Hudson não esconde insatisfação com Cuca e Fernando Diniz no São Paulo e dispara: “Foi difícil”

Em sua apresentação oficial no Fluminense, nesta sexta-feira (17), o volante Hudson não teve medo e criticou os últimos dois técnicos do São Paulo – Cuca e Fernando Diniz – por conta das mudanças em seu posicionamento em campo e lamentou a falta de chances em campo em 2019.

Em avaliação do último ano no Tricolor Paulista, o volante não escondeu a insatisfação pelo fato de atuar fora de sua posição de origem: volante.

“Comecei o ano jogando no São Paulo, dividia a faixa de capitão com o Hernanes. Aí houve a mudança de posição, fiquei jogando como lateral por três ou quatro meses. Houve um momento em que conversei com o Cuca, disse que gostaria de voltar a brigar pela posição de volante. E, a partir desse momento, eu parei de jogar”, lembrou.

Após Cuca deixar o São Paulo por resultados ruins, as esperanças de Hudson voltar a jogar foram renovadas com a chegada de Fernando Diniz.

Porém, o novo comandante passou a testá-lo como zagueiro, outra função fora de sua realidade, e suas chances em campo ficaram ainda mais escassas.

“Depois, houve a troca, chegou o Fernando Diniz, e continuou da mesma maneira. Me colocou até para treinar de zagueiro durante um bom tempo”, lamentou.

“Foi um ano difícil, no começo joguei bastante, fiz 30 e poucos jogos no primeiro semestre, mas, no segundo semestre, não fiz quase nada. Foi um ano que aprendi muito, amadureci muito por tudo o que aconteceu com os treinadores e a situação no São Paulo”, completou.

Portanto, Hudson já deixou claro que deseja voltar a jogar de volante e ressaltou estar empolgado em fazer o Fluminense viver uma grande 2020.

“O que está na minha cabeça agora é o projeto do Fluminense, e estou muito feliz de estar aqui, muito comprometido. Sei da responsabilidade que é vestir essa camisa, sei que a torcida anseia por vitórias, anseia em brigar pelo topo de todos os campeonatos, e é essa missão que vim cumprir no Fluminense”, finlizou.

Hudson foi emprestado pelo São Paulo ao Fluminense por uma temporada. O volante tem contrato com o Tricolor até o fim de 2021.

Torcedores.com

Empréstimo de Hudson garante ao São Paulo preferência por joia do Flu

Perto de concretizar o empréstimo de Hudson ao Fluminense, o São Paulo conseguiu garantir uma boa condição no negócio com o clube carioca. Em troca da cessão do volante, os paulistas terão a preferência pela compra do jovem Wallace, uma das promessas da base do time das Laranjeiras. A informação foi divulgada pelo GloboEsporte.com  e pelo UOL, e confirmada pelo LANCE!.

A preferência de compra funciona da seguinte forma: caso o Fluminense receba uma proposta considerada boa pela joia de 18 anos, terá de apresentá-la ao São Paulo para saber se os paulistas irão cobrir a oferta. Wallace tem contrato com os cariocas até dezembro de 2021 e multa rescisória para o exterior no valor de 30 milhões de euros (R$ 136 milhões).

O meia faz parte da mesma geração de João Pedro (atualmente no Watford) e Marcos Paulo, considerada uma das melhores formadas em Xerém. No ano passado ele ficou fora durante algum tempo por conta da recuperação de uma lesão no ligamento do joelho. Nesta temporada o jovem é titular do Flu na disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior.

Hudson foi emprestado ao Fluminense com salários divididos entre os clubes. O São Paulo arcará com bem menos do que a metade dos vencimentos do atleta, enquanto o Fluminense ficará com a maior parte do pagamento. Sem espaço no elenco são-paulino, o volante foi liberado para procurar um clube e nem se reapresentou com o restante do elenco.

Já no Rio de Janeiro para fechar os últimos detalhes de sua transferência, Hudson será jogador do Fluminense por um ano. Seu contrato com o Tricolor paulista é válido até dezembro de 2021. No momento, Fernando Diniz conta com Tchê Tchê, Luan, Liziero, Jucilei e Diego para a função de volante.

