Em podcast, Juanfran afirma: “Não vou sair do Brasil sem ganhar uma taça com o São Paulo”

Ídolo e vencedor pelo Atlético de Madrid, da Espanha, e agora defendendo as cores do São Paulo, o lateral-direito Juanfran é o convidado do narrador Cleber Machado no “Hoje Sim, podcast produzido pelo GloboEsporte.com, e promete: não sairá do Brasil sem conquistar um título pelo Tricolor.

Só penso em ser campeão com o São Paulo. Todos os dias falo para minha família, não vou sair do Brasil sem ganhar uma taça, não posso voltar para a Espanha sem nada, não posso – afirmou o lateral no podcast (escute acima).

Juanfran é o convidado de Cleber Machado no podcast Hoje Sim  — Foto: Marcos Paulo Juanfran é o convidado de Cleber Machado no podcast Hoje Sim  — Foto: Marcos Paulo

Juanfran é o convidado de Cleber Machado no podcast Hoje Sim — Foto: Marcos Paulo

 

Ex-companheiro de time e amigo do também lateral Filipe Luís, hoje no Flamengo, Juanfran revela que brincou com o rubro-negro sobre as conquistas da equipe carioca e que a vinda ao Brasil não é “a passeio”.

– Isso é algo que falei outro dia com o Filipe Luís (lateral do Flamengo), que nós dois falamos que não viemos para o Brasil passear. Ele no Rio de Janeiro, e eu em São Paulo. Viemos para ser campeões. Falei para o Filipe: “você já é campeão, agora é minha vez” – brincou o lateral.

Juanfran brinca sobre relação com Filipe Luis, do Flamengo, e diz que é a vez dele ganhar títulos, agora com o São Paulo — Foto: Marcos PauloJuanfran brinca sobre relação com Filipe Luis, do Flamengo, e diz que é a vez dele ganhar títulos, agora com o São Paulo — Foto: Marcos Paulo

Juanfran brinca sobre relação com Filipe Luis, do Flamengo, e diz que é a vez dele ganhar títulos, agora com o São Paulo — Foto: Marcos Paulo

 

Com mais de 350 jogos pelo Atlético de Madrid e um dos ídolos recentes da equipe espanhola, Juanfran trabalhou durante seus nove anos de clube com um só técnico: Diego Simeone. Ele comparou o trabalho do argentino com o de Fernando Diniz.

– Simeone quer chegar no gol adversário em dois toques, Fernando (Diniz) quer chegar com dez passes, mas depois ele também quer que a gente defenda como o Atlético de Madrid defende. Esse equilíbrio é o melhor no futebol. Como na vida, se tem equilíbrio, as coisa vão melhor – explicou Juanfran.

No episódio do podcast, com mais de 1 hora de duração, Juanfran fala também de forma aberta sobre a adaptação da família ao Brasil, defende o trabalho do técnico Fernando Diniz, analisa o momento do São Paulo (sem ganhar títulos desde 2012) e detalha como era enfrentar Messi e Cristiano Ronaldo nos tempos de Atlético de Madrid.

Globo Esporte
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Campeão da Copinha, Caio Felipe renova com São Paulo e vai para o CSA

O São Paulo renovou o contrato do lateral-direito Caio Felipe, de 20 anos, e o emprestou ao CSA até dezembro de 2020. O jovem revelado em Cotia tinha vínculo até metade deste ano e ampliou até metade de 2022.

Caio foi titular na conquista da Copa São Paulo Júnior de 2019 e chegou a fazer alguns treinos com o elenco profissional ao longo do ano. Foi relacionado uma única vez, na última rodada do Brasileirão, e ficou no banco justamente contra o CSA – com uma delegação repleta de garotos, o Tricolor venceu por 2 a 1.
Havia a expectativa de que Caio fosse emprestado para uma equipe do exterior, mas a insistência do CSA em contratá-lo acabou pesando.

Assim como o goleiro Thiago Couto e os atacantes Danilo Gomes e Fabinho, que se apresentaram para a pré-temporada com o elenco profissional, Caio estourou a idade para atuar na base. Ele se apresentou no CT da Barra Funda porque já estava definido que não teria espaço no elenco, já que a posição tem Juanfran, Igor Vinícius e Daniel Alves à disposição.

