Kaká reprova contratações do São Paulo, demissão de Aguirre e saída de Cuca

As excessivas e recentes trocas no comando técnico do São Paulo não vêm agradando a um ídolo da torcida tricolor. Entrevistado da vez no programa “Aqui com Benja”, da Fox Sports, o ex-meia disse que acredita em “contratações por critério” e que eles não devem ser “baseados no resultado do próximo domingo”. No caso de Aguirre, ele entende que o fato de o time ter alcançado a liderança do Campeonato Brasileiro, em certo momento da passagem do uruguaio, aumentou as expectativas sobre o trabalho do treinador demitido há exatamente um ano.

“Não acho que era a hora (de demitir), por mais que você queira mandar embora. Não faltando cinco rodadas. Termina as cinco rodadas, não renova o contrato. A minha crítica é ali”, ponderou, antes de completar: “Acho que tinha que manter. O grande erro do Aguirre foi ter ficado em primeiro. O grande problema dele foi ter terminado o primeiro turno do Campeonato Brasileiro em primeiro. Fez um excelente campeonato, voltou com o time para a Libertadores…”, destacou Kaká, que não aprovou o pedido de demissão de Cuca em 2019.

“Não acho que foi um comportamento correto do Cuca. Não em relação às declarações, mas em relação ao trabalho. Você chega num clube sabendo mais ou menos o que vai encontrar”, comentou.

O melhor jogador do mundo de 2007, entretanto, elogiou o treinador campeão brasileiro com o Palmeiras em 2016. Para ele, a situação no Morumbi é que não ficou muito bem definida.

“Chegar e falar que está saindo porque não deu certo, realmente não acho que é a justificativa mais correta para sair naquele momento. Gosto muito do Cuca como treinador, acho que ele, no Brasil, é um dos diferenciados. Agora, especificamente no São Paulo, a justificativa dele não é muito coerente. Poderia ter levado um pouco mais e tentado fazer as coisas acontecerem”, concluiu.

Créditos: Fox Sports

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Ricardo Rocha critica Mancini e revela mesmo convite a ele em 2018 após a queda de Diego Aguirre; confira

A saída de Vagner Mancini do São Paulo segue dando o que falar. Após a saída de Cuca no comando técnico da equipe, na última quinta-feira (26 de setembro), o executivo de futebol Raí chegou a afirmar, em entrevista coletiva, que o então coordenador de futebol, comandaria a equipe na partida contra o Flamengo. No fim do mesmo dia, o Tricolor Paulista anunciou a contratação de Fernando Diniz como novo treinador do time. Tal decisão foi suficiente para fazer Vagner Mancini deixar o clube.

Durante o Jogo Sagrado, do Fox Sports, desta segunda-feira (30), o comentarista Ricardo Rocha comentou sobre a saída de Vagner Mancini, e revelou um convite feito pela diretoria em 2018, quando era coordenador de futebol do clube.

“Vou revelar uma coisa aqui que aconteceu comigo. Eu nunca falei isso do São Paulo. Quando Diego Aguirre caiu (em 2018), eu estava na mesa com o presidente e uns dirigentes. Teve um que falou assim ‘Você assumiria como treinador?’ Eu disse ‘Não. Essa não é minha função, eu não vim aqui pra ser treinador. Eu sou coordenador técnico’. Eu falei na hora. Eu poderia, com todo nome que eu tenho, pedir uma chance.

Eu tenho certeza que naquele momento, eu talvez pudesse mudar aquilo e seguir como treinador, mas não era o que eu queria. O que eu sei é que o Vágner Mancini, eu adoro o Vágner, que ele queria ser coordenador, não queria mais ser treinador. Então, a partir do momento, se o Raí fala, ele queria ser treinador. Eu acho que ele não tinha que ser treinador. Ele tinha que falar ‘Raí, eu sou coordenador. Raí, eu não quero ser treinador’”, afirmou Ricardo Rocha.

saopaulo.blog

Com elenco mais farto, São Paulo de Cuca fez turno inferior ao de Aguirre

O 1º turno do Campeonato Brasileiro terminou no último final de semana com o São Paulo deixando uma má impressão após empate com o CSA dentro de casa. A equipe comandada por Cuca acabou na 6ª posição com 32 pontos, campanha consideravelmente inferior ao da temporada passada.

Com elenco menos vasto, o time comandado por Diego Aguirre terminou a primeira metade do Brasileirão na liderança com 41 pontos somados, nove a mais que o desempenho atual. Se repetida, a campanha de Aguirre colocaria o clube paulista na vice-liderança da competição, apenas um ponto atrás do líder Flamengo.

Apesar de melhorar na defesa, 13 gols levados em 2019 contra 16 em 2018, o Tricolor caiu muito na produção ofensiva: 21 tentos anotados nesta temporada, contra 32 do ano passado.

Outra diferença entre as campanhas é a campanha dentro do Morumbi. Enquanto em 2018 o Tricolor venceu sete e empatou duas em casa no 1º turno, com 17 gols marcados e seis sofridos, o time comandado por Cuca soma quatro vitórias e seis empates, com 14 tentos anotados e seis sofridos.

Gazeta Esportiva

Aguirre avalia passagem pelo São Paulo: “Grande trabalho”

O técnico Diego Aguirre avaliou muito bem o seu período como técnico do São Paulo. Demitido a cinco jogos do fim do Campeonato Brasileiro, o treinador uruguaio crê que fez um “grande trabalho” à frente do time tricolor, que liderou a competição por oito rodadas e encerrou o ano retornando à Libertadores, o que não acontecia havia duas temporadas.

