Sem dupla de jogadores, Diniz tem que inovar para escalar ataque do São Paulo

Com Antony disputando o Pré-Olímpico com a Seleção Brasileira e Helinho com entorse no tornozelo, Fernando Diniz terá que inovar para escalar o ataque do São Paulo. O Tricolor volta a campo nesta próxima quarta-feira, contra a Ferroviária em Araraquara, pela 3ª rodada do Campeonato Paulista.

Sem mudar o 4-3-3 utilizado nos dois primeiros jogos de 2020, Diniz tem três opções para o lado direito do ataque: Everton, Pato e Daniel Alves. Nenhum dos atletas tem como origem a posição, sendo que Everton joga pelo lado esquerdo, Pato é visto como centro-avante por Diniz e Daniel Alves ganhou espaço como segundo homem de meio-campo.

Apesar de não estar acostumado com a posição, o camisa 10 fez uma de suas melhores partidas com a camisa do São Paulo jogando no setor. No empate contra o Santos pelo 2º turno do Campeonato Brasileiro de 2019, Daniel Alves foi protagonista com o gol de empate do Tricolor e boas jogadas de ataque.

Já Pato foi pouco usado jogando aberto. Para o treinador, o camisa 7 disputa posição com Pablo e não tem velocidade para atuar como ponta. Já Everton, que passou quase o 2º semestre de 2019 inteiro machucado, estreou sob comando de Diniz no último domingo.

Mas Diniz também tem a opção de mudar o esquema de jogo. O técnico pode, por exemplo, optar por quatro meio-campistas e dois atacantes, promovendo a entrada de Liziero ou Everton (centralizado) no meio; e Pato e Pablo no comando de ataque.

Gazeta Esportiva

Anúncios

São Paulo luta para evitar pior marca em 29 anos; veja detalhes

Com 54 gols marcados em 58 jogos e média inferior a um tento por partida, o ataque do São Paulo é uma das decepções da torcida em 2019. E faltando apenas quatro partidas para o término do Campeonato Brasileiro, o setor ofensivo do clube do Morumbi está próximo de registrar mais uma marca negativa: o Tricolor Paulista pode ter o pior artilheiro do ano desde 1990.

Na ocasião, Diego Aguirre, Mário Tilico e Raí dividiram o posto de maior goleador, com sete tentos cada. Desde então, o artilheiro do São Paulo na temporada balançou as redes ao menos 13 vezes em todos os anos. O número mínimo foi anotado por Borges, em 2007.

Em 2019, o centroavante Pablo é o jogador que mais marcou no elenco são-paulino, com sete gols, igualando a estatística de 29 anos atrás. O camisa 9, contratado por cerca de R$ 26,5 milhões junto ao Athletico Paranaense, sofreu com lesões durante a temporada e ficou quase cinco meses afastado dos gramados.

Em seguida, aparecem o lateral-esquerdo Reinaldo, com seis tentos, e os atacantes Alexandre Pato e Vitor Bueno, com cinco gols cada. O camisa 7, que também veio como esperança para o ataque tricolor, vive fase ruim sob o comando do técnico Fernando Diniz. Das últimas cinco partidas, o jogador de 30 anos foi utilizado em apenas uma.

Para efeitos de comparação, o maior artilheiro do São Paulo em uma temporada foi o ex-atacante Dodô, que balançou as redes 54 vezes em 1997, mesmo número de gols da equipe tricolor inteira em 2019. Os sete tentos de Pablo neste ano representam 12,96% do recorde estabelecido pelo Artilheiro dos Gols Bonitos.

Agora, o setor ofensivo do São Paulo tenta melhorar seu desempenho nos quatro jogos finais para tentar garantir o time na fase de grupos da Copa Libertadores de 2020. O próximo compromisso do clube paulista será contra o Vasco e está marcado para esta quinta-feira (28), às 20h30 (de Brasília), no Estádio do Morumbi.

No momento, o São Paulo soma 54 pontos e ocupa o sexto lugar no Campeonato Brasileiro. Como o Flamengo, campeão da Libertadores deste ano, e o Athletico-PR, campeão da Copa do Brasil, estão entre os primeiros colocados, a posição atualmente dá ao Tricolor uma vaga direta no torneio continental.