O São Paulo renovou com Thiago Couto ano passado e está próximo de acordo com Danilo. Fabinho tem negociações emperradas, mas a situação pode mudar se ele for aprovado por Diniz.

Lance

Rodrigo Caio é campeão no Flamengo, e responde ironia de torcedor do São Paulo

Rodrigo Caio deixou o São Paulo e partiu rumo ao Flamengo em 2019 para vivenciar novos ares após oito temporadas no Morumbi. E o zagueiro conseguiu ser campeão logo em seu primeiro ano no novo clube, feito que lhe fez rebater uma ironia de um são-paulino nas redes sociais.

Um torcedor do São Paulo comemorou no último 8 de abril que o Tricolor havia chegado a uma decisão após a saída de Rodrigo Caio.

“Desenterramos o sapo. Foi só o jogadorzinho de condomínio, ingrato e mimadinho sair do SPFC que estamos na final. Até nunca mais, Rodrigo Caio”, escreveu o são-paulino.

O zagueiro do Flamengo aproveitou a derrota do São Paulo diante do Corinthians e sua conquista diante do Vasco para ironizar a publicação. O ex-são-paulino respondeu com diversos emojis de troféus.

VEJA A PUBLICAÇÃO E A RESPOSTA DO ZAGUEIRO 

Cabe destacar que Rodrigo foi revelado pelo São Paulo em 2011 e tem no currículo pelo clube do Morumbi apenas o título da Copa Sul-Americana do ano seguinte. Muito criticado pela torcida, o zagueiro viu como melhor caminho a saída do Tricolor e acertou com o Flamengo ainda no fim de 2018.

Em entrevista à ESPN Brasil nesta segunda-feira (22), Rodrigo Caio explicou como tem sido sua relação com o São Paulo após a saída.

“Tenho uma gratidão pelo São Paulo. Tive uma história lá dentro. Claro que sempre que eu falo uma coisa relacionada ao São Paulo, as pessoas se ofendem de uma forma muito grande e eu não quero isso”, declarou.

“Isso já faz parte do passado. Hoje minha vida é no Flamengo, quero construir uma linda história aqui. O mais importante é que eu possa seguir meu caminho e o São Paulo siga a dele. Tenho muitos amigos lá, torço muito por eles”, concluiu.

 

Fonte: Torcedores.com

Saiba quanto ganharão os campeões dos principais estaduais do país

Após quase três meses de disputa, os campeonatos estaduais estão chegando ao fim, e trazem consigo a curiosidade sobre quanto será a premiação em dinheiro para o campeão de cada uma das principais competições desse tipo no país. São elas: Baiano, Carioca, Catarinense, Cearense, Goiano, Mineiro, Paranaense, Paulista e Pernambucano. O Gaúcho já teve o Grêmio como campeão.

No entanto, desses nove estaduais, apenas dois preveem o pagamento de um prêmio para quem levantar a taça. A grande maioria repassa apenas os valores referentes às cotas da venda dos direitos de transmissão, como participação aos clubes. Um deles oferece gratificação pela passagem de fase e ao campeão do interior, mas o dinheiro vem da patrocinadora da competição.

CAMPEONATO BAIANO

Bahia x Vitória
Não há premiação no Baiano (Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia)

Bahia e Bahia de Feira de Santana decidem o estadual neste fim de semana, mas já sabem que quem for campeão não levará premiação em dinheiro. Isso porque os clubes participantes do campeonato baiano só recebem a cota referente à venda dos direitos de transmissão da competição.

CAMPEONATO CARIOCA

Vasco x Flamengo Rossi e Rodinei
Carioca terá premiação (Foto: DELMIRO JUNIOR/PHOTO PREMIUM)

Flamengo e Vasco brigam pela taça neste fim de semana e sabem que quem for campeão levará para casa uma boa quantia em dinheiro. Ambos, inclusive, já faturaram R$ 1 milhão cada por conta dos títulos da Taça Guanabara e da Taça Rio. Aquele que levantar o troféu do campeonato carioca terá mais R$ 3,5 milhões em seus cofres, e o vice mais R$ 1,5 milhão.

