Cueva, do Santos, ganha camisa do São Paulo: “A melhor que lhe serviu”, escreve irmão do jogador

O irmão do meia peruano Cueva, do Santos, postou em seu Instagram, neste sábado, uma foto do jogador recebendo a camisa 10 do São Pauloao lado de Raí e do diretor-adjunto Chapecó. O armador treinou com a seleção do Peru no CT do clube na última sexta-feira.

– Essa é a camiseta que melhor lhe serviu, irmão. A tricolor paulista – escreveu Jorge Luis Cueva Bravo.

Cueva recebe camisa do São Paulo de Raí — Foto: ReproduçãoCueva recebe camisa do São Paulo de Raí — Foto: Reprodução

Cueva recebe camisa do São Paulo de Raí — Foto: Reprodução

 

A imagem publicada pelo irmão de Cueva não foi divulgada pelo São Paulo e nem pela seleção peruana. O único momento de conversa do jogador com Raí foi registrado por um jornalista peruano presente no local. O dirigente recepcionou a delegação peruana e também conversou com o técnico argentino Ricardo Gareca.

Curiosamente, o atleta e o diretor de futebol do São Paulo enfrentaram problemas de relacionamento nos últimos meses do peruano no Tricolor.

Cueva chegou a ser multado por atraso em uma reapresentação e depois se irritou por ter ficado no banco em uma partida do Paulistão, após os são-paulinos rejeitarem uma oferta do Al-Hilal.

Depois de uma rápida passagem pelo Krasnodar, da Rússia, o meia peruano retornou para o futebol brasileiro em fevereiro, quando foi contratado pelo Santos.

Fonte: Globo Esporte

Cueva pode gerar R$ 2,6 milhões ao São Paulo

O São Paulo pode arrecadar uma boa quantia com a negociação de Christian Cueva com o Santos. O clube do Morumbi tem direito a 10% do valor pelo qual o meia pode ser negociado e, diante da pedida do peruano, a tendência é que os cofres tricolores em breve contem com mais alguns milhões de reais.

A proposta do Santos ao Krasnodar, da Rússia, para contar com Cueva é de 7 milhões de dólares, o equivalente a R$ 26 milhões. Desta forma, R$ 2,6 milhões seriam destinados ao São Paulo. O Independiente, da Argentina, era quem estava mais perto de contratar o meia peruano, contudo, cláusulas contratuais esfriaram a negociação.

Hoje com 27 anos, Cueva foi vendido pelo São Paulo em 2018 por 8 milhões de euros. À época, o jogador havia acabado de retornar da Copa do Mundo com a seleção peruana, fato aproveitado pelo Tricolor, que ainda impôs uma cláusula que exige o recebimento de 10% do valor de uma venda futura do atleta.

Além disso, o São Paulo era quem também tinha a preferência pelo retorno de Christian Cueva ao Brasil. Contando com dois armadores no atual elenco, o clube preferiu abrir mão de exercer essa prioridade prevista em contrato e abriu caminho para o Santos acertar detalhes com o staff do atleta.

Caso Cueva sele realmente a sua ida para a Baixada Santista, ele será o quarto reforço do clube para 2019. Por enquanto, já chegaram no Peixe o goleiro Everson, o zagueiro Felipe Aguilar e o meia Soteldo.

 

Fonte; Gazeta Esportiva

Santos faz último esforço e pode atravessar time argentino por Cueva

O destino de Christian Cueva pode ter uma reviravolta nesta semana. O jogador chegou a fechar bases contratuais com o Independiente, da Argentina, mas viu o Santos tentar uma última investida e foi seduzido pela oferta. O Peixe já entrou em acordo com os russos do Krasnodar, que detêm os direitos econômicos do peruano, e agora espera um aval do São Paulo para finalizar a negociação.

Essa permissão do Tricolor é necessária porque uma cláusula foi colocada na venda ao Krasnodar, em julho do ano passado, para dar preferência de compra em caso de propostas de clubes brasileiros. Ou seja, o São Paulo tem o direito de tentar cobrir o que o Santos colocou na mesa para fechar com o meia.