Gazeta Esportiva

Raniel pode ganhar nova chance no São Paulo

O atacante Raniel pode ser a novidade de Fernando Diniz para o próximo jogo do São Paulo, às 19h (Brasília) do domingo, contra o Ceará no Castelão, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. Contratado no meio de 2019, o camisa 21 é uma das opções para substituir Pablo, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.

Se chegar, a oportunidade pode ser importante para o homem de frente, que marcou apenas um gol com a camisa tricolor, na goleada por 4 a 0 contra a Chapecoense, há quatro meses atrás, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Desde então, o atacante entrou dez vezes em campo pelo São Paulo e não conseguiu balançar as redes. O melhor momento de Raniel foi no período em que Pablo e Pato estavam lesionados e o atleta de 23 anos assumiu a titularidade.

Com o retorno do camisa 7, o reforço foi novamente para o banco de reservas e depois ficou mais de um mês afastado, por conta de indisposição estomacal e complicações de uma amigdalite.

Ao todo, Raniel soma 12 jogos e um gol em cinco meses de São Paulo. O atacante foi contratado junto ao Cruzeiro em julho, por cerca de R$ 13 milhões; o Tricolor adquiriu 50% dos direitos econômicos, mas só começará a pagar o clube mineiro em 2020.

O atacante disputa vaga com Pato, que vem sendo pouco utilizado por Diniz nas últimas rodadas, e Toró, que ainda não foi titular com o novo treinador e joga preferencialmente pela ponta.

Gazeta Esportiva

Dos dez primeiros colocados do Brasileiro São Paulo é o que tem o pior ataque

O São Paulo é o novo quarto colocado do Campeonato Brasileiro, entretanto, se engana quem pensa que tudo são flores pelos lados do Morumbi. Embora esteja mais perto de garantir uma vaga direta à fase de grupos da Libertadores, o Tricolor precisa evoluir seu sistema ofensivo, que é o pior entre os dez primeiros times da tabela.

Em 27 rodadas, o São Paulo balançou as redes 27 vezes, tendo uma média de um gol por jogo. A questão é um velho problema que não foi solucionado pelo técnico Cuca e passou a ser o principal desafio de Fernando Diniz, que está à frente do Tricolor há apenas seis partidas.

“O time não sei se antes estava criando tantas oportunidades. O problema é concluir o que estamos criando em gol. Tivemos muitas chances de gol, o melhor jogador do Avaí foi o goleiro Vladimir. O que faltou foi converter as chances que criamos em efetividade”, afirmou Fernando Diniz após o último compromisso de sua equipe no Brasileirão.

Vale ressaltar que o novo treinador do São Paulo não tem à disposição atualmente dois dos principais jogadores de ataque do elenco. Pablo sofreu um estiramento na coxa direita, e Everton se recupera de uma lesão parcial no ligamento cruzado do joelho esquerdo.

De fato, a ausência desses dois jogadores vem tornando o time do São Paulo menos vertical e dificultando a tarefa de Fernando Diniz, que tem como principal objetivo terminar o campeonato no G4. Em seis jogos no comando do Tricolor, o técnico viu seus atletas balançarem as redes somente quatro vezes.

No próximo domingo, o São Paulo terá uma boa oportunidade de reverter esse alarmante quadro, diante do Atlético-MG, em partida que marcará o reencontro de Vagner Mancini com o elenco tricolor depois de sua saída polêmica do cargo de coordenador técnico. A bola rola às 16h (de Brasília), no Morumbi.

Confira quantos gols os dez primeiros colocados do Brasileiro marcaram:

1º Flamengo – 57 gols
2º Palmeiras – 42 gols
3º Santos – 38 gols
4º São Paulo – 27 gols
5º Corinthians – 30 gols
6º Internacional – 31 gols
7º Grêmio – 44 gols
8º Bahia – 30 gols
9º Athletico-PR – 38 gols
10º Goiás – 29 gols

Gazeta Esportiva

Com péssimo ataque, São Paulo tem chance de avançar contra fraca defesa do Avaí

O São Paulo é um time de dois opostos no Campeonato Brasileiro. Enquanto o Tricolor tem a melhor defesa do torneio, com 17 gols sofridos, a equipe comandada por Fernando Diniz também tem o pior ataque da primeira parte da tabela, com 26 gols marcados.