CAMPEONATO CATARINENSE

Chapecoense x Avaí
Não há premiação no Catarinense (Foto: LIAMARA POLLI/AM Press)

Chapecoense e Avaí definem neste domingo quem será o campeão do estadual catarinense, porém nenhum deles terá premiação em dinheiro caso conquistem a competição. Isso porque os clubes participantes do campeonato de Santa Catarina só recebem a cota referente à venda dos direitos de transmissão.

CAMPEONATO CEARENSE

Ceara x Fortaleza
Não há premiação no Cearense (Foto: LC Moreira/Lancepress!)

Ceará e Fortaleza fazem a grande final do estadual neste fim de semana, mas já sabem que quem for campeão não levará premiação em dinheiro. Isso porque os clubes participantes do campeonato cearense só recebem a cota referente à venda dos direitos de transmissão da competição.

CAMPEONATO GOIANO

Atético-GO x Goiás
Não há premiação no Campeonato Goiano (Foto: Reprodução)

Atlético-GO e Goiás decidem o estadual neste fim de semana, mas já sabem que quem for campeão não levará premiação em dinheiro. Isso porque os clubes participantes do campeonato goiano só recebem a cota referente à venda dos direitos de transmissão da competição.

CAMPEONATO MINEIRO

Cruzeiro x Atletico-MG
Não haverá premiação no Mineiro (Foto: Vinicius Silva/Cruzeiro)

Atlético-MG e Cruzeiro definem quem será o campeão do estadual neste fim de semana, mas já sabem que quem for campeão não levará premiação em dinheiro. Isso porque os clubes participantes do campeonato mineiro só recebem a cota referente à venda dos direitos de transmissão da competição.

CAMPEONATO PARANAENSE

Athletico-PR x Toledo
Não há premiação no Paranaense (Foto: Divulgação/ Athletico-PR)

Athletico-PR e Toledo decidem o estadual neste fim de semana, mas já sabem que quem for campeão não levará premiação em dinheiro. Isso porque os clubes participantes do campeonato paranaense só recebem a cota referente à venda dos direitos de transmissão da competição.

CAMPEONATO PAULISTA

Corinthians x São Paulo
Paulistão-2019 premiará o campeão (Foto: Marco Galvão/Fotoarena)

Corinthians e São Paulo definem o camoeão estadual neste domingo e sabem que o campeão receberá uma bolada: R$ 5 milhões. O vice, porém, não sairá de mãos abanando e levará para casa R$ 1,65 milhão. A competição também premia o campeão do interior com R$ 350 mil e o vice com R$ 100 mil. Red Bull Brasil e Ponte Preta disputam esse título na próxima segunda-feira.

CAMPEONATO PERNAMBUCANO

Sport x Salgueiro
Não há premiação para o campeão pernambucano (Foto: Divulgação)

Náutico e Sport fazem a grande decisão do estadual neste fim de semana, mas já sabem que quem for campeão não levará premiação em dinheiro. Isso porque os clubes participantes do campeonato pernambucano só recebem a cota referente à venda dos direitos de transmissão da competição.

 

Fonte; Lance

Campeão da Copinha, São Paulo terá maior investimento da história na base em 2019

O ano de 2019 começou com o pé direito para a base do São Paulo, que conquistou na última sexta-feira o título da Copa São Paulo de juniores. E parece ter sido só o início. É que o Tricolor promete fazer o maior investimento de sua história em Cotia ao longo da temporada, para se tornar o principal clube do país nas categorias amadoras.

O São Paulo injetou cerca de R$ 24 milhões ao longo de 2018 na formação de atletas. Para 2019, a projeção é bem maior. “O investimento vai aumentar, também por causa de melhorias na infraestrutura. Já iniciamos as obras para a construção de torres de iluminação no nosso estádio em Cotia, para que possamos mandar jogos lá também à noite. E também começamos a construir um campo de grama sintética, para os treinos nos dias de muita chuva”, explica José Roberto Canassa, conselheiro tricolor responsável pela base.

