Cardiopatia Tricolor – E o jogo foi… – Time irritante, mole e perdido…Cuca, que acontece! SCCP 1 x 0 São Paulo

Caros Tricolores TriMundiais!!! Após as seguidas péssimas atuações, o atual São Paulo se tornou tão previsível, irritante e molenga, que fica difícil falar apenas de ontem. As irritantes e insistentes tentativas pelo meio, como se fosse um entrosado time de futsal, não acabam, e ontem, não sei por que, vários caras atuando fora de posição.

Antony irritantemente tentando ser armador. Ultimamente, recebe na ponta e não vai mais pra cima como fazia. Só pro meio ou toca pra trás. Como não consegue jogar, acha que é armador e vai pro meio. Foi assim o jogo inteiro, e quando achei que Cuca ia arrumar isso no intervalo, nada mudou. Hudson, várias vezes, na intermediária ofensiva. Pra que? Pato, sem posição, não faz nada em nenhum lugar. Vitor Bueno, sem entrosamento algum. Everton, nem falo nada. E Tchê Tchê, sozinho, é o que tenta ter alguma lucidez no ataque, mas sem companheiros abertos, também insiste demais pelo meio e, obviamente, erra a maioria.

Um time estranho, esquizofrênico, perdido, ansioso, com medo de ir pra cima e, em Itaquera, bem frouxo. Mais frouxo que em outros lugares, outras situações. Impressionante e desolador.

Mancini havia achado, sem querer, uma forma de jogar competitiva. Ai, Cuca, que sempre defendi em meio a nomes fracos que treinaram o São Paulo nos últimos anos, chega no comando e, como um passe de mágica, acaba com tudo. Mesmo que aquele tudo ainda seja pouco. Não são resultados, são atuações.

Sim, sei que o time muda a cada jogo, principalmente, por questões físicas, mas mesmo assim dá pra fazer mais. Aliás, o Sr. Carlinhos Neves parece que parou no tempo e trabalha hoje só com o nome. Falo isso porque é incrível a quantidade de contusões e desgastes musculares, câimbras, demora na volta de contusões e, o pior de tudo, um time que chega no 2º tempo de todos os jogos e perde completamente o ritmo. Incrível e notório.

O gol sofrido, bem como outro lance aos 15 minutos do 2º tempo, saiu por pura moleza e “falta de atenção”, se é que me entende. Várias bolas divididas perdidas sem nenhum tipo de constrangimento.

Mesmo com alterações, o 2º tempo não trouxe nada de melhor, nada de novo. Só o mesmo tumulto e falta de aproximação e ultrapassagens do 1º tempo.

Em meio ao marasmo inofensivo chamado São Paulo, duas coisas me chamaram a atenção ontem. A 1ª foi o gol impedido de Arboleda, no 1º tempo. O cara tava de frente pra linha de impedimento do SCCP, vendo o posicionamento de todo mundo, sem ninguém atrás dele, e, mesmo assim, consegue ficar impedido. O cara faz o gol e por um lance juvenil e básico, não leva. Pra mim, inadmissível.

E a outra coisa é Pato, que parece estar, pelo menos, 50km/h mais lento que a velocidade do jogo. E, mesmo assim, perdeu as duas oportunidades mais claras que criamos, inclusive, a que o bandeira deu impedimento. Ele não tava impedido, bateu displicente já imaginando o impedimento e jogou pra fora. Se tivesse feito o gol, o VAR ia confirmar. Péssimo e inútil. Se for pra jogar só com a bola no pé, põe o Raí e o Muricy em campo. Vá te cata!

Infelizmente, as perspectivas de futuro não são animadoras. Agora, temos vários bons jogadores, mas o psicológico fraco também permanece no elenco, comissão técnica, diretoria. Na quarta-feira algo pode mudar se o posicionamento dos jogadores mudarem, se a atitude do time, e de Cuca, mudarem, se o resultado final do jogo mudar a nosso favor. Caso contrário, as primeiras, e pra mim, justas dúvidas sobre o trabalho de Cuca surgirão.

E não esqueça! #TerminemOJogoDoTrige – Não à Maldição do Jogo Inacabado!

Fora Leco, cardeais interesseiros e conselheiros rivais! Devolvam nosso São Paulo!

Tome seus remédios, faça seu check-up e Vamo São Paulo!

Saudações Tricolores!

Siga a Cardiopatia Tricolor!!!
Twitter: CardioTricolor
Facebook: /cardiopatiatricolor

Crédito da foto: Rubens Chiri / sãopaulofc.net

Anúncios

Cardiopatia Tricolor: Ressurgimento, síndrome e continuidade – SCCP 2 x 1 São Paulo

Caros Tricolores TriMundiais!!! Perdemos, mas parece que podemos voltar a ser protagonistas. Muito há de melhorar, principalmente, o psicológico. Não é hora de caça às bruxas em cima de resultado. Por isso, aqui, tento falar do jogo, pois não vejo o dia a dia, infelizmente. Mas o jogo eu vejo muito bem. Há mais de 30 anos. E vi de ruim ontem a pouca agressividade enquanto éramos melhores e a volta da “síndrome” dos gols ridiculamente tomados.

E o pior, pra mim, foi perder um jogo que já tinha acabado empatado. Conseguimos tomar um gol quando os 2 times já tinham desistido da vitória. Inaceitável! Na NBA, eles chamam de “garbage time”, ou seja, aqueles minutos finais de um jogo já decidido onde só jogam os reservas pra ganhar ritmo de jogo. Mais nada acontece. Ontem, aconteceu. E não pode acontecer mais.

Só o São Paulo mesmo e essa atual fase lamentável. Cara vindo sozinho pelo meio, ninguém acreditando, Arboleda olhando pro cara com a bola e deixando Vagner ir se afastando pra receber livre. Pecados que poderiam ser evitados.

Da final, posso falar que vi o São Paulo encarar de igual pra igual. Olhando na mesma altura. Sem fraquejar. Sem começar o jogo já derrotado. Sem medo. Ontem, vi um pouco de medo de atacar, se expor, principalmente, no começo do 2º tempo, quando dominamos o jogo, mas faltaram as jogadas na direção do gol. Faltou mais atitude ofensiva. A partida começou equilibrada, mas até os 20 minutos a bola era mais nossa. SCCP era só chutão.

Jogo tava controlado, Volpi não tinha trabalhado e Reinaldo despertou o SCCP ao arrumar bate-boca juvenil, aos 24, fato que inflamou o time e torcida deles. A partir desse lance foram duas chances deles até o gol. Muita falação e nervosismo, e pouco futebol, Sr. Reinaldo! Depois, ficou olhando e Fagner quase fez de novo.

Após o gol, o SCCP recuou, óbvio, colocamos a bola no chão e empatamos, com Antony, num belo gol em jogada iniciada por Igor Gomes, pra mim, o melhor do 1º tempo.

O 2º tempo trouxe Hernanes no lugar do fraco Everton Felipe. Pena que o Profeta foi pior ao jogar (ou tentar) como centroavante. Everton retornou péssimo e, aos 27, saiu novamente machucado. Sem comentários.

Jogo nosso até os 10 minutos. Bola no chão, toques curtos, mas pouco passe vertical. Depois, até os 25, o jogo ficou mais equilibrado. Hernanes não parava a bola no ataque. Antony indo pouco pra cima. Igor Gomes muito mais preocupado com a marcação após a entrada de Hernanes. Aliás, as entradas dele, Leo Pele e Willian Farias não trouxeram nada de bom ao time. Nada.

O jogo chegou aos 30, os 2 times tiraram o pé, Luan sentiu a coxa (mas correu até o fim), ficamos sem saída nenhuma e os caras fizeram na única tentativa mais corajosa do meio pro fim do 2º tempo. Vacilamos e tomamos. A “síndrome” dos gols tomados no fim, somada aos anos de fila, deixam nosso gol maior. Acredite!

Pra isso acabar, o trabalho deve ser mantido, os moleques não podem sair e temos que ter mais coragem no ataque. Além disso, algo precisa mudar na preparação física e departamento médico: Carneiro com tendinite aos 21 anos; Everton não tem sequência alguma, sempre se machuca; Liziero ficou fora das finais e de boa parte do campeonato; Pablo fez cirurgia na lombar pra resolver problema na panturrilha; Hernanes machucou, voltou e machucou; Luan sentiu atrás de coxa, forçou, e acho que nem joga sábado. Meu, que que é isso, zica dos inferno!!!

Parabéns aos moleques que fizeram o São Paulo ressurgir dentro de campo e a esperança ressurgir na torcida, pois muito do mal que se viu nos últimos anos não foram vistos nos últimos 6 jogos. E parabéns por sentirem a derrota como nós. Eu vi assim, pelo menos. Que o trabalho continue, se reforce e se torne invencível! Vamos São Paulo!

E não esqueça! #TerminemOJogoDoTrige – Não à Maldição do Jogo Inacabado!

Fora Leco, cardeais interesseiros e conselheiros rivais! Devolvam nosso São Paulo!

Tome seus remédios, faça seu check-up e Vamo São Paulo!

Saudações Tricolores!

Siga a Cardiopatia Tricolor!!!
Twitter: CardioTricolor
Facebook: /cardiopatiatricolor

Crédito da foto: Rubens Chiri/saopaulo.net

Cardiopatia Tricolor: E o jogo foi… – “VAR” Flavio de Oliveira e 2º tempo merecedor da vitória – São