Lance

Fluminense acerta o empréstimo de Hudson até dezembro de 2020

O Fluminense acertou a sua sexta contratação para 2020. O volante Hudson vai defender o Tricolor carioca por empréstimo até o fim do ano. Os salários serão divididos entre os clubes, porém o São Paulo vai arcar com uma pequena parte do valor. O jogador é aguardado no CT Carlos Castilho nesta quinta-feira para realizar exames médicos e assinar o contrato.

O interesse na contratação foi noticiado pelo LANCE! na última segunda-feira e as negociações estavam bastante adiantadas, tanto que o técnico Odair Hellmann chegou a conversar com o atleta, que também estava na mira de outros clubes da Série A. O volante se mostrou bastante empolgado em atuar pela primeira vez no futebol carioca, ainda mais com a grande perspectiva de ter sequência entre os titulares.

Hudson reforça o Fluminense em uma posição que sofreu várias baixas para 2020. Airton deixou o clube após não ter o contrato renovado, Caio Vinícius foi emprestado ao Atlético-GO e Allan ainda não tem o futuro definido, já que está sendo disputado pelo Tricolor e Atlético-MG. Além do volante, o clube também fechou o empréstimo de Henrique, do Cruzeiro.

A temporada passada foi marcada por altos e baixos para Hudson, que inciou o ano como titular, mas acabou perdendo a condição em julho, ainda sob o comando de Cuca. Com Fernando Diniz, que segue no São Paulo, o volante perdeu ainda mais espaço, entrando em campo em apenas quatro jogos, somando 39 minutos.

O Tricolor das Laranjeiras vai ser o 11º clube da carreira de Hudson, que sempre atuou no Brasil. Cria do Santos, o volante defendeu o Santa Cruz, Ituano, Red Bull Brasil, Comercial-SP, Oeste, Brasiliense, Botafogo-SP, Cruzeiro e São Paulo.

Além de Hudson, o Fluminense fechou com Felippe Cardoso, Yago Felipe, Caio Paulista, Henrique e Egídio.

Lance

São Paulo libera Hudson para negociar empréstimo com o Fluminense

Hudson não ficará no São Paulo em 2020. Após terminar a temporada passada no banco de reservas, o volante ganhou aval do Tricolor para buscar novos ares e negocia saída por empréstimo ao Fluminense até o fim do ano.

Em comunicado enviado pela assessoria são-paulina, o atleta de 31 anos foi liberado da reapresentação do time do Morumbi nesta quarta-feira (8) para viajar ao Rio de Janeiro para fechar os últimos detalhes da transferência ao Tricolor das Laranjeiras.

Com contrato até dezembro de 2021 com o São Paulo, Hudson perdeu espaço no time de Fernando Diniz e a saída é uma das medidas encontradas pela diretoria para enxugar a folha salarial. O clube fechou a temporada de 2019 com défict de R$ 180 milhões.

Os agentes de Hudson, o Fluminense e o São Paulo negociam um formato de negócio em que não tenha peso no orçamento de ambos. O Tricolor carioca vive problemas financeiro e busca acordo para bancar apenas parte dos vencimentos do volante para concluir a transferência.

Assim, o elenco do Tricolor passa a contar com Luan, Lizeiro, Tchê Tchê e Jucilei como opções para a função de volante. Ainda há expectativa do jovem Rodrigo Nestor subir após a Copinha e Jucilei ser negociado já que possui sondagens do futebol asiático.

Cria do Santos, Hudson só atuou no futebol brasileiro. Ao longo da carreira, ele defendeu o Santa Cruz, Ituano, Red Bull Brasil, Comercial-SP, Oeste, Brasiliense, Botafogo-SP, Cruzeiro e São Paulo.