Hoje, o São Paulo conta com 455 atletas entre nove e 22 anos de idade no Centro de Formação de Atletas Laudo Natel. Boa parte desse grupo também mora no CT e tem custeados pelo clube todos os gastos com alimentação, ensino, saúde…

Em 2018, o Tricolor só ganhou menos taças do que o Palmeiras no futebol brasileiro de base: foram 23 para o Verdão, contra dez dos são-paulinos. Já em 2019, o São Paulo saiu na frente após bater o Vasco na final da Copinha. “E esse título foi ainda mais significativo, porque quatro titulares absolutos não puderam jogar por estarem na seleção brasileira sub-20, enquanto outros dois foram promovidos para o nosso time profissional”, ressalta Canassa.

O elenco campeão da Copinha teve apenas cinco atletas com 20 anos de idade, limite permitido pela competição. “Contamos com cinco garotos de 17 anos. Certamente, é uma geração que ainda renderá muitos frutos”, prevê o diretor da base, enchendo a bola especialmente dos atacantes Antony e Vitinho, do meio-campista Rodrigo Nestor e do zagueiro Morato.

 

Fonte: Blog do Jorge Nicola

Campeão da libertadores vai ganhar R$ 47 milhões em 2019

A Conmebol anunciou uma injeção financeira na Libertadores que vai equiparar o maior torneio do continente aos valores da milionária Copa do Brasil. A premiação, que já tinha dobrado de US$ 3 para US$ 6 milhões de 2017 para 2018, agora passará a ser de US$ 12 milhões, segundo apurou o GloboEsporte.com. Ou seja, o campeão em 2019 vai faturar uma bolada de aproximadamente R$ 47 milhões, bem próximo dos R$ 50 milhões da mais rica competição brasileira.

Atlético-MG, Athletico, Cruzeiro, Flamengo, Grêmio, Internacional, Palmeiras e São Paulo estarão na briga pela premiação recorde a nível sul-americano. Um aumento das cifras já estava previsto a partir do ano que vem, quando a Conmebol passará a receber os valores do novo contrato de transmissão televisiva até 2022. Porém, ainda não estava definido como seria repartida a quantia para os torneios. Presidente da entidade, Alejandro Domínguez irá anunciar oficialmente os novos prêmios à noite, durante o sorteio da Libertadores e da Sul-Americana.

Outra novidade será o aumento do cachê de participação dos brasileiros, uma reivindicação antiga dos clubes, já que o país representa mais de 50% do faturamento da entidade com os torneios que organiza. Na reunião com Alejandro Domínguez, que durou uma hora e meias e contou também com a presença da CBF, os dirigentes explicaram como vai funcionar a redistribuição interna dos valores de cotas de televisão no Brasil a partir de 2019 e ouviram da Conmebol que ela também irá abandonar o modelo de distribuição igualitária entre seus filiados.

Participaram do encontro Maurício Galiotte, presidente do Palmeiras; Mário Celso Petraglia, presidente do Comitê Deliberativo do Atlético-PR; Benecy Queiroz, supervisor do Cruzeiro; Roberto Melo, vice de futebol do Internacional; Carlos Amodeo, CEO do Grêmio; Luiz Eduardo Baptista, o BAP, vice de relações externas do Flamengo; Fernando Bracalle, diretor adjunto de futebol do São Paulo; além de Rogério Caboclo, Fernando Sarney e Manoel Flores, respectivamente presidente, vice-presidente e diretor de competições da CBF.

 

Fonte: Globo Esporte

São Paulo faz contas e traça meta de pontuação para ser campeão; confira

Nas entrevistas coletivas, o discurso dos jogadores e comissão técnica do ​São Paulo são unânimes: “pés no chão, pensar jogo a jogo, muito por caminhar”. Nos bastidores, no entanto, o grupo tricolor já apela pra matemática e faz as contas para estabelecer qual “teto” de pontuação garante o título brasileiro em 2018.

 

​​Como destaca o ​Globoesporte, dentro do clube, o “número mágico” comentado pelos atletas é de 77 pontos. Com base nos levantamentos estatísticos do reconhecido matemático Tristão Garcia, o título nacional é muito provável de ser assegurado até mesmo com 76 pontos: “Garantido contra qualquer coisa é entre 77 e 78. Mas com 76 a probabilidade é altíssima. Eu digo que com 76 vai dar”, afirmou.

BRUNO@brunodinizitaim

Dá pra ser campeão com 76 pontos. Mas eu acho que o Inter não ganha do São Paulo lá. O Flamengo em jogo grande não aguenta e o Cruzeiro é aquela velha freguesia.

