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Juanfran, do São Paulo, compara Diniz a Simeone: “Aprendo coisas que não imaginava aos 35 anos”

O lateral-direito Juanfran comparou o técnico Fernando Diniz, do São Paulo, ao argentino Diego Simeone, que por anos o comandou no Atlético de Madri, da Espanha.

– Ele tem conceitos muito bons, não só ofensivos, mas defensivos. Venho de um dos melhores do mundo, a nível defensivo, o Simeone, e Fernando valoriza muito o trabalho defensivo de Simeone. Estou aprendendo coisas que não imaginava que aprenderia aos 35 anos – disse Juanfran ao programa “Alô Tricolor”, produzido pelo São Paulo.

O espanhol também comentou sobre seu primeiro jogo em casa na Libertadores, no mês passado, quando o São Paulo bateu a LDU por 3 a 0.

– Me emocionou muito o recebimento ao chegar no Morumbi. Você percebe que tem algo especial para a torcida. Fo uma noite muito especial.

Fernando Diniz com Igor Vinícius e Juanfran em treino do São Paulo — Foto: divulgação São PauloFernando Diniz com Igor Vinícius e Juanfran em treino do São Paulo — Foto: divulgação São Paulo

Fernando Diniz com Igor Vinícius e Juanfran em treino do São Paulo — Foto: divulgação São Paulo

 

No programa, o lateral também contou uma curiosidade: é fanático pela série De Volta para o Futuro:

– Como se diz “Regreso Al Futuro”? “Back to the Future”? É um dos filmes favoritos da minha vida. Eu sei todos os diálogos, comprei os carros dos três filmes (de brinquedo), que são diferentes.

Quem também deu as caras no programa foi o filho de Juanfran, Oliver, que joga futsal no São Paulo. Perguntado sobre como era defender o mesmo clube do pai, o garoto respondeu:

– É um sonho!

Globo Esporte
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Em casa, Diniz vê jogos de times que dirigiu e mantém papos com atletas

Fernando Diniz, técnico do São Paulo, não abandonou durante a quarentena o hábito de conversar individualmente com os jogadores. Por meio do celular, ele segue se comunicando com seus comandados com pautas sobre futebol e a vida. Leitura e estudo de futebol também fazem parte da rotina.

Diniz também segue em contato com a diretoria do Tricolor. Embora não tenha participado de maneira ativa da negociação com os atletas, ele foi consultado sobre a adequação salarial que o clube propôs (e vai colocar em prática) para o período de paralisação dos campeonatos devido ao coronavírus. Embora boa parte do elenco não tenha gostado da ideia de ter 50% dos salários suspensos e os direitos de imagem congelados durante esta crise, o clube acredita que é a única forma de sobreviver financeiramente.

No Tricolor, acredita-se que a maneira como Diniz lida com isso e a proximidade que ele tem com os jogadores pode facilitar a aceitação do grupo a esta medida. O treinador concedeu algumas entrevistas nos últimos dias, sempre sem sair de casa, por telefone ou chamada de vídeo, e em praticamente todas manifestou que sua preocupação neste momento é com as pessoas menos favorecidas.

– Espero que a sociedade, não só do Brasil, mas mundial, perceba que o mundo é cada vez mais uma ilha. Todas as pessoas precisam umas das outras. Essa desigualdade social no mundo não tem razão de ser. Podemos distribuir melhor a riqueza. O mundo produz muita riqueza, mas quanto mais riqueza a gente produz maior fica a desigualdade. A sociedade tem de repensar e procurar diminuir a desigualdade. No fundo, temos de viver cada vez mais em comunidade e se respeitando. É tentar viver de uma maneira mais equilibrada – disse ele, na quinta-feira, à ESPN Brasil.

Além das tarefas domésticas, o que inclui cuidar dos quatro filhos ao lado da esposa, o técnico do São Paulo tem utilizado o período de isolamento para assistir aos jogos do próprio Tricolor e de outras equipes que comandou na carreira para identificar possíveis correções e tentar elaborar novos tipos de treinamento.

Diniz também recorreu à leitura. Em suas redes sociais, o Tricolor publicou uma foto dele com o livro “Antifrágil – Coisas que se beneficiam com o caos”, do autor libanês Nassim Nicholas Taleb, publicado em 2012.