A expectativa é que o Alvinegro desembolse 7 milhões de dólares (cerca de R$ 25,7 milhões) para ter Cueva por quatro temporadas. No primeiro ano, o peruano ficará na Vila Belmiro por empréstimo, para em dezembro assinar de vez um contrato de três anos.

A primeira parcela deve ser paga pelo Santos em julho, no valor de 1 milhão de dólares (R$ 3,6 milhões). O São Paulo terá direito a 10% das cifras totais, ou seja, R$ 2,5 milhões.

Uma das razões para Cueva ter se atraído pelo Peixe, mesmo tendo tudo resolvido com o Independiente, foi uma diferença salarial. Os santistas aceitaram pagar 2 milhões de dólares brutos (R$ 7,3 milhões) por temporada. Isso significa, sem descontos por impostos, um salário mensal de mais de R$ 600 mil.

O Santos ensaiava essa investida pelo peruano há mais de uma semana. No dia 25 de janeiro, Cueva estava hospedado no Hotel Unique, em São Paulo, quando recebeu a visita do presidente José Carlos Peres. O episódio gerou mal-estar com o Krasnodar e os agentes do meio-campista de 27 anos.

 

Fonte: UOL

Bebida em concentração foi motivo de corte de Cueva no Peru, diz TV

Uma das principais estrelas da seleção do Peru, Christian Cueva não foi convocado por Ricardo Gareca para os amistosos frente a Equador e Costa Rica, neste mês de novembro. E o motivo levantado para sua ausência foi um caso envolvendo bebida alcoólica na concentração da seleção.

Segundo informações da Fox Sports Perú, Cueva teria ingerido bebidas alcoólicas no hotel, no Estados Unidos, em que a seleção do Peru estava concentrada para enfrentar os donos da casa em um amistoso no mês passado. Isso encadeou uma punição ao jogador com a ausência nas convocações para a última Data-Fifa do ano.

A ausência de Cueva na convocação de Gareca ganhou repercussão no país e foi tema de pergunta para o treinador da seleção peruana. Em coletiva concedida nesta segunda-feira (19), e o ex-técnico do Palmeiras despistou qualquer indisciplina do meio-campista.

Veja os palpites dos especialistas para os Amistosos Internacionais

“(ausência de Cueva) Não tem nada a ver com ato de indisciplina. Sempre tivemos o melhor dos conceitos (sobre Cueva), sempre foi profissional em todas as convocações. E isso é algo que ultrapassa qualquer rumor”, afirmou Gareca, que completou afirmando que um dos motivos da ausência é o fato de estar procurando novas peças para a seleção.

Vale lembrar que o jogador causou polêmica no início deste ano quando ainda vestia a camisa do São Paulo. O ex-camisa 10 se atrasou na reapresentação do time em janeiro e poucos dias depois pediu para não viajar com a delegação do Tricolor para enfrentar o Mirassol, pelo Paulistão.

Dura em Cueva com laptop e Nenê cobrado: os bastidores da guinada do SPFC

Começo da era Raí como executivo de futebol do São Paulo. Dia de treino no CT da Barra Funda. Cueva, novamente, chega atrasado. O peruano é chamado para conversar com o dirigente, ao lado de Ricardo Rocha, coordenador de futebol.
No lugar de uma bronca tradicional, ele vê o chefe abrir seu notebook e mostrar o novo estatuto do clube. ”Eu disse: ‘você não pode chegar atrasado porque eu vou te multar. É porque é nisso (estatuto voltado para a profissionalização da agremiação) que eu acredito”, disse Raí em entrevista ao blog. ”Cueva falou que acreditava no mesmo quando chegou ao São Paulo, mas que as coisas não estavam acontecendo. Respondi que agora iriam acontecer. Depois disso, ele teve mais um tropeço. Em seguida, ficou um bom tempo sem problemas”, completou o campeão mundial de 92.

O jogador da seleção peruana virou figura fácil no banco de reservas tricolor e acabou vendido para o Krasnodar, da Rússia. Nesse momento, no São Paulo já não se falava em dependência em relação a Cueva.

Essa história, impulsionada pelo laptop de Raí, é uma das que ajudam a contar a transformação do time que brigou em 2017 para não ser rebaixado no Brasileirão na equipe que agora disputa o título nacional e neste momento ocupa a liderança do campeonato. A seguir, conheça mais lances dessa metamorfose, como uma cobrança a Nenê no vestiário e um papo reto com Diego Souza, até então em baixa.

