André Jardine lembra de passagem pelo São Paulo e revela mágoa com Mancini e fisgada que brecou Hernanes

Atual técnico da Seleção Brasileira sub-23, que buscará uma vaga na Olimpíada de Tóquio no Torneio Pré-Olímpico da Colômbia, neste mês, André Jardine lembrou de sua passagem pelo São Paulo em entrevista ao Bola da Vez, da ESPN Brasil. Ele revelou que ficou chateado com declarações de Vagner Mancini, que foi o treinador interino do Tricolor logo após a sua saída e chegou a declarar após uma vitória sobre o Ituano, nas quartas de final do Paulistão, que aquela tinha sido “a estreia do São Paulo em termos táticos na temporada”.

– Sou obrigado a dizer que não gostei de algumas declarações pós-jogos. Ele fez algumas críticas indiretas, se referindo a evoluções, sendo que ele fazia parte também do trabalho anterior. Você não pode falar em evolução se também é parte do problema, mas entendo, porque o Mancini é um treinador e agora tem certeza disso. Naquela época talvez ele vivesse um dilema, se queria ser treinador ou ficar na coordenação, e acho que ele resolveu isso dentro dele, deixou claro para todo mundo e inclusive saiu por não ser efetivado no cargo – disse Jardin

Mancini chegou ao São Paulo no princípio de 2019 como coordenador-técnico. Mesmo tendo dito em sua apresentação que não seria treinador em nenhuma hipótese, aceitou dirigir a equipe enquanto Cuca se recuperava de um problema de saúde e pediu demissão quando Fernando Diniz foi contratado, acusando os dirigentes de terem prometido que o cargo seria dele e mudado de ideia após pressão dos jogadores, sobretudo Daniel Alves.

– Como coordenador, ele seria um cara com experiência de campo, um cara para trocar ideia de jogo, mas fundamentalmente um cara para fazer essa aproximação entre treinador e diretoria. Eu queria ter, ao lado da direção, uma pessoa que tivesse 100% de consciência daquilo que a gente estava fazendo, das ideias, porque eu sabia que em algum momento iria fazer coisas não triviais e o pessoal poderia dizer: “ih, será?”. Eu queria que alguém defendesse o trabalho e o Mancini surgiu como essa alternativa. Ele não queria vir, eu acabei ligando pessoalmente explicando a importância. Eu dei o aval. Não sei (se ele defendeu o trabalho), quero acreditar que sim. É uma pessoa que eu gosto, um amigo que eu tenho. Não temos tanta relação, mas eu respeito bastante. Ele estava ali, sabe tudo o que aconteceu, sabe o por quê de cada escalação e de cada estratégia, então tinha condição de defender – emendou Jardine.

O treinador também falou sobre as dificuldades que Hernanes teve ao longo de 2019. Ele citou uma fisgada na coxa ainda na pré-temporada como uma das possíveis causas para o rendimento abaixo do esperado do Profeta.

– Ele chegou em uma pré-temporada que praticamente não existiu (na Florida Cup), e não porque a gente quis, mas porque o calendário espremeu. Quando se aceitou o convite, não se imaginou a situação de pré-Libertadores. No momento que eu assumo, não tem mais a escolha de ir ou não ir, a gente tinha que ir por efeito de contrato. Sabíamos que ia atrapalhar um pouco, mas resolvemos lutar com a adversidade e fazer daquilo ali uma coisa positiva. O Hernanes teve pouco tempo, a gente entendia que ele tinha que jogar porque precisava de ritmo. Julgamos ideal que ele jogasse 45 minutos (por jogo), para não esticar demais e nem de menos. O prazo da pré-Libertadores era o meu prazo, mas era o dele também. Naqueles jogos ele tinha que estar bem para fazer a diferença. A gente conduziu tudo na ponta dos dedos, mas no último dia de pré-temporada ele sentiu um desconforto na posterior. Foi uma pena. Nem foi um treino forte, era leve, mas ele diz que em uma das últimas finalizações ele chutou e a musculatura deu um “oi”. Ali atrasou um pouquinho, a gente teve que segurar no início do Paulista, ele perdeu ritmo, não treinou com a mesma força que os outros. Ele continuou lutando o ano todo para chegar no seu ideal e ainda não conseguiu, mas eu não tenho dúvida de que vai produzir ainda e dar muita alegria para a torcida do São Paulo.