Fernando Diniz está em alta no São Paulo. Até a parada dos campeonatos, o time vinha jogando bem, estava classificado às quartas de final do Paulistão e havia vencido a LDU (ECU) por 3 a 0 no Morumbi, com boa atuação, após estrear na Libertadores com derrota na altitude para o Binacional (PER).

Lance

SPFC celebra aniversário de Diniz: ‘Hoje é dia de Dinizismo’

Nesta sexta-feira, o técnico Fernando Diniz completa 46 anos de idade e comemora seis meses de São Paulo. Mesmo durante a paralisação por conta da pandemia de coronavírus, o clube não deixou a data passar e celebrou o aniversário do treinador em suas redes sociais, além disso relembrou a chegada de seu comandante em setembro do ano passado.

E para marcar a 46ª primavera de Diniz, o Tricolor reforçou mais uma vez o termo “Dinizismo” como o oficial para descrever o método de trabalho do técnico. Na última quinta-feira, também em suas redes sociais, o clube já havia oficializado a expressão, uma vez que torcedores vinham debatendo se seria “Dinizmo” ou “Dinizismo”, como também mostrou a reportagem do LANCE!.

Aproveitando a data, o Twitter oficial do clube também chamou os são-paulinos para enviarem mensagens para Diniz nesta data comemorativa. A popularidade do treinador entre os tricolores está crescendo cada vez mais, enquanto a desconfiança de outrora vem dando lugar ao otimismo a para a admiração.

– Hoje é dia de Dinizismo! O nosso professor Fernando Diniz celebra 46 anos de vida. Agora o estagiário vai te dar uma missão, torcedor: escreva uma mensagem bem criativa pro nosso treinador, com o mesmo prazer que ele tem de jogar futebol – diz a postagem.

São Paulo FC (de 🏠)

@SaoPauloFC

🥳🎂 Hoje é dia de Dinizismo! O nosso professor Fernando Diniz celebra 46 anos de vida 🎈

Agora o estagiário vai te dar uma missão, torcedor: escreva uma mensagem bem criatividade pro nosso treinador, com o mesmo prazer que ele tem de jogar futebol.

Parabéns, Diniz! 👏🇾🇪

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Coincidentemente, esta sexta-feira também marca os seis meses de Fernando DIniz como treinador do São Paulo. Seu primeiro dia de trabalho no CT da Barra Funda foi no dia 27 de setembro de 2019, uma sexta-feira, véspera do duelo com o Flamengo, no Maracanã, que terminou empatado em 0 a 0, pelo Brasileirão. O clube relembrou a data e postou o vídeo da chegada do técnico.

São Paulo FC (de 🏠)

@SaoPauloFC

🎥🇾🇪 Que tal rever o primeiro dia de trabalho do aniversariante Diniz no Tricolor? Ele foi contratado na quinta (26/9), treinou o time na sexta (27/9) e estreou no sábado (28/9) no empate por 0 a 0 com o Flamengo no Maracanã. É o pontapé inicial do professor no !

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Nesses seis meses de “Dinizismo”, foram 29 jogos oficiais, 14 vitórias, sete empates e oito derrotas, resultando em 56,3% de aproveitamento, além de 34 gols marcados (média de 1,17 por jogo) e 24 gols sofridos (média 0,83 por jogo). Além disso, conseguiu levar o time para a fase de grupos da Copa Libertadores e neste ano foi o primeiro dos grandes a garantir vaga nas quartas de final do Paulistão, com duas rodadas de antecedência na fase de classificação.

As atividades do São Paulo, assim como nas principais competições do futebol brasileiro, estão paralisadas por tempo indeterminado buscando evitar a disseminação da pandemia de coronavírus. Enquanto isso, jogadores e comissão técnica estão mantendo contato diário a partir de suas residências. O elenco recebe orientações de como se preparação fisicamente no período.

Lance

Fernando Diniz exalta atuação do São Paulo: ‘Me sinto realizado’

Após começar com derrota fora de casa, o São Paulo se recuperou na Libertadores e venceu a LDU por 3 a 0 nesta quarta-feira, pelo Grupo D da competição. Em entrevista coletiva após a partida, o técnico Fernando Diniz afirmou estar ‘realizado’.