Projeto

Como convencer jogadores a se mudar para um clube que lutara contra o rebaixamento na Série A durante a temporada anterior e estava sendo corroído por uma guerra política. Da mesma forma como fizera com Cueva, Raí usou a reforma estatutária são-paulina para seduzir os pretendidos. ”Tento vender um projeto, não uma coisa a curto prazo. Junto com isso, a questão da ambição, voltar a ser um clube vencedor, referência, o pioneirismo”, contou o dirigente remunerado.

O estatuto, que prevê a troca de diretores amadores por profissionais, também foi mostrado aos atletas na apresentação de Raí ao grupo. Na ocasião, ele apontou as metas de transformação que o São Paulo pretendia atingir.

Apesar de para Raí a alteração no estatuto ser ponto fundamental na recuperação do clube, o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, foi duramente criticado pela oposição por nomear conselheiros para parte dos cargos profissionais. A prática sugeria que nem tudo mudaria.

Sobrevida de Dorival no Morumbi

Torcida, conselheiros e parte da diretoria não suportavam mais Dorival Júnior como treinador. Ao mesmo tempo, a direção ainda sangrava por conta da demissão de Rogério Ceni com apenas cerca de sete meses de trabalho. Demitir Dorival no meio do trabalho não ajudaria a revigorar a desbotada imagem do clube. Esse era um dos fatores que faziam Raí insistir na manutenção. Enquanto a fritura do treinador aumentava, Lugano sugeria a contratação de Diego Aguirre. O blog apurou que ele foi avisado nesse período de que poderia assumir a equipe. Assim, já começou a observar os jogos do São Paulo

Dorival não resistiu por muito mais tempo. Porém, Raí acredita que a demora para tomar a decisão ajudou a fortalecer a confiança dos jogadores no trabalho da nova diretoria de futebol.

”Isso tem reflexo, os atletas perceberam que fomos até onde deu, viram a minha coerência com o Dorival em relação ao que falei para eles quando cheguei”, disse Raí.

Bancando a contratação de Aguirre

Existe uma avaliação no São Paulo de que boa parte da reconstrução da equipe passa pelo fato de Raí ter envergadura para bancar suas decisões diante de críticos supostamente constrangidos em peitar um ídolo do clube. No caso da escolha por Aguirre para o comando do time, a palavra de Raí pesou mais do que as desconfianças que assombravam o Morumbi .

‘Não era um nome no qual eu pensava, mas o Lugano sugeriu, a gente conversou e quando fechamos eu falei: ‘assino embaixo’. Aguirre não era uma unanimidade, mas acho que quando eu falei que assinava embaixo quebrei resistências para a contratação dele”, declarou Raí.

Nenê cobrado no vestiário

Mineirão, 19 minutos do segundo tempo. O São Paulo está fazendo 1 a 0 no Cruzeiro. Nenê é substituído por Bruno Peres e sai demonstrando sua irritação com Aguirre . Raí espera o final da partida, vencida pelos paulistas por 2 a 0, e aborda o veterano jogador no vestiário para uma conversa direta. Conforme apurou o blog, o dirigente disse ao jogador que o ambiente estava ótimo no time e, logo ele, um dos mais experientes, ameaçava a harmonia com sua atitude. Raí confirmou ter conversado com Nenê depois do jogo, mas não esmiuçou como foi o papo. ”São coisas que acontecem no futebol e a gente tem que tentar resolver. O Ricardo (Rocha) conversou com o Nenê, o Lugano conversou, eu conversei. Ele entendeu que foi meio espontânea a reação, digo de deixar escapar a emoção sem pensar no contexto geral. Depois do vestiário, também tivemos uma reunião, nós três, com ele no CT”, contou o diretor executivo.