Multi-campeão no sub-20, Jardine virou auxiliar de Diego Aguirre em 2018 e tornou-se treinador do profissional nas cinco rodadas finais daquele Brasileirão. Em 2019, dirigiu o time por dez partidas e foi demitido após perder para o Talleres (ARG) na fase preliminar da Libertadores.

Lance

São Paulo não pensa em contratar um substituto para vaga de Mancini

Ao menos por enquanto, o São Paulo não cogita contratar um profissional para ocupar a vaga de coordenador técnico.

Vagner Mancini pediu demissão do cargo na última quinta-feira, quando o clube fechou com Fernando Diniz para assumir o comando da equipe. Uma possibilidade seria puxar alguém que já trabalha no Tricolor paulista ou buscar alguém no mercado em um futuro próximo.
Mancini foi apresentado no início deste ano como substituto de Ricardo Rocha. Na época, tanto ele quanto o São Paulo garantiram que não haveria possibilidade de ele ser alçado para dirigir o time.

Porém, com a queda de André Jardine e a licença médica de Cuca, ele foi o responsável por comandar a equipe durante parte do Paulista. (Por Arthur Sandes e José Eduardo Martins)

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Ricardo Rocha critica Mancini e revela mesmo convite a ele em 2018 após a queda de Diego Aguirre; confira

A saída de Vagner Mancini do São Paulo segue dando o que falar. Após a saída de Cuca no comando técnico da equipe, na última quinta-feira (26 de setembro), o executivo de futebol Raí chegou a afirmar, em entrevista coletiva, que o então coordenador de futebol, comandaria a equipe na partida contra o Flamengo. No fim do mesmo dia, o Tricolor Paulista anunciou a contratação de Fernando Diniz como novo treinador do time. Tal decisão foi suficiente para fazer Vagner Mancini deixar o clube.

Durante o Jogo Sagrado, do Fox Sports, desta segunda-feira (30), o comentarista Ricardo Rocha comentou sobre a saída de Vagner Mancini, e revelou um convite feito pela diretoria em 2018, quando era coordenador de futebol do clube.

“Vou revelar uma coisa aqui que aconteceu comigo. Eu nunca falei isso do São Paulo. Quando Diego Aguirre caiu (em 2018), eu estava na mesa com o presidente e uns dirigentes. Teve um que falou assim ‘Você assumiria como treinador?’ Eu disse ‘Não. Essa não é minha função, eu não vim aqui pra ser treinador. Eu sou coordenador técnico’. Eu falei na hora. Eu poderia, com todo nome que eu tenho, pedir uma chance.

Eu tenho certeza que naquele momento, eu talvez pudesse mudar aquilo e seguir como treinador, mas não era o que eu queria. O que eu sei é que o Vágner Mancini, eu adoro o Vágner, que ele queria ser coordenador, não queria mais ser treinador. Então, a partir do momento, se o Raí fala, ele queria ser treinador. Eu acho que ele não tinha que ser treinador. Ele tinha que falar ‘Raí, eu sou coordenador. Raí, eu não quero ser treinador’”, afirmou Ricardo Rocha.

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Dani Alves se esquiva sobre polêmica com Mancini: ‘Não tenho esse poder’

Paralelamente ao jogo, o assunto sobre a contratação de Fernando Diniz também foi abordado. Na manhã deste sábado, houve um áudio vazado de Vagner Mancini, em que conta o porquê de seu pedido de demissão e diz que Daniel Alves pediu a contratação do novo técnico tricolor. O lateral do São Paulo comentou sobre a polêmica e afirmou que não tem o poder.

– Não mentor. Minhas mentorias são mais caras, não são tão baratas assim. Mas se está falando muito desinformado das coisas. Nós, como capitães e jogadores mais experientes, quando somos questionados pelo clube damos nossa opinião. Mas evidente que as decisões são tomadas pelo clube. Tentamos sempre pensar no São Paulo, em alguém que implemente algo diferente do que estamos acostumados. Estamos muitos felizes pela vinda dele para o comando. A equipe está assimilando bem a proposta dele, tenho certeza que vai se criar uma identidade – disse.

