Brasil depende do São Paulo para feito que só aconteceu uma vez na Libertadores

Por enquanto, o Brasil está com 100% de aproveitamento na fase de grupos da Copa Libertadores. Agora, falta só o São Paulo entrar em campo e, caso vença, irá fazer com que o país repita um feito que aconteceu apenas uma vez – e foi há 17 anos.

Em 2003, todos os representantes brasileiros venceram em sua estreia no estágio de grupos. O levantamento só considerou a edição de 2000 para a frente, que foi quando a competição adotou seu formato atual, com oito grupos de quatro equipes cada.

Há 17 anos, vale lembrar, só havia quatro times brasileiros na fase de grupos, quase metade dos sete atuais – e poderiam ser oito, caso o Corinthians tivesse passado pelas fases preliminares.

Naquela edição, PaysanduSantosGrêmio e Corinthians eram os representantes nacionais.

Os santistas iriam até a final, perdendo para o Boca Juniors. Já os gaúchos pararam no Independiente Medellín nas quartas, enquanto que Corinthians e Paysandu ficaram nas oitavas para River Plate e Boca Juniors, respectivamente. Esta foi a edição em que o Papão conseguiu a fatídica vitória em La Bombonera.

Já na atual campanha, Internacional, Santos, Grêmio, Athletico-PRPalmeiras e Flamengo começaram com os três pontos. O último a entrar em campo é o São Paulo, que visita o Deportivo Binacional, do Peru, nesta quinta-feira, às 21h (de Brasília).

Veja foram as estreias dos brasileiros em 2003 e 2020:

2003

Sporting Cristal 0 x 2 Paysandu

América de Cali 1 x 5 Santos

Grêmio 3 x 2 Pumas

Corinthians 1 x 0 Cruz Azul

2020

Internacional 3 x 0 Universidad Católica-CHI

Defensa y Justicia-ARG 1 x 2 Santos

América de Cali-COL 0 x 2 Grêmio

Athletico-PR 1 x 0 Peñarol-URU

Tigre-ARG 0 x 2 Palmeiras

Junior Barranquilla-COL 1 x 2 Flamengo

ESPN

OFF: Veja 9 brasileiros que atuam na Europa e já podem assinar pré-contrato

Seu time precisa de reforços e você está ficando preocupado? Pois é, a hora é de vasculhar o mercado e descobrir possíveis nomes que possam agregar qualidade ao plantel.

Quando vira o ano, normalmente os clubes se voltam para a Europa em busca de atletas que, eventualmente, queiram retornar ao Brasil. Pois, neste momento, há muitos brasileiros em “promoção”. Por conta da proximidade do final do contrato, os valores automaticamente caem.

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Assim, inspirados na lista original do jornalista ?Rafael Reis, trouxemos nove profissionais que têm vínculo se encerrando na metade de 2020, ou seja, no término da temporada europeia, e que podem virar alternativas dentro do cenário nacional, uma vez que já estão em condições de assinar um pré-contrato.

Confira abaixo:

 

 

 

 

 

 

 

 

90min

Defesa do São Paulo é melhor que as dos títulos brasileiros de 2006 e 2008

O São Paulo está a quase 20 pontos da liderança do Campeonato Brasileiro, porém, sua defesa tem um desempenho melhor que em 2006 e 2008, ano de dois dos três títulos nacionais conquistados em sequência.

A equipe que iniciou a competição sob o comando do técnico Cuca e que agora é dirigida por Fernando Diniz sofreu até a 26ª rodada 17 gols. Durante a atual edição do Brasileiro, São Paulo e Corinthians vêm duelando pelo título de melhor defesa do campeonato e atualmente é o Tricolor que figura na frente, com um gol a menos que o arquirrival.

Curiosamente, em 2008 o São Paulo também somava 43 pontos após a 26ª rodada da competição, no entanto, o então líder Grêmio tinha 7 tentos a mais que o Tricolor paulista. O final todo mundo já conhece: arrancada histórica sob o comando de Muricy Ramalho e o tricampeonato nacional assegurado no último jogo, contra o Goiás, em Brasília.

Mas não é apenas a distância para o líder da competição que difere a campanha do São Paulo atual da campanha de 2008. O desempenho defensivo também é bastante distinto. Na temporada que culminou no último título nacional do Tricolor, os comandados de Muricy sofreram 26 gols, quase dez a mais que em 2019.

