Muricy e o tri do São Paulo: liberdade, fome e justiça foram guias de campanha histórica

Muricy Ramalho não construiu apenas um São Paulo campeão. Foram três consecutivos. Atual companheiro de comentários nos canais Globo, o ex-técnico atendeu o blog durante a quarentena para falar sobre os desafios de chegar ao topo do futebol nacional, e se manter. No comando do seu Tricolor, Muricy conquistou os títulos brasileiros de 2006, 07 e 08.

Nessa entrevista, que dá sequência aos bate-papos sobre times marcantes do país neste século, Muricy relembra um dos períodos mais gloriosos de sua carreira e também da história do São Paulo.

Você chegou ao São Paulo dias depois do título mundial. Como foi assumir uma equipe tão vencedora e manter essa fome para 2006?

– Quando o treinador chega num time que está muito mal, ele tem a dificuldade de armar o time num momento ruim, mas para mim é mais difícil chegar a um time que ganhou tudo. Foi o que encontrei. Não podia nem olhar direito, os caras estavam cheios de marra, não queriam treinar um pouco a mais, a comissão técnica e os dirigentes um pouco acomodados. O cara com mais fome era eu. Para fazer os caras arrancarem de novo, entenderem que a vida continuava, foi complicado. Tinha ganhado Libertadores e Mundial. Fui colocando minha maneira de ser, eles foram comprando a ideia e pegaram no tranco de novo.

Houve alguns revezes no início do ano, que até custaram o título paulista. Esses resultados te ajudaram a colocar os pés dos jogadores no chão?

– A gente nem se importava tanto se perdesse algum jogo porque era bom para mostrar que eles não eram invencíveis, não. Perdemos de times pequenos, mas com isso também vinha a desconfiança em relação a quem estava chegando. Era uma dificuldade gigante e nos anos seguintes foi a mesma coisa, porque ganhávamos o Campeonato Brasileiro e tínhamos que recomeçar. No futebol brasileiro, o cara costuma se acomodar quando ganha alguma coisa.

O São Paulo contratou, no início de 2006, jogadores como Leandro, André Dias, Alex Dias, Rodrigo Fabri. Depois chegaram Lenilson, Ilsinho, Lima. Era importante aumentar o elenco para estimular a competitividade nos que haviam sido campeões mundiais?

– É, e também trocar alguns jogadores porque esse negócio de gratidão no futebol é legal, obrigado, mas já vi tantos técnicos quererem agradar o jogador que ganhou títulos, ficar com ele, e começarem os problemas. Em alguns momentos tem que trocar, agradecer e tirar. Chegaram jogadores novos, estavam com fome, como eu, e começou o lado competitivo de novo. Assim houve mais resultados.

E como você escolhia entre os que ficaram e os que estavam chegando? Os treinos diziam, havia uma hierarquia dos campeões?

– O que o jogador de futebol mais olha no treinador é o senso de justiça. Se ele vê algum privilégio, se o craque não está jogando nada e o cara mantém, ou aquele que está treinando bem não tem oportunidade. E esse era meu forte, eu não tinha medo de nada. Eu sempre falava que quem estivesse bem ia jogar. Os caras antigos queriam manter a posição e os novos queriam ganhar. Era uma competição sem sacanagem. Tinha jogador que até se assustava quando eu botava para jogar.

E a questão dos três zagueiros? Era uma preferência sua ou o entendimento de que o time estava acostumado a atuar naquela função com Leão e Autuori?

– A característica do jogador vem primeiro. O São Paulo tinha zagueiros grandes, rápidos e que saíam para o jogo. Não adianta escalar três se os zagueiros dos lados não saírem, senão você fica com linha de cinco. Outra coisa que mudei é que meus laterais eram meias. Botei Souza, Jorge Wagner, o próprio Júnior eu fazia ir para dentro do campo e trazia o Danilo para fora. Senão ficaria muito justinho, todo mundo saberia como enfrentar. O único lateral mesmo que tive foi o Ilsinho (de metade de 2006 até meio de 2007). Até o Hernanes e o Leandro jogaram como alas, porque eles quase não voltavam. Era do meio para frente, às vezes pela beirada e às vezes por dentro.

São Paulo engrenou em 2006 com as chegadas de Ilsinho e Miranda, e chegou ao tetra no 4-4-2 clássico — Foto: GloboEsporte.com

 

Em 2006, você foi campeão com o Ilsinho na lateral direita, num 4-4-2. Mas em 2007, seu lateral muitas vezes foi um zagueiro. Breno, André Dias, Alex Silva. E com eles você alternava o sistema de jogo sem fazer substituições. Essa foi a marca do time de 2007, que sofreu pouquíssimos gols?

– É verdade, com o Breno eu transformava em linha de quatro sem fazer trocas. Para não ficarmos manjados. Quando você fica muito tempo num lugar, tem que modificar treinamentos, um pouco da parte tática. O jogador brasileiro enjoa, fica de saco cheio dos treinos, é sempre a mesma coisa. Eu treinava para modificar o time sem trocar os jogadores. Isso também criava uma novidade para eles.