O problema ofensivo ainda não melhorou sob comando do novo técnico, foram apenas três gols marcados em cinco jogos, todos jogando como mandante. Contra o Avaí, em duelo às 16h (Brasília) no Morumbi, o time paulista enfrentará a segunda pior defesa do Brasileiro e terá uma boa chance para balançar as redes.

O time catarinense soma 39 gols sofridos, média de 1,5 por partida, apenas atrás da Chapecoense, que já levou 40. Após 26 jogos no campeonato, o Leão da Ilha só não foi vazada em sete partidas, uma justamente contra o Tricolor no primeiro turno.

Em duelo na Ressacada pela 8ª rodada, ambas as equipes tiveram desempenho ofensivo quase nulo. O São Paulo teve mais posse de bola, 63% e mais finalizações, 12, contra 11 dos mandantes, mas não conseguiu criar nenhuma grande chance para marcar. Foram seis chutes de dentro da área e apenas três que acertaram a meta adversária.

Vitórias econômicas

Das 11 vitórias do Tricolor no Brasileirão, apenas uma foi por mais de dois gols de diferença: a goleada por 4 a 0 no Morumbi contra a Chapecoense pela 11ª rodada. Marcando poucos gols, o Tricolor só balançou as redes mais de duas vezes em dois jogos no campeonato; na vitória sobre a Chape e sobre o Santos por 3 a 2, também em casa.

Gazeta Esportiva

Sem Pato, Cuca repensa o ataque do São Paulo e pode mudar esquema de jogo, confira

Neste sábado, o São Paulo visita o Botafogo, às 11h, em partida válida pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. Cuca terá um importante desfalque para o jogo do Rio de Janeiro: Alexandre Pato sofreu um estiramento na coxa direita e está fora do confronto com o Glorioso.

Portanto, o treinador precisa repensar o esquema tático que será utilizado em campo. Com Pato, a tendência é que o Tricolor fosse escalado em um 4-3-3, com o camisa 7 atuando pela esquerda, porém flutuando para o centro, tornando-se um segundo atacante em alguns momentos. Sem o jogador, Cuca pode optar por preencher o meio-campo.

A primeira mudança passa por Daniel Alves, que deve retornar ao meio-campo após afirmar que não consegue ajudar tanto seus companheiros quando joga como lateral-direito, já que não pega tanto na bola. Dessa forma, o camisa 10 deve voltar ao meio-campo.

Tchê Tchê é um jogador fundamental para a ideia de jogo de Cuca e deve ser mantido como titular. Já Liziero, apesar de não ter comprometido nas últimas rodadas, pode dar lugar a Luan, que daria uma maior segurança defensiva ao time, que registrou um aumento de gols sofridos nos jogos recentes.

Apesar de Antony não viver bom momento, não deve perder a titularidade contra o Botafogo e ao que tudo indica será mantido na ponta-direita. A outra vaga no meio-campo pode ser ocupada por Everton. Nas últimas rodadas, o jogador tem atuado centralizado, porém neste sábado deve atuar pela esquerda, no lugar originalmente ocupado por Pato.

No momento, o São Paulo está na sexta colocação do Campeonato Brasileiro, com 32 pontos somados. Depois de emplacar uma sequência de cinco vitórias, o Tricolor teve uma queda considerável de desempenho e está a quatro jogos sem vencer.

Gazeta Esportiva

Dúvidas no meio e no ataque: como Cuca deve repor baixas no São Paulo

Dois oito desfalques do São Paulo para enfrentar o Internacional, neste sábado, no Beira-Rio, sete são do meio ou do ataque, o que torna a vida do técnico Cuca mais complicada para montar o time para um jogo importante para as pretensões do clube no Brasileirão. Durante os treinos da semana, ele indicou que não devem mudar apenas nomes, mas também a estrutura da equipe.