A equipe que consegue emplacar média de dois pontos por jogo, ou seja, 66% de aproveitamento, costuma garantir o troféu ao final da competição. Tal estatística evidencia que o São Paulo está no caminho certo, já que chegou à 25ª rodada com exatos 50 pontos somados. O objetivo, agora, é manter o mesmo desempenho nas 13 rodadas seguintes.

Neste terço final de Brasileirão, o Tricolor Paulista terá sete compromissos em casa e seis fora de seus domínios. Confira a tabela completa de jogos que aguardam o atual líder:

​​​​​​Casa ​​Fora​
América-MG (22/09) Botafogo​ (30/09)
​Palmeiras (6/10) ​Internacional (14/10)
​Atlético-PR (20/10) ​Vitória (27/10)
​Flamengo (4/11) ​Corinthians (11/11)
​Grêmio (14/11) ​Vasco (21/11)
​Cruzeiro (18/11) ​Chapecoense (02/12)
​Sport (25/11)

Diego Souza divide méritos no São Paulo e fala em “vender caro” para quem quer ser campeão

Diego Souza alcançou a artilharia do São Paulo na temporada, ao lado de Nenê: 12 gols para cada. O feito individual poderia ser o foco principal das palavras do centroavante nas entrevistas, mas o camisa 9 preferiu exaltar o grupo depois de fazer o gol da vitória sobre o Bahia. O resultado levou o Tricolor aos 49 pontos, três à frente do Internacional antes do clássico com o Grêmio.

As palavras de Diego Souza normalmente são vistas como clichê, mas acabam comprovadas pelas atitudes dele no dia a dia do São Paulo. O experiente atleta de 33 anos é tido como um dos líderes positivos e um dos principais responsáveis pelo bom ambiente no CT da Barra Funda.

A personalidade solidária de Diego Souza lhe faz por vezes fugir das entrevistas para deixar os companheiros nos holofotes na saída do Morumbi. “Fala com fulano, ele foi o cara”, disse em mais de uma ocasião na zona mista do estádio, local onde os jornalistas conversam com os jogadores.

Por esse e outros motivos, inclusive, o atacante se dá muito bem com Nenê, grande centro das atenções no São Paulo.

– Esse time mostrou que tem condições e grandes jogadores para brigar por título. Cara de campeão, isso não existe. Vamos brigar muito e vender caro para quem tem objetivo de ser campeão – disse Diego Souza.

No gol contra o Bahia, por exemplo, Diego Souza ressaltou a participação de Tréllez, responsável por puxar a marcação de um dos defensores rivais na primeira trave, além do passe de Nenê.

– Cobro bastante ele (Nenê). Brinco, mas a gente sabe que é difícil. Ainda mais ele, jogador que sempre está bem marcado. Hoje ele foi feliz, conseguiu me dar um passe. Felicidade também do Tréllez, que puxou no primeiro pau. Se não tivesse feito isso, a jogada não teria acontecido. Todos têm feito seu trabalho.

– Quando somos fortes como equipe, a individualidade aparece. É natural. Nossos defensores vão muito bem ali atrás. Nossa obrigação a gente faz. O mais importante é jogar como equipe. Esse é o nosso ponte forte.

Amadurecido, Diego Souza deixa os objetivos individuais de lado para colocar foco no objetivo coletivo: o título do Brasileirão. As palavras do centroavante refletem exatamente o espírito criado no São Paulo pelo técnico Diego Aguirre.

– A gente (Diego Souza e Nenê) quer vencer os jogos. Independentemente de quem seja o protagonista, a gente quer alcançar nosso objetivo, que é brigar na ponta da tabela e no final gritar “campeão”.

De folga neste domingo e segunda-feira, o elenco do São Paulo volta aos trabalhos na terça-feira à tarde. O próximo duelo é com o Santos, em clássico no domingo, na Vila Belmiro.

 

Globo Esporte

Saiba por onde andam os últimos campeões pelo São Paulo

Na decisão da Copa Sul-Americana de 2012, o São Paulo conquistou seu último título profissional. Agora, em 2018, é o líder da primeira divisão do Campeonato Brasileiro e tenta ser campeão 10 anos depois da sua última participação vencedora.