“Nós fizemos no São Paulo um grande trabalho. Nosso objetivo era fazer o São Paulo voltar à Libertadores, conseguimos. Então, foi bom, porque o objetivo no começo do ano foi esse. Depois as expectativas foram muitas, parecia que o São Paulo tinha que ser campeão, mas as coisas não são assim”, disse Diego Aguirre à ESPN.

De fato, o treinador não conseguiu fazer seus atletas repetirem no segundo turno o desempenho mostrado na primeira metade do Brasileirão. De líder do campeonato, o São Paulo foi caindo na tabela até chegar à quinta colocação. A expectativa por título, no entanto, já havia sido criada, embora a simples classificação para a Libertadores era o grande objetivo do clube quando se iniciou a temporada.

“Se gera muita expectativa e gera uma situação de frustração, mas acho que nosso trabalho no São Paulo foi bom, não podemos esquecer que nos últimos dois anos o São Paulo brigou para a não cair e cumprimos com o objetivo de classificar o time para a Copa [Libertadores]. Futebol é assim, temos que olhar para a frente e veremos o que o destino prepara para nós”, concluiu Diego Aguirre.

Campeonato Brasileiro à parte, o desempenho de Diego Aguirre à frente do São Paulo em outras competições não foi tão convincente assim. O Tricolor caiu na semifinal do Campeonato Paulista para o Corinthians, nos pênaltis, na quarta fase da Copa do Brasil para o Atlético-PR e na segunda fase da Copa Sul-Americana para o modesto Colón, também nos pênaltis.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

Cafu discorda de demissão de Aguirre: Acho uma falta de respeito

Bicampeão da Libertadores e Mundial pelo São Paulo, Cafu foi bastante crítico em relação à diretoria do clube, liderada por Raí. Grande estrela do jogo beneficente que aconteceu nesta quarta-feira, no estádio do Pacaembu, para arrecadar fundos ao Graac e também à Fundação Cafu, o ex-lateral-direito lamentou a demissão do técnico Diego Aguirre faltando cinco rodadas para o fim do Campeonato Brasileiro e se mostrou preocupado com os rumos do clube do Morumbi.

“Nós ficamos preocupados, sou talvez a única pessoa do mundo contra a demissão de um treinador faltando cinco jogos para terminar um campeonato. Não é porque foi o do São Paulo, em qualquer situação eu sou contra, sendo do São Paulo, do Santos, do Palmeiras, do Corinthians… acho uma falta de respeito. Qualquer treinador que entra faltando cinco jogos não tem muito o que fazer”, disse Cafu com exclusividade à TV Gazeta.

Pentacampeão do mundo com a Seleção Brasileira, o ex-lateral-direito também desaprovou o modo como os dirigentes da maioria dos clubes brasileiros vem gerindo o futebol atualmente.

“Espera terminar o campeonato, faz uma avaliação e decida o que fazer, saber se foi positivo ou negativo. Da maneira que foi feito, não é legal. Temos que valorizar os treinadores que trabalham no futebol brasileiro. Hoje você faz uma programação de começo só, antigamente era começo, meio e fim. Como você consegue avaliar um treinador com um mês de futebol? É impossível”, completou.

Sem conquistar um título há seis anos, o São Paulo inicia os trabalhos para a temporada de 2019 no próximo dia 3 de janeiro. No dia seguinte, o elenco comandado pelo técnico André Jardine embarca para os EUA, onde o Tricolor disputará a Copa Flórida contra o Eintracht Frankfurt, da Alemanha, e Ajax, da Holanda.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

Rodrigo Caio detona Aguirre e diz que não é mais tão são-paulino

Em uma dura entrevista ao programa “No Ar com André Henning”, do Esporte Interativo, Rodrigo Caio revelou uma rusga com Diego Aguirre e afirmou que não é mais tão são-paulino quanto antes.

– Eu perdi muito dessa paixão. Acho que é normal quando você joga no seu time, mas também por tudo o que aconteceu. Isso é nítido. Eu vejo pelo meu pai. Se eu sou roxo, ele é o extremo, e ele não é (mais tão são-paulino). Eu vejo no olho dele. Às vezes a gente está falando do São Paulo e ele muda de assunto. Perdi um pouco por tudo o que passei, mas sempre vou amar e torcer pelo São Paulo. Se o culpado sou eu, no dia que eu sair espero que ganhe muitos títulos – disse o jogador de 25 anos.

O zagueiro classifica 2018 como o pior ano de sua carreira. Ele teve a chance de se transferir para o Real Sociedad (ESP) em janeiro, mas sonhava em disputar a Copa do Mundo e decidiu ficar pelo menos até o meio do ano. Uma lesão no pé esquerdo sofrida na segunda rodada do Brasileirão, no entanto, o deixou três meses sem jogar e frustrou todos os planos. Foi aí que começaram os problemas com Aguirre.

– Ele não dava abertura, é um cara fechado. O cara não vinha falar comigo. Nos três meses que fiquei na fisioterapia, o cara nunca foi lá perguntar como eu estava. Fiquei sem entender. Quando você monta um time para ser campeão, você tem que dar atenção para todos. Essa é a diferença dos treinadores de alto nível, é a gestão. Eu não via isso. Falo por mim, mas do que vi dos outros também.

Recuperado, Rodrigo Caio foi utilizado por Aguirre em três partidas, todas improvisado como lateral-direito. Quando o técnico teve a chance de observá-lo na zaga, na semana que antecedeu a partida contra o Atlético-PR, preferiu treinar o time com Bruno Alves ao lado de Anderson Martins, que estava suspenso. Foi a gota d’água.