Torcedores.com

Para aliviar folha, São Paulo coloca Jucilei e Hudson como ‘negociáveis’

O mercado de negociações segue parado para o torcedor são-paulino. Fora o anúncio da contratação do goleiro Tiago Volpi, na véspera do Natal, e a regularização dos contratos de Igor Vinícius e Vitor Bueno, os tricolores não receberam grandes novidades. Uma das metas atuais da diretoria do clube do Morumbi está em aliviar a folha de pagamento. Por isso, nomes como Jucilei e Hudson podem dar adeus nas próximas semanas.

A decisão de colocar os dois volantes como nomes ‘negociáveis’ não é técnica. Fernando Diniz não decidiu abrir mão da dupla para 2020, mas os altos salários pagos para cada um deles inviabiliza a permanência de Jucilei e Hudson no São Paulo. O primeiro foi sondado por clubes árabes e chineses, mas ainda não recebeu propostas oficiais.

Já Hudson, capitão do Tricolor no início da última temporada e um dos jogadores com mais tempo de casa somando suas duas passagens pelo clube, viveu um ano de altos e baixos e passou um bom tempo no banco de reservas. Com Cuca no comando pediu para não virar lateral e teve sua decisão respeitada, mas, com isso, entrou pouco em campo.

Tanto Jucilei como Hudson têm contratos longos (ambos válidos até o fim de dezembro de 2021), ocupam vagas que poderiam ser utilizadas por jogadores vindos da categoria de base e já não são mais tão jovens (31 anos, cada um deles), o que reduz seus respectivos valores de mercado.

Ciente disso e também precisando aliviar a folha salarial do elenco após fechar a temporada passada com um déficit de R$ 180 milhões, a diretoria do São Paulo está aberta a abrir negociações pela dupla. Isto, claro, não significa que o clube pretende se livrar deles, mas sim que uma possível transferência para outro clube não seria dificultada pelo Tricolor.

Lance

Possível chegada de Allan ao São Paulo deixa Hudson e Jucilei na berlinda

A possível contratação de Allan, do Fluminense, pode ocasionar mudanças no elenco do São Paulo. Isso porque o jovem de 22 anos, que agrada muito o técnico Fernando Diniz, chegaria para concorrer por uma vaga no meio-campo tricolor, onde outros nomes, hoje com bem menos prestígio, vêm tendo dificuldades para se firmar, casos de Hudson e Jucilei.

Allan é visto como Fernando Diniz como um jogador que possui características que se encaixam perfeitamente em seu estilo de jogo. Tido como um volante técnico, com capacidade de construção de jogadas, o jovem que pertence ao Liverpool, da Inglaterra, está emprestado ao Fluminense até o fim de 2019.

Atualmente, o único volante são-paulino que se assemelha a Allan é Liziero. Luan, que também tem bom passe, possui mais características de marcação, se estabelecendo como um meio-campista mais fixo na cabeça de área. O mais velho dos três possui 23 anos, sinal que Fernando Diniz poderá ter uma composição de time mais jovem em 2020.

Mas, a prioridade pela juventude pode colocar alguns velhos conhecidos da torcida tricolor na berlinda. Hudson e Jucilei, por exemplo, já não gozam do mesmo prestígio de outrora e passam longe de ser primeira opção para a comissão técnica. Os altos salários que recebe torna a presença da dupla no clube ainda mais indigesta para a diretoria.

Com a chegada de Fernando Diniz, Jucilei até recebeu algumas oportunidades, sendo reintegrado ao elenco e ganhando uma sequência de quatro jogos como titular, entretanto, não convenceu a comissão técnica e acabou perdendo sua vaga no meio-campo. Hudson, por sua vez, entrou em campo apenas quatro vezes sob o comando do atual treinador, sempre nos minutos finais do segundo tempo.  Ambos têm contrato com o São Paulo até o fim de 2021.

Gazeta Esportiva

Hudson faz um balanço da temporada 2019 e diz que foi mal interpretado por Cuca

Com o fim do Campeonato Brasileiro, Hudson fez um balanço da sua temporada no São Paulo. Apesar de celebrar a conquista para a vaga na fase de grupos da Copa Libertadores de 2020, o volante lamentou algumas situações. As eliminações nas competições foram citadas pelo jogador, que começou 2019 como titular e passou a ser opção.

