São Paulo joga mal e perde sua invencibilidade no Brasileirão

O Corinthians não deu brechas para o São Paulo e venceu o rival neste domingo (26), por 1 a 0, na Arena Corinthians, resultado que colocou o time dirigido por Fábio Carille no G-4 do Campeonato Brasileiro, com 11 pontos e 3 de saldo de gols

A vitória manteve o tabu do São Paulo não conseguir vencer o adversário em Itaquera. Agora são 12 jogos sem resultado positivo, com 10 derrotas e dois empates.

No jogo, válido pela sexta rodada, o Corinthians foi superior e, mais uma vez, soube encontrar o caminho do gol, mesmo mantendo a preocupação com a marcação. Pedrinho e Junior Urso foram destaques, nesta terceira vitória consecutiva, a segunda pelo Brasileiro. O time também está há três jogos sem levar gol.

Eles atuaram de forma dinâmica e abriram espaços no meio-campo são-paulino, fazendo a bola chegar com mais facilidade a Vágner Love.

O São Paulo abusou das jogadas pelo meio e, sem força ofensiva, não conseguiu reagir, ficando para trás na corrida pelo G-4. Atualmente, também está com 11 pontos, mas fora da zona de classificação para a Libertadores, por causa do saldo de gols.

O jogo

Em pouco tempo de jogo o Corinthians conseguiu desconstruir todo o esquema de Cuca. A intenção do treinador são-paulino era pressionar desde o início. De fato, o time do Morumbi começou tocando a bola na intermediária.

Mas bastou a primeira troca de passes do Corinthians para que brechas na marcação surgissem. Principalmente pelas laterais.

Foi assim que Fágner avançou, cruzou, pegou o rebote e serviu Pedrinho que fez sua jogada característica: chutar de forma seca, de fora da área, em um lance que costuma ser mortal. E foi, ainda mais após desvio da zaga: Corinthians 1 a 0.

A desvantagem deixou o São Paulo mais intranquilo, fazendo a equipe insistir em jogadas pelo meio. Bem postado, o Corinthians recuperava a bola e acelerava aos jogadas pelo lado, ora com Fágner, ora com Pedrinho e até com Vagner Love que, aos 26, desarma Arboleda e só não conclui livre porque adiantou demais a bola.

O Corinthians ainda ameaçou com chutes de longa distância (Ralf, aos 31) e cabeçadas em bolas paradas (Manoel, aos 33). Junior Urso, que controlou seu setor, avançava com perigo e ameaçou a meta de Tiago Volpi com dois chutes perigosos.

O São Paulo também era surpreendido pelo recuo de Clayson, que ajudou na marcação pela esquerda. Isso fez a defesa do Tricolor ficar confusa sobre quem marcar pelo setor em que Clayson costuma avançar.

No segundo tempo, o São Paulo entrou com Pato mais aberto, tentando prender os avanços de Fagner. Mas o Corinthians respondeu com Clayson jogando mais avançado, criando jogadas perigosas pelo lado esquerdo. O Corinthians continuou com o domínio do jogo.

Cuca, então, colocou Hernanes no lugar de Everton, muito marcado, para dar mais volume ao meio e auxiliar Vitor Bueno, também perdido entre marcadores, na armação.

O Corinthians, porém, continuou ditando o ritmo, já que encontrava espaços pelos lados do campo. Tocando bola, colocava o adversário na “roda”, em belas sequências de passes, principalmente em tabelas entre Fagner, em grande dia, e Pedrinho, que teve sua melhor atuação no Corinthians.

Isso, um dia antes dele se apresentar à seleção olímpica ao lado de Mateus Vital (que entrou na etapa final) e Antony, que teve atuação apagada. Faltou ao Corinthians, no entanto, mais ousadia para marcar o segundo gol.

O time parecia estar convicto de que a vitória era uma questão de tempo. Como foi, apesar de o São Paulo ter criado perigo no final.

Na próxima rodada, o Corinthians recebe o Goiás, com data ainda indefinida. Já o São Paulo enfrenta o Cruzeiro, no domingo (2), no Pacaembu, às 16h.

Na quarta (29), o São Paulo enfrenta o Bahia, em Salvador, precisando ganhar por dois gols de diferença para se classificar diretamente para as quartas da Copa do Brasil.

Pato projeta clássico contra Corinthians e diz entender protestos da torcida

Alexandre Pato perdeu as melhores chances do São Paulo na derrota para o Bahia por 1 x 0, na noite desta quarta-feira (22), no Morumbi, pela Copa do Brasil. Após a partida, o atacante do Tricolor falou sobre as vaias da torcida ao final do jogo e projetou o clássico de domingo (26) contra o Corinthians.

O atacante do São Paulo afirmou que compreende os protestos da torcida após a derrota contra o Bahia. Esse foi o segundo jogo seguido no Morumbi contra os baianos que o Tricolor não consegue vencer.