– Eu sou prestador de serviço e tento passar o melhor. A simbiose que aconteceu hoje eu me sinto muito realizado, porque o jogador está jogando bem e bonito e terminando no gol. Jogar bonito e fazer o gol aconteceu hoje. Foram quatro bolas no gol e três gols, mas tivemos muitas oportunidades. E o sistema defensivo foi praticamente impecável, o Volpi quase não fez nenhuma defesa contra um equipe forte que é a LDU – disse o treinador.

Fernando Diniz voltou a falar da marcação do São Paulo e também comentou sobre a lesão de Tiago Volpi. O goleiro pediu substituição no segundo tempo após sentir dores na mão direita.

– A gente não sabe. No momento estamos preocupados, porque ele não é de sair. Vamos saber depois dos exames e esperamos que não tenha nada importante. Meu grau de satisfação, eu estava com algumas coisas no primeiro tempo. O time estava muito acelerado e a gente tinha uma forma de marcar. Eu estava pedindo para sair um pouco de trás, mas se saísse poderia sair bagunçado. Parei de falar um pouco para corrigir no intervalo. Quando a gente marca como uma equipe contra a LDU, a gente não pode sair bagunçado. A equipe foi mais equilibrada no segundo tempo. O jogo estava mais interessante quando estávamos tirando o time com rapidez de trás – completou.

A vitória do São Paulo sobre os equatorianos deixa o Grupo D da Libertadores embolado. Todos os times têm três pontos, mas o time brasileiro, pelo saldo de gols, é o segundo colocado. O River Plate, que bateu o Binacional por 8 a 0, também nesta quarta, é o primeiro. Líder e vice-líder da chave se enfrentam na próxima quinta-feira, no Morumbi.

Lance

Juanfran treina com o restante do time e Vítor Bueno ainda é dúvida no SPFC

O São Paulo retomou as suas atividades após a derrota para o Botafogo no último fim de semana. Hoje (9), no CT da Barra Funda, a equipe trabalhou sob o comando do técnico Fernando Diniz. Em recuperação de entorse no tornozelo, Vítor Bueno iniciou o treino sozinho e ainda é considerado dúvida para o jogo de quarta-feira (11), contra LDU, pela Copa Libertadores.

Após fazer alguns exercícios, o atacante conversou com Diniz e passou a integrar o restante do elenco. Por outro lado, Juanfran, que também desfalcou o time nos últimos confrontos por causa de dores na panturrilha, participou desde o início da atividade junto aos demais jogadores.

Antes de a equipe ir para o gramado, Diniz exibiu um vídeo para os atletas, que puderam estudar um pouco mais do adversário. Na sequência, a equipe fez o aquecimento no campo.

Para ter mais privacidade, o técnico comandou o trabalho tático sem a presença da imprensa. Os jogadores que foram poupados na última rodada do Campeonato Paulista trabalharam normalmente. O time volta a treinar amanhã, no CT.

UOL

Muricy critica São Paulo após derrota e vê convocação ‘normal’ de Tite

Único brasileiro a estrear na Libertadores com derrota, o São Paulo, para Muricy Ramalho, ‘teve tudo na mão’ para vencer o Binacional (PER), ontem, fora de casa. Analisando, durante o Globo Esporte SP desta sexta-feira, as chances perdidas pelo Tricolor na derrota por 2 a 1, o comentarista afirmou que o time de Fernando Diniz precisava matar o jogo no primeiro tempo.

No que diz respeito a altitude, o ex-técnico acredita que os quase 4.000 metros acima do nível do mar atrapalharam a reação do São Paulo em seu primeiro jogo pela fase de grupos da Libertadores.

“O São Paulo teve tudo na mão. Começou o jogo em cima, como era esperado, porque, quando você chega duas horas antes, você não sente muito a altitude. Mas, vai passado o jogo, você vai começando a entrar na altitude e ela vai pegando você. O São Paulo, na hora que quis reagir, já era. Tem que matar o jogo no começo”, comentou Ramalho que isentou Diniz da falta de pontaria tricolor:

“Ele (Diniz) faz tudo que tem que fazer, ou seja, dá profundidade, treinamento… mas aí, é coisa do jogador”.

Sobre o grupo do Tricolor na competição sul-americana, o comentarista ressaltou a importância de sair do Peru com um bom resultado. O São Paulo terá pela frente a LDU, do Equador, e o River Plate, da Argentina.

“Não para perder pontos para esse time, que é o pior do grupo. Tem que ganhar dele, porque tem duas pedreiras agora, LDU e River”, opinou o ex-técnico.