“Mais uma temporada se foi, uma das mais difíceis de toda minha carreira, de muito aprendizado e amadurecimento. Começou com o sonho de uma Libertadores, com o desejo de repetir pelo menos a boa campanha de 2016, [mas aconteceram] uma eliminação precoce e a minha primeira expulsão no São Paulo, em quase 200 jogos de clube, no primeiro duelo do confronto [com o Talleres]”, escreveu Hudson, em seu Instagram.

Em sua retrospectiva, o jogador também destacou uma conversa que teve com o então técnico Cuca. Na época, o volante atuava improvisado na lateral direita e pediu para ser encarado mais como meio campista, a sua posição de origem.

“Uma mudança de posição que durou cinco meses em que fui mal interpretado, porque jamais me recusaria a jogar em qualquer posição pelo São Paulo, mas sim por perceber que poderia render mais em outra posição e principalmente porque tínhamos jogadores da posição de origem capazes de fazer a função tão bem ou melhor, como foi o caso do Igor Vinícius e logo após a chegada de dois dos melhores laterais direitos do mundo”, completou Hudson, que falou também sobre a perda do Paulistão e do Brasileirão.

“Tivemos também, uma final de Campeonato Paulista depois de tanto tempo, em que perdemos faltando três minutos para acabar, e o sonho de tirar nosso o São Paulo da fila de títulos foi adiado novamente. Começamos o Brasileirão e chegamos a liderar na quarta rodada, mas os altos e baixos convividos durante o ano nos atrapalharam muito”, completou o jogador.

Nesta temporada, o São Paulo chegou a ter quatro treinadores diferentes (André Jardine, Vagner Mancini, Cuca e Fernando Diniz). Tal situação também chamou a atenção de Hudson. “Mesmo com as mudanças de treinadores, o grupo se manteve intacto. Individualmente, foi um ano em que paciência e sabedoria tiveram que andar lado a lado, por praticamente não jogar no segundo semestre, por treinar fora de posição durante muito tempo, mas por respeitar as escolhas e trabalhar para que dias melhores possam vir.”

UOL

Sem Luan, Diniz pode recuar Tchê Tchê, acionar Hudson ou “ressuscitar” Jucilei

O técnico Fernando Diniz terá uma escolha importante para fazer nesta semana. Sem Luan à disposição para a partida contra o Atlético-MG pelo fato de o volante ter recebido seu terceiro cartão amarelo no Campeonato Brasileiro, o comandante do São Paulo possui três opções para substituir seu titular no próximo domingo.

A primeira delas, que parece ser a mais natural, é recuar Tchê Tchê para atuar como primeiro volante. O jogador que trabalhou com Fernando Diniz no Audax se destaca pelo bom passe e versatilidade, características que dariam mais qualidade à saída de bola do São Paulo em um duelo bem mais difícil que os das últimas rodadas.

Outra alternativa para Fernando Diniz é a entrada de Hudson, com Tchê Tchê sendo mantido como segundo volante. O camisa 25 atuou como titular pela última vez há quase dois meses, na derrota para o Internacional, no Beira-Rio, quando o time ainda era comandado por Cuca. Antes disso, ele vinha sendo escalado como lateral-direito, contudo, disse à comissão técnica que não desejava seguir improvisado no setor.

A opção menos provável é a escolha por Jucilei. Dispensado por Cuca para procurar um novo clube para jogar, o volante chegou a treinar por conta própria no Rio de Janeiro, mas não encontrou qualquer time disposto a contratá-lo. Desta maneira, ele retornou ao Tricolor, onde passou a trabalhar em horários alternativos aos do elenco, mas com a chegada de Fernando Diniz, acabou reintegrado.Tido como um dos pilares do time de Diego Aguirre, no ano passado, Jucilei entrou em campo apenas sete vezes na atual temporada, a maioria delas pelo Campeonato Paulista. O último jogo do volante com a camisa do São Paulo foi a partida de volta da final do Estadual, contra o Corinthians, em Itaquera. Ou seja, o jogador não atua profissionalmente há mais de seis meses.

