigente do clube no último período de glórias do São Paulo, entre 2005 e 2008, Cunha é apontado por muitos torcedores como o nome ideal para assumir o Tricolor após a gestão de Leco, que se encerra em 2020. Questionado se tal desafio caberia em sua carreira, Cunha não hesitou.

“Cabe, porque, até 2021, a minha vida talvez esteja bem regularizada, bem razoável”, afirmou. “Mas o que falta ao São Paulo é ter um conselho que reconheça quem são as pessoas que podem fazer o melhor para o clube. Eu não sou um empresário milionário, não sou um cientista político… Sou um homem do esporte. Faço futebol há 40 anos. Será que tem alguém com o currículo similar ao meu? Se tiver, eu voto. Agora… Não adianta ser banqueiro e não entender de futebol, não adianta ser o maior empresário do Brasil e não entender de futebol. A gestão é entender de futebol em sua essência. E, isso, eu tenho”, finalizou.

 

Fonte: Jovem Pan

Petraglia ataca Juvenal, ex-presidente do SP: ‘Deve estar no inferno’

Presidente do Conselho Deliberativo do Athletico, Mario Celso Petraglia ainda não esqueceu do entrave com o São Paulo entre 2005 e 2007. Durante participação no programa “Bola da Vez”, da “ESPN”, o dirigente atacou o ex-presidente do clube do Morumbi Juvenal Juvêncio, que morreu no final de 2015.”Deve estar ardendo no inferno o Juvenal Juvêncio. Nos tirou o Dagoberto e nos tirou da Libertadores. Os corruptos ou estão presos ou estão mortos”, disparou.Os problemas entre os dois times começaram em 2005, quando se enfrentaram na final da Libertadores. Na ocasião, o Athletico foi impedido de usar a Arena da Baixada, por ter na época menos de 40 mil lugares, e teve que jogar como mandante no Beira-Rio, em Porto Alegre. Na época, o clube paranaense acusou o São Paulo de ter pressionado a Conmebol para que o veto acontecesse.A situação piorou dois anos depois. Dagoberto travava uma batalha judicial contra o Athletico, que tentava prolongar o vínculo do atacante. Ele acabou ganhando na Justiça, pagou a multa de R$ 5,4 milhões e fechou com o São Paulo. A diretoria paranaense chamou o caso de uma estratégia “selvagem”.