Em 2007, São Paulo bate o América-RN por 3 a 0 na 34ª rodada e conquista o Brasileirão

Em 2007, São Paulo bate o América-RN por 3 a 0 na 34ª rodada e conquista o Brasileirão

 

E como foi essa busca por novos treinamentos durante os três anos e meio que você esteve lá?

– Acho que você tem de dar o treinamento de acordo com o que aconteceu no jogo passado. Se errássemos muitos passes, durante a semana tínhamos que corrigir esse problema. Eu tinha curiosidade de mudar alguns treinos, às vezes da minha cabeça, em outras de ver futebol. Antigamente, era mais fácil ver treinamentos, algum movimento que a própria televisão mostrava e a gente adaptava. Era preciso criar algumas coisas.

Ao longo do tricampeonato, o São Paulo perdeu muitos jogadores e contratou muitos também. Como era essa movimentação? E como era a sua atuação nisso?

– Aquele time ganhou três títulos brasileiros e chegou à final da Libertadores, estava sempre brigando por alguma coisa. Eu, o Tata e o Milton Cruz (auxiliares de Muricy no São Paulo) temos amigos empresários, conhecíamos o mercado, sabíamos quem iríamos perder, quem estava valorizado, em conversas adiantadas. Estudávamos o mercado e o Juvenal (Juvêncio, presidente do São Paulo entre 2006 e 2013) nos dava toda liberdade. Sabíamos também que jogadores de outros times ficariam sem contrato e tinham renovações difíceis. E na época todos queriam vir para o São Paulo. Ele sabia que receberia em dia, brigaria por títulos, teria visibilidade.

Quais foram as contratações mais certeiras que vocês fizeram?

– Não olhávamos jogador mais ou menos, não. Queríamos jogadores prontos, mas sabíamos que futebol é negócio e o Juvenal sempre dizia que o São Paulo precisava contratar jogadores para se valorizarem. O Ilsinho ainda era desconhecido no Palmeiras, em formação, quando trouxemos. Ele deu uma resposta muito grande e logo foi vendido. O Miranda estava no Sochaux (FRA), ia para o Internacional, mas falamos com ele e veio para o São Paulo. Fez um trabalho muito bom e teve custo baixíssimo.

E o Borges, que acabou sendo o grande protagonista da reta final do título de 2008, com gols em todos os jogos?

– Ele havia sido meu jogador no São Caetano e estava no Japão. Ele fazia gol em qualquer lugar, mas não se adaptou bem fora de campo, ele e a esposa. Ele me ligava e dizia: “Professor, me tira daqui, estou passando sufoco, minha mulher está mal, com depressão”. Eu falei para um diretor que precisávamos de um centroavante, e ele dizia: “Quem é Borges? Ninguém conhece, como vamos trazer?”. Mas eu conhecia. É coisa de amador, esses curiosos do futebol. Aí, num fim de semana, o LANCE! publicou que o Corinthians queria o Borges. Esse mesmo diretor veio correndo me contar e eu disse: “Estou falando há meses para o senhor trazer, e o senhor pergunta quem é. Agora vai ficar mais caro”. Mas ele havia nos dado preferência.

Em 2008, São Paulo vence o Goiás por 1 a 0 e conquista o Campeonato Brasileiro

Em 2008, São Paulo vence o Goiás por 1 a 0 e conquista o Campeonato Brasileiro

 

Essa não deve ter sido a única vez que você e os dirigentes discordaram sobre reforços, não é?

– O dirigente às vezes não conhece. Quando eles queriam contratar alguém e eu falava que não servia: “Como não serve?”. Alguns já tinham operado (ligamento) cruzado, outros tinham problema de recuperação, de grupo, caíam na noite. Eu já tinha ligado para o técnico dele. Eu vivo disso, conheço todo mundo, mas eles ficavam invocados porque queriam trazer. Era sugestão de empresário. “Você não gosta de nenhum que eu falo?”, eles perguntavam. E eu respondia: “No dia em que o senhor falar um bom, eu quero”.

Ou seja, foram anos desgastantes tanto na relação com o elenco, de manter a fome, quanto com a diretoria. Nesse contexto, qual foi a importância de ter sempre o mesmo capitão, o Rogério, um jogador com tanta ascendência tanto no time como na diretoria?

– Eu conhecia o Rogério desde garoto, fiz a mudança dele (para o time titular, no fim de 1996) com o Zetti. Foi a coisa mais difícil que fiz no futebol porque o Zetti era um ídolo, era o Rogério Ceni da época, era o cara. E muito meu amigo e do próprio Rogério, frequentava nossas casas. Só que o Rogério estava pedindo passagem, arrebentando nos treinamentos, e disse que se não fosse aproveitado iria embora. Tive facilidade de trabalhar com ele porque ele sabia que tipo de jogador eu queria, pensava, ele também era muito competitivo. Nós pensávamos muito parecido. E ele era o cara do time, o ídolo. O jogador que chegava era esperto, se sentava ao lado do Rogério e ficava olhando o que ele fazia. E ele só fazia coisas positivas. Treinava para caramba, não chiava de concentrar, se preocupava com o time. Então os outros ficavam pianinho. Ele fazia o papel de capitão mesmo, de cobrar e dar exemplo. Porque uma hora o treinador fica chato e precisa deixar que eles se resolvam.