– Na quinta o Arboleda voltou da seleção e, com desgaste, não treinou. Ele colocou o Anderson Martins para treinar o tático e não me colocou. Fiquei louco da vida. Na hora que acabou o treino perguntei para o Raí o que tinha acontecido, disse que ali eu entendia que era algo pessoal, porque uma coisa dessas não se faz. Falei para o Raí e para o Lugano que não iria jogar mais de lateral, porque eu não iria ajudar, iria atrapalhar. Se machucassem todos os laterais e precisasse de mim, tudo bem. Mas tinha o Araruna para jogar ali. Contra o Palmeiras eu joguei de lateral-direito, estava bem, mas saí no intervalo. A culpa é de quem por que perdeu? Do Rodrigo, como sempre. Esse era meu pensamento quando eles começaram a me colocar de lateral. Vai dar uma coisa errada e a culpa vai ser minha.

Embora ainda tenha contrato até o fim de 2021, Rodrigo Caio espera se transferir para um clube europeu nesta janela. Nick Arcuri, seu empresário, foi liberado pela diretoria tricolor a buscar interessados.

– Nesse momento não tenho nada concreto. Mudei de empresário recentemente, hoje estou com o Nick Arcuri, e está sendo trabalhado junto com o São Paulo. Acho que tudo tem que caminhar da melhor forma. O São Paulo precisa vender algum jogador, tem algumas possibilidades, e acredito que sou um dos que têm maior possibilidade. Pode não ser pelo valor de um ano atrás (o Real Sociedad ofereceu o valor da multa, 18 milhões de euros), mas pode ser por um valor considerável. Não estou jogando, e o São Paulo tem de ter essa consciência também.

Cria da base e integrante do elenco profissional do São Paulo há oito temporadas, Rodrigo Caio sente-se perseguido pela torcida:

– A culpa de todos esses anos sem ganhar título é do Rodrigo Caio? Se eu estou no elenco todos esses anos é porque segurei a bronca e fiz por merecer. Muitos não aguentaram. Entravam no estádio, o estádio inteiro vaiando… E hoje o jogador é campeão em outros clubes. E o jogador não é ruim. Ou vai falar que o Maicon, do Grêmio, é ruim? É um dos melhores com quem joguei. E saiu como do São Paulo? Chutado. Meus companheiros falam que tenho uma cabeça fora do normal. Às vezes estou só aquecendo e tem gente me xingando.

– Eu sempre coloquei minha cara em todas as situações. O São Paulo perdeu, quem vai dar entrevista? Eu vou dar. Quem vai cobrar alguém? O Rodrigo. Eu nunca tive o respaldo de ninguém sobre isso. O Rodrigo colocou a cara dele, e qual imagem fica para a torcida? Todo o fracasso do São Paulo é culpa de quem? Do Rodrigo Caio. Sempre joguei em alto nível. A cobrança comigo é sempre elevada. Se o Rodrigo Caio está em campo e o time toma dois gols, a culpa é do Rodrigo Caio.

 

Fonte: Lance

Pedido inusitado contra o Vasco, biquinho e caso Aguirre: falamos com Nenê no São Paulo

Nenê jogará pela primeira vez em São Januário como rival do Vasco desde a transferência do clube ao São Paulo, no começo do ano. O reencontro é nesta quinta-feira, às 20h, pela 36ª rodada do Brasileirão.

A história de três anos no Cruz-Maltino criou uma ligação entre Nenê e o clube da Colina, por meio do qual retornou ao Brasil após 12 anos no exterior. De torcedores e funcionários do Vasco chegam pedidos para o camisa 10 “aliviar” no reencontro, pois o adversário do Tricolor briga para não ser rebaixado. O Vasco tem 39 pontos, dois acima do América-MG, primeiro time dentro do Z-4.

A situação do Vasco entriste Nenê, mas seu objetivo é colocar o São Paulo no G-4 e garantir uma vaga direta na Libertadores de 2019. O meia promete não comemorar um eventual gol diante do ex-clube, mas quer a vitória do Tricolor.

Novamente titular do São Paulo sob o comando de André Jardine, Nenê continua triste por ter seu nome associado à saída de Diego Aguirre. O meia reconhece ter dado uma “brecha”, ao sair rapidamente do Morumbi depois do empate por 2 a 2 com o Flamengo. Mas mostra gratidão ao ex-técnico e diz não ter culpa nenhuma pela demissão, o que é corroborado pelo executivo de futebol Raí.

Nesta entrevista exclusiva, Nenê também dá sua versão sobre o “biquinho” citado por Lugano, explica qual é o sentimento por perder o título do Brasileirão após liderar parte do campeonato e diz como é ser treinado por um técnico dois anos mais velho (Jardine tem 39 e Nenê 37).

GloboEsporte.com: O que está esperando nessa volta para São Januário com outra camisa? Nenê: – É uma partida realmente especial. Um clube que tenho um carinho muito grande. Espero que eu seja bem recebido, mas com certeza eles vão estar focados no time deles, e eu no meu time, o São Paulo. Mas sempre com um respeito muito grande, até porque passei momentos muito bons lá e tenho recebido até hoje esse carinho da torcida do Vasco. É algo que realmente me deixa bem contente.

(nota da redação: Nenê jogou de 2015 até o começo de 2018 no Vasco, pelo qual fez 42 gols em 129 jogos)

Você recebe carinho e também uns pedidos para dar uma aliviada. É de gente do Vasco ou da torcida?
– As duas coisas (risos). Não jogador, né, mas relacionado ao clube. Mas é pela amizade que temos e construímos. Somos rivais apenas dentro do campo. É muito importante procurar manter o respeito. Tenho amizade com o pessoal de lá ainda. Sempre ouve essas coisas assim, ainda mais nesse momento que o Vasco está passando. Fico triste por isso. Mas realmente tenho de dar meu melhor pelo São Paulo. Vamos em busca de um grande resultado.