As ausências mais sentidas, sem dúvidas, serão as de Daniel Alves e de Antony. Evidentemente que sem Pato, Pablo, Toró e Hernanes a montagem também fica dificultada, mas são desfalques que já estavam sendo supridos anteriormente, até que apareceram novos problemas entre os titulares por conta das convocações para as seleções brasileiras.

No treinamento da última quarta-feira, Cuca colocou Hudson no lugar de Daniel Alves, deixando Liziero e Tchê Tchê mais soltos pelo meio, enquanto Igor Vinícius foi escalado no lugar de Antony, que permitia variações táticas entre o 4-3-3, 4-2-3-1 e até mesmo o 4-4-2, com Liziero e Igor Vinícius abertos, Tchê Tchê e Hudson pelo meio, e Everton com Raniel no ataque.

Outra possibilidade testada foi a entrada de Luan no lugar de Hudson, para um posicionamento mais fixo à frente dos zagueiros, já que Igor Vinícius foi para a lateral direita e Vitor Bueno entrou no lugar de Juanfran para também dar a possibilidade de variações do meio para frente. Bueno atuou como um ponta pela esquerda e como segundo atacante, sendo que Everton flutuava pelo meio e Tchê Tchê tinha mais liberdade para descer pela direita com Igor.

Já nos momentos finais da atividade, Cuca retornou com a primeira formação que escolheu, ou seja, com: Tiago Volpi; Juanfran, Arboleda, Anderson Martins e Reinaldo; Hudson, Tchê Tchê e Liziero; Igor Vinícius, Everton e Raniel. Essa configuração indica que há uma cautela em relação ao poder do Colorado em sua casa, tentando controlar mais ações de meio-campo e ao mesmo tempo ter peças que consigam sair para o jogo com qualidade.

Sem um jogador com característica para atuar como meia já que Hernanes está em recuperação de lesão, e Igor Gomes e Daniel Alves estão com a Seleção Brasileira, Cuca tenta encontrar uma fórmula de não “matar” o posição como aconteceu com a função de centroavante, no último sábado, quando o técnico escalou um improvisado Vitor Bueno e o resultado foi um ataque inofensivo.

Para atuar como “9”, Raniel está de volta, mas ainda estão fora Pablo, Pato e Toró, que também poderiam fazer essa função. Já para o lugar de Antony a substituição também preocupa, já que Helinho não tem conseguido se firmar, assim como Calazans. É um jogador, no momento, insubstituível, por isso a tentativa de colocar Igor Vinícius, que é rápido e tem habilidade, para uma aproximação das características do jovem da base tricolor.

O mistério para a escalação será desvendado neste sábado, às 19h, no Beira-Rio, quando Internacional e São Paulo duelam pela 18ª rodada do Brasileirão-2019. O Colorado ocupa a sexta posição, com 27 pontos, enquanto o Tricolor é o 4º colocado, com 31, cinco atrás dos líderes Flamengo e Santos.

Lance

Pablo e Raniel podem formar dupla de ataque contra o Internacional

O São Paulo pode entrar em campo no próximo sábado, contra o Internacional, no Beira-Rio, com novidades. Pablo vem treinando normalmente neste início de semana e deve reforçar a equipe comandada pelo técnico Cuca em Porto Alegre, onde o jogador poderá formar uma dupla de ataque com Raniel, seu substituto durante o período que ficou de fora tratando uma lesão.

Sem jogar há mais de dois meses por conta de uma lesão ligamentar no tornozelo direito, Pablo vive grande expectativa de, enfim, voltar a atuar com a camisa do São Paulo. E não é para menos. O atacante se machucou justamente no jogo que marcou seu retorno à equipe tricolor depois de se recuperar de uma cirurgia para a retirada de um cisto na região lombar.

No treinamento desta terça-feira, Cuca não deu indícios da equipe que enfrentará o Internacional em Porto Alegre, misturando os titulares e reservas em duas equipes, entretanto, o time laranja, que dispunha de mais atletas habituados a começarem jogando, contou com Pablo e Raniel no ataque.

Embora tenha se acostumado ao papel de centroavante no São Paulo, Pablo tem características que o permite ser uma espécie de segundo atacante, saindo mais da área, com mais mobilidade. A tendência é que, caso Cuca opte por uma dupla no setor ofensivo contra o Colorado, Raniel seja o centroavante, se limitando a explorar mais a grande área.