O São Paulo, penta em 2007, alternava do 3-5-2 para o 4-4-2 com Breno virando lateral, Richarlyson ou Júnior recuando à primeira linha, e Souza e Jorge Wagner abertos na segunda. Sem a necessidade de fazer substituições — Foto: GloboEsporte.comO São Paulo, penta em 2007, alternava do 3-5-2 para o 4-4-2 com Breno virando lateral, Richarlyson ou Júnior recuando à primeira linha, e Souza e Jorge Wagner abertos na segunda. Sem a necessidade de fazer substituições — Foto: GloboEsporte.com

O São Paulo, penta em 2007, alternava do 3-5-2 para o 4-4-2 com Breno virando lateral, Richarlyson ou Júnior recuando à primeira linha, e Souza e Jorge Wagner abertos na segunda. Sem a necessidade de fazer substituições — Foto: GloboEsporte.com

Muricy, uma das grandes soluções que você encontrou em 2007 foi a dupla Richarlyson e Hernanes, em substituição às saídas do Mineiro e depois do Josué. Ambos atuavam em muitas posições, como se deu essa junção de características que, na prática, funcionou tão bem?

– Os dois eram muito fortes fisicamente. Richarlyson até hoje é um atleta. Eu olhava o Hernanes desde o início, e ele jogava de lateral-direito, lateral-esquerdo, meia, dali a pouco foi centroavante no Santo André. Para o treinador é legal ter um coringa, mas para o jogador é muito ruim. Joga de tudo e ao mesmo tempo não é nada. No início de 2007, o São Paulo mandou um time reserva a uma excursão na Índia, e nós pedimos ao Silva, que seria o treinador, para escalar o Hernanes como segundo volante porque tínhamos perdido o Mineiro. Tentamos de todos os jeitos convencê-lo a ficar, o Juvenal aumentando seu salário, mas não deu. Na volta, o Silva disse que ele jogou muito bem. Então não foi difícil. Ele passava bem, arrematava, driblava, aquela pedalada que faz até hoje. Era um volante diferente para a época. E o Richarlyson tinha muita força e potência, dividia o campo por ser canhoto, dava proteção ao ala. Ambos davam muita opção, não eram fixos, tinham liberdade de ir à frente.

E ter um volante canhoto é um privilégio para iniciar as jogadas, não?

– Pois é, e tínhamos uma jogada que era abrir o Jorge Wagner pela esquerda, e quando ele estava muito apertado, o Richarlyson passava por fora, indo para o fundo. Um destro teria muita dificuldade. O Richarlyson, além de forte fisicamente, era inteligente.

Você disse muitas vezes que 2008, o hexa, foi o mais difícil dos títulos. Naquele ano, o São Paulo contratou Adriano, Carlos Alberto e Fábio Santos no primeiro semestre, mudou o perfil para tentar ganhar a Libertadores. Não deu certo, todos saíram, e a remontagem foi durante o campeonato. Isso tornou mais difícil?

– O time não rendeu bem com eles, foi desclassificado na Libertadores e eu já estava há muito tempo falando “não” para dirigente, havia o desgaste de quererem me tirar toda hora, principalmente depois de cair para o Fluminense. Chegou um momento em que os dirigentes não iam mais ao CT.

Muricy Ramalho  pelo São Paulo em 2008 — Foto: DivulgaçãoMuricy Ramalho  pelo São Paulo em 2008 — Foto: Divulgação

Muricy Ramalho pelo São Paulo em 2008 — Foto: Divulgação

 

E você não pensou em sair, nesse cenário?

– Eu tive uma proposta muito alta do Catar e perguntei ao Juvenal: “Como sempre, sua turminha quer me tirar. Vou ficar ou não?”. Ele bateu na mesa de novo e falou: “Claro que vai ficar, mas não vamos desistir”. Aquele era o time mais limitado dos três anos, mas tinha caras muito fortes mentalmente, que queriam vencer. Hernanes, Jean, Hugo, Borges… E quando saíram os craques, os famosos, eles resolveram que seria com eles mesmo. Estávamos 11 pontos atrás do Grêmio e demos a volta, passamos por cima no segundo turno, baseados na disciplina tática e na vontade de vencer. Éramos ignorados pela diretoria, tive de convencer os jogadores de que era possível. Nesses momentos ruins, o técnico precisa ser melhor. E eu tinha facilidade com o grupo, a comissão e os funcionários do CT, todos do nosso lado. Remávamos de um lado, a diretoria remava para outro.

Reveja a entrevista coletiva de Muricy Ramalho após conquistar o título do Brasileirão de 2008

Reveja a entrevista coletiva de Muricy Ramalho após conquistar o título do Brasileirão de 2008

Já falamos do Borges, mas o Hugo também foi importantíssimo nesse fim de 2008.