– Se eu tivesse esse poder queria ter em casa, mas nem em casa tenho esse poder, imagina no São Paulo. A gente preza pelo bem do São Paulo, pelo crescimento do clube. Não pensamos nunca no individual, no bem para nós. É isso o que vamos prezar, independente do que estejam falando – complementou.

Daniel Alves também comentou que não guarda mágoa com Mancini e cita uma relação respeitosa.

– Não. É o que eu estou falando. É uma declaração de algum momento ‘calientão’. Possa vir a comentar com algum amigo, interno, mas sempre as coisas saem, não sei porque. Mas volto a insistir, vou ficar com o puta cara que conheci, uma relação respeitosa o tempo inteiro, não vou guardar nenhuma mágoa ou rancor – afirmou

Lance

Vagner Mancini pede demissão e não é mais coordenador técnico do São Paulo

Vagner Mancini não é mais coordenador técnico do São Paulo. Com o anúncio de Fernando Diniz como substituto de Cuca no comando do time, o profissional decidiu pedir demissão.

Veja abaixo a nota oficial de Mancini:

Acredito, como coordenador, que a diretoria do São Paulo Futebol Clube deve estar livre na tentativa de recuperação do time e do clube para alcançar resultados que a torcida espera e merece. Por isso, comunico meu desligamento do São Paulo. Desejo tranquilidade e leveza no desafio de uma reestruturação e no trabalho da nova comissão técnica.

Trabalhar no São Paulo foi um orgulho e honra para mim. Assumir uma nova função foi um grande desafio. Contribui ao máximo para desenvolver uma boa gestão e garantir integração e o bom funcionamento entre os setores do clube. Depois de nove meses de trabalho, me orgulho da oportunidade de ter estado a frente deste grande clube em nove jogos e levar o time a uma final de Campeonato Paulista, reerguer o grupo numa fase tão difícil foi uma realização profissional.

Agradeço a todos os profissionais do São Paulo pela convivência e aprendizado, especialmente a todos que confiaram em mim. Guardarei com carinho os melhores momentos enquanto representei essa camisa.

Minha admiração e torcida por este clube será eterna.

Cordialmente,

Vagner Mancini

Vagner Mancini ficou nove meses como coordenador técnico do São Paulo — Foto: Marcos RibolliVagner Mancini ficou nove meses como coordenador técnico do São Paulo — Foto: Marcos Ribolli

Vagner Mancini ficou nove meses como coordenador técnico do São Paulo — Foto: Marcos Ribolli

 

Globo Esporte

Após saída de Cuca, Mancini será quem comandará o São Paulo diante do Flamengo

A diretoria do São Paulo já anunciou quem será o técnico do time no duelo contra o Flamengo no próximo sábado. Após a saída de Cuca, o coordenador de futebol do clube, Vagner Mancini, será o técnico interino da equipe, pelo menos até a próxima semana. Ele segue na função até a definição do nome do novo comandante.

“O Mancini vai comandar a equipe nesse jogo contra o Flamengo, e depois a gente vai pensar. Mas já fica definido que o Mancini vai comandar nos próximos jogos”, disse Raí, o executivo de futebol do São Paulo.

Cuca entregou o cargo após a derrota por 1 a 0 para o Goiás na noite de ontem (25), no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro. Ele havia assumido o Tricolor no começo de abril, durante o mata-mata do Paulistão. Desde então, comandou o time em 26 partidas oficiais e teve 47,4% de aproveitamento (nove vitórias, dez empates e sete derrotas). Tais números estão acima de André Jardine (41%), mas ligeiramente abaixo da última atuação “tampão” de Mancini (48%) e bem aquém da passagem de Diego Aguirre (55,8%).

Mancini já tinha assumiu o time interinamente entre fevereiro e março, após a queda de Jardine. Na ocasião, o coordenador treinou o time por nove jogos, com três vitórias, quatro empates e duas derrotas.