O que você responde? Fala: “Gente, estou sem fazer gol desde o jogo com o Paraná (no dia 22 de agosto). Preciso meter gol”. Cada um com seus problemas (risos)…
– Isso que é fogo, né, cara, mas não tenho problema em relação a isso. Minha função é dar passe e assistência. Mas se acontecer realmente eu não vou comemorar. Já tinha falado sobre isso antes. Então sempre com respeito muito grande. Vai ser uma coisa bem estranha assim, pelo momento que eles estão vivendo. Mas com certeza vai ser com muito respeito.

O seu ano no São Paulo começa com Dorival, com menos chances. Depois você vira o principal jogador com Aguirre. Aí passa a jogar menos. Agora volta a ser titular. O futebol muda muito. Aos 37 anos você ainda se surpreende com esse tipo de temporada?
– Ainda me surpreendo (risos). Você fala: “Pô, tem uma experiência grande”. Mas no futebol sempre acontecem coisas que podem mudar tão drasticamente e rapidamente. Mas estou bem tranquilo em relação a isso. Foi um ano muito positivo, a maior parte do ano. Esses jogos que estava fora, três ou quatro, foi muito pouco tempo. É uma pequena parte, uma coisa que acontece. Faz parte. Claro que não gosto de ficar fora. Mas sempre com muito respeito, sim.

– Então, voltei a jogar, estou muito feliz em relação ao último jogo. Voltei a ter um ritmo bem melhor do que estava acostumado. Contra o Grêmio foi um pouco essa transição. Contra o Cruzeiro estava bem à vontade e leve para fazer o que estou acostumado. Agora é focar em terminar bem, estar entre os quatro para ir direto para a Libertadores. Vamos em busca de nove pontos nesses últimos três jogos.

Para a mídia e a torcida, de uma forma geral, se o cara joga bem é endeusado e se fica fora três jogos não presta mais. Como você lida com isso para manter seu nível?
– Sei que o torcedor é muito apaixonado e vive muito o momento. Lido muito bem com isso, críticas construtivas e tudo. Algumas coisas que não acho correto eu fico chateado, como aconteceu de que foi colocado em relação a uma coisa que não era. Aí eu acabo me chateando, mas de resto…

É o tal do biquinho?
– Não, do biquinho, não. Não é isso, não. Essa coisa do biquinho o Lugano… Temos uma intimidade grande. Ele falou de uma maneira que a gente já tem essa intimidade. Ele falou como fala para mim. No mesmo dia tinha falado para mim e ficamos brincando: “Pô, vim com o pacote completo”. E acabou depois dando a repercussão que deu. Mas não é em relação a isso, não. Isso faz parte. Sou um cara muito competitivo e acho que, se eu não ultrapassar essa coisa que acaba sendo desrepeito ao companheiro, quanto a isso tudo bem, normal.

O estranho é ficar sorrindo no banco…
– Estranho é ficar sorrindo, né. Qualquer um que fica… Até moleque que está começando agora. Quer jogar e não entrou no jogo. É uma coisa normal. Não sei porque deu uma repercussão tão grande. Acontece com qualquer jogador, mas (risos) comigo como já teve outros casos em relação a isso… Como é uma coisa que não é tão normal, aí você fala: “Por que saiu, por que isso ou aquilo?”. Aí parece que tem um problema. Mas, pô, o que aconteceu? Ué, simplesmente aconteceu uma mudança, o treinador está tentando de tudo para o time voltar a ganhar. Às vezes, a gente não entende, a imprensa não entende, a torcida não entende. E é uma coisa muito mais simples do que é. Aí acaba virando uma coisa, daqui a pouco falam de outro, de outro e vira uma bola de neve de uma coisa que nem é a realidade.

Parece que junta aquela coisa do torcedor especialista em futebol sem nunca ter ido a um vestiário. Como por exemplo quando um jogador xinga outro no treino, algo comum, e a mídia precisa vender jornal, mas para você…
– Exatamente. Essa que é infelizmente a realidade. Polêmica vende mais do que algo que o cara… Na minha opinião quando o cara faz algo bem feito não dá tanta venda quanto uma polêmica. É uma coisa normal. Não sei o motivo, mas acontece.

Mas você não acha que a sua atitude de sair do Morumbi da forma como foi depois do jogo contra o Flamengo desencadeou tudo isso?
– Eu acho que eu dei brecha, né. Posso ter dado uma brecha. Mas acho que foi muito mais do que a realidade. Aconteceu tudo muito rápido em uma semana. Fiquei chateado pela situação e ainda estou chateado pela situação. Eu não tenho culpa nenhuma. Ele (Aguirre) teve um grande mérito, estamos na Libertadores hoje por causa disso. Sou muito grato a ele. Desde quando ele chegou sempre me deu muita confiança. E ele sabe que eu sou assim mesmo. Não é uma coisa com ele.

– Qualquer um pode perguntar para ele ou para qualquer pessoa daqui. Sempre fui muito sincero e claro quanto a tudo. Tanto é que falei disso abertamente. Não precisava ficar falando. Expliquei a minha visão. Ele sabe que sou um cara que quero estar ali e se não estou dentro do campo parece que não estou ajudando. Então é simplesmente isso, por eu querer estar ali para ajudar. Não tem nada em relação à pessoa em si. Foi um momento em que ele precisava mudar. Ele mesmo disse que precisava fazer alguma coisa. Acabou colocando o time de uma maneira um pouco mais defensiva, buscando o contra-ataque. É uma coisa simples e a gente às vezes fica pensando o que será que é. Pode ser na cabeça dele que tenha sido isso. É o que eu penso. Começam a especular, mas não tem nada disso.