– E ele não era muito bem quisto por todo mundo, mas jogou muito. Ele tinha uma força incrível e chegava à área do adversário toda hora, decidia jogo, por isso era importante para aquela função. Não era um armador, mas era outro atacante, com presença muito grande. Era um time taticamente muito aplicado e difícil de ser batido.

No hexa, São Paulo teve menos flexibilidade e opções, mas contou com a disciplina de todos, a inspiração de Hernanes, e os gols de Hugo e Borges, especialmente na reta final — Foto: GloboEsporte.comNo hexa, São Paulo teve menos flexibilidade e opções, mas contou com a disciplina de todos, a inspiração de Hernanes, e os gols de Hugo e Borges, especialmente na reta final — Foto: GloboEsporte.com

No hexa, São Paulo teve menos flexibilidade e opções, mas contou com a disciplina de todos, a inspiração de Hernanes, e os gols de Hugo e Borges, especialmente na reta final — Foto: GloboEsporte.com

 

É difícil falar de três anos de montagem, mas qual era a característica comum de todos esses São Paulo que vocês criaram?

– Se olharmos com carinho, havia uma ideia de jogo. O Carlinhos (Neves, preparador físico daqueles times) me ligou outro dia, e estávamos lembrando um conceito definido. O São Paulo sabia o que queria dentro de campo, tínhamos ideias e acreditávamos nelas. Isso fazia a diferença.

Quando você fala em ideia, é algo diferente do sistema, certo? O sistema, se 3-5-2, 4-4-2, era só um mecanismo para executar essa ideia?

– É, o número é o seguinte. Você dá a preleção com linha de três ou de quatro, mas quando a bola rola e os jogadores se movimentam, desmancha tudo. O que interessa é o que o time pensa com e sem a bola. Para mim, futebol não é muito difícil. Tem de haver uma ideia sem a bola, se vai marcar adiantado ou atrás da bola, tem que ser muito definido. E com a bola, fazemos o quê? Atacamos com os dois laterais, liberamos os volantes, pressionamos lá na frente após a perda? Os números mudam toda hora, o grande segredo são as movimentações. O Júnior e o Jorge Wagner vindo como meias, o Danilo abrindo na ponta esquerda. O volante pegando a bola e sabendo que o ala iria avançar, imediatamente o zagueiro também ia embora para dar apoio. Isso foi ficando automático.

E a ideia, qual era?

– Um time com muitas variáveis em seu sistema. O pessoal falava muito dos três zagueiros, mas os alas eram meias que vinham por dentro e chegavam ao gol adversário. A movimentação era o segredo. Eu estava revendo um São Paulo x Grêmio, que ganhamos no Morumbi, e era brincadeira a movimentação. O Leandro de fora para dentro, os volantes chegando, era uma confusão. Mas as pessoas se fixaram nos três zagueiros, isso até foi bom para nós. Quando jogávamos com três, eles saíam por fora. No meio-campo, marcador mesmo foi o Josué. Todos os outros – Richarlyson, Jean, Hernanes, Mineiro, Souza – saíam. Tudo envolvia liberdade.

Globo Esporte – Por Alexandre Lozetti

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Árbitro afastado após erros contra o São Paulo é escalado para apitar na estreia do Brasileirão Feminino

O árbitro Flávio Roberto Mineiro Ribeiro, afastado pela Federação Paulista de Futebol após quatro erros cruciais contra o São Paulo diante do Novorizotino, na última segunda-feira, foi escalado para apitar Ferroviária x Audax pelo Campeonato Brasileiro Feminino, no próximo sábado, às 17h, em Araraquara.

Flávio Roberto Mineiro está impedido, por enquanto, de trabalhar em partidas organizadas pela Federação Paulista de Futebol. O Brasileirão Feminino, por sua vez, é organizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Ou seja, nesse caso nada o impede de trabalhar no confronto.

Além do árbitro, os auxiliares Vitor Carmona Metestaine e Enderson Emanoel Turbiani da Silva também foram afastados. A Federação indicou que eles passarão por período de reciclagem, com acompanhante de psicólogos, equipe técnica e do departamento de arbitragem.

Foram quatro erros cometidos pelo trio, todos contra o São Paulo, segundo o comentarista de arbitragem da Globo, Salvio Spinola Fagundes Filho (veja os lances no vídeo acima).

Dois gols marcados pelo São Paulo, ambos por Alexandre Pato em posição legal, foram anulados na partida. A arbitragem também ignorou dois pênaltis a favor do time da casa, os dois deveriam ter sido marcados, segundo Salvio Spinola.

Globo Esporte

Sara espera oportunidades em 2020 e fala em fazer história no São Paulo

O São Paulo buscou a vitória sobre o CSA, neste domingo, com um plantel praticamente “Made in Cotia“. 21 dos 23 inscritos para a partida foram formados no clube. Depois do jogo, o meia Gabriel Sara falou sobre a oportunidade dada por Fernando Diniz.