E para relembrar tudo isso, o Torcedores trouxe uma lista dos últimos campeões com a camisa do Tricolor Paulista.

Os jogos

Na primeira partida da decisão da Sul-Americana, na Argentina, o São Paulo, que já tinha eliminado o Bahia, a LDU, Universidad de Chile e Universidad Católica, enfrentou o Tigre, que havia passado dos times argentinos Juniors, Deportivo Quito, Cerro Porteño e Millonarios. O placar? Zero a zero, sem muitos lances bonitos e com duas expulsões – Donatti e Luis Fabiano receberam cartão vermelho ainda com 15 minutos. Mas foi no jogo de volta que a história se transformou.

O gol de Lucas Moura, aos 22 minutos do primeiro tempo, e sua suposta “provocação” gerou certa confusão. O clima da partida mudou. Entradas duras eram feitas e, embora não tenha tido duas expulsões como no primeiro jogo, uma aconteceu; a de Paulo Miranda nos acréscimos do primeiro tempo. Mas Osvaldo, aos 27 minutos, ampliou o placar e praticamente sacramentou a vitória e o título ao São Paulo.

Porém, ainda havia o segundo tempo inteiro, não é mesmo? A menos que os visitantes não voltassem para o jogo.

E foi isso aconteceu. Por desistência, apesar da partida espetacular no Morumbi até ali, o São Paulo foi campeão da Copa Sul-Americana de 2012, já que os argentinos não voltaram ao campo.

Veja o que aconteceu com cada um dos titulares do tricolor nas finais da Sul-Americana 2012:

Rogério Ceni – Goleiro: ídolo da torcida tricolor paulista, o maior jogador da história do São Paulo estava com a braçadeira de capitão no jogo que deu o último título ao clube.

Depois disso, jogou mais um tempo na equipe até se aposentar no final de 2015. Em 2016, passou o ano estudando fora do Brasil e, em 2017, tornou-se treinador de futebol, tendo sua primeira oportunidade no clube em que fez história. Mas a nova carreira não deu muito certo no time paulista e, atualmente, surpreende com o Fortaleza na Série B do Campeonato Brasileiro.

Paulo Miranda – Lateral Direito: o lateral, que também já foi zagueiro no clube paulista, tinha apenas um ano de clube quando venceu o torneio. Ficou um bom tempo de lado, até que o treinador Ney Franco deu a oportunidade que o jogador precisava.

O atleta ficou no clube até junho de 2015, quando foi jogar no RB Salzburg, da Áustria. Lá, disputou quase 70 jogos até que, neste ano, retornou ao futebol brasileiro para jogar no Grêmio.

Rafael Tolói – Zagueiro: ele foi uma das maiores promessas como zagueiro no cenário nacional no fim da década de 2000. Contudo, se olharmos agora, isso não se confirmou – apesar de ter ido bem no clube paulista até sua saída em 2015, emprestado ao Roma. O atleta jogou pouco no time, mas chamou a atenção do Atalanta, que decidiu contratá-lo em definitivo. Está lá até agora com mais de 100 partidas pelo time.

Rhodolfo – Zagueiro: um dos melhores do Brasil na época, o zagueiro do São Paulo na final da Sul-Americana de 2012 ficou no clube até 2013, quando foi desbancado por Tolói e Lúcio, recém-contratados. Quase foi à Juventus, mas a diretoria tricolor negou.

Foi emprestado ao Grêmio até ser contratado pelo clube em 2015. Com excelentes partidas, chamou a atenção do Besiktas em 2017, que o contratou. Atualmente, está no Flamengo sendo peça importante para o clube carioca.

Bruno Cortez – Lateral Esquerdo: contratado pelo São Paulo após uma excelente temporada no Botafogo, o lateral esquerdo ficou pouco tempo jogando no time paulista, mesmo que seu vínculo com o clube tenha se firmado apenas em 2017.

Há cinco anos, chegou ao Benfica por empréstimo. Não encantou e foi para o Criciúma. No ano passado, seguiu para o Albirex Nigata, do Japão, até que acertou com o Grêmio. No clube gaúcho, foi campeão da Libertadores como titular e jogou a final do Mundial de Clubes contra o São Paulo.