Na última rodada, no empate sem gols com o Grêmio, no Morumbi, o Tricolor jogou sem centroavante de origem. Vitor Bueno atuou improvisado no setor, porém, não conseguiu dar conta do recado. Raniel, que vinha sendo titular desde a lesão de Pablo, teve de cumprir suspensão automática depois de ser expulso contra o Vasco, em São Januário, ainda no primeiro tempo.

Pablo é o artilheiro do São Paulo no ano, com cinco gols, ao lado de Alexandre Pato, que não deverá ficar à disposição para o duelo com o Inter, já que não vem treinando com o restante do elenco por ainda estar em fase de transição, assim como Hernanes.

Gazeta Esportiva

São Paulo perde Raniel e tem quatro dúvidas no ataque para sábado

O ataque do São Paulo é uma grande incógnita para o jogo do próximo sábado, às 11h, contra o Grêmio, no Morumbi. Raniel, centroavante titular nas últimas seis rodadas, foi expulso na derrota por 2 a 0 para o Vasco e terá de cumprir suspensão. Antony, sempre escalado entre os 11, foi substituído após cair sobre o braço esquerdo e deixou São Januário usando uma tipoia, tornando-se dúvida.

Outros três jogadores de frente são dúvidas: Pablo, Pato e Toró, todos entregues ao departamento médico. Nenhum deles treinou com o grupo ainda.

Pablo é que está fora há mais tempo: ele sofreu uma lesão no tornozelo direito no empate por 1 a 1 com o Palmeiras, no Morumbi, e ficou fora das últimas seis partidas. Toró e Pato não atuam desde a vitória por 3 a 2 sobre o Santos, no Morumbi, em que foram titulares. Toró sofreu um pequeno estiramento na coxa esquerda, enquanto Pato levou uma pancada na perna que afetou o nervo ciático e tem incomodado. Ele trabalha na piscina, sem impacto, esperando a dor passar.

As opções disponíveis no momento, além de Everton, que vem sendo titular, são Vitor Bueno, que tem sido trabalhado por Cuca para jogar também no comando do ataque, Everton Felipe e Helinho. Everton Felipe, aliás, entrou no segundo tempo da partida contra o Vasco e fez sua primeira aparição após a pausa para a Copa América.

Rojas, que passou recentemente por cirurgia no joelho direito, voltará a ser opção somente em 2020. Hernanes, com uma lesão grave no adutor direito, é outra baixa certa. Por outro lado, Reinaldo retorna de suspensão.

Lance

Pato deve ganhar sequência em posição na qual se destacou com Osorio

Centroavante? Não! Segundo atacante? Tampouco! Ponta esquerda? Aí sim…Desde que retornou ao São Paulo, Alexandre Pato já foi testado em três funções diferentes. Mas é na última que ele deve ganhar uma sequência.

No sábado passado, quando a equipe retornou à disputa do Campeonato Brasileiro, o jogador foi escalado pelo lado esquerdo em uma linha de três ofensiva. Se a contribuição na frente não foi das mais expressivas, demonstrou o chamado jogo coletivo, tão pedido por Cuca, ao colaborar na recomposição defensiva. O esforço foi tanto que ele cansou, sendo substituído aos 26 minutos do segundo tempo.

Aliás, foi justamente na esquerda de ataque que Pato viveu seu melhor momento com a camisa tricolor durante sua primeira passagem pelo Morumbi. Na ocasião, com Juan Carlos Osorio de comandante, deixou a centroavância para Luis Fabiano e ouviu do técnico que como um atleta de beirada de campo, era um dos melhores do País. Logo no início do atual trabalho, o atleta também atuou como referência de ataque, ocupando o lugar que teoricamente seria de Pablo (este teve que passar por cirurgia na região lombar). Porém, não convenceu e logo deu lugar a Toró, passando a jogar como um meia, em uma segunda linha ofensiva. A mudança até que rendeu frutos, mas Cuca não deu sequência. Agora, no entanto, Pato deve seguir pela esquerda, com Raniel sendo o homem de referência, já que Pablo está novamente entregue ao departamento médico. Na segunda-feira, o Tricolor recebe a Chapecoense.