Você foi substituído em três partidas (Botafogo, Palmeiras e Internacional) e depois perdeu lugar na equipe (reserva contra Atlético-PR, Vitória, Flamengo e Corinthians). Foi justo? E agora mostrou que faz por merecer voltar ao time? (contra Grêmio e Cruzeiro foi titular sob o comando de Jardine, após a demissão de Aguirre).
– Não sei se é justo ou não. Foi a maneira que ele precisava jogar com o time. O time todo caiu de rendimento. Não foi eu. Eu não tocava muito na bola, então consequentemente não jogava bem. Mas a bola não chegava. Dava um chute no gol ou dois durante 90 minutos. Não é que eu estava mal, estava errando ou perdendo pênalti. Eu caí quando todo mundo caiu. Acho que não foi uma coisa individual. Foi coletivo. Normal. Os times começaram a marcar melhor. Estávamos na liderança, então todos os times vinham de uma maneira diferente. Acabou caindo o meu rendimento e o de todos.

Qual é o sentimento depois de liderar o campeonato, criar o sonho do título, vê-lo escapar por entre os dedos e agora brigar forte pelo G-4?
– É frustrante, né. Tanto é que o negócio da minha saída do estádio também foi um pouco em relação a isso. Estávamos ganhando do Flamengo. A gente podia estar um pouco mais perto. A gente ganha do Flamengo e depois ganha do Grêmio. Estaríamos a quantos pontos do Palmeiras? Ainda teria chance de título. Então como pode as coisas mudarem tão rápido? Foi também em relação a isso. A gente tinha uma chance e o time estava bem. Acho que isso mostra um pouco do meu sentimento, de frustração, porque a gente tinha essa chance.

– Ainda mais porque é o primeiro ano de trabalho no clube. É um time novo. A gente vê os times aí: Palmeiras, Flamengo… Há quantos anos estão investindo muito alto? O São Paulo criou um grupo esse ano. Então foi uma coisa além do esperado. Acho que o próprio clube e toda a comissão… O objetivo era onde estamos hoje: na Libertadores. Consequentemente com esse rendimento é normal a torcida e nós estarmos frustrados.

– Mas não deixa de ser um ano muito bom. Mas isso realmente atrapalhou um pouco. Pô, não é possível, né (risos). O nosso ambiente, a alegria que tinha meio que perdeu um pouco por causa disso também. Nós víamos uma coisa que tínhamos chances reais de conquistar e acabou não acontecendo. Mas não podemos desistir. Futebol é assim. É pegar o lado positivo disso. Vai ser um ano muito bom, porque vamos conquistar o objetivo que foi colocado em janeiro. Muita gente não esperava. Falavam: “Ah, vai brigar para não cair, não sei o que lá”. Então temos de tirar a lição do que nós erramos. Acontece. Mudou muita coisa. Perdemos jogadores. Não teve aquele entrosamento. Não tinha tempo para isso. Estava numa fase em que não podíamos perder pontos. Com isso que a gente possa aprender para quando acontecer saber exatamente como vamos reagir em relação a essa dificuldade para tentar conquistar o título no ano que vem.

Você tem 37 anos, e o Jardine, 39 anos. Como é ser treinado por alguém dois anos mais velho? Praticamente você fala de igual para igual…
– Caraca, não sabia que ele tinha só dois anos a mais. Não sabia, não. Rapaz, que coisa. Fiquei até pensando nisso outro dia. A gente fica brincando. Os moleques falam que eu tenho mais de 40 anos. No jogo contra o Grêmio perguntei para um moleque que fez uma falta: “Quantos anos você tem, moleque?” Brincando, né. Ele disse 20. Eu falei: “Nossa, sou 17 anos mais velho do que você. Como é que pode isso?” Ele respondeu: “É, coisas do futebol”. É inacreditável.

– Estava falando sobre o (técnico Vagner) Mancini outro dia. Joguei com o Mancini. Estava começando. Fiz a mesma brincadeira. Ele tinha dez anos a mais do que eu. Falei: “Nossa, Mancini, você é velho, hein”. Parece que foi ontem, cara. Futebol… Mas fico feliz de estar com 37 e podendo jogar bem, em alto nível. Espero que dure mais uns aninhos.

Mas ter um técnico tão novo… Tinha acontecido?
– A pergunta mesmo eu não respondi (risos). Nunca. É muito estranho isso. Eu vejo como… Penso como se ele tivesse muito mais tempo de trabalho. Ele teve muitos anos de experiência nas categorias de base. Estuda para caramba. Entende muito do futebol, de sistema. Gosta muito dos times europeus. Mostra vídeos de como ele gostaria que os times dele jogassem. É um cara que estuda bastante. Espero que ele tenha uma trajetória maravilhosa no nosso clube.

 

Fonte: Globo Esporte

Nenê volta a ser protagonista do São Paulo em reta final

O São Paulo tem quatro jogos vitais pela frente na busca da vaga direta na Libertadores. A missão tricolor ainda em meio à fase instável terá novamente o meia Nenê como um dos protagonistas da equipe do técnico André Jardine.

Tal posição foi reforçada na última partida do São Paulo no Brasileirão. Diante do Grêmio, no Morumbi, o camisa 10 da equipe voltou à titularidade depois de ficar como opção no banco de reservas por quatro rodadas seguidas, ainda sob o comando de Diego Aguirre.

Apesar de ter tido uma atuação discreta, Nenê saiu fortalecido da partida. Ao fim do duelo, quebrou o silêncio e falou sobre Aguirre. O meia explicou ainda a comemoração do gol marcado por Brenner contra o Corinthians, na qual teria ignorado o técnico uruguaio.