O São Paulo volta a campo neste domingo, às 16h, para encarar a Ferroviária pela nona rodada do Campeonato Paulista.

E a seleção brasileira?

Além da derrota tricolor, Muricy Ramalho também comentou a convocação da seleção brasileira para os primeiros jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022. Elogiando o ataque da seleção brasileira, o ex-técnico acredita que não há muito o que se discutir quanto as escolhas de Tite.

“Que ataque! O Tite não vai poder reclamar, é muita gente boa. Eu acho que não teve grandes surpresas. O Everton Ribeiro era esperado, é um meia diferente. Então, acho que está normal. Não tem muito o que discutir não”, avaliou Muricy.

A seleção brasileira estreia no dia 27 de março contra a Bolívia. Na sequência, no dia 31, o Brasil encara o Peru.

UOL

Perto da estreia do São Paulo, Diniz se declara à Libertadores: “Muito apaixonado desde criança”

Fernando Diniz está suspenso da estreia do São Paulo na Libertadores nesta quinta-feira, fora de casa, contra o peruano Binacional. Mas não poder ficar à beira do campo para comandar o Tricolor não vai diminuir o sentimento do técnico de poder debutar no torneio com um tricampeão da América.

– Libertadores tenho relação de torcedor desde criança. Joguei e vou estrear como técnico. É um grande privilégio. Sou muito apaixonado pela Libertadores desde criança. Pra mim vai ser muito legal poder estrear pelo São Paulo. Sabemos que, talvez dos times do Brasil, é o time mais identificado com esse campeonato. O torcedor tem um apreço e carinho especial – disse.

O técnico não poderá ficar no campo por conta de suspensão da época de Fluminense, na Copa Sul-Americana. O Tricolor está no Grupo D, ao lado ainda de River Plate, da Argentina, e LDU, do Equador.

– Para mim vai ser muito ruim não poder estar no campo. Sou um treinador que gosto muito de participar. Me sinto muito mais vivo quando estou na beira do campo – disse Fernando Diniz.

Fernando Diniz gesticula muito quando está à beira do campo — Foto: Marcos RibolliFernando Diniz gesticula muito quando está à beira do campo — Foto: Marcos Ribolli

Fernando Diniz gesticula muito quando está à beira do campo — Foto: Marcos Ribolli

 

Antes de virar treinador, Fernando Diniz disputou a Libertadores como jogador pelo Santos, em 2005. Na ocasião, o time que tinha Robinho e o hoje comentarista Ricardinho enfrentou a própria LDU, adversária do São Paulo nesta Libertadores.

– Nunca parei para pensar no que vou dizer, mas acho que quando o São Paulo ganha a primeira Libertadores dá um salto muito grande no Brasil e no mundo. E o torcedor se sente muito parte disso, porque lembro nas primeiras conquistas, principalmente em 1992 e 1993, e quase ganhou em 1994… o torcedor invadia isso aqui (Morumbi) e empurrava o time do primeiro ao último minuto. Então ele se sente muito identificado e parte das conquistas do São Paulo – afirmou Diniz.

Fernando Diniz, técnico do São Paulo, também costuma gritar muito nos jogos — Foto: MAURO HORITA/ESTADÃO CONTEÚDOFernando Diniz, técnico do São Paulo, também costuma gritar muito nos jogos — Foto: MAURO HORITA/ESTADÃO CONTEÚDO

Fernando Diniz, técnico do São Paulo, também costuma gritar muito nos jogos — Foto: MAURO HORITA/ESTADÃO CONTEÚDO

 

Diante do Binacional, o São Paulo enfrentará uma altitude de 3.800 metros acima do nível do mar. A delegação viajará de avião fretado para Bolívia e só se deslocará para Juliaca, cidade no Peru onde acontecerá a partida, no dia do jogo.

A maior dúvida é se Antony poderá começar o jogo ou ficará no banco de reservas. Ele se recupera de uma lesão no tornozelo esquerdo. Ele e Juanfran treinaram separado do grupo na última segunda-feira, no CT da Barra Funda.