Fonte: 90min

Raniel ou Toró? Como Cuca pode montar o ataque do São Paulo contra Chape

A lesão sofrida por Pablo no clássico contra o Palmeiras implicará mudanças no setor ofensivo do São Paulo para o duelo com a Chapecoense, na segunda-feira que vem, no Morumbi, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Raniel e Jonas Toró são os favoritos a substituir o centroavante.

Por ter características mais semelhantes às de Pablo, Raniel pode largar na frente na disputa pela vaga. Um indício desta mudança foi a escolha de Cuca pela entrada do ex-Cruzeiro na vaga do camisa 9, substituído no intervalo em função da lesão ligamentar no tornozelo direito.

Mais acostumado a jogar como referência na área, Raniel foi elogiado pelo técnico Cuca após o empate por 1 a 1. Em sua primeira ação na estreia, ele tabelou com Tchê Tchê e saiu na cara de Weverton, que impediu o gol defendendo o chute com os pés.

Caso ele inicie como titular na próxima segunda-feira, a tendência é que Alexandre Pato fique mais aberto à esquerda, e Antony, na direita. A questão física, porém, pode atrapalhar os planos do atacante, que no Cruzeiro ocupava a reserva de Fred – ele só fez 11 jogos pela equipe mineira no ano.

A outra opção de Cuca é escalar Toró na ponta esquerda, deixando o ataque mais rápido. A entrada do veloz atacante, contudo, exigiria uma mudança no posicionamento de Pato, que voltaria a jogar como centroavante, função que já disse não ser sua preferida.

Já Marquinhos Calazans, que também atua mais pelas beiradas, corre por fora na disputa pela vaga de Pablo. No próprio Choque-Rei, inclusive, Cuca demonstrou preferência por Toró para substituir Alexandre Pato, aos 26 minutos do segundo tempo.

As primeiras experiências de Cuca devem ocorrer no treino da tarde desta terça-feira, no CT da Barra Funda, onde o elenco se reapresenta após um dia de folga. O duelo com a Chapecoense está marcado para a próxima segunda, às 20 horas (de Brasília), no Morumbi.

Fonte: Gazeta Esportiva

Luciano, Raniel e Dinneno são os favoritos para o ataque do São Paulo

Luciano, do Fluminense, Raniel, do Cruzeiro, e Juan Dinneno, do Deportivo Cali, são os atacantes favoritos da diretoria do São Paulo. Ainda à procura de um camisa 9 para o técnico Cuca, a alta cúpula tricolor trabalha em diferentes frentes, porém, ainda não possui qualquer definição sobre quem desembarcará no Morumbi.

Emprestado pelo Leganés, da Espanha, ao Fluminense, Luciano já disputou seis jogos com o clube no Brasileirão e justamente por isso não vem atuando, uma vez que com os sete jogos disputados ele não pode se transferir para qualquer outro time do cenário nacional. Artilheiro do Tricolor carioca, com 15 gols, ele também é alvo do Atlético-MG e Grêmio.

O mesmo serve para Raniel. O jovem de apenas 23 anos é visto como promissor pela diretoria do São Paulo e, sem muito espaço no Cruzeiro por conta da titularidade de Fred, pode acertar com o clube do Morumbi. Como se trata de um atleta que atua no Brasil, Raí e companhia não precisam se preocupar em relação ao fechamento da janela de transferências.

Já em relação ao argentino Juan Dinneno a situação é um pouco diferente. O jogador, que está de férias, pertencia ao Racing, da Argentina, mas estava emprestado ao Deportivo Cali, que optou por exercer a preferência de compra e, caso o repasse ao São Paulo, cobrará um valor muito acima daquele que desembolsou ao time de Avellaneda.