“O Aguirre tem um mérito enorme por estarmos onde estamos. A direção quis adiantar [a saída] pelos resultados. Eu realmente fiquei chateado porque acabou caindo na minha conta uma coisa que não teve nada a ver comigo”, falou na ocasião

O meio-campista ainda recebeu elogios públicos de Jardine, que o tratou como um “referência” no elenco são-paulino pelo comportamento nos treinos mesmo depois de perder lugar no time.
“Ele saiu porque a comissão entendia que era momento de tentar alguma coisa diferente. Nenhum jogador gosta de sair. O reserva não tem que estar satisfeito mesmo, precisa mostrar nos treinos que merece um lugar. Vejo diariamente que o Nenê pode contribuir muito e que vai nos ajudar ainda”, afirmou Jardine, que também colocou o meia como uma referência técnica.

Os números estão a favor de Nenê. Segundo dados do Footstats, o camisa 10 é o jogador são-paulino que mais finaliza e que mais faz cruzamentos no Brasileirão. Ele é o segundo colocado em outros três fundamentos: gols marcados (oito, contra 11 de Diego Souza), assistências e viradas de bola.

Com Nenê entre os titulares, o São Paulo tenta voltar à rota de vitórias contra o Cruzeiro, neste domingo, às 19h (de Brasília), no Morumbi. O time tricolor vem de três empates seguidos. A escassez de vitórias fez o Grêmio superá-lo na tabela – a equipe gaúcha ocupa a quarta posição, com 59 pontos, mesmo número dos são-paulinos, que ficam atrás por causa do número de vitórias (15 a 16).

 

Fonte: UOL

Nenê se diz chateado após saída de Aguirre: ‘Caiu na minha conta’

Nenê deixou o Morumbi bastante chateado após o empate do São Paulo com o Grêmio, por 1 a 1, na noite desta quinta-feira. Não pela atuação do time e nem pelas vaias de parte da torcida no momento de sua substituição, mas pela repercussão da saída de Diego Aguirre, anunciada pela diretoria no último domingo.

Nenê foi reserva nas quatro últimas partidas de Aguirre. No empate por 2 a 2 com o Flamengo, ficou o tempo todo no banco e deixou o Morumbi irritado logo depois do apito final. No 1 a 1 contra o Corinthians, a comemoração do gol de Brenner foi interpretada por alguns torcedores como uma demonstração de insatisfação com o treinador: o camisa 10 abraçou o garoto e correu em direção aos reservas, passando reto pelo uruguaio.

– O Aguirre tem um mérito enorme por estarmos onde estamos. A direção quis adiantar (a saída) pelos resultados. Eu realmente fiquei chateado porque acabou caindo na minha conta uma coisa que não teve nada a ver comigo – disse o meia de 37 anos, escalado como titular por André Jardine diante do Grêmio, mas substituído sob vaias por Shaylon aos 27 minutos da etapa final.

Nenê explicou os episódios que causaram polêmica. Primeiro, disse que não ignorou Diego Aguirre na comemoração do gol em Itaquera, inclusive gritando “vamos!” para ele antes de abraçar os reservas.

– Todo mundo fala da comemoração do Nenê, mas eu nem fiz o gol. Eu ainda olhei para o Aguirre e falei “vamos!”. Sempre é com o banco (a comemoração), acabou que dessa vez ele (Aguirre) estava um pouco afastado. Eu não puxei o Brenner. Se eu tivesse feito o gol, beleza, mas eu estava acompanhando ele e a gente comemorou com o banco. Como aconteceu logo em seguida (a demissão), acabaram relacionando a isso. E eu fiquei realmente muito chateado, porque eu pensei: “pô, brincadeira… Ainda vai cair na minha conta”. Eu tenho minha consciência tranquila. Espero que o torcedor saiba que os veículos de comunicação vendem mais com polêmicas. Estou muito tranquilo, mas muito chateado, porque isso acabou criando uma verdade que não tem nada a ver. Daqui a pouco é racha, é panela… Nosso grupo é excelente, pode perguntar para qualquer pessoa do clube – defendeu-se, antes de falar sobre a insatisfação que demonstrou no jogo contra o Flamengo:

– Aconteceu isso uma vez, porque eu quero estar dentro de campo, ajudando, sou competitivo. Se querer estar ali ajudando é faltar com respeito… Se o cara está aqui e não está querendo ajudar alguma coisa está errada. Simplesmente isso.

Nenê não quis entrar em detalhes sobre a demissão de Diego Aguirre, mas disse que não achou a melhor solução.

– Não tem como eu falar o motivo da saída ou não. Não cabe a nós. É uma situação difícil. Para mim não é a solução, mas para o clube e para a direção, sim. O Jardine mostrou que pode fazer um grande trabalho hoje.

Veja outras respostas de Nenê:

Chateação após a saída de Aguirre:

Eu me sinto bastante chateado. Por causa de um ato meu, acredito que rude, de ter saído rápido (do estádio após o jogo contra o Flamengo), acabaram criando coisas que não são verdade, tentando desestabilizar. Mas não foi uma coisa desrespeitosa com ninguém. Foi em relação ao resultado mesmo. Estávamos jogando contra um grande adversário, bem no jogo, e tomamos o empate, quase tomamos a virada. Uma parte da torcida acabou acreditando nisso, levando em consideração. Fico bastante chateado. Não estou feliz pela situação, pelo Aguirre. Sempre tive uma relação muito boa com ele, antes mesmo do São Paulo. Acabou caindo em cima de mim, me relacionaram ao que aconteceu. Nunca desrespeitei ninguém. Espero que a torcida veja que isso foi inventado. O tempo mostra a verdade.

Falou com Aguirre depois da demissão?

Tentei ligar, mas não consegui falar com ele.

Vaias na substituição?

Você tem certeza que foi para mim? Na hora que o Helinho saiu também teve vaia. Pode ser que a torcida queria o time mais ofensivo e vaiou, não sei o que foi. E se aconteceu eu entendo que foi por causa desse negócio do Aguirre, que é uma coisa que não é verdade. Isso que me chateia. Eu acredito que eu joguei bem, o time se portou muito bem contra um grande time. Fomos protagonistas no jogo, nos impusemos e poderíamos ter um resultado ainda melhor.