“A gente levou esse jogo com um início de temporada e não o final. Ano que vem teremos quatro competições para disputar, então acredito que teremos mais oportunidades. Essa molecada, assim como eu, está buscando o espaço para fazer história no São Paulo”, falou aos canais SporTV

Sara foi titular no jovem meio-campo tricolor em Maceió. Apenas Igor Vinícius (lateral-direito) e Léo (lateral-esquerdo) não são crias das categorias de base do clube e estiveram presentes na vitória deste domingo.

Com o fim do campeonato, o São Paulo termina 2019 em sexto lugar, com 63 pontos. A posição dá a vaga direta para a fase de grupos da Libertadores e, além disso, premia o Tricolor em R$ 24,7 milhões.

Gazeta Esportiva

São Paulo supera expulsão, segura CSA e vence com time “made in Cotia”

O São Paulo encerrou sua participação no Campeonato Brasileiro com uma vitória especial sobre o CSA, por 2 a 1, no estádio Rei Pelé, em Maceió (AL). Escalado com um time bastante jovem e quase todo formado nas categorias de base do clube, o Tricolor abriu dois gols de vantagem com Toró e Igor Vinícius, mas viu Helinho ser expulso e precisou se segurar no segundo tempo para manter o resultado. Ainda no fim da primeira etapa, Jarro Pedroso havia diminuído para os donos da casa.

Com o triunfo fora de casa, o São Paulo chegou aos 63 pontos, fechando na sexta colocação e classificado à fase de grupos da Libertadores do ano que vem. Já o CSA, com 32 pontos, acabou na 18ª posição, rebaixado à Série B.

Cronologia do jogo

Toró abriu o placar para o São Paulo após receber belo passe de Gabriel Sara aos 10 minutos, e Igor Vinícius aproveitou rebote na área para fazer 2 a 0 aos 13 minutos. O CSA diminuiu aos 43 minutos, com Jarro Pedroso chutando de primeira após cabeçada de Ricardo Bueno na trave.

Logo aos 2 minutos do segundo tempo, Helinho parou um contra-ataque do CSA com falta, recebeu seu segundo cartão amarelo e acabou expulso. A equipe alagoana passou a dominar as ações, mas não conseguiu criar chances claras para empatar.

UOL

Confira a tabela atualizada do Brasileirão após vitória no Morumbi

O São Paulo está confirmado na fase de grupos da Copa Libertadores de 2020. Nesta quarta-feira, o Tricolor recebeu o Internacional, no Morumbi, em confronto direto pela disputada vaga em uma das chaves do torneio continental e não decepcionou seus torcedores, saindo de campo com uma grande atuação e, por consequência, com a importantíssima vitória por 2 a 1. Antony e Vitor Bueno balançaram as redes para os donos da casa. Guilherme Parede descontou para o Colorado.

Com o resultado, o São Paulo não tem mais qualquer chance de ser desbancado da sexta colocação, último posto que garante vaga direta à fase de grupos da Libertadores. Restando apenas uma rodada, o Tricolor agora terá apenas de cumprir tabela contra o CSA, em Maceió, no próximo domingo, às 16h (de Brasília).

Essa será a 20ª participação do Tricolor na Libertadores. O clube é o brasileiro que mais vezes venceu o torneio (3) ao lado de Santos e Grêmio, mas neste ano protagonizou um vexame ao ser eliminado na fase preliminar para o modesto Talleres, da Argentina. Justamente por isso, conquistar a vaga direta à fase de grupos da competição era questão de honra para o estrelado elenco que foi montado no decorrer da temporada.

Tabela atualizada:

Gazeta Esportiva

Entenda por que o duelo diante do Inter é decisivo para o São Paulo

A derrota para o Grêmio, no último domingo, não foi o fator preponderante para o São Paulo ainda não ter garantido sua vaga na fase de grupos da Copa Libertadores de 2020, mas ajudou a fazer da partida desta quarta-feira, contra o Internacional, no Morumbi, uma decisão na penúltima rodada do Brasileirão. Com uma vitória, a classificação está assegurada, já um resultado negativo complica a situação tricolor nesse tão sonhado objetivo desta temporada.

O primeiro desafio do São Paulo, sem dúvidas, é o fato de encarar um concorrente direto à vaga direta na fase de grupos da Liberta. Atualmente, o Internacional ocupa a sétima posição na tabela, com 54 pontos, três a menos do que o clube paulista, porém com o mesmo número de vitórias. Dessa forma, um triunfo dos gaúchos igualaria os times em pontos, porém com vantagem no número de vitórias: 16 do Colorado contra 15 do Tricolor.

Sendo assim, o São Paulo deixaria de depender apenas de si, como é a situação no momento, para, na última rodada, ter de vencer o CSA fora de casa e esperar que o Inter não vença o Atlético-MG, no Beira-Rio. Atualmente, uma vitória são-paulina na quarta-feira já carimba o passaporte do clube rumo à fase de grupos do torneio continental, eliminando as possibilidades de Corinthians e do próprio time gaúcho, resolvendo a parada antecipadamente.