Globo Esporte

Bruno Alves aprova bronca de Diniz e avisa: ‘Temos tudo para fazer ótima Libertadores’

A queda de rendimento do São Paulo no segundo tempo da vitória por 2 a 1 sobre a Ponte Preta, no domingo, motivou o técnico Fernando Diniz a dar uma dura bronca nos jogadores no vestiário do Morumbi, como mostrou o LANCE!. Para o zagueiro Bruno Alves, a atitude foi correta, ainda mais com a estreia na Libertadores se aproximando: quinta-feira, às 21h, contra o Binacional (PER), no Peru.

– Ele está certo em nos dar uma bronca no vestiário. A gente conseguiu implantar tudo o que estava sendo treinado, movimentações ofensivas, envolvendo a Ponte Preta. No segundo tempo, ele pediu para manter o ritmo, para não baixar a guarda se tivesse a oportunidade de fazer três, quatro. Após a expulsão (de Yuri, aos sete do segundo tempo), depois de uns dez minutos, o time relaxou. Ele foi corretíssimo em nos cobrar. Temos que saber que no futebol não tem momento fácil, depende da nossa posição, do que a gente faz. Ele está correto e acredito que tudo tem um por quê. Se isso aconteceu, é para a gente ligar um sinal de que não podemos relaxar em nenhum momento – disse o camisa 3.

Bruno Alves reforçou os frequentes elogios do elenco ao treinador e mostrou confiança na equipe para a competição continental.

– Cada treinador que passou aqui desde que cheguei tinha uma proposta. Talvez, pelo tempo e pelas condições, não conseguiram implantar a filosofia que queriam. Com o Diniz, vem evoluindo. Na minha opinião foi importantíssima a permanência dele e do elenco na virada do ano. A filosofia do Diniz não é só bonita, ele faz porque é eficiente, é o futebol que ele acredita que pode dar resultado e a gente acredita junto com ele.

– A vontade corre nas veias de todo são-paulino. Nós, jogadores, sabemos da responsabilidade. Tenho certeza que a gente tem todos os ingredientes para fazer uma ótima Libertadores. Na minha primeira lembrança já vem o Morumbi lotado, aquele clima diferente. Em 2005 acompanhei o São Paulo pela TV sendo campeão. Jogar pelo São Paulo na Libertadores é a realização de um sonho.

O São Paulo treina no CT da Barra Funda até quarta-feira, quando viaja para Santa Cruz de la Sierra, cidade boliviana que não tem altitude. A ida para Juliaca, que fica a 3.800 metros do nível do mar, será horas antes da partida para minimizar os efeitos do ar rarefeito.

Lance

Fernando Diniz condena relaxamento e cobra jogadores do São Paulo

São Paulo venceu a Ponte Preta neste domingo, mas correu mais risco do que poderia, na opinião do técnico Fernando Diniz.

Diante do volume do jogo imposto pelo time e do fato da Ponte ter ficado com um jogador a menos logo aos 8 minutos do segundo tempo, o comandante esperava mais.

“O time jogou muito bem uma boa parte do jogo, mas os jogadores sabem que a gente não pode terminar o jogo ansioso para que o juiz faça o apito final. É injustificável. Não pode acontecer isso, e não pode tomar gol. A gente não podia relaxar, o torcedor não relaxou, toda vez o torcedor estava no ‘vamos, está bonito’, e no final fica aquela apreensão. E a gente provocou isso. O torcedor tinha que sair daqui fazendo festa com uma goleada, ou no mínimo com o 2 a 0”, avaliou Fernando Diniz, em entrevista coletiva.

Se antes havia muita pressão sobre o técnico, a partida deste domingo colocou realmente a atuação dos atletas sob análise mais criteriosa. Mesmo assim, Diniz evitou apontar culpados.

“No fundo é uma coisa só. Quando os jogadores não conseguem fazer os gols, está todo mundo junto. A equipe jogou muito bem, e venceu. O aspecto negativo foi esse sofrimento desnecessário. Não foi porque a Ponte propôs algo diferente, foi por relaxamento nosso mesmo. Os jogadores estão cientes e já falei com eles agora, no vestiário”.

Lance

Muricy encontra Diniz no São Paulo e diz: ‘Dá gosto falar do seu trabalho’

Ídolo do São Paulo e hoje comentarista da TV Globo, Muricy Ramalho foi ao CT da Barra Funda nesta quinta-feira para gravar uma matéria e encontrou-se com Fernando Diniz, a quem fez elogios.