A provável escalação do São Paulo para o confronto com o Atlético-MG, que marcará o reencontro de Vagner Mancini com seu ex-clube, deverá ser composta por Tiago Volpi; Igor Vinícius, Bruno Alves, Arboleda e Reinaldo; Tchê Tchê; Antony, Liziero, Igor Gomes e Vitor Bueno; Pato.

Gazeta Esportiva

Hudson recebe oportunidade como volante e não convence

A grande novidade no São Paulo na derrota para o Internacional foi a presença de Hudson como titular. O jogador atuou como volante, sua posição de origem, e não teve boa atuação em Porto Alegre.

Hudson teve dificuldade para imprimir um ritmo forte no meio de campo e não conseguiu acompanhar os jogadores do Inter na maioria das jogadas, tão pouco contribuiu ofensivamente. O camisa 25 cometeu o pênalti que garantiu a vitória aos gaúchos, além de ter feito a falta que originou o lance.

Depois de ser improvisado em algumas partidas no Campeonato Paulista e no Brasileirão como lateral-direito, Hudson pediu a Cuca que fosse escalado apenas como volante. O treinador revelou que o jogador não demonstrou estar confortável na linha de defesa, não querendo ser efetivado como lateral neste momento de sua carreira.

Em 2019, Hudson já disputou 28 partidas com a camisa do São Paulo e marcou dois gols. O jogador chegou a ser capitão da equipe em diversos jogos, porém perdeu espaço com Cuca. O técnico tem escalado Tchê Tchê e Liziero como volantes, buscando trazer maior qualidade de passe e mobilidade ao meio-campo Tricolor.

No momento, o São Paulo ocupa a quinta posição do Campeonato Brasileiro, com 31 pontos somados. Na próxima rodada, a equipe enfrenta o CSA, no Morumbi, no domingo, às 19h.

Gazeta Esportiva

Cuca explica Hudson no banco do São Paulo: “Não quer ser efetivado como lateral”

A ausência de Hudson no time titular do São Paulo foi a principal novidade na escalação para o jogo contra a Chapecoense, na noite desta segunda-feira, no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro. Momentos antes da partida, o técnico Cuca explicou a opção por Igor Vinícius na lateral direita.

“O Hudson teve uma conversa comigo. Ele sempre foi um volante, não quer ser efetivado como lateral direito, e eu concordo e entendo o profissional. Ele está à disposição para um caso de necessidade, mas ele não quer ser efetivado. Por isso a entrada do Igor Vinícius”, elucidou o treinador, em entrevista ao canal Premiere.

Volante de origem, Hudson vinha atuando como lateral direito improvisado desde a fase de mata-mata do Campeonato Paulista. A estratégia, implementada primeiro pelo coordenador técnico Vagner Mancini, era reforçar a marcação no setor, já que Igor Vinícius não tem a parte defensiva como seu ponto forte.

Internamente, Hudson recebeu elogios da comissão técnica por se colocar à disposição para jogar de forma improvisada e por sua dedicação na lateral. Atualmente, Tchê Tchê é quem vem atuando como segundo volante, posição de preferência do camisa 25.

O São Paulo está de olho no mercado em busca de um lateral direito. Recentemente, o clube tentou a contratação de Adriano, ex-Barcelona, mas não entrou em acordo financeiro com o jogador.

Fonte: Gazeta Esportiva

Anderson Martins e Hudson deixam treino mais cedo; Pablo se destaca

O São Paulo segue se preparando para o clássico contra o Palmeiras, primeiro compromisso após a pausa para a Copa América. Nesta terça-feira, dia de treino em dois períodos, o elenco tricolor começou a trabalhar pela manhã com um treino técnico em campo reduzido. Pablo, recuperado da cirurgia na coluna, foi um dos destaques da atividade, enquanto Anderson Martins e Hudson deixaram o campo mais cedo que os demais.

Anderson Martins foi o primeiro atleta a abandonar o treino. Com dores musculares, o zagueiro foi poupado pelo departamento médico, que não viu necessidade de forçá-lo a participar de um treino rotineiro dessa intertemporada do Tricolor em Cotia.