“A torcida cobra muito. Nós jogadores entendemos a cobrança da torcida, mas nós jogadores dentro de campo temos que sempre fazer o nosso melhor. Acho que nesse jogo a gente já criou mais oportunidade de chute para o gol. Tenho certeza que logo a bola vai entrar”, afirmou.

Pato ainda projetou o clássico do próximo domingo contra o Corinthians e afirmou que a partida tem que ser encarada como “normal”.

“Nós temos que encarar como jogo normal. Óbvio que é um clássico, é um jogo que todos esperam. Tem uns jogos que o São Paulo não ganha lá, vamos tentar fazer um jogo bom para essa torcida que merece”, disse.

 

Fonte: Jovem Pan

Polícia Militar prepara documento ao MP pedindo mudança na data do Majestoso em Itaquera; entenda

Na próxima segunda-feira, a Polícia Militar do Estado de São Paulo (PM-SP) enviará um documento ao Ministério Público (MP) desaconselhando a realização do clássico da 7ª rodada do Campeonato Brasileiro entre Corinthians e São Paulo, em Itaquera, no dia 26 de maio (domingo), às 19h. O motivo é a partida entre Santos e Internacional, na Vila Belmiro, às 16h, na mesma data.

A PM-SP entende que há o risco de confronto entre corintianos e santistas na Zona Leste da capital paulista e, por isso, é contrária à realização do clássico em Itaquera no domingo. Isto porque, a sede da Torcida Jovem, principal organizada do Peixe, fica na mesma região que a Arena Corinthians, onde será realizado o Majestoso.

Além disso, de acordo com a Polícia, a realização dos dois jogos no mesmo dia e com uma diferença de três horas entre eles, mesmo em municípios diferentes, pode acarretar em confrontos nas estações do Metrô e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) na Grande São Paulo.

Originalmente, o clássico entre Corinthians e São Paulo seria disputado no dia 25 (sábado). Contudo, pelo sorteio da Conmebol para a segunda fase da Sul-Americana, o Alvinegro jogará no dia 23 (quinta) contra o Desportivo Lara. Sem tempo hábil para descansar seus atletas, o clube do Parque São Jorge pediu e a CBF acatou a mudança da data do Majestoso para o dia 26 (domingo).

Embora o anúncio da mudança tenha sido feito na última terça pelo Corinthians e também pela CBF, a PM-SP ainda não foi oficialmente comunicada. Já ciente do problema, a Polícia enviará um documento ao MP para que intervenha e impeça a realização do clássico Majestoso na cidade de São Paulo apenas três horas depois do Santos jogar na Vila Belmiro.

Entenda mais

Principal competição do país, o Campeonato Brasileiro é organizado pela CBF. Apesar disto, a responsabilidade de alertar as forças de segurança sobre as partidas do torneio cabe às federações locais. A Federação Paulista de Futebol (FPF), no caso, ainda não notificou a PM-SP sobre a mudança da data do Majestoso. Procurada pela reportagem, a FPF informou que fará o comunicado no início da próxima semana e que está dentro do prazo previsto.

Embora responsável pelo trabalho de segurança nos jogos no estado de São Paulo, a Polícia não tem poder direto de veto na escolha das datas das partidas. No entanto, a PM pode representar sua insatisfação e pedir a alteração no calendário. A decisão é da Justiça.

Em meio a este contexto, o Corinthians já está vendendo os ingressos para a partida com o São Paulo aos seus sócios-torcedores. Além disto, o Premiere já anunciou a transmissão do clássico em sua programação, o que dificultaria uma nova mudança na data por conta de acordos comerciais.

Calendário apertado

Nos meses de maio e junho, o Corinthians vive um problema com seu calendário de jogos. Na possibilidade de uma mudança de data do jogo com o São Paulo, o Corinthians não conseguiria realizar esta partida antes do início da Copa América, no dia 14 de julho.

O Corinthians joga na quinta (23) contra o Deportivo Lara, pela Copa Sul-Americana, enquanto o Tricolor entra em campo um dia antes (22) para medir forças com o Bahia pela Copa do Brasil. De acordo com o artigo 25 do regulamento geral de competições da CBF, as equipes precisam de um intervalo mínimo de 66 horas entre uma partida e outra. Sendo assim, por esta regra, Corinthians e São Paulo só poderão se enfrentar no domingo (26).

O Majestoso não pode ser jogado no sábado (25) porque o Corinthians encara o time venezuelano na quinta (23). Uma outra possibilidade seria disputar o clássico na segunda (27). Contudo, na quarta seguinte (29), o Tricolor volta a enfrentar o Bahia pela Copa do Brasil, impossibilitando a realização da partida nesta data.