Em 2006, ano do primeiro dos três títulos brasileiros do São Paulo em sequência, a defesa também era inferior à atual. Após a 26ª rodada do campeonato na temporada em questão, o Tricolor havia sofrido 27 gols, porém, ainda assim, já era líder naquela altura do torneio.

Prestes a encarar o Avaí, neste domingo, às 16h (de Brasília), no Morumbi, o São Paulo tem como principal missão melhorar seu desempenho ofensivo. Muito bem resolvido na defesa, o Tricolor tem uma média de gols marcados inferior a um por jogo (0,92) neste ano. Por isso, bola na rede é o que Fernando Diniz mais espera ver em seu sexto jogo à frente da equipe.

Gazeta Esportiva

Ultrapassados? Técnico do São Paulo defende técnicos brasileiros, mas evita rebater Jorge Jesus

Cuca prefere não entrar em debate, mas deixa clara sua opinião de que os treinadores brasileiros não são ultrapassados. Questionado sobre uma declaração do português Jorge Jesus nesta linha, o técnico do São Paulo contemporiza a polêmica.

“As coisas têm de ser divididas: seria muito fácil rebater o que ele falou, mas a gente tem que separar as coisas. Esta entrevista que ele deu foi lá na Arábia, no ano passado, que só saiu agora”, começou Cuca na manhã de hoje, na coletiva que concedeu após o primeiro treino do São Paulo no dia.

Em longa resposta, o técnico tricolor sugeriu que o próprio Jorge Jesus seja questionado sobre o assunto para ter a oportunidade de mudar ou não de opinião. “Ele poderia dizer se teve dificuldade com algum time, se os treinadores estão ultrapassados; seria uma maneira melhor de se falar”, opinou.

Cuca não quis entrar em polêmica e falou sobriamente sobre o assunto por alguns minutos, até elogiando Jesus em alguns momentos. “Pelo que eu vi dele, é um cara que tem ética profissional, tem respeito”, afirmou, sem deixar de defender a classe.

“Acho muito raro que ele venha a falar isso hoje, o sentimento hoje não seria esse. Lógico que temos muito a evoluir, todos nós técnicos brasileiros. É uma que questão que eu prefiro ficar fora, mas não me sinto de forma alguma ultrapassado”, diz o são-paulino, argumentando que “não tem diferença” entre os treinamentos dos times brasileiros e estrangeiros.

A declaração de Jorge Jesus, no entanto, não parece um insulto. Em entrevista publicada na revista francesa So foot, ele diz que “o treinador brasileiro já foi um pouco ultrapassado em tudo o que diz respeito ao treinamento”, tratando da situação no passado. “Porque sempre tiveram grandes jogadores que resolvem os problemas táticos sozinhos. Os treinadores não foram obrigados a pensar e criar ideias coletivas, e acabaram sendo ultrapassados. Agora está começando a mudar”, opinou na ocasião.

Flamengo tem “um baita de um time”

O líder do Campeonato Brasileiro vive boa fase não só por causa de seu treinador, entende Cuca. “Vejo que o Jorge Jesus tem um baita de um time, por mérito dele mas por muito mérito do Flamengo em geral. Se você for ver, os 11 que jogam são nível de seleção”, considera, dizendo que “tira o chapéu” não só para Jesus, mas para o Flamengo como um todo.

UOL

Diego Ribas do Flamengo é alvo do São Paulo, Grêmio e mais dois brasileiros, diz jornal

A negociação entre Flamengo e Diego Ribas para a renovação de contrato não avançou, pelo contrário, ‘esfriou’. É o que afirmou o site GloboEsporte.com neste sábado (5 de janeiro). A publicação diz que pessoas ligadas ao meia já enxergam a situação com pessimismo.

Clube e jogador chegaram a um acordo quanto ao tempo do próximo vínculo – 18 meses. No entanto, o atual camisa 10 pede reajuste salarial e pagamento de luvas, fato que não teria aprovação do Rubro-Negro. De acordo com o GE, o Flamengo deseja a manutenção dos vencimentos, sem luvas.

Diego é cobiçado pelo Orlando City, que teria apresentado robusto projeto para o atleta. Importante destacar que trata-se de um dos clubes mais ricos da MLS, a liga de futebol dos Estados Unidos. E a lista de interessados não para por aí. O jornal Extra afirma que São Paulo e Grêmio também desejam contar com o jogador. Além da dupla, mais dois clubes brasileiros estariam de olho no negócio.

