Ceni defende trabalho no São Paulo, lamenta falta de investimento e deixa futuro no Fortaleza em aberto

A passagem de Rogério Ceni pelo São Paulo ainda é assunto mesmo o treinador estando no comando do Fortaleza uma temporada depois da demissão. Atual líder da Série B com o Leão, o comandante falou da sua passagem pelo Tricolor e lamentou a falta de dinheiro para contratação.

“Ah, eu acho que a gente nunca é injustiçado. Não pode ficar se lamentando. Foi uma grande oportunidades. Nós vendemos R$ 180 milhões em jogadores. Nosso grupo que foi para a Florida Cup tinha 12 jogadores formados em Cotia, ou seja, quase 50% do elenco“, contou Ceni em entrevista ao ex-treinador Muricy Ramalho.

“Ano passado nós montamos um time com menos de R$ 1 milhão e esse ano foi investido mais de R$ 50 milhões para investir para montar o time. Tem uma grande diferença, mas de alguma forma demos lucro. Mas lógico que gostaria de ter ficado mais tempo, completado o ano“, completou.

Em 2018, o São Paulo não economizou para tentar acabar com o jejum de seis anos sem títulos e gastou com Diego Souza, Everton, Jean, Tréllez, Gonzalo Carneiro e Everton Felipe. Ainda trouxe Bruno Peres, da Roma-ITA, por empréstimo para repor a venda de Militão ao Porto.

Muricy Ramalho lembrou que teve um início como treinador do Tricolor conturbado e alcançou o sucesso em seu retorno, e questionou se o ex-goleiro deseja retornar. “Quem sabe um dia apareça a oportunidade. Se eu for merecedor, se tiver alguém no futuro lá dentro e eu no momento ok, não tem porque não acontecer“, destacou.

Com as duas mãos no título da Série B, o trabalho de Ceni é visto com bons olhos no mercado, vê boatos de possível ida a Flamengo e só quer pensar no que fazer em 2019 após o fim da atual temporada. “Depois de eu entregar o que me comprometi aqui no Fortaleza, que é se manter entre os primeiros e dar a arrancada para a vaga na Série A…. Depois eu vou pensar e ver o que fazer”, disse, sem descartar uma permanência no clube“, finalizou.

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5 grandes jogadores que prolongaram a carreira por 3x mais tempo

Passar pelo futebol muitos passam. Mas é preciso marcar época! No Brasil e no mundo, há diversos exemplos de jogadores que não conseguem tocar uma carreira adiante. Porém, os bons exemplos também precisam ser ressaltados! Volta e meia, tem aquele ídolo de uma torcida ou até de uma nação inteira que leva sua profissão ao máximo possível. Por isso, relembramos cinco nomes que fizeram história dentro das quatro linhas não apenas pelos gols, defesas ou títulos conquistados, mas por ter conseguido atuar em alto nível por 3x mais tempo!

1- Zé Roberto

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O meia teve uma carreira para lá de regrada. Jogou na Europa, disputou Copa do Mundo e, no Brasil, só passou por grandes clubes. Em 2017, quando vestia a camisa do Palmeiras, resolveu pendurar as chuteiras aos 43 anos.


2- Pirlo

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O italiano desfilou sua técnica até os 38 anos. Foi ídolo de Milan e Juventus, tendo conquistado duas Liga dos Campeões da Europa ao longo da carreira. Sem contar, claro, que levou a Itália ao título mundial de 2006.


3- Rogério Ceni

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Depois de 42 anos de vida e 25 de uma carreira repleta de títulos com a camisa do São Paulo, o goleiro Rogério Ceni deixou de lado as luvas em 2015 para, logo em seguida, se tornar treinador. É mais um exemplo de quem cuidou, e muito, de sua parte física.


4- Toti

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Está para surgir uma despedida mais emocionante do que a do italiano na Roma. Foram 786 partidas pelo time. Ao longo da carreira, assim como Ceni, vestiu uma única camisa. Portanto, deixou os gramados para se tornar um eterno ídolo dos torcedores.


​5- Romário

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​O Baixinho foi praticamente o “Pelé da grande área”. Poucos sabiam dominar aquele terreno como ele. Em 2008, aos 42 anos, deixou os gramados. No ano seguinte, ainda voltou para realizar o sonho do pai e vestir a camisa do América-RJ. Mas a passagem foi breve.

Rogério Ceni elogia são paulino e torcida repercute de forma inesperada

​O ​São Paulo busca um substituto para Rogério Ceni desde a sua aposentadoria, em 2015. Vários atletas foram utilizados na posição, porém, nenhum deles se firmou como, sempre deixando em aberto espaço para críticas.

Nesse domingo, em participação no ​Resenha Espn, Ceni aproveitou para exaltar o goleiro Sidão, que vem sendo titular do técnico Diego Aguirre na briga pelo título brasileiro.