Posteriormente, depois de ter integrado uma das equipes que disputaram um coletivo em campo reduzido, Hudson, improvisado na lateral-direita, também foi visto deixando o gramado depois de conversar com o médico do São Paulo, Dr. José Sanchez. O volante negou que tenha sentido algo mais grave, porém, exausto, decidiu se preservar.

Nesta terça-feira quem se destacou foi o atacante Pablo. O camisa 9 do São Paulo fez três gols na atividade em campo reduzido e mostrou que, aos poucos, vai voltando à sua forma ideal depois da cirurgia na região lombar da coluna para a retirada de um cisto artrossionovial. A tendência é que ele esteja à disposição para o duelo com o Palmeiras, no Morumbi, no próximo dia 13 de julho, às 19h (de Brasília).

Cuca esteve bastante atento durante todo o tempo no primeiro treino desta terça. Enquanto duas equipes duelavam no perímetro delimitado pela comissão técnica, o terceiro time trabalhava finalizações em um campo anexo.

Arboleda, que era esperado para os treinamentos desta terça-feira, teve um problema com seu voo para o Brasil e só chegara a São Paulo durante a tarde. Desta forma, o zagueiro equatoriano só voltará ao batente nesta quarta.

Ao contrário da última semana, o elenco do São Paulo não permanecerá em concentração total em Cotia nesta nova semana. Os jogadores poderão dormir em casa em alguns dias, entretanto, seguirão treinando no CFA Laudo Natel. A partir da próxima segunda-feira, a tendência é que o elenco volte a trabalhar no CT da Barra Funda.

 

Fonte Gazeta Esportiva

Grupo recusa bicho por classificação e faz proposta a diretoria por final

A diretoria do São Paulo chegou a oferecer o chamado “bicho” para ser dividido entre os atletas pela classificação diante do Ituano ontem, pelas quartas de final do Paulista. O valor, entretanto , foi recusado por um grupo de jogadores liderado pelo volante Hudson, que considerava a classificação obrigação – o prêmio ultrapassaria R$ 1 milhão, a ser dividido.

Ao invés de receber prêmios agora, os atletas fizeram uma contraproposta, aceita pela diretoria: só receber o “bicho” em caso de classificação para final, mas, nesse cenário, com um valor superior ao dobro do oferecido inicialmente.

 

Fonte: UOL

Antes criticado, Hudson mostra que pode ser importante na lateral direita

O volante Hudson mostrou que pode ser uma peça importante na lateral direita para o São Paulo nas próximas partidas. O jogador foi o titular da posição contra o Ituano, pelo primeiro jogo das quartas de final do Campeonato Paulista.

Na vitória contra o Galo de Itu, no último domingo, Hudson foi escalado como lateral-direito para marcar Martinelli, destaque do time do interior e com muita qualidade no mano a mano pelo setor esquerdo do ataque do Ituano. O jogador conseguiu anular praticamente todas as jogadas do adversário no setor, contribuindo para uma boa partida defensiva.

Além da boa atuação defensivamente, Hudson soube aproveitar bem as subidas ao ataque. O jogador mostrou entrosamento com o garoto Antony, procurando tabelas e dando opção para jogadas de linha de fundo. Inclusive, Hudson chegou a carimbar o travessão em chute de fora da área.

Perguntado sobre a atuação, Hudson valorizou a vitória.

– Apesar de eu já ter atuado na lateral direita, fazia um tempinho que eu não atuava. O Mancini teve uma preocupação especial com o Martinelli, então ele priorizou um pouco mais a marcação naquele setor. Mas, foi só um detalhe dentro do jogo, acho que o São Paulo foi superior ao Ituano, mas ainda podemos melhorar muito. Assim como na derrota nem tudo está errado, na vitória nem tudo está certo – disse o volante após a partida.

Com a boa performance na lateral direita, Hudson deve ser titular novamente da posição, contra o Ituano, nesta quarta-feira, às 19h15, no Novelli Júnior, pelo jogo de volta das quartas de final do Paulistão. O São Paulo precisa de um empate para se classificar.

 

Fonte: Lance