Embora também observe outros nomes no mercado, o São Paulo está mais próximo desses três jogadores. Apenas um será contratado, uma vez que Cuca já conta com Pablo, outro atleta que pode atuar como centroavante, mas com características diferentes aos olhos do técnico tricolor.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

São Paulo vive paradoxo entre pior ataque da história e defesa em alta

O São Paulo vai completar, na próxima quarta-feira, um mês sem vencer. Essa má fase pode ser explicada pelo baixo rendimento do setor ofensivo, com só um gol nesse jejum de seis partidas. Mas o momento poderia ser pior se a defesa também estivesse em baixa. Apesar dos pesares, o Tricolor consegue ter a segunda melhor marca de gols sofridos do Campeonato Brasileiro, atrás apenas do líder Palmeiras, e mostra uma solidez que ajuda a evitar desastres ainda maiores para a equipe de Cuca.

É o próprio técnico, sedento pela contratação de um camisa 9, quem aponta esse paradoxo na campanha são-paulina. São apenas 27 gols marcados em 2019, o que resulta na pior marca da história do clube após 32 partidas disputadas em uma temporada, conforme levantou o historiador Alexandre Giesbrecht.

LEIA TAMBÉM: Cuca lamenta sequência ruim: ‘ A autoconfiança não está em dia’

O jogo de ontem contra o Avaí é o melhor retrato para esse dualismo. A partida terminou empatada por 0 a 0 na Ressacada porque o ataque foi pobre de ideias e fraco nas finalizações. E também porque a defesa foi extremamente segura para conter as investidas do lanterna do Brasileirão.

“Você domina o adversário com posse de bola, mas não consegue criar chances claras. Não temos sucesso na frente, falta confiança para finalizar. Ao mesmo tempo, estamos estabilizados atrás. Somos a segunda melhor defesa do campeonato”.
Cuca

Alexandre Giesbrecht@jogosspfc

Seis jogos, um gol marcado. Algo que aconteceu poucas vezes na história do São Paulo — mas já é a segunda vez neste ano!

Alexandre Giesbrecht@jogosspfc

🅾️-2 Santos (27/1)
🅾️-1 Guarani (31/1)
1⃣-0 São Bento (3/2)
🅾️-2 Talleres (6/2)
🅾️-1 Ponte Preta (9/2)
🅾️-0 Talleres (13/2)

🅾️-0 Bahia (19/5)
🅾️-1 Bahia (22/5)
🅾️-1 Corinthians (26/5)
🅾️-1 Bahia (29/5)
1⃣-1 Cruzeiro (2/6)
🅾️-0 Avaí (8/6)

Veja outros Tweets de Alexandre Giesbrecht

Alexandre Pato é vítima ou culpado?

Nos últimos jogos, a função de centroavante tem sido quase sempre exercida por Alexandre Pato. A estrela do time já avisou algumas vezes que não se sente tão à vontade como referência do ataque, mas é o único do elenco neste momento que tem características minimamente próximas de um goleador. O problema é que isolado entre os zagueiros ele acaba perdendo a possibilidade de tabelar e entrar de frente na área.

“O Pato está sendo cobrado como finalizador, porque é quem melhor finaliza no elenco. Mas a gente sabe muito bem que ele vai render mais quando tiver a figura para escorar, fazer a parede para ele. Não podemos culpar quem está tentando ajudar”.
Cuca

Toró é solução ou apenas um bom reserva?

Toró passa por um processo que tem sido comum no São Paulo nos últimos anos. Ao despontar na equipe principal com personalidade, queima etapas e se torna titular para ser solução, quando na verdade deveria preencher um espaço de coadjuvante no elenco. Foi assim com Helinho, outra cria da base, e com Marcinho, pinçado por Rogério Ceni há duas temporadas.

Jogadores que poderiam ser úteis compondo o elenco, mas que deram um passo maior do que o esperado e acabaram atrapalhados pelas expectativas que criaram ao entrar bem. Toró agora tem nove jogos no profissional e segue com apenas um gol, marcado na segunda chance que teve no time principal.

Problemas no ataque persistem

Não bastasse o problema de rendimento, o ataque do São Paulo também é o mais afetado por desfalques. Antony está com a seleção brasileira olímpica, Gonzalo Carneiro está suspenso por doping, Joao Rojas se recupera de cirurgia no joelho direito e Pablo, de cirurgia nas costas. A lista de lesionados ganhou mais um integrante ontem, quando Everton sentiu dores no músculo adutor da coxa direita e precisou ser substituído.