”Eu acho que o Sidão tem sido um dos grandes goleiros do campeonato. É um time forte, alto, ele trabalha bem com os pés, tranquilo, com a faixa de capitão… Não é para qualquer um. O Sidão pode ser o goleiro do novo título Brasileiro”, declarou.

Porém, mesmo com o São Paulo na liderança, Sidão continua recebendo questionamentos dos torcedores. Nas redes sociais, muitos internautas repercutiram a fala do ídolo, já que a sua contratação foi um pedido da época que ele treinava o clube.

jason@jasongomesfe

Por isso que o Rogério Ceni é tão narigudo, mentir demais faz o nariz crescer, ñ precisava o Ceni criticar o Sidão, mais também não precisava falar isso, nós torcedores ñ somos trouxas
Mais segue o jogo

spfc24horas.com.br@SPFC24Horas_

🎙️ Rogério Ceni sobre Sidão:

“O Sidão vem jogando muito bem pelo São Paulo, melhor do que ano passado, quando eu trouxe. Talvez fosse uma grande novidade um clube como o São Paulo. O Sidão vem sendo um dos grandes goleiros do campeonato, o São Paulo toma poucos gols”

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Renata Hazard@rehmontenegro

Rogério Ceni defendendo o Sidão… Só pode ter sido ironia

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Emerson🚶‍♂️@emersonchip

Rogério Ceni elogiou tanto o Sidão ontem, que se eu fosse o São Paulo mandava ele pro @FortalezaEC

Rivaldo Gomez@RivaldoGomez05

Concordo! O Ceni falar que o Sidão é um dos melhores goleiros do campeonato, foi insano!

Lene Santana 🇾🇪 Ari 🔴⚪⚫👊@LeneSantanna

Contesto sim. O fato de Rogério Ceni ser meu ídolo, não quer dizer que ele seja o dono da verdade. E claro que Ceni vai elogiar Sidão, até porque o questionado Sidão veio para o São Paulo com aval de Ceni. Continuo com minha opinão. Sidão é frangueiro, fraco e chama gol.

25 anos da estreia de Rogério Ceni pelo São Paulo

Há exatos 25 anos começava a era Rogério Ceni no São Paulo FC. No clube desde setembro de 1990, o goleiro estreou no time principal no dia 25 de junho de 1993, em uma excursão à Espanha. Curiosamente, a primeira partida do arqueiro são-paulino marcou também o fim de outra grande fase: Poucos dias antes, Raí despediu-se pela primeira vez do Tricolor, quando partiu rumo à Paris, após golear o Santos por 6 a 1. Quis o destino que o primeiro jogo do clube após o “até logo” do camisa 10 fosse justamente a estreia do camisa 01.

Rogério Ceni estreou muito longe do Morumbi. Na intertemporada de 1993, o time foi à Europa disputar um torneio amistoso chamado Troféu Santiago de Compostela. Lá, na famosa cidade integrante dos “Caminhos Sagrados de Santiago”, a jornada santa do atleta teve início. O primeiro jogo foi contra o modesto Tenerife. Com ele, também estrearam o atacante Guilherme e o meio-campista Juninho – O primeiro marcou quatro gols na partida!

“Na época, o Zetti estava na Seleção Brasileira e surgiu a oportunidade de estrear. Quando viajei para a disputa do torneio, eu esperava ficar no banco, mas na preleção fui informado que iria para o jogo. Fiquei muito contente e ansioso, porque tinha apenas 20 anos de idade e iria defender o São Paulo pela primeira vez”, relembrou Rogério Ceni ao site oficial.

E começou da melhor maneira possível: um pênalti defendido logo na estreia e outro na partida que valeu o primeiro título profissional da carreira do ídolo. Prêmio ainda maior foi ser reverenciado, de joelhos, pelo vitorioso Toninho Cerezo, que atribuiu aquela conquista ao novato.

“Quando defendi o pênalti contra o Tenerife ganhei mais confiança e daí em diante fui me firmando. Na final contra o River, consegui pegar mais um pênalti e fomos campeões. Estrear, pegar duas cobranças seguidas e ganhar um torneio internacional foi muito importante para mim”, disse Ceni. Foram as duas primeiras, de 51 cobranças de pênaltis defendidas em toda a carreira do goleiro.

Após esses primeiros passos, Rogério Ceni ficou ainda por mais três anos no banco de reservas do Tricolor. Em 1997, assumiu a titularidade da posição. No mesmo ano, marcou o primeiro gol da carreira. E não somente: mais de mil jogos (1237), mais de uma centena de gols (131) e 12 títulos conquistados dentro de campo, além de vários recordes mundiais e uma única certeza: a de ter marcado o próprio nome na história do São Paulo Futebol Clube e do futebol mundial.

SÃO PAULO 4 X 1 TENERIFE

Local: Estádio Municipal San Lázaro, Santiago de Compostela (ESP)
Data: 25/06/1993
Árbitro: Puentes Leira de Ferrol (Espanha)
Público: 2 mil pessoas
Gols: Guilherme (4)

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Vítor, Lula, Ronaldão (Gilmar, 37/2) e Ronaldo Luís (Marcos Adriano, 37/2); Pintado, Dinho, Toninho Cerezo (Juninho, 25/2) e Gustavo Matosas; Douglas (Jamelli, 37/2) e Guilherme. Técnico: Márcio Araújo.