A derrota de ontem foi o sétimo tropeço do São Paulo como mandante neste Brasileirão. A equipe venceu apenas um dos últimos seis jogos, por isso ficou para trás na disputa pelo título: são 13 pontos de desvantagem para o líder Flamengo. O time carioca é justamente o próximo adversário do Tricolor, que visita o Maracanã às 19 horas (de Brasília) deste sábado (28), pela 22ª rodada do Brasileirão.

UOL

Titular com Mancini, Luan precisará reconquistar espaço com Cuca

Titular absoluto do São Paulo sob o comando de Vagner Mancini, Luan terá de convencer o técnico Cuca de que merece seguir com o mesmo status no elenco. Após sofrer estiramento na coxa esquerda na decisão do Campeonato Paulista contra o Corinthians, o volante tricolor deve voltar a ficar à disposição no próximo domingo, no duelo com o Bahia, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.

Revelado pelas categorias de base do São Paulo, Luan foi um dos garotos que ajudaram a levar o time à final do Campeonato Paulista após uma primeira fase bastante ruim na competição. Com Hudson sendo improvisado como lateral-direito, coube ao garoto vindo de Cotia assumir a responsabilidade de exercer a função de primeiro volante na fase decisiva do torneio e rapidamente se tornou um dos xodós da torcida.

Combativo e com bom passe, Luan chegou até mesmo a abandonar o papel de cabeça de área em certos momentos para auxiliar na transição ofensiva, dividindo a função com Liziero, segundo volante titular da equipe comandada pelo então técnico interino Vagner Mancini. Juntas, as crias de Cotia foram bastante importantes na semifinal do Paulistão, em que o Tricolor eliminou o Palmeiras em pleno Allianz Parque.

Sem sentir o peso da responsabilidade, Luan seguiu como titular na final contra o Corinthians, porém, o jovem atleta não contava com uma lesão já na reta final da partida decisiva, em Itaquera. Como se não bastasse a perda do título, o volante teve de se conformar com o fato de não poder entrar em campo já no fim de semana seguinte graças a um estiramento no músculo posterior da coxa esquerda.

Nesta terça-feira, enquanto o elenco são-paulino recebeu folga depois da vitória contra o Fortaleza fora de casa, Luan treinou com bola ao lado de Alexandre Pato no CT da Barra Funda e indicou que deve mesmo ser opção para a partida do próximo domingo, conforme o departamento médico já havia previsto. A ver se o volante terá a oportunidade de, ao menos, entrar no decorrer do confronto e convencer Cuca de que não só pode como deve retomar o posto de titular da equipe tricolor.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

Mancini vê arbitragem confusa e diz que Thuler deveria ter sido expulso

Coordenador técnico do Tricolor, Vagner Mancini deu as caras neste domingo, após o empate entre São Paulo e Flamengo por 1 a 1, para reclamar da arbitragem de Ricardo Marques Ribeiro. De acordo com o membro da comissão técnica paulista, a condução da partida por parte do juiz do confronto foi feita de maneira “confusa”.

Ainda segundo Mancini, o zagueiro flamenguista Thuler deveria ter sido expulso no lance que causou a substituição de Alexandre Pato. O defensor deu uma pancada por trás no atacante são-paulino, que saiu de campo direto para um hospital da capital, com dores na região dorsal.

“Achei o árbitro extremamente confuso em alguns lances, onde ele deveria ter tido uma atitude diferente. O lance que originou a saída do Pato, para todos nós, deveria ser uma expulsão, porque o atleta do Flamengo, ao chegar atrasado na bola, se adianta com o cotovelo”, afirmou.

Mancini também fez críticas diretas ao árbitro Ricardo Marques Ribeiro. O coordenador técnico reclamou da falta de bola rolando e da ausência do uso da tecnologia disponível.

“Fica mais uma vez a dúvida se o Ricardo Marques fica a todo momento querendo chamar a atenção do jogo para ele, paralisando em demasia a partida e não usando a tecnologia em lances que ele poderia usar. Fez com que o jogo fosse mastigado. Arrisco a dizer que foi o jogo de menos tempo corrido do Brasileiro até agora”, disparou.