 

Fonte: Lance

Após demissão de Aguirre, torcida detona jogador do São Paulo

​O São Paulo anunciou na noite desse domingo a demissão de Diego Aguirre faltando somente 5 jogos para o final do Campeonato Brasileiro. O treinador não vinha bem, sendo bastante criticado nas redes sociais, por isso muitos viram como positivo o desligamento.

Mas isso não quer dizer que o clima vai melhorar no ​Morumbi. Após o anuncio da queda do treinador, os olhares foram focados em Nenê, que não vem jogando bem e foi apontado como o líder de uma suposta panelinha.

🇾🇪@spfcrm

vai tomar no seu cu nene, vai comandar tua panela lá agora o trouxa ai que ódio

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SPFC DA DECEPÇÃO@SPFCDaDecepcao

Nenê e Rodrigo Caio formando panelinha, o segundo vive de panela desde quando subiu da base.

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🇾🇪 o maior de todos!!!@marcioca11

Antes era a chapada do nenê e agora é a panela do nenê…parabéns @SaoPauloFC sendo refém de jogadores!!!!

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Carlos Augusto Costa Júnior@CarlosAverdao

O motivo todos sabemos,foi o Nenê e sua panela.
O Aquirre é um ótimo técnico e se não fosse ele esse time medíocre do São Paulo estaria brigando pra não ser rebaixado.

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Carlos Augusto Costa Júnior@CarlosAverdao

O motivo todos sabemos,foi o Nenê e sua panela.
O Aquirre é um ótimo técnico e se não fosse ele esse time medíocre do São Paulo estaria brigando pra não ser rebaixado.

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🇾🇪 Cássia Bisi 🔴⚪⚫@Cassia_Bisi

Acho que a demissão do Aguirre foi certa. Porém de nada adianta se o @SaoPauloFC não se livrar do Nenê. Se quer ser campeão tem que eliminar esse tipo de jogador quebra elenco. Vê se Flamengo com Diego Alves tbm não ganhará nada.

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Veja como os jogadores do São Paulo se manifestaram após demissão do Aguirre

A demissão de Diego Aguirre do comando técnico do São Paulo, ​anunciada na noite do último domingo (11), é o principal tema dos debates futebolísticos neste início de semana. Para muitos torcedores tricolores, a decisão foi precipitada e não causará o ‘fato novo’ necessário para uma reação tricolor no Brasileirão. Para outros, o uruguaio já tinha perdido o elenco e a decisão da cúpula de futebol veio tardiamente.

De acordo com o ​UOL Esportes, alguns nomes importantes do elenco tricolor fizeram questão de se manifestar nas redes sociais após a saída do comandante, prestando homenagem e agradecendo os meses de trabalho ao lado de Diego Aguirre.

Em sua conta oficial no Instagram, o meia-atacante Everton postou uma foto antiga em que comemora ao lado do treinador, com os seguintes dizeres: “Obrigado professor por tudo, desejo que tenha todo sucesso e que Deus possa te abençoar sempre”.

Cruzeiro v Sao Paulo - Brasileirao Series A 2018

Neste mesmo tom, o jovem volante Luan também demonstrou gratidão ao comandante, lembrando que o uruguaio foi o primeiro a confiar em seu potencial no time principal: “Obrigado professor, por tudo e também por ter me dado a oportunidade e confiança para eu dar os meus primeiros passos no futebol profissional, que Deus te abençoe sempre! Abraço”, postou.

🇾🇪 McLovin Tricolor 🇾🇪@McLovinTricolor

Erro gigante da diretoria do São Paulo em demitir Aguirre.
O treinador tinha carta branca para comandar o time, que a princípio era pra brigar no meio da tabela pelo elenco que tem, mas foi longe demais chegando a brigar pelo título.
Hj chegamos no fim do poço!!

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Mesmo após queda de Aguirre, Raí se mantém forte no SP

Quando o São Paulo anunciou a demissão de Diego Aguirre nesse domingo (11) à noite, muitos torcedores já começaram a imaginar que o executivo de futebol, Raí, poderia também ser substituído. Afinal, o treinador uruguaio foi contratado em março já sob a gestão do campeão mundial de 1992. No entanto, o hoje dirigente foi um dos principais defensores da troca de comando na equipe profissional e não corre risco de perder o cargo neste momento.

Segundo apurou o UOL Esporte, a opinião do ex-jogador segue com peso no Morumbi, tendo prestígio junto ao presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. Raí, inclusive, deve ser o responsável por atender a imprensa nesta segunda-feira (12) para falar sobre a saída do treinador estrangeiro. Na terça (13), também é possível que ele participe da reunião do Conselho Deliberativo, que terá em sua pauta a situação do time no Campeonato Brasileiro.

Apesar de Raí não pensar exatamente como Leco em relação ao substituto de Aguirre, os dois apostam muito na capacidade de André Jardine, que assume o posto nas últimas rodadas do nacional. O ex-jogador, inclusive, foi o grande incentivador da promoção do gaúcho, que era técnico das categorias de base e neste ano foi promovido para auxiliar do profissional. Porém, ainda há integrantes da diretoria que consideram Jardine inexperiente para assumir uma equipe do porte do Tricolor de forma efetiva em 2019.

O departamento de futebol do São Paulo ainda conta com o coordenador Ricardo Rocha, que foi convidado por Raí. O ex-zagueiro auxilia o diretor na relação com os jogadores e a comissão técnica. Depois de ser instruído pelo clube, passou a conceder menos entrevistas e se concentrou ainda mais em seu trabalho nos bastidores do CT da Barra Funda.