TENERIFE: Agustín; Llorente, Toño, Matta (Toni) e Berges; César Gómez/capitão, Chano, Felipe e Quique Estibaranz; Castillo e Dertycia. Técnico: Jorge Valdano.

 

 

saopaulofc.net

Miranda escala Ceni e mais dois ex-são-paulinos no seu time dos sonhos; confira

Miranda, titular da seleção brasileira e um dos homens de confiança de Tite, ‘imitou’ o treinador por um dia e escalou seu time dos sonhos da carreira. A pedido do GloboEsporte.com, o zagueiro usou o clássico sistema do 4-4-2 para montar sua equipe só com jogadores com quem jogou ao lado.

Tricampeão brasileiro pelo São Paulo, Miranda reconheceu três ex-são-paulinos que fez fez história junto consigo. No gol, Rogério Ceni foi unanimidade dentre todos em que jogou junto. Na zaga, Alex Silva, seu companheiro nos títulos brasileiros de 2006 e 2007, foi o escolhido. Atualmente o defensor está no Jorge Willstermann-BOL.

Já no meio-campo, Hernanes foi escalado pelo zagueiro de 33 anos. O ‘Profeta’ foi tricampeão brasileiro ao lado do atual jogador da Inter de Milão.

No mais os jogadores escalados por Miranda em seu time dos sonhos atuaram ao seu lado na Europa ou na seleção brasileira. Destaque para Filipe Luis e Rafinha, nas laterais, Diego, no meio-campo, e o hispano-brasileiro Diego Costa.

CONFIRA O TIME DOS SONHOS DO MIRANDA

Rogério Ceni; Rafinha, Godín, Alex Silva e Filipe Luis; Brozovic, Hernanes, Koke e Diego; Diego Costa e Falcao Garcia

Em fevereiro deste ano, Miranda projetou sua volta ao Brasil apenas em 2019. Identificado com o São Paulo, ele admitiu prioridade ao clube do Morumbi.

“Tenho um carinho grande pelo São Paulo, pelo torcedor são-paulino, e a prioridade se eu voltar seria o São Paulo. Mas sou profissional, se um dia voltar vai depender das propostas. Se for mais ou menos igual ao parecida, vou escolher o São Paulo porque lá foi minha casa durante muito tempo, então tenho um carinho muito grande”, disse o zagueiro.

 

Com oito jogos a menos no Brasileiro, Aguirre supera Ceni e Dorival no SP

 Em menos de três meses de São Paulo, não é exagero dizer que Diego Aguirre fez história no clube. No último sábado (9), o treinador uruguaio comandou o Tricolor na primeira vitória do time contra o Atlético-PR desde a fundação da Arena da Baixada, em 1999, em Curitiba. Mas, além do triunfo inédito, os números ajudam a mostrar a boa performance do técnico neste início de trabalho.Em apenas 11 jogos no Campeonato Brasileiro, ele superou o rendimento do Tricolor dirigido por Rogério Ceni e por Dorival Júnior no primeiro turno do nacional de 2017. Na ocasião, o ex-goleiro foi o treinador do time, coincidentemente, em 11 confrontos, sendo Dorival o técnico em seis jogos e Pintado em um (interino no clássico com o Santos). Com os três, o São Paulo somou 19 pontos em 19 partidas (cinco vitórias, quatro empates e dez derrotas) e teve aproveitamento de 33%.
“Parece que faz muito tempo que estamos no São Paulo, porque tem muitos jogos. Mas semana que vem vai fazer três meses apenas que estou como treinador. As coisas vão bem, acho que cada vez melhor. É impossível pensar nisso sem o trabalho e dedicação dos jogadores, com o sacrifício do dia a dia”, disse Aguirre.Com o uruguaio, o São Paulo tem 20 pontos em 11 jogos (cinco vitórias, cinco empates e apenas uma derrota) com aproveitamento de 60,6%. Se comparado com os jogos de Rogério Ceni, a diferença é grande também. Até ser demitido, o ídolo tinha trabalhado em três vitórias, dois empates e seis derrotas – deixando a equipe na zona do rebaixamento.”O São Paulo estava em um lugar que não merecia por sua história e torcida. Os jogadores sabiam disso. É injusto falar de um só jogador nesse momento. Todos estão em um nível altíssimo. O mérito é de todos”, afirmou o treinador.Antes da pausa para a Copa do Mundo, o São Paulo volta a jogar nesta terça-feira (12), no Morumbi, contra o Vitória. “Não temos uma semana para trabalhar, o tempo [antes do vitória por 1 a 0 sobre o Atlético-PR] foi mais para recuperar os jogadores, não tem como trabalhar muito em cima do jogo seguinte”, disse o técnico.