Caso não haja um consenso entre CBF, FPF, Polícia Militar, Ministério Público e dos demais clubes envolvidos, a reedição da final do Campeonato Paulista deste ano terá de acontecer após o fim da Copa América (7 de julho).

 

Fonte: Lance

São Paulo empata com o Corinthians em Itaquera

A arbitragem, no entanto, voltou a ser destaque de forma negativa. Na etapa inicial, Danilo marcou, mas o árbitro não teve o apoio correto de seus auxiliares para validar o gol do camisa 20 corintiano. Um pênalti de Bruno Alves em Romero e outro de Arboleda, em função de um toque de braço dentro da área, elevaram ainda mais as críticas em cima do responsável pelo apito.

O resultado não agradou ninguém. O Corinthians praticamente dá adeus ao sonho de ficar com uma vaga na pré-Libertadores, agora com 40 pontos a cinco jogos do fim da competição. O São Paulo foi a 58 pontos e perde oportunidade de encostar nos líderes.

Independente do retrospecto negativo no palco do confronto desse sábado, o São Paulo apostou em uma atitude ousada nos minutos iniciais. A equipe de Aguirre forçou o recuou dos corintianos, que viram a bola atravessar a própria área algumas vezes, mas souberam lidar bem com o momento de dificuldade.

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Passado os primeiros sustos, os comandados de Jair Ventura, aos poucos, foram crescendo no jogo na base da categoria de Jadson, que voltou após dois jogos fora, e na velocidade de Araos. Danilo também ia bem na referência.

O equilíbrio e a imprevisibilidade acabaram aos 34 minutos, quando a equipe de arbitragem cometeu seu primeiro erro no clássico, talvez o mais grave deles. Uma bola alçada na área por Jadson acabou nos pés de Danilo, que fuzilou. Jean fez a defesa, mas já dentro do gol. Nenhum dos homens de amarelo, porém, enxergou o lance corretamente.

Pouco depois, Romero foi derrubado por Bruno Alves também dentro da área. A mão do zagueiro nas costas do camisa 11 corintiano comprometeu a decisão do paranaense Rodolpho Toski Marques de mandar o lance seguir.

Para esquentar de vez a primeira etapa, Araos, escolhido para substituir Douglas e que vinha bem no jogo, soltou o braço em Reinaldo no último lance antes do intervalo. O juiz lhe mostrou o cartão amarelo e esqueceu que já era o segundo do chileno. Após ser avisado pelo seu principal auxiliar, Rodolpho corrigiu a advertência e expulsou o volante.

Com uma a menos, Jair sacrificou Danilo, um dos melhores do Timão até então, mas que não teria velocidade para ajudar na marcação. Thiaguinho foi escolhido para entrar. Do outro lado, Everton, de fora dos últimos quatro jogos do São Paulo, entrou na vaga de Anderson Martins.

Na teoria, o Tricolor tinha tudo para vencer pela primeira vez em Itaquera. Na prática, o Corinthians conseguiu se posicionar e anular as jogadas do rival. Até por isso, Nenê foi colocado no jogo. Mas, com o apoio da Fiel, que cumpriu bem seu papel no momento ruim, o time de Jair Ventura cresceu e chegou, merecidamente, ao gol.

Jogada muito bonita de Thiaguinho, ajeitada de Pedrinho e uma bomba de Ralf, que encontrou o cantinho de Jean. Um lindo gol do Corinthians, que minutos antes reclamava de um pênalti por causa de um toque com o braço de Arboleda dentro da área.

O jogo parecia controlado e todo a favor dos corintianos, quando de repente, uma jogada individual de Everton abriu espaço na defesa alvinegra. Nenê errou o chute da entrada da área, mas a bola encontrou Brenner, livre, na pequena área. O garoto não perdeu a chance e empatou o clássico.

Os dois times deixaram cair o ritmo nos minutos finais, aparentemente por causa do desgaste físico, e o Majestoso terminou com uma igualdade desinteressante para ambos os clubes, que voltam a campo no meio de semana, pelo Brasileirão. O Timão visita o Cruzeiro na quarta. No dia seguinte, o Tricolor recebe o Grêmio.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 1 x 1 SÃO PAULO

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 10 de novembro de 2018, sábado
Horário: 17h00 (de Brasília)
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (Fifa-PR)
Assistentes: Bruno Boschilia (Fifa-PR) e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR)
Cartões amarelos: Araos (2) (SCCP); Bruno Alves, Bruno Peres (SPFC)
Cartão vermelho: Araos (SCCP)
Renda: R$ 1.911.492,99
Público: 43.122 total

GOLS:
Corinthians: Ralf, aos 26 minutos do 2T.
São Paulo: Brenner, aos 36 minutos do 2T.