Confira a declaração completa de Vagner Mancini:

“Achei um jogo extremamente truncado, diversas vezes por um tempo muito longo o jogo parou para atendimento e outras coisas. Estou aqui para analisar o que vi de fora. Achei o árbitro extremamente confuso em alguns lances, onde ele deveria ter tido uma atitude diferente. O lance que originou a saída do Pato, para todos nós, deveria ser uma expulsão, porque o atleta do Flamengo, ao chegar atrasado na bola, se adianta com o cotovelo. Nós tivemos também um outro lance do Trauco em cima do Antony, que é discutível, e o último lance, onde o Bruno disputa uma bola com o jogador do Flamengo e ela toca no ombro, que também gerou uma certa dúvida. A partir do momento que tivemos uma palestra dentro do CT do São Paulo, onde nos foi explicado que qualquer jogador que busque o equilíbrio com os dois braços levantados, que isso teria que ser interpretado como uma disputa normal. A expulsão no lance que originou a expulsão do Pato mudaria a cara do jogo. Lógico que todos nós confiamos no que a CBF tem feito, a chegada do (Leonardo) Gaciba é muito importante, porque é um cara extremamente atento e detalhista, tenho certeza de que (erros) serão coibidos, agora fica mais uma vez a dúvida se o Ricardo Marques fica a todo momento querendo chamar a atenção do jogo para ele, paralisando em demasia a partida e não usando a tecnologia em lances que ele poderia usar. Fez com que o jogo fosse mastigado. Arrisco a dizer que foi o jogo de menos tempo corrido do Brasileiro até agora.”

 

Fonte: Gazeta Esportiva

Vagner Mancini recebe proposta do Goiás e pode sair do São Paulo

O coordenador técnico do São Paulo, Vagner Mancini, recebeu uma proposta do Goiás para assumir a vaga de técnico deixada por Maurício Barbieri, demitido no último domingo. Apesar disso, nos bastidores a informação é de que Mancini dificilmente aceitará o convite do Esmeraldino.

Vagner Mancini assumiu o São Paulo de forma interina após a queda de André Jardine, em fevereiro. Ele cobriu a ausência de Cuca, pois à época o treinador não podia assumir a equipe devido à recuperação de um tratamento cardiológico.

Mesmo com Cuca no comando, Mancini ainda ficou ao lado do treinador no banco de reservas nos duelos da semifinal (Palmeiras) e finais (Corinthians) do Paulistão.

Vagner Mancini, do São Paulo, tem proposta do Goiás — Foto: Marcos RibolliVagner Mancini, do São Paulo, tem proposta do Goiás — Foto: Marcos Ribolli

Vagner Mancini, do São Paulo, tem proposta do Goiás — Foto: Marcos Ribolli

No fim de março, Vagner Mancini recebeu uma proposta da Chapecoense, mas recusou e decidiu continuar no São Paulo.

Mancini foi contratado pelo São Paulo em janeiro deste ano. Ele entrou na vaga anteriormente ocupada pelo ex-jogador Ricardo Rocha.

Fonte: Globo Esporte

‘Cuca chega ao São Paulo em um momento bom’, diz Mancini

A sensação de que entrega uma equipe em evolução marcou o último jogo de Vagner Mancini como técnico do São Paulo. Em entrevista coletiva, ele (que passará a ser coordenador técnico do Tricolor paulista), disse que o 0 a 0 diante do Palmeiras indicou a evolução esperada no período em que a equipe esteve à espera de Cuca:

– O São Paulo melhorou muito nos últimos jogos, hoje a torcida do São Paulo foi brilhante, jogou junto durante todo o jogo, por isso tivemos êxito, estamos satisfeitos por ter brigado em igualdade de condições.

Aos seus olhos, o Tricolor paulista teve uma leve vantagem. Porém, faltou um pouco mais de capricho no segundo tempo.