No caso de empate, a situação não fica tão ruim, mas ainda assim leva pressão para a última rodada. A diferença entre os dois permaneceria em três pontos, ou seja, com um novo empate com o CSA, o São Paulo afastaria qualquer chance do Internacional. No entanto, deixaria aberta a chance de o Corinthians se aproximar, já que se vencer o Ceará, chega a 56 pontos e poderia atingir 59 no final de semana, portanto, um empate tricolor já não adiantaria. O trunfo é entrar em campo no Morumbi sabendo do resultado do Castelão.

Acontece que neste cenário (dois empates do São Paulo e duas vitórias do Timão), os rivais ficariam exatamente iguais em vitórias (15), empates (14) e derrotas (9), mas permitiria aos corintianos levarem vantagem no saldo de gols, que hoje é de oito, contra sete dos são-paulinos. Resumindo, o empate nesta quarta-feira não complicaria demais a briga com o Internacional, mas deixaria o Corinthians, que joga antes na rodada, vivo na luta pela vaga no G6.

É importante destacar que se o Corinthians não vencer o Ceará, às 19h30, também nesta quarta-feira, elimina suas chances de uma vaga na fase de grupos da Libertadores, o que pode tornar o São Paulo x Internacional ainda mais decisivo, apesar de o confronto são-paulino contra o CSA na última rodada, na teoria, ser menos complicado do que o duelo colorado, contra o Atlético-MG. A tendência é que a 37ª rodada tenha cara de final para ambos.

São Paulo e Internacional se enfrentam nesta quarta-feira, às 21h30, no Morumbi, pela 37ª rodada do Brasileirão-2019. Atualmente na sexta posição da tabela, o Tricolor tem 57 pontos, contra 54 do Inter e 53 do Corinthians. Os três são os concorrentes à última vaga para a fase de grupos da Copa Libertadores.

Lance

Juanfran dá ares de decisão para São Paulo x Inter: “É uma final para nós”

Juanfran deu o seu diagnóstico do que faltou ao São Paulo na derrota para o Grêmio, em Porto Alegre, por 3 a 0, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro. Segundo o lateral-direito, faltou efetividade à equipe comandada pelo técnico Fernando Diniz. E o espanhol ainda deu ares de decisão para o jogo contra o Internacional, quarta-feira, no Morumbi, pela penúltima rodada.

Já garantido na fase preliminar da Libertadores de 2020, em sexto lugar, com 57 pontos, o Tricolor é perseguido de perto pelo Colorado, que está na sétima colocação, com 54 pontos.

— É uma final para nós. Estamos confiando que vamos conseguir confirmar essa vaga — disse Juanfran, que falhou em dois gols do Grêmio.

O jogador espanhol ainda afirmou que o grupo confia em Fernando Diniz.

— Nós estamos acreditando no Fernando. Temos nossa responsabilidade e vamos trabalhar ao máximo. Estamos em uma fase de mudar as coisas, com o Fernando, e estamos fazendo isso pouco a pouco. Hoje, nos faltou efetividade.

Lance

Grêmio deslancha no 2º tempo e atropela o São Paulo por 3 a 0

Grêmio é mais um time confirmado na fase de grupos da Libertadores. Neste domingo, a equipe recebeu o São Paulo na Arena e, com um segundo tempo avassalador, venceu por 3 a 0, com gols de Luciano (duas vezes) e Vitor Bueno (contra).

Com o resultado, os gaúchos reassumiram a 4ª colocação da tabela e, com 60 pontos, não podem mais ser ultrapassados pelo 7º (primeiro time que, nesse momento, disputaria a pré-Libertadores), justamente o seu maior rival, o Internacional. Já os paulistas, apesar de mais uma derrota, também se garantiram na competição continental, mas, em 6º ainda podem ter que disputar a fase preliminar.

Na próxima rodada, enquanto o São Paulo atua na quarta-feira, justamente contra o Inter, em disputa direta pela vaga direta na Libertadores, o Grêmio joga na quinta, quando recebe o Cruzeiro.

O jogo
Depois de um primeiro tempo bastante fraco, com a primeira finalização da partida apenas aos 22 minutos, a segunda etapa veio e o Grêmio mostrou estar “no 220”. No intervalo de 6 minutos, a equipe marcou três gols. Aos 10, Luciano marcou em pênalti sofrido por Everton.

Na marca de 12, Alisson cobrou falta lateral e Vitor Bueno desviou contra o próprio gol.

E aos 16, Maicon encontrou Luciano dentro da área. O atacante bateu cruzado e não deu chances para Tiago Volpi.

Com o jogo já decidido, o Grêmio diminuiu o ritmo e o São Paulo, apático, pouco produziu para tentar diminuir o prejuízo.

Grêmio x São Paulo: prováveis times, desfalques e onde acompanhar

A Arena do Grêmio receberá um duelo de tricolores neste domingo, às 19h. O Grêmio, já classificado para a próxima Libertadores, recebe o São Paulo, que está bem perto de assegurar sua vaga. Se vencer, independentemente dos outros resultados da rodada, o time gaúcho já garante também um lugar diretamente na fase de grupos.