CORINTHIANS: Cássio, Fagner, Léo Santos, Henrique e Carlos Augusto; Ralf e Araos; Romero, Jadson e Pedrinho (Clayson); Danilo (Thiaguinho).
Técnico: Jair Ventura

SÃO PAULO: Jean; Arboleda, Bruno Alves e Anderson Martins (Everton); Bruno Peres, Hudson, Jucilei (Nenê), Liziero e Reinaldo; Gonzalo Carneiro (Brenner) e Diego Souza
Técnico: Diego Aguirre

 

Fonte: Gazeta Esportiva

Morumbi desbanca Allianz e Itaquera e é favorito a sediar abertura da Copa América

Nem Allianz Parque, nem Arena Corinthians. O favorito a sediar a abertura da Copa América de 2019 é o Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi. A informação foi divulgada pelo repórter Daniel Lian durante o Esporte em Discussão desta quarta-feira, na Rádio Jovem Pan.

Segundo Lian, a casa do São Paulo, que sequer recebeu jogos da Copa do Mundo de 2014, está na frente das arenas de Palmeiras e Corinthians na corrida para ser palco do primeiro jogo do torneio continental.

O principal motivo é a maior capacidade do Morumbi, que pode receber mais de 60 mil pessoas em jogos oficiais – o Allianz Parque tem capacidade para pouco mais de 40 mil torcedores, e a Arena Corinthians, para cerca de 50 mil.

Além disso, o estádio tricolor apresenta custo bastante inferior em relação às arenas rivais – e esse fator tem sido levado em consideração pela Conmebol.

De acordo com Lian, há, inclusive, conversas adiantadas entre dirigentes do São Paulo e membros do Comitê Organizador da Copa América para oficializar a escolha do Morumbi como sede da abertura do evento.

Allianz e Itaquera, então, ficariam de fora da Copa América?

Segundo Daniel Lian, não. O repórter da Rádio Jovem Pan afirmou que o Morumbi é o favorito para sediar a abertura da Copa América, mas ressaltou que, se isso acontecer, o estádio do São Paulo não receberá mais nenhum jogo do torneio. Outro estádio da capital paulista seria escolhido para receber as demais partidas agendadas para a cidade – a tendência, nesse caso, seria de que o Allianz Parque fosse eleito e deixasse a Arena Corinthians, sede da abertura da Copa de 2014, de fora.

Quais são as outras sedes?

A próxima edição da Copa América será realizada no Brasil entre os dias 14 de junho e 7 de julho de 2019. A competição acontecerá em cinco cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Salvador. Até o momento, apenas três estádios foram oficializados como sedes: Maracanã, Mineirão e Fonte Nova. Em Porto Alegre, Arena Grêmio e Beira-Rio brigam por uma “vaga”.

Blatter diz que Fifa não vetou Morumbi e lamenta opção por Itaquera em 2014  

Fora da Fifa desde 2015, quando foi obrigado a deixar a presidência em meio a um escândalo de corrupção na entidade, Joseph Blatter está prestes a oferecer à opinião pública relatos de bastidores de sua atuação como dirigente esportivo. Entre os episódios inéditos que constarão num livro biográfico estão as conturbadas decisões de organização da Copa do Mundo no Brasil.

Em entrevista publicada na versão online do jornal “O Estado de S. Paulo” nesta quinta-feira, Blatter adianta um pouco do teor do livro “Ma Verité” (“Minha Verdade”), que o dirigente apresenta na próxima semana em Paris. Sobre a organização de 2014, o suíço diz que não partiu da Fifa a decisão de substituir o Morumbi por Itaquera como estádio de São Paulo na Copa.

“Não cabia a mim estar de acordo ou não. Isso foi uma decisão do Comitê Organizador brasileiro que, como foi apresentado, a Fifa apenas acatou. Talvez não tenha sido a melhor solução. Já havia um estádio e agora sei que esse estádio causou uma série de problemas. Não é bom. Agora é arrumar isso. Nas não cabe a mim julgar”, manifestou Blatter na entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”.

Ameaça de bomba no dia da final no Maracanã
Na entrevista, o dirigente de 82 anos afirmou que a ideia inicial dos homens à frente do comitê brasileiro era ter 17 estádios na Copa de 2014. O suíço também disse lamentar o abandono do Maracanã após o Mundial. Blatter também revelou que recebeu uma ameaça de bomba horas antes da final entre Alemanha e Argentina – que chegou através de um telefonema em seu quarto, no hotel Copacabana Palace.

“Naquela manhã, eu recebi uma ameaça de bomba para a final da Copa. Era um pouco antes das 7 horas da manhã. Essa ameaça eu transmiti às autoridades, que trataram rapidamente. Acharam a pessoa em São Paulo. Mas me disseram que eu deveria nunca dizer isso. Mas agora eu digo. Vivi aquele dia com o pressentimento de que algo poderia ocorrer”, descreveu o ex-presidente da Fifa, que comandou a entidade de 1998 a 2015.

Uol