Para Juca Kfouri, São Paulo é “o fim da picada”

Juca Kfouri, blogueiro do UOL Esporte, fez análise ácida sobre mais uma partida ruim do São Paulo na temporada. Além de críticas sobre o desempenho, Juca também questionou a forma como o clube lida com Everton, um jogador que já convivia com problemas físicos no Flamengo e quem tem repetido essa sina no Morumbi.

Volpi e Bruno Alves simbolizam o paradoxo tricolor

Tiago Volpi e Bruno Alves vivem grandes momentos individuais pelo São Paulo. O goleiro e o zagueiro estão entre os tricolores que mais cresceram na temporada e têm o apoio da torcida. Nos estádios e nas redes sociais. O problema é que não há muito espaço para comemorar a boa fase. Os dois mostram grande preocupação pela melhora do time e tentam controlar os ânimos da torcida, mas sabem que a pressão só vai diminuir quando as vitórias voltarem.

“É momento de sermos mais unidos e não deixar de trabalhar para darmos a volta por cima logo”.
Tiago Volpi

 

Fonte: UOL

Com dois gols nos últimos cinco jogos, São Paulo procura solução no ataque

A derrota para o Corinthians, no último domingo, foi o terceiro jogo consecutivo em que o São Paulo não balançou a rede do adversário. O último gol marcado pelo Tricolor foi de Hernanes, há duas semanas, diante do Fortaleza. O ataque “zerado” deixa a desejar justamente no momento em que é preciso anotar tentos para reverter a vantagem do Bahia na Copa do Brasil, caso não encontre uma solução para quebrar esse jejum, a eliminação será encaminhada.

Nesta quarta-feira, na Fonte Nova, os são-paulinos precisam vencer por dois ou mais gols para conseguir a vaga direta para as quartas de final, porém um triunfo por um tento de diferença ainda leva a decisão para os pênaltis. O problema é que está difícil até para balançar a rede uma vez, a segunda parece ser uma missão ainda mais ingrata. E Cuca admite estar buscando soluções para afastar essa fase desagradável do ataque tricolor.

– A gente tem mudado alguma coisa mais em cima da necessidade. Tem se mudado pouco. Mudam-se algumas peças por desgaste, o que é natural. A gente tem que deixar uma sequência para que se tenha um conjunto, mas é preciso fazer um grande jogo. Esse é o time, e a gente está buscando. Vamos buscar quarta-feira esse grande jogo – comentou o comandante em entrevista coletiva após o Majestoso na Arena do rival.

Cuca apontou as tentativas de mudança durante o clássico do último domingo e que não deram certo. Além disso admitiu que o jogo desta quarta-feira exigirá esforços para que o cenário seja revertido e a classificação alcançada.

– Tentamos de uma forma, de outra, e não foi suficiente para fazermos o gol. A gente está com dificuldade em fazer gol. Tentamos com Pato na ponta, não aconteceu muita coisa. Tentamos com o Hernanes, depois com o Igor Gomes. Depois com o Hudson por fora. A gente tem que se mobilizar para quarta-feira fazer uma grande partida. Cabe a mim saber o que precisa fazer de diferente para poder ganhar o jogo – concluiu.

Alexandre Pato e Toró foram os últimos atacantes a marcarem gol pelo Tricolor, no dia 1º de maio, contra o Goiás, pelo Campeonato Brasileiro. De lá para cá a equipe fez cinco partidas e anotou apenas dois tentos: um de Tchê Tchê, no empate em 1 a 1 com o Flamengo, no Morumbi, e outro de Hernanes, na vitória por 1 a 0 sobre o Fortaleza, fora de casa, ou seja, o São Paulo balançou a rede apenas duas vezes nos últimos cinco duelos disputados.

Até enfrentar o Bahia, às 21h30, na Fonte Nova, nesta quarta-feira, Cuca terá dois treinamentos (nesta segunda e nesta terça-feira) para encontrar alguma solução para o ataque são-paulino funcionar. Se passar mais uma partida em branco, sabe que voltará para casa com uma eliminação na bagagem.

 

Fonte: Lance