O fico de Diego Souza

O Vasco tinha interesse em contratar Diego Souza. Aguirre não demonstrava ter grandes planos para o jogador. Parte dos conselheiros e da diretoria entendiam que o atleta não mostrava vontade de ficar e sua saída seria melhor para todas as partes. Raí, então, chamou Diego para uma conversa inicial. Depois, marcou uma reunião com ele e Aguirre juntos. O trio acertou os ponteiros e a permanência do atleta foi definida. ”Acho que pesou o fato de tudo ter sido conversado abertamente. A gente queria sentir a confiança dele e ele queria sentir a nossa confiança. Queríamos escutar o que ele estava querendo. E o Diego queria ouvir o que a gente esperava dele. Ele diz que o Aguirre sempre foi direto, desde o início. Independentemente de estar confiando nele, foi sincero”, afirmou Raí.

De lá para cá, Diego encontrou seu espaço no time, virou um dos mais importantes jogadores da equipe.

Reuniões contra queda de rendimento

Apesar de seguir na liderança, o São Paulo só venceu um de seus últimos cinco jogos no Brasileirão. Foi contra o Bahia, por 1 a 0, no Morumbi. No mais foram três empates e uma derrota. O momento preocupa a diretoria. Para reverter a situação, Raí fez nos últimos dias reuniões com alguns dos jogadores sobre o tema. ”Às vezes, mesmo em momentos em que está tudo bem, faço intervenções. Acho que é natural do campeonato (o líder enfrentar dificuldades como as atuais). Mas ela não pode se alongar. Temos que brigar em cima até o final”, disse o diretor.

Cada um na sua

Entre cartolas do São Paulo, a atuação do trio formado por Raí, Ricardo Rocha e Lugano é considerada fundamental para a recuperação tricolor. Os três se encaixam no perfil de profissionalização pregado pelo novo estatuto. Apesar de se reunirem com frequência, eles têm funções diferentes. Lugano, mesmo na cadeira de superintendente de relações institucionais, é próximo ao departamento de futebol. Tem bom relacionamento com Aguirre e jogadores.

Costuma dar sugestões para Raí. Ricardo Rocha é quem discute tática e outros problemas do time com o treinador. Quando chegou, dava muitas entrevistas, o que gerou desconforto internamente. Foi orientado a conversar mais com jogaores e comissão técnica, e menos com a imprensa, já que a ideia do clube era ter Raí como ”a cara do São Paulo”, não o ex-zagueiro. Ele adotou a postura sugerida e hoje é visto como uma forte voz no vestiário.

Raí coordena as diversas áreas no CT, faz o elo com a diretoria no Morumbi, recebe informações de Ricardo Rocha e faz atuações pontuais junto ao elenco. Ele também montou um comitê com líderes de cada departamento no centro de treinamento para discutir problemas e soluções. Das reuniões periódicas, entre os membros da comissão técnica, só participam funcionários fixos do clube. Os profissionais que chegaram com Aguirre não fazem parte dos encontros .
Entre os jogadores, Diego Souza é quem mais debate os temas do time com o treinador. Os holofotes foram deixados para Nenê, que normalmente dá mais entrevistas do que o colega. Já Aguirre elegeu Diego Souza, Everton e Anderson Martins como seus principais atletas.

São Paulo é cobrado na Justiça em R$ 530 mil por taxas de vendas de Éder Militão e Cueva

Segundo informações da ESPN, a Faap (Federação das Associações de Atletas Profissionais) entrou com um processo na Justiça cobrando R$ 529.660,00 do São Paulo referente ao pagamento de taxas nas vendas de Éder Militão e Cueva.

A Faap é uma entidade que presta assistência social e educacional aos atletas profissionais. Por conta disso, desde a criação da Lei Pelé, a Federação tem direito a 0,8% da alíquota de negociações de jogadores para o estrangeiro. Referente a venda de Éder Militão, a Faap alega que o São Paulo lhe deve o valor de R$ 247.420,00. Já com relação a venda de Cueva, a taxa é de R$ 282.240,00.

“Constatou-se, assim, que o réu não repassou os recursos diretamente à Faap, […] não restando alternativa à autora senão a de buscar a justiça para obter o que lhe é de direito, fazendo-a na forma desta cobrança em face da omissão do réu em fornecer o valor real da transferência, na forma da lei”, diz a ação da Faap.

A ESPN entrou em contato com o São Paulo, mas o clube disse que não irá se pronunciar sobre o caso.