– Fizemos um jogo bom, fomos melhores no primeiro tempo, e o Palmeiras equilibrou na segunda etapa. O resultado poderia ser diferente. São Paulo teve uma ligeira vantagem nos 90 minutos, sabíamos que íamos enfrentar uma equipe de poderio grande, enquanto o São Paulo marcou de perto, o Palmeiras teve dificuldade na armação.

Mancini demonstrou tranquilidade quanto à mudança de função e mostrou-se otimista com a chegada de Cuca:

– Vou até o fim do campeonato, mas em outra função. O que acertamos com Cuca foi cumprido. A única maneira de ele assumir, era que alguém fizemos por 50 dias a parte dele, pois ele estava impedido de assumir em termos médicos. Agora, chega na semana que vem e tem uma equipe no caminho do que achamos ideal, uma equipe que tem renovação dentro dos 11, vai haver mudanças quando ele assumir.

Segundo o técnico interino, o fato de Cuca estrear no jogo de volta do Paulistão é uma boa perspectiva:

– O São Paulo acertou quando fez o acordo com Cuca. Estamos numa semifinal em igualdade de condição, ele chega num momento bom felizmente, e a entrega é natural, foi acordado. Em termos de melhora, o São Paulo já é uma equipe muito mais sólida, talvez não esteja no ponto ideal que pode.

 

Fonte: Lance

Mancini explica por que não trocou o São Paulo pela Chapecoense

O coordenador técnico do São Paulo, Vagner Mancini, recusou nesta semana uma proposta para dirigir a Chapecoense, clube pelo qual foi campeão catarinense em 2017. Nesta quarta-feira, após classificar o Tricolor às semifinais do Campeonato Paulista, o treinador interino explicou por que permaneceu no Morumbi.

“Tenho um extremo carinho por todos de Chapecó. Ajudei na reconstrução da equipe, mas neste momento tenho de olhar para o projeto São Paulo. Tinha um projeto em cima da mesa que acreditei e não podia fugir disso”, explicou.

Após correr risco de não se classificar ao mata-mata, o São Paulo venceu o Ituano nos dois jogos das quartas de final: 2 a 1, no Morumbi, e 1 a 0, no estádio Novelli Júnior. Liderada pelos garotos revelados em Cotia, a reação tricolor no torneio estadual foi bastante comemorada por Mancini.

“O São Paulo chega para disputar títulos. O mais importante hoje é mostrar uma evolução muito boa como time e grupo de trabalho. Passamos pelas dificuldades e vemos esse mesmo time jogar um futebol leve. Não foi do dia para a noite. Tivemos de mudar peças, a mentalidade da equipe”, frisou.

Sem citar nomes, Mancini diz ter identificado problemas anteriores ao seu comando no São Paulo. Ele deixará de treinar a equipe após o jogo de ida das semifinais, quando Cuca assumirá de vez o time tricolor.

“Em um determinado momento foi dado uma atenção especial para alguns atletas, o que não quero aqui. Não podemos direcionar nem na fase boa nem na ruim. Quando acredito no grupo, tenho de tocar nisso. Tenho de destacar que o grupo venceu. Vamos lutar muito”, concluiu.

O adversário do Tricolor nas semifinais será definido somente ao término do duelo entre Corinthians e Ferroviária. A única maneira de o próximo rival não ser o Palmeiras, clube de melhor campanha, é uma classificação do time de Araraquara nos pênaltis. Neste caso, o São Paulo assumiria o terceiro lugar geral e enfrentaria o Santos, segundo colocado. Qualquer outro resultado, o Choque-Rei definirá um dos dois finalistas da competição.

 

Fonte: ESPN

Vagner Mancini recusa oferta da Chape e segue no São Paulo

Vagner Mancini recusou uma proposta para ser técnico da Chapecoense, que demitiu Claudinei Oliveira na semana passada. Ele seguirá como técnico interino do São Paulo até a chegada de Cuca e depois volta para a função de coordenador-técnico, para a qual foi contratado em janeiro.

Ao saber da oferta recebida por Mancini, o São Paulo reiterou a ele que não abre mão de tê-lo como coordenador. Mesmo antes disso, Mancini já estava inclinado a recusar o convite feito diretamente pelo presidente da Chape, Plínio David De Nes Filho, porque sua ideia para esse ano sempre foi sair do mercado de treinadores para ter função mais administrativa.