Uma vitória colocará o São Paulo à frente do próprio Grêmio na tabela (a diferença é de dois pontos) e garantirá uma vaga ao menos na fase preliminar da Libertadores. Se Internacional e Corinthians não vencerem na rodada, a fase de grupos também já estará garantida.

Veja todas as informações sobre o jogo:


GRÊMIO X SÃO PAULO

Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Data/Horário: 1/12/2019, às 19h
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (RJ) e Silbert Faria Sisquim (RJ)
Árbitro de vídeo: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Assistentes do VAR: Grazianni Maciel Rocha (RJ) e Daniel do Espirito Santo Parro (RJ)
Onde acompanhar:
 Premiere e em tempo real no site do LANCE!

GRÊMIO: Paulo Victor, Léo Moura, Kannemann, Geromel e Cortez; Maicon, Darlan, Alisson, Patrick e Everton; André. Técnico: Renato Gaúcho.
Desfalques: Matheus Henrique e Diego Tardelli (suspensos)
Pendurados: Pepê, Paulo Miranda, Alisson, Leonardo Gomes e Kannemann

SÃO PAULO: Tiago Volpi, Juanfran, Bruno Alves, Arboleda e Reinaldo; Luan, Daniel Alves e Igor Gomes; Antony, Vitor Bueno e Pablo. Técnico: Fernando Diniz.
Desfalques: Tchê Tchê (suspenso); Jean, Rojas e Everton (machucados).
Pendurados: Reinaldo, Juanfran, Bruno Alves, Alexandre Pato, Liziero, Anderson Martins e Raniel.

Lance

No Morumbi, São Paulo marca no início e derrota o Vasco

Nesta quinta-feira (28), São Paulo e Vasco se enfrentaram no frio e molhado Morumbi, pela 35ª rodada do Brasileirão. E com um gol logo no início, o Tricolor Paulista venceu por 1 x 0, chegou aos 57 pontos e ficou na sexta colocação. Já o Cruz-Maltino permaneceu com 44 pontos e no 12° lugar.

Primeiro tempo
O São Paulo não demorou a abrir o placar. Aos cinco minutos, Henríquez rebateu mal, Pablo ajeitou, e Antony pegou de primeira para fazer a alegria da torcida tricolor.

Apesar do gol cedo, o São Paulo não conseguiu criar boas chances para ampliar. Apenas aos 41 minutos, Juanfran cruzou muito bem, mas Vitor Bueno cabeceou por cima do travessão cruz-maltino.

Segundo tempo
Após o intervalo, o jogo caiu bastante em qualidade. Aos 11 minutos, Henrique cruzou na medida para Marrony, que cabeceou muito bem, mas Tiago Volpi desviou para escanteio. Pelo lado do São Paulo, Arboleda finalizou duas vezes, aos 33 minutos, mas Henríquez salvou em cima da linha.

Onefootball

Emprestado pelo Querétaro-MEX, Tiago Volpi fala sobre permanência no São Paulo na próxima temporada

Apesar da temporada decepcionante, o ano de 2019 teve um ponto positivo para os torcedores do São Paulo: a chegada de Tiago Volpi. O goleiro foi um dos destaques do Tricolor com boas atuações entre as traves, mas está emprestado pelo Querétaro, do México, somente até o final deste ano. Em entrevista concedida no CT da Barra Funda, o arqueiro se disse tranquilo pela permanência, que ocorrerá caso o clube do Morumbi exerça a opção de compra prevista em contrato.

“Eu estou tranquilo. É lógico que está chegando a parte final do contrato, mas, como eu já falei, existe um acordo no contrato para que, se for feita a compra, ela seja feita em dezembro. Então, estou completamente focado no objetivo de colocar o São Paulo na Libertadores. Depois, com isso acontecendo, tudo se torna mais viável”, declarou o jogador de 28 anos.

Para ficar com o goleiro, o São Paulo terá que desembolsar 5 milhões de dólares (cerca de R$ 21,3 milhões na cotação atual). Perguntado se sua possível contratação estaria relacionada à posição do Tricolor ao término do Campeonato Brasileiro e à classificação para a Copa Libertadores de 2020, Volpi negou. Além disso, ele afirmou que o foco não está em seu futuro, mas, sim, na partida diante do Vasco, marcada para esta quinta-feira, às 20h30 (de Brasília), no Morumbi.

“Espero que não. Esse sistema da parte financeira é complicado para eu falar. Quando estabelecemos o contrato com o Querétaro, não havia nada de classificação ou não para a Libertadores. Não é um tema para tocarmos agora, temos um jogo importante. Não é o momento de focar na minha permanência ou não”, completou o arqueiro.

No momento, o time comandado pelo técnico Fernando Diniz soma 54 pontos conquistados e disputa a classificação para a fase de grupos com Grêmio, Internacional e Corinthians. Como o Flamengo, campeão da Libertadores deste ano, e o Athletico-PR, campeão da Copa do Brasil, estão entre os primeiros colocados, o G4 foi ampliado para G6.