 

Cueva relembra cavadinha e agradece torcida tricolor

O meia Christian Cueva usou as suas redes sociais na tarde desta segunda-feira para agradecer a torcida do São Paulo pelo carinho recebido durante o tempo em que defendeu o clube. O peruano, recentemente vendido por R$ 36 milhões ao russo Krasnodar, vestiu a camisa tricolor entre 2016 e 2018.

“Quero agradecer do fundo do meu coração à torcida do São Paulo por todo o apoio recebido durante estes dois anos maravilhosos que passamos juntos. Sempre os terei comigo, não há palavras para descrever o que vivi nas boas e, nas que não foram tão boas, estiveram ao meu lado. E os lembrarei sempre. Força, Tricolor!”, escreveu o jogador.

No mesmo post, Cueva aproveitou para recordar um de seus melhores momentos com a camisa do São Paulo. Ao lado do texto, ele publicou um vídeo que exibe o seu gol de ‘cavadinha’ em cobrança de pênalti sobre o goleiro Cássio, abrindo o placar do que seria a vitória por 4 a 0 sobre o Corinthians, em 5 de novembro de 2016, no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro.

Curiosamente, há dois dias, o Tricolor derrotou o arquirrival por 3 a 1, em casa. Na ocasião, o arqueiro corintiano também virou motivo de piada por parte da torcida são-paulina após falhar feio no segundo gol do lateral esquerdo Reinaldo.

Aos 26 anos, Cueva disputou 87 jogos oficiais pelo São Paulo e marcou 20 gols. Apesar do início de trajetória promissor, o peruano foi acumulando casos de indisciplina no decorrer de sua passagem e deixou o clube sem deixar saudade.

O São Paulo nas últimas Copas do Mundo

O Site Oficial, finalizando uma série especial de um mês sobre a relação do São Paulo, jogadores, técnicos e dirigentes do clube, com a Copa do Mundo, retrata as edições de 2014 e 2018.
A COPA DO MUNDO DE 2014

A edição da Copa realizada no Brasil não contou com um atleta são-paulino sob as cores da seleção nacional. Alan Kardec esteve presente na lista de espera, de sete nomes, na convocação do técnico Luiz Felipe Scolari. Dois jogadores do plantel principal da equipe convocada tinham passagem pelo time profissional do São Paulo: Hernanes e Oscar (David Luiz, Victor e Hulk somente em categorias de base).

Se na equipe canarinho não houve jogador do Tricolor ativo, o mesmo não pode ser dito da Seleção do Uruguai. A Celeste levou para a Copa do lateral esquerdo Álvaro Pereira, atleta são-paulino desde o início de 2014. Pela equipe uruguaia, Álvaro fez três jogos na Copa do Mundo (vitórias contra Inglaterra e Itália, e a derrota para a Colômbia, nas oitavas de final). O time uruguaio também contou, novamente, com o ex-são-paulino Diego Lugano.

Como em 1950, quando o Tricolor hospedou a seleção do Uruguai na sede do Canindé, o São Paulo recepcionou duas equipes nas dependências do clube. A Seleção Colombiana, que alcançou as quartas de final da competição, se hospedou no Centro de Formação de Atletas “Presidente Laudo Natel”, em Cotia. Já a Seleção dos Estados Unidos, que avançou até as oitavas de final, foi recebida no Centro de Treinamento “Frederico Antônio Germano Menzen”, na Barra Funda.

A COPA DO MUNDO DE 2018

Foto: Divulgação/ Site Oficial

A Seleção Brasileira mais uma vez não contou com nenhum atleta são-paulino entre os 23 que disputaram a Copa. O tricolor Rodrigo Caio figurou na relação de nomes reservas, da lista de 35 jogadores, somente. Apesar disso, o torcedor são-paulino teve alguns nomes de grande identificação nessa seleção: Casemiro, meio-campista revelado pelo Tricolor, e Miranda, zagueiro tricampeão brasileiro pelo time do Morumbi entre 2006 e 2008. O terceiro goleiro, Ederson, também teve uma passagem rápida pelas categorias de base do clube.

Por outro lado, como em 2014, a Copa da Rússia contou com um atleta do São Paulo em campo defendendo outra seleção, que não a brasileira. O meio-campista Cueva participou da edição 2018 atuando com as cores do time do Peru. O jogador participou de três partidas, tendo atuado 262 minutos ao todo.