Wellington – Volante: cria da base tricolor em 2008, o jogador teve seu vínculo quebrado apenas em 2017. Em 2014 chegou a ser emprestado ao Internacional de Porto Alegre, mas voltou ao clube e logou passou a atuar pelo o Vasco da Gama, time que deixou apenas este ano.

Agora, o atleta segue rumo ao Atlético Paranaense depois de participar da polêmica envolvendo seis jogadores da equipe em uma foto nas redes sociais.

Denílson – Volante: também formado no São Paulo, Denílson teve uma boa passagem no Arsenal da Inglaterra até 2012, quando voltou ao seu time formador e logo conquistou um título – o último até aqui.

Depois, foi vendido ao Al-Wahda em 2015 e, posteriormente, emprestado ao Cruzeiro em 2016. Hoje, com 30 anos, está no futebol árabe.

Jádson – Meio-Campo: um dos melhores jogadores do elenco, Jádson fazia boas atuações pelo São Paulo nas semanas anteriores a partida vencedora e continuou assim em 2013.

No começo do ano seguinte, foi trocado por Alexandre Pato e seguiu para o rival Corinthians. E lá, fez história. Vestindo a 10 do clube alvinegro, chegou a ser escolhido por muitos o melhor jogador do elenco em pouco tempo de clube. Foi campeão brasileiro em 2015 e, em 2016, foi para a China, assim como a maioria do seus companheiros no clube.

Em 2017, o atleta voltou ao time para continuar fazendo história. Atualmente, é bicampeão brasileiro e paulista pelo Corinthians, considerado um dos ídolos do século 21 da equipe.

Lucas Moura – Atacante: o jogador com mais caro da história do futebol brasileiro por muito tempo. Lucas, cria da base são-paulina, já estava vendido ao PSG quando disputou a final. Mas dedicação não faltou na partida, tanto que marcou o primeiro gol e causou confusão no segundo jogo.

Depois disso, teve algumas boas atuações na França, mas não surpreendeu. Agora, está no Tottenham da Inglaterra. O jogador chegou no começo de 2018 e vai para a sua primeira temporada inteira na Premier League.

Osvaldo – Atacante: xodó da torcida paulista, o velocista era importante para a equipe e titular absoluto. Marcou o segundo gol na partida de volta da decisão e permaneceu no clube até 2014, quando se transferiu para o Al-Ahli.

Passou pelo Fluminense e Sport, ambos sem brilho, até retornar ao Fortaleza sob o comando do ex-companheiro Rogério Ceni. Atuou melhor do que nos times anteriores e foi negociado com o Buriram United da Tailândia.

Luis Fabiano – Atacante no primeiro jogo: jogador marcante do São Paulo, o centroavante tricolor fez o que todos não podiam acreditar: foi expulso na partida de ida aos 14 minutos. Seu histórico já era um spoiler para o acontecido, mas permaneceu no clube até 2015 – assim como grande partes dos jogadores da lista.

Em 2016, jogou na segunda divisão chinesa. Marcou muitos gols na temporada, mas decidiu voltar para o futebol brasileiro em 2017, mais especificamente para do Vasco da Gama. Depois de lesões, rescindiu seu contrato com o time carioca em fevereiro de 2018.

Willian José – Atacante no segundo jogo: substituto do “Fabuloso” na partida de volta da decisão, Willian José era um dos grandes nomes para o ataque da seleção brasileira nas Copas do Mundo posteriores. Emprestado ao clube paulista, o atacante rodou um pouco até brilhar no Real Sociedad, em 2017.

Antes disso, passou pelo Grêmio, Santos, Real Madrid Castilla e Real Madrid, Zaragoza, Las Palmas, até chegar em San Sebatián e chamar a atenção de Tite.

Ney Franco – Treinador: um dos poucos técnicos que não eram jogadores profissionais, o comandante do São Paulo na decisão tinha um bom histórico, incluindo passagem pela seleção brasileira sub-20.

No time paulista, ficou até a metade de 2013, quando foi demitido, mas logo assumiu o comando do Vitória. De lá para cá passou por muito clubes, incluindo o Flamengo, mas nunca deu tão certo quanto na época de comando do São Paulo.