Flamengo e Diego têm contrato até 31 de julho deste ano, e o camisa 10 já pode assinar um pré-contrato com outra equipe, saindo sem custos de transferência.

 

Fonte: Fox Sports

7 brasileiros sem contrato no exterior para seu clube contratar

O Campeonato Brasileiro já chegou à metade. Mas, mesmo assim, os times que disputam a primeira divisão ainda podem se reforçar para a disputa da reta final da principal competição interclubes do país.

O prazo para a inscrição de jogadores para a Série A termina no começo de setembro. Até lá, é possível buscar no Mercado da Bola atletas que possam ajudar a equipe a permanecer na elite, lutar por vaga na Libertadores ou até mesmo ser campeã.

Apresentamos abaixo sete jogadores brasileiros que estavam no exterior até pouco tempo atrás e que estão sem contrato. Ou seja, para contratá-los, não é necessário negociar com nenhum clube, só mesmo com seus respectivos empresários.

DIEGO CAVALIERI
Goleiro
35 anos

Dono da meta do Fluminense na conquista do título brasileiro de 2012 e por anos considerado um dos melhores goleiros do país, teve uma passagem relâmpago pelo futebol inglês na temporada passada. Diego Cavalieri passou quatro meses no Crystal Palace, mas não disputou sequer uma partida. Sem vínculo com nenhum clube, é uma boa opção para o time que deseja um camisa 1 bastante experiente.

GUILHERME SIQUEIRA
Lateral esquerdo
32 anos

O veterano lateral esquerdo nunca jogou como profissional no Brasil e passou a maior parte da carreira atuando no futebol espanhol. Guilherme Siqueira passou por Valencia, Benfica, Granada, Ancona, Udinese e Atlético de Madri, time com o qual tinha contrato até o meio de 2017. Desde então, está em busca de uma nova oportunidade profissional. Na última temporada, chegou a conversar com o Corinthians, mas o negócio não vingou.

TÚLIO DE MELO
Atacante
33 anos

Outro jogador que passou a maior parte da carreira no exterior, o ex-centroavante de Lille, Le Mans, Palermo e Valladolid até teve uma passagem interessante pela Chapecoense em 2017, mas preferiu ir jogar no Japão que permanecer no Brasil. Em junho, Túlio de Melo deixou o Avispa Fukuoka e foi embora do Oriente. Agora, procura um novo lugar para dar sequência à sua carreira.

WALLACE OLIVEIRA
Lateral direito
24 anos

Formado nas categorias de base do Fluminense, foi descoberto pelo Chelsea ainda na adolescência e acabou se mudando para a Inglaterra quando tinha 18 anos. Sem chances no clube londrino, foi emprestado a Inter de Milão, Vitesse, Carpi e Grêmio, mas não se firmou em lugar nenhum. O contrato com o Chelsea, clube pelo qual nunca jogou uma partida como profissional, chegou ao fim em julho.

JUNINHO
Volante
29 anos

Irmão de Ricardo Goulart (ex-Cruzeiro e atualmente no Guangzhou Evergrande), começou na base do São Paulo e construiu uma carreira de sucesso nos EUA. Juninho ganhou três títulos da MLS (Major League Soccer) pelo Los Angeles Galaxy e atuou ao lado de David Beckham e Bastian Schweinsteiger. Após ser emprestado ao Chicago Fire na temporada passada, não teve seu contrato renovado pelo mexicano Tijuana.

MICHEL MACEDO
Lateral direito
28 anos

Michel

Campeão da Libertadores-2013 pelo Atlético-MG, tem mais de 120 jogos da primeira divisão do Campeonato Espanhol ao longo da carreira. Na temporada passada, acabou rebaixado com o Las Palmas e deixou o clube. O lateral direito chegou a conversar com vários times brasileiros, como São Paulo, Flamengo e Corinthians, mas, pelo menos por enquanto, continua desempregado.

XANDÃO
Zagueiro
30 anos

Lembrado no Brasil graças à passagem pelo São Paulo, clube que defendeu durante dois anos, o zagueiro já atuou em Portugal (Sporting), Rússia (Kuban Krasnodar e Anzhi) e Espanha (Sporting Gijón). Na segunda metade da temporada passada, ajudou o pequeno Cercle Brugge a subir para a primeira divisão da Bélgica. Após a promoção, deixou o clube e ficou disponível no Mercado da Bola.