No primeiro jogo, contra a Dinamarca (0 a 1), Cueva sofreu um pênalti, mas errou a cobrança. Na segunda partida, pouco pode fazer contra a equipe da França, posterior finalista da competição (0 a 1), sendo substituído aos 37 minutos do segundo tempo por Ruidíaz. Por fim, na rodada final da primeira fase, contribuiu com um passe para gol (que sofreu desvio e não foi contabilizado oficialmente pela FIFA) na vitória da seleção peruana sobre a australiana (2 a 0).

 

saopaulofc.net

5 meia que o São Paulo poderia contratar para substituir Cueva

Na última quinta-feira, o São Paulo confirmou a venda do meia Christian Cueva para o Krasnodar, da Rússia, por 8 milhões de euros (cerca de R$ 36 milhões) e o Torcedores.com listou 5 meias que o Tricolor pode ficar de olho no mercado para substituir o peruano.

1 – Hernanes

Nas últimas semanas surgiram especulações que o volante/meia estaria se transferindo para o São Paulo, nada foi confirmado, porém, o Tricolor sempre surge como uma ótima opção para repatriar o jogador, que está na China, no Hebei China Fortune, o volante tem contrato com a equipe chinesa até 2019. A adidas, recém chegada pode ser uma aliada na possível volta do jogador ao Morumbi.

2 – Gabriel Boschilia

Jovem que foi revelado no Tricolor e saiu para o Monaco sem grandes chances no elenco profissional do São Paulo.
Em 2016, o jogador foi emprestado ao Standard Liége para ganhar experiência. O meia tem contrato com o time francês até o meio de 2020, o Tricolor poderia tentar um período de empréstimo.

3 – Paulo Henrique Ganso

Encostado no Sevilla, o meia surge como uma ótima opção para o Tricolor, onde viveu seus últimos momentos de glória. Ganso chegaria para ser um ‘substituto’ de Nenê, que com a idade avançada não consegue atuar em uma grande sequência de jogos.

4 – Keisuke Honda

Meia japonês que esteve no Mundial da Rússia de 2018, defendia o Pachuca-MEX, mas não renovou o seu contrato com o clube. O jogador estaria na mira do Vasco da Gama, mas o Tricolor poderia investir facilmente no jogador de 32 anos, que é especialista em cobranças de falta e bolas paradas. Seria um enorme passo para o marketing e divulgação do time do Morumbi no Mundo Oriental, onde a marca já é muito conhecida devido as participações no Mundial de Clubes. Além do mais o meia tem grande experiência na Europa após defender o CSKA Moscou e o Milan.

5 – Zé Rafael

Jovem promessa do Bahia no qual o Palmeiras teria prioridade na compra até o ano de 2019 devido a um empréstimo do meia Allione ao time baiano. O jogador de 25 anos é uma das principais revelações do futebol brasileiro nos últimos anos, em uma posição tão carente como o meio de campo.

Veja números do peruano Cueva no São Paulo

Neste domingo, o São Paulo anunciou a venda do peruano Cueva para o Krasnodar, da Rússia, por aproximadamente R$36 milhões. O meia foi liberado para viajar e definir detalhes com o clube russo.

Cueva disputou 87 jogos com a camisa do Tricolor, marcou 20 gols e deu 19 assistências. A atual temporada foi a pior do meia desde que chegou, ao fazer apenas três gols. Nos outros anos, o peruano marcou sete (2016) e dez vezes (2017).

Contratado em 2016 por R$ 8,8 milhões na cotação da época, Cueva rendeu aproximadamente R$ 27,2 milhões aos cofres tricolores, descontando o investimento inicial.

Estatísticas de Cueva por temporada:

2016: sete gols em 26 jogos
2017: dez gols em 43 jogos
2018: três gols em 18 jogos

Tricolor arrecada R$ 100 milhões com vendas e supera meta estipulada para 2018

O São Paulo chegou a R$ 100,5 milhões arrecadados com vendas de jogadores em 2018. Assim, o Tricolor superou em R$ 10,5 milhões a meta estipulada para esta temporada.