A pedido de Cuca e da diretoria, Mancini assumiu o São Paulo interinamente após a saída de André Jardine, em fevereiro. Ele comanda a equipe na quarta-feira, no jogo de volta contra o Ituano, e em uma eventual partida de ida da semifinal do Paulista, no fim de semana. A chegada de Cuca está confirmada para a terça que vem, dia 2.

A proposta da Chape por Mancini foi noticiada pelo Globo Esporte na manhã desta segunda-feira, enquanto ele comandava normalmente a atividade do dia no CT da Barra Funda.

Vagner Mancini foi o primeiro treinador da Chape após o acidente aéreo de 2016. Ele foi campeão catarinense em 2017 e deixou o clube após início irregular no Brasileirão.

 

Fonte: Lance

“Hoje foi realmente a estreia do São Paulo”, diz Mancini após vitória

O técnico interino Vagner Mancini saiu bastante satisfeito com a vitória por 2 a 1 sobre o Ituano, pelo jogo de ida das quartas de final do Paulistão. Passado o confronto, o comandante tricolor não escondeu a alegria de ter visto seus jogadores mostrarem um bom futebol no retorno ao Morumbi e garantiu que neste domingo aconteceu a verdadeira estreia do São Paulo.

“Havíamos feito 60, 70 minutos excelentes diante do Palmeiras. No jogo contra o São Caetano vimos um jogo feio, em que a parte tática se exaltou em função da falta da parte técnica, mas hoje vimos um time arrumado. Até os 20 minutos a equipe estudou o Ituano, foi em um ritmo mais lento. Mas, a partir daí, foi dominante na partida. O estádio jogou junto com o São Paulo a maior parte do tempo. Acho que hoje foi realmente a estreia do São Paulo no ano em termos técnicos e táticos”, afirmou Mancini.

Apesar da vitória que recuperou a autoestima do elenco, o treinador são-paulino fez questão de relembrar a importância de não se deixar levar por um único jogo. Na próxima quarta-feira, o Tricolor visita o Ituano no estádio Novelli Júnior e, embora detenha a vantagem de um gol, sabe que será preciso repetir o nível de atuação deste domingo ou até mesmo jogar ainda melhor para carimbar a vaga nas semifinais do Estadual. Uma coisa, entretanto, parece certa: a continuidade de Igor Gomes no time titular.

“Hoje o São Paulo fez um belo jogo de futebol, mas ainda depende de mais 90 minutos em Itu para chegar à semifinal esperada. O que importa dizer é que a equipe tem condições de jogar dessa forma mesmo atuando fora de casa. A única coisa que fiz questão de alterar após a minha entrada foi a intensidade a agressividade de forma mais vertical. Queria que jogassem mais verticais e algumas peças foram fundamentais para isso. O Igor Gomes… a importância dele para o time na hora que ele pega a bola no meio-campo e investe sobre a linha de marcação é o que o faz diferente”, prosseguiu.

Enquanto o gol do Ituano no fim da partida marcado por Morato acabou desanimando boa parte dos são-paulinos, Vagner Mancini preferiu ver o ocorrido de uma perspectiva diferente. Segundo o técnico tricolor, o tento adversário pode ajudar sua equipe a seguir atenta e não relaxar antes de garantir a classificação para a próxima fase.

“O gol do Ituano por um lado chateia, mostra que poderíamos ter um número de gols maior, mas ele alerta, faz com que todos tenham que estar mais concentrados. Precisamos lembrar que é um jogo de 180 minutos, jogaremos mais 90 em Itu. O mais importante não foi a vitória, o São Paulo voltar a jogar bem, mas, sim, o resgate de alguns que estão no São Paulo. Uns resgataram a parte técnica, outros a parte tática, outros a confiança”, concluiu.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

São Paulo: Mancini diz que acusação de Jean é ‘mentirosa’ e promete resposta após jogo com São Caetano

Vagner Mancini preferiu não rebater de imediato as declarações do goleiro Jean sobre os bastidores do São Paulo. O reserva acusou o técnico de tratamento diferenciado em relação ao restante do elenco, motivado, segundo ele, por rivalidade dos tempos de Bahia e Vitória.