Atualmente, é treinador do Goiás, que disputa a segunda divisão do Futebol Brasileiro.

E aí, será que Nenê, Diego Souza, Aguirre, Éverton e companhia conseguirão superar essa lista e serem campeões com o São Paulo?

25 anos do bicampeonato da Copa Libertadores da América

Fonte: saopaulofc.net

Após conquistar a América e o mundo pela primeira vez, em 1992, o São Paulo repetiu a dose no ano seguinte e de modo ainda mais convincente. A temporada começou com a equipe Tricolor jogando até quatro vezes por semana (somente em abril o SPFC jogou 16 vezes em 30 dias e, por falta de datas, recusou-se até a jogar o Torneio Rio-São Paulo).

Na Copa Libertadores, ao menos, o São Paulo teve o calendário um pouco aliviado por ser, então, o atual campeão. Desta maneira, entrou na segunda fase da competição, já no “mata-mata”. O mais curioso, entretanto, é que o primeiro adversário que enfrentou foi justamente o último combatido no ano anterior: o Newell’s Old Boys, equipe argentina, que vinha sedenta pela chance de desforra.

E os “hermanos” começaram bem. Motivados, venceram a primeira partida, em Rosario, por 2×0. Não foi o suficiente. No Morumbi, mesmo com Raí enfaixado, com o pulso quebrado, os tricolores massacraram os argentinos por 4×0.

Nas quartas de final e semifinais, o Tricolor eliminou o Flamengo – que naquele mesmo ano enfrentaríamos novamente em uma das finais mais inesquecíveis do futebol, a Supercopa da Libertadores – e o Cerro Porteño, de Gamarra, Arce e do técnico Carpegiani. A final foi contra a Universidad Católica, do Chile, que havia eliminado a equipe base da famosa seleção colombiana do início da década de 90, o América de Cali.

No primeiro jogo, em casa, o Tricolor proporcionou a maior goleada da história das finais da Libertadores até hoje. 5×1, fora o baile. Gols de López, contra, Vítor, Gilmar, Raí e Müller. Especial menção também a Zetti, que realizou uma série memorável de quatro defesas seguidas. Após o fim do jogo, ao técnico chileno só restou aplaudir: “O São Paulo é um time de mestres, uma equipe iluminada”.

Posto isto, o resultado da partida de volta, no Chile (Católica 2 x 0), realizada em 26 de maio de 1993, não importou muito, e os tricolores puderam comemorar a América aos seus pés pela segunda, e não última, vez…

26.05.199
Santiago (Chile)
Estádio Nacional de Santiago

Club Deportivo UNIVERSIDAD CATÓLICA 2 X 0 SÃO PAULO Futebol Clube

CDUC: Wirth, Romero, Vasquez, Barrera e Contreras (Cardoso); Parraguez, Lepe (capitão) e Lunari; Tupper (Reinoso), Almada e Perez. Técnico: Ignácio Prieto.

Gols: Lunari, 9’/1; Almada (pênalti), 15’/1.

SPFC: Zetti; Vítor (Toninho Cerezo), Válber, Gilmar e Marcos Adriano; Pintado, Dinho, Cafu e Raí (capitão); Palhinha e Müller. Técnico: Telê Santana.

Árbitro: Juan Francisco Escobar (Paraguai)
Público: 45.000 pessoas

Campanha

Oitavas-de-Final

07.04.1993 – 0 X 2 – Club Atlético NEWELL’S OLD BOYS (Argentina)
14.04.1993 – 4 X 0 – Club Atlético NEWELL’S OLD BOYS (Argentina)

Quartas-de-Final

21.04.1993 – 1 X 1 – Clube Regatas do FLAMENGO (RJ)
28.04.1993 – 2 X 0 – Clube Regatas do FLAMENGO (RJ)

Semifinais

05.05.1993 – 1 X 0 – Club CERRO PORTEÑO (Paraguai)
12.05.1993 – 0 X 0 – Club CERRO PORTEÑO (Paraguai)

Finais

19.05.1993 – 5 X 1 – Club Deportivo UNIVERSIDAD CATÓLICA (Chile)
26.05.1993 – 0 X 2 – Club Deportivo UNIVERSIDAD CATÓLICA (Chile)