– Dá gosto de falar do seu trabalho, do quanto você melhorou o time do São Paulo. Vejo uma mudança tática muito grande na equipe. Você é diferente e não abre mão dos seus conceitos, o que me agrada demais – disse Muricy.

São Paulo FC

@SaoPauloFC

🗣 De Muricy para Diniz: “Dá gosto de falar do seu trabalho, do quanto você melhorou o time do São Paulo. Vejo uma mudança tática muito grande na equipe. Você é diferente e não abre mão dos seus conceitos, o que me agrada demais” 🇾🇪

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Muricy Ramalho é um dos maiores técnicos da história do São Paulo. Conquistou a Copa Conmebol em 1994, quando era auxiliar de Telê Santana e dirigiu o chamado Expressinho, e o tricampeonato brasileiro em 2006, 2007 e 2008, além de ter salvado o clube de um rebaixamento para a Série B em 2013.

Fernando Diniz chegou ao Tricolor em setembro do ano passado e tem deixado a diretoria e o elenco muito satisfeitos, sobretudo pelo trabalho deste ano.

Lance

Diniz previu gol de Pato pelo São Paulo e avisou atacante: ‘Se não acertar na primeira, sai na próxima’

O técnico Fernando Diniz encarnou o profeta no último sábado, pouco antes de a bola rolar para Oeste x São Paulo, em Barueri, pelo estadual. Ainda no vestiário, o comandante tricolor teve uma conversa em particular com Alexandre Pato e previu que seu comandado, enfim, iria balançar as redes.

“Vai sair gol. Acredita! Se não acertar na primeira, vai sair na próxima. Não pensa no erro, só no acerto”, disse Fernando Diniz para Alexandre Pato antes de irem a campo.

Com os dois gols do último sábado, Alexandre Pato deu fim a um incômodo jejum. Fazia mais de seis meses que o atleta não balançava as redes. A última vez que o camisa 7 marcou um gol tinha sido no clássico contra o Santos de 2019, contra quem também fez uma dobradinha, no dia 10 de agosto.

Após a partida, Alexandre Pato ressaltou as conversas que vem tendo com Fernando Diniz no dia a dia no CT da Barra Funda e creditou parte de seu sucesso no duelo com o Oeste ao comandante são-paulino.

“Ele falou para eu continuar, trabalhar bastante, sangrar pelo time. Acho que fiz meu máximo, corri, tentei ajudar. Tem uma passagem na bíblia que é muito boa: “O vento que vem do Leste às vezes não é bom, mas o vento que vem do Oeste só traz coisa boa. Falei: ‘Agora, vai. Tenha calma! Tenha calma!’”, revelou Pato à SPFCTV após o jogo.

ESPN

Contra o Oeste, São Paulo fez seu jogo mais eficiente no Paulistão 2020

Além de se reabilitar na competição com a goleada sobre o Oeste, no último sábado, o São Paulo parece ter dado um jeito nas finalizações. Isso porque foi a partida mais eficiente do time no Paulistão até aqui. De acordo com o Footstats, em média, os são-paulinos precisaram de menos de quatro chutes para marcar um gol, estatística bem melhor do que nas rodadas anteriores.

Uma diferença básica desse jogo para os demais foi o número de tentos marcados pela equipe: quatro. Foi a primeira vez, em 24 duelos sob o comando de Fernando Diniz, que o Tricolor consegue atingir essa marca. Antes, o placar mais elástico havia sido o 3 a 0 sobre a Chapecoense, fora de casa, no Brasileirão-2019. De resto, no máximo partidas com dois gols.

Essa grande quantidade de bolas na rede ajudou nas estatísticas e finalmente “destravou” o ataque do São Paulo. Foram 15 finalizações, nove delas atingiram o alvo e quatro entraram no gol. Sendo assim, a cada 3,75 chutes, o time comemorou um tento e a cada 2,25 finalizações certas, uma superou o goleiro.

– Já era para a gente ter feito jogos assim no campeonato, pelo tanto de chances que a gente criou, mas hoje (último sábado) saíram os gols. Conseguimos fazer o primeiro logo no começo, deu mais tranquilidade para a gente, depois voltamos para o segundo tempo concentrados para fazer mais, para fazer os gols que não estavam saindo. Perdemos oportunidades também, mas o que vale é que o gol saiu e a vitória veio – disse Reinaldo, após a goleada.