Cueva, vendido por R$ 36 milhões, foi o atleta que mais abasteceu os cofres do São Paulo na temporada. O Tricolor lucrou R$ 27,2 milhões com a negociação. Para ter Cueva em 2016, o clube investiu R$ 8,8 milhões, quando o contratou junto ao Toluca-MEX.

Além de Cueva, o São Paulo negociou também Buffarini, Lucas Pratto, Petros e Marquinhos Cipriano.

Com Lucas Pratto, o São Paulo recebeu R$ 32,9 milhões do River Plate, e mais R$ 5 milhões com a ida do Buffarini para o Boca Juniors. Petros rendeu R$ 22,1 milhões com a sua transferência para o Al Nassr.

Marquinhos Cipriano foi liberado para atuar no Shakhtar Donetsk-UCR pelo valor de R$ 4,5 milhões e foi a menor arrecadação do São Paulo nas negociações.

Com dinheiro em caixa, o São Paulo deve se reforçar e atender as necessidades do técnico Diego Aguirre. O Tricolor está atrás de um volante para suprir a saída de Petros. Até o momento chegaram ao Morumbi, o meia-atacante Joao Rojas e o lateral direito Bruno Peres.

Rodrigo Caio ainda pode ser negociado nesta janela. O zagueiro, que tem contrato válido até 2021, já avisou que “está chegando a hora de sair” do clube. Com isso, o Tricolor teria de ir em busca de uma peça de reposição.

São Paulo deixa de ganhar R$ 18 milhões com Cueva em cinco meses

A venda de Cueva ao Krasnodar, da Rússia, por € 8 milhões (R$ 36,2 milhões) garantiu alívio para Diego Aguirre e a diretoria do São Paulo. Mas também gerou muita contestação interna. É que o clube deixou de faturar, no mínimo, € 4 milhões (R$ 18,1 milhões) depois de recusar uma proposta de € 12 milhões (R$ 54,3 milhões) do Dalian Yifang pelo peruano, em fevereiro.

O Blog teve acesso à oferta dos chineses (reproduzida no fim da matéria). Além do dinheiro a mais, o Yifang ainda prometia repassar 10% ao São Paulo de uma venda futura. Com um detalhe importante: o Tricolor não teria de gastar qualquer centavo com pagamento de comissão a empresários em cima dos R$ 54,3 milhões.

Já o lucro com a ida de Cueva para o Krasnodar será inferior aos R$ 36,2 milhões justamente por causa das comissões. Ficou combinado o repasse de 8% aos empresários. Assim, a comissão será de R$ 2,9 milhões, diminuindo para R$ 33,3 milhões a bolada tricolor.

O São Paulo se recusou a negociar Cueva em fevereiro sob a alegação de que havia perdido, semanas antes, dois titulares absolutos: Hernanes, que voltou à China, e Pratto, vendido ao River Plate. Existia um temor sobre a repercussão negativa especialmente da torcida. No entanto, Diego Souza e Nenê já estavam contratados para contrabalancear as perdas.

O Dalian Yifang pagaria € 5 milhões à vista (o dinheiro seria quitado dez dias úteis após a confirmação da liberação de Cueva) e os € 7 milhões restantes em 30 de junho. O peruano teria direito a um contrato com duração de dois anos e dez meses, com um salário anual de € 3 milhões, o que lhe garantiria um rendimento mensal de quase R$ 1,1 milhão por mês.

Além de evitar críticas da torcida, o São Paulo apostava que Cueva se valorizaria de fevereiro até julho por causa da Copa do Mundo. Mas o efeito foi exatamente o contrário. O meia continuou causando problemas extracampo e só jogou 15 partidas pelo São Paulo no período. Já na seleção, desperdiçou um pênalti decisivo diante da Dinamarca e viu o Peru ser eliminado ainda na fase de grupos.

Vale lembrar que, quando da recusa da oferta chinesa, Cueva já havia sido multado duas vezes em 20% do seu salário, depois de demorar para se apresentar. Em janeiro, por exemplo, ele voltou das férias seis dias depois da data marcada alegando que tinha compromissos comerciais com a Fifa em seu país. Porém, foi flagrado jogando futebol com amigos em um campo de terra na cidade de Lima.

 

Blog do Jorge Nicola