Próximo da pasta do futebol, Lugano é superintendente de relações institucionais do clube e foi o responsável por indicar Diego Aguirre para substituir Dorival Júnior, em março. Após emplacar uma boa fase no nacional, o time não conseguir manter o bom rendimento com o treinador uruguaio.

Depois de fechar a primeira metade do nacional na liderança, com 71,9% de aproveitamento, o São Paulo conquistou apenas 40,4% dos pontos possíveis na segunda parte do torneio.

No total, Aguirre comandou o São Paulo em 43 partidas, com 19 vitórias, 15 empates e nove derrotas, aproveitamento de 55,8% dos pontos. O uruguaio tinha contrato com o clube até o fim deste ano, sem multa de rescisão.

 

Fonte: UOL

Troca de técnico gera discussão no SP; Raí defende Jardine

A definição de quem será o responsável por dirigir o São Paulo em 2019 provoca discussão entre integrantes da diretoria tricolor. No último domingo (11), o executivo de futebol do clube, Raí, e o presidente, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, decidiram demitir o treinador Diego Aguirre. Até o fim da temporada, quem vai ficar no comando será André Jardine, que era técnico das categorias de base até o ano passado e fora promovido em 2018 para auxiliar do profissional. No entanto, nem todos dentro do Morumbi entendem que a efetivação do gaúcho de 39 anos seja o caminho correto a seguir.

Ex-jogador e ídolo da torcida, Raí encara Jardine como o nome ideal. O campeão mundial de 1992 foi o grande incentivador da integração do treinador da base na equipe principal. Ele também apoiou o então auxiliar a viajar para a Europa, em outubro, para fazer intercâmbio e conhecer um pouco mais da cultura futebolística de outros países. No entanto, nem todo mundo pensa como Raí.

Há dentro do São Paulo quem considere Jardine como muito jovem para assumir um time deste calibre. Para essas pessoas, a efetivação dele poderia significar a queima de etapas em um processo de maturação do treinador. Nesta visão, o medo é repetir o filme de Sérgio Baresi, em 2010. Na época, ele substituiu Ricardo Gomes, não obteve os resultados esperados e deixou o cargo antes mesmo do fim do ano – dando lugar para Paulo César Carpegiani. Naquele período, Leco era o vice-presidente de futebol tricolor.

No entanto, mesmo entre a ala que tem desconfiança sobre uma possível efetivação de Jardine e defende a contratação de um técnico mais experiente, não há um nome de um substituto para 2019 em pauta – apesar das especulações normais de mercado que falam em Abel Braga e Mano Menezes. Ou seja, o São Paulo ainda não trabalha com qualquer opção para a próxima temporada, apesar de não existir ainda uma certeza de que Jardine será efetivado.

A demissão de Aguirre
Raí deixou muito claro que não havia ficado satisfeito com o desempenho do São Paulo no empate por 1 a 1 com o Corinthians, no último sábado (10). Apesar de jogar fora de casa, a equipe atuou todo o segundo tempo com um jogador a mais (Araos havia sido expulso no fim da primeira etapa).

Com a vitória do Grêmio sobre o Vasco, no domingo (11), o Tricolor paulista caiu para a quinta colocação (foi superado no número de vitórias pelos gaúchos) e viu a situação para buscar uma vaga na fase de grupos da Copa Libertadores ficar mais complicada (os quatro mais bem colocados no nacional se classificam nesta etapa do torneio continental).

No encontro da cúpula tricolor neste domingo, já com os resultados da rodada na mão, foi possível observar que o time tinha uma vantagem de 12 pontos para o sétimo lugar (Atlético-PR) – sendo que até sexto do Brasileirão se classifica para a Pré-Libertadores. Por isso, ficou claro que já era o momento para começar a se projetar 2019 e Aguirre não faria mais parte dos planos.

O consenso entre os dirigentes foi de que nessas últimas rodadas o clube devia lutar pela quarta posição com o ânimo renovado por causa da entrada de Jardine, e estudar o que será feito no próximo ano sem a preocupação de perder o lugar na Pré-Libertadores.

O uruguaio tinha contrato com o clube até o fim deste ano, sem multa de rescisão. Indicado por Lugano, Aguirre chegou a encantar a diretoria, que até esboçou uma conversa sobre a renovação de contrato há cerca de dois meses. Na ocasião, o treinador achou que não era o momento para discutir o assunto.

No segundo turno, o time perdeu desempenho. Depois de fechar a primeira metade do nacional na liderança, com 71,9% de aproveitamento, a equipe conquistou apenas 40,4% dos pontos possíveis na segunda parte do torneio.

No total, Aguirre comandou o São Paulo em 43 partidas, com 19 vitórias, 15 empates e nove derrotas, com 55,8% de aproveitamento dos pontos.

 

Fonte: UOL

Diego Aguirre não é mais técnico do São Paulo

O São Paulo Futebol Clube informa que Diego Aguirre deixou, neste domingo (11), o comando técnico da equipe principal. A decisão pela saída neste momento foi tomada em conjunto, em reunião nesta tarde, a partir da definição entre as partes de que o contrato do treinador não seria renovado ao término da temporada.

O clube agradece ao técnico Diego Aguirre, aos auxiliares Juan Verzeri e Raul Enrique Carreras e ao preparador físico Fernando Piñatares pelos serviços prestados, com dedicação e profissionalismo desde o início dos trabalhos em março deste ano, os quais foram fundamentais para que os objetivos projetados até aqui fossem cumpridos.

Membro da comissão técnica fixa do São Paulo, André Jardine assume o time nas cinco rodadas restantes do Campeonato Brasileiro. Ele já comanda o treino desta segunda-feira (12), quando a diretoria se pronunciará no CT da Barra Funda, e o elenco iniciará os preparativos para a reta final da competição.

 

Fonte: saopaulofc.net