Até então, o melhor desempenho são-paulino nesse quesito havia sido registrado contra a Ferroviária, quando a equipe precisou de oito chutes para poder fazer um gol. Já em termos de finalizações certas, o jogo mais eficiente havia sido diante do Água Santa, quando foi necessário chutar 3,5 vezes no alvo para poder balançar a rede uma vez, logo na primeira rodada do estadual.

Comparando com os jogos de Fernando DIniz desde o Brasileirão do ano passado, esse duelo com o Oeste foi o segundo mais eficiente, perdendo apenas para o já citado 3 a 0 sobre a Chape. Naquela ocasião, foram 11 finalizações, seis certas e três gols, ou seja, em média, a acada 3,7 chutes, um balançou a rede, e a cada dois chutes certos, um resultou em tento.

O objetivo de Diniz e seus comandados é manter essa eficiência e evitar tantas chances desperdiçadas, como vinha acontecendo rodada após rodada. Para isso, a partir de terça-feira o elenco volta a treinar de olho no duelo diante da Ponte Preta, no próximo domingo, às 16h, no Morumbi, pela sétima rodada da fase de grupos do Paulistão-2020. O Tricolor lidera o Grupo C da competição.

Lance

Após goleada, Fernando Diniz exalta manutenção do elenco: ‘Base forte’

A goleada por 4 a 0 sobre o Oeste não foi boa para o São Paulo só pelo placar elástico. A partida deste sábado, na Arena Barueri, pela sétima rodada do Campeonato Paulista, foi uma das melhores atuação do Tricolor na temporada e desde que Fernando Diniz assumiu o time. E o treinador exaltou a força do seu elenco após a vitória.

– Neste momento, é o melhor time, porque eu botei em campo. Não significa que não pode mudar. Ainda mais pensando na temporada inteira. Dificilmente vai continuar até o fim do ano. É uma base forte. Com Hernanes e Pablo ainda parte do time titular, como Liziero, Luan e Everton cada vez com mais ritmo… Vamos ganhando muitas opções e soluções para o time – afirmou Fernando Diniz, em coletiva, antes de completar sobre a manutenção do elenco Tricolor em 2020.

– Não contratamos, até liberamos alguns, mas talvez isso seja a grande força. Manutenção do elenco e recuperação de quem estava, como Hernanes, Pato e Pablo, é nosso maior trunfo e isso eleva o nível do time.

Sobre a partida contra o Oeste, Fernando Diniz criticou a ansiedade do time na marcação, que acabou deixando espaços para o time adversário.

– A gente começou de maneira muito agressiva, com troca rápida de passe, movimentação inteligente e intensa e chance claras, mas depois do gol o Oeste levou perigo que não poderíamos ter deixado. Saímos com muita gente e eles até mandaram na trave. Acho que foi uma ansiedade de fazer a pressão alta que levou a desencaixar a marcação. No segundo tempo encaixamos e fizemos um ótimo tempo – finalizou Diniz.

Com o resultado deste sábado, o São Paulo assume a liderança do Grupo C do Campeonato Paulista, com 12 pontos, O Tricolor volta a campo no próximo domingo, às 16h, contra o Mirassol.

Lance

Denílson destaca evolução do São Paulo com Fernando Diniz: “Tem repertório”

Criticado pela torcida, mas com respaldo da diretoria, Fernando Diniz, segundo Denílson, está fazendo um ‘bom trabalho’ no São Paulo. Afirmando, durante o Jogo Aberto desta terça-feira, que o técnico não é o responsável pelo baixo aproveitamento do Tricolor nas finalizações, o comentarista vê ‘muita’ evolução no time.

“O Fernando Diniz, na minha opinião, está fazendo um bom trabalho. Realmente, quando o cara sai na cara na cara do gol e erra, a culpa não é do treinador. O trabalho do treinador é criar situações para que o time consiga chegar na cara do gol, e o Fernando Diniz está fazendo isso”, disse Denílson.

“Então, você já vê uma evolução no São Paulo?”, perguntou a apresentadora Renata Fan.

“Muita. O time do São Paulo, hoje, tem repertório. A gente vê um time mais entrosado, com os jogadores se entendendo dentro de campo”, respondeu o ex-jogador.

Buscando uma vaga nos mata-matas do Campeonato Paulista, o São Paulo encara o Oeste, neste sábado, às 16h30, pela sétima rodada.

UOL