Em contato com a reportagem, o treinador disse que a acusação é “mentirosa” e prometeu falar mais sobre o assunto apenas após a partida desta quarta-feira contra o São Caetano.

“Eu respeito a ESPN Brasil, mas não gostaria de falar no momento, porque daria a impressão de estar priorizando a emissora. Vou falar sobre essa acusação mentirosa somente após o jogo de hoje”, disse o treinador, que tenta evitar a eliminação precoce no Campeonato Paulista.

A polêmica com Jean se tornou pública na segunda-feira, quando o goleiro abandonou o treinamento tricolor mais cedo, insatisfeito com uma cobrança do treinador. Nesta quarta, ele usou sua conta no Instagram para explicar o ocorrido e acabou atacando Mancini.

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Diante das coisas que li, vi e que chegaram até mim via imprensa nos últimos dias, gostaria de esclarecer e dizer a verdade sobre alguns pontos referente ao ocorrido na última segunda-feira. Antes de mais nada, reconheço o meu erro ao ter deixado o campo de treinamento após o ocorrido e me desculpar publicamente com a instituição São Paulo Futebol Clube, meus companheiros de time e, principalmente, os torcedores são-paulinos. Respeito muito este clube e ajo de forma profissional desde o dia em que cheguei aqui. Na segunda-feira, em conversa com todo o grupo de jogadores, o técnico interino Vágner Mancini, se dirigiu a todo o grupo e apontou que eu, mesmo sem ter atuado, era um dos grandes responsáveis pela derrota do São Paulo no clássico contra o Palmeiras, no último fim de semana. Em nenhum momento fui cobrado em quesitos técnicos e táticos, já que nem em campo eu estava. Segundo ele, o motivo era que eu, ao término do jogo, fui tomar banho. Quando o jogo terminou, eu e cerca de sete ou oito jogadores fomos para os chuveiros (alguns inclusive que haviam participado do jogo), fato absolutamente rotineiro. Neste meio tempo, alguns atletas chamaram a reza final no vestiário. Saí do chuveiro prontamente e fui para o “fechamento”, como chamamos. Cheguei, inclusive, antes de outros jogadores para participar da roda e da última conversa. Mas, na segunda, no CT, fui cobrado de forma individual por ter ido tomar banho ao chegar no vestiário, o que não fez nenhum sentido para mim. É bom explicar que desde a sua chegada ao São Paulo, Mancini não me trata da mesma forma que todo o restante do grupo de jogadores, motivado por uma rivalidade nos clubes em que trabalhamos anteriormente. Quando ele foi colocado na posição de técnico, mesmo tendo prometido que não assumiria esta posição, eu já sabia que eu começaria a ser renegado e dificilmente poderia entrar em campo, fazer meu papel e ajudar o São Paulo da melhor forma possível. Ainda assim continuei trabalhando e dando meu melhor nos treinos, como é minha obrigação… (Continua nos comentários)

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“Na segunda-feira, em conversa com todo o grupo de jogadores, o técnico interino Vágner Mancini, se dirigiu a todo o grupo e apontou que eu, mesmo sem ter atuado, era um dos grandes responsáveis pela derrota do São Paulo no clássico contra o Palmeiras, no último fim de semana. Em nenhum momento fui cobrado em quesitos técnicos e táticos, já que nem em campo eu estava. Segundo ele, o motivo era que eu, ao término do jogo, fui tomar banho”.

“É bom explicar que desde a sua chegada ao São Paulo, Mancini não me trata da mesma forma que todo o restante do grupo de jogadores, motivado por uma rivalidade nos clubes em que trabalhamos anteriormente. Quando ele foi colocado na posição de técnico, mesmo tendo prometido que não assumiria esta posição, eu já sabia que eu começaria a ser renegado e dificilmente poderia entrar em campo, fazer meu papel e ajudar o São Paulo da melhor forma possível. Ainda assim continuei trabalhando e dando meu melhor nos treinos, como é minha obrigação”.

 

Fonte: ESPN