Gazeta Esportiva

Buscando vaga na Libertadores, São Paulo recebe o Vasco no Morumbi

Em um duelo entre dois times que pensam na classificação para a Copa Libertadores, o São Paulo recebe o Vasco nesta quinta-feira, às 20h30(de Brasília), no Morumbi, em São Paulo (SP), em choque válido pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Cruz-Maltino não joga desde o empate por 1 a 1 com o Goiás e aparece com 44 pontos. Porém, como o Flamengo ganhou a Copa Libertadores e o Athletico Paranaense está no torneio continental por ter vencido a Copa do Brasil, o G-6 virou G-8 e agora a classificação virou um sonho na Colina.

Porém, derrotar o São Paulo será complicado. O Tricolor Paulista, que vem de empate por 1 a 1 com o Ceará no Nordeste, soma 54 pontos e defende justamente a permanência na zona de classificação para a Copa Libertadores. O triunfo diante dos vascaínos é fundamental para o Tricolor, comandado por Fernando Diniz.

“Temos que conseguir uma vitória em casa contra o Vasco, ainda mais depois de não termos conseguido segurar a vitória contra o Ceará. Portanto, é manter a concentração ao longo dos noventa minutos e ter o objetivo como grande foco. Vai ser um jogo complicado, o Vasco vem em crescimento, mas podemos nos impor”, disse Fernando Diniz.

Na visão dos vascaínos, a Libertadores é possível, mas será preciso pensar jogo a jogo.

“Matematicamente ainda temos chances. Claro que não depende só da gente, temos que torcer por tropeços. Vamos fazer a nossa parte ver o que acontece. Poderíamos estar numa situação bem mais favorável. Mas não podemos mudar o que aconteceu e é preciso manter a concentração contra o São Paulo” disse o lateral-direito Yago Pikachu.

Em termos de escalação, o São Paulo terá o retorno do atacante Pablo, que cumpriu suspensão diante do Ceará. Assim, Liziero vai para o banco de reservas. Após passar por uma cirurgia para retirada de um tumor no nariz, o técnico Vanderlei Luxemburgo vai dirigir a equipe.

As duas equipes se enfrentaram em São Januário, no Rio de Janeiro (RJ), no primeiro turno do Campeonato Brasileiro. Naquela ocasião o Cruz-Maltino conseguiu se impor, ganhando por 2 a 0. Talles Magno e Fellipe Bastos anotaram os gols do confronto.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO-SP X VASCO-RJ

Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 28 de novembro de 2019 (Quinta-feira)
Horário: 20h30(de Brasília)
Árbitro: Savio Pereira Sampaio (DF)
Assistentes: Daniel Henrique da Silva Andrade (SP) e Jose Reinaldo Nascimento Junior (DF)

SÃO PAULO: Tiago Volpi, Juanfran, Bruno Alves, Robert Arboleda e Reinaldo; Tchê Tchê, Daniel Alves e Igor Gomes; Antony, Pablo e Vitor Bueno
Técnico: Fernando Diniz

VASCO: Fernando Miguel, Yago Pikachu, Oswaldo Henriquez, Ricardo e Henrique; Richard, Freddy Guarin, Raul e Marcos Junior; Rossi e Marrony
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

No Vasco, recuperado de uma lesão nos adutores da coxa direita, o lateral-esquerdo Henrique será o reforço. Danilo Barcelos fica como opção no banco de reservas.

Gazeta Esportiva

Veja o que o São Paulo precisa fazer para garantir vaga na Libertadores 2020 nesta quinta (28)

Jogando em casa, o São Paulo pode confirmar sua classificação para a Libertadores 2020. Para isso, antes de mais nada, é preciso vencer o jogo contra o Gigante da Colina. Isso levaria o Tricolor Paulista aos 57 pontos depois de 35 rodadas já realizadas.

Essa triunfo já garantiria o São Paulo à frente do Fortaleza (12º), do Vasco da Gama (11º) e do Bahia (10º). Nenhuma dessas equipes poderá alcançar o time de Fernando Diniz em caso de vitória logo mais. Com isso, restaria apenas o Goiás, 9º colocado com 46 pontos.

Caso o Esmeraldino não vença o Internacional na quarta-feira (27), no jogo que abre a rodada, o São Paulo vai carimbar sua vaga no torneio sul-americano de 2020. Se empatar, o Goiás chegaria aos 47 pontos, ficando 10 abaixo do Tricolor Paulista, restando apenas três rodadas, ou seja, nove pontos em disputa.

O empate entre Inter e Goiás seria bom para o São Paulo porque o Colorado ficaria mais distante do Tricolor. Subiria para apenas 52 pontos, ficando cinco abaixo. Por fim, outro bom resultado seria a derrota do Corinthians para o Avaí. Isso manteria o Timão com os mesmos 50 pontos.

Neste cenário, o São Paulo não só confirmaria a vaga na Libertadores, como ficaria muito próximo de garantir a vaga de forma direta na fase de grupos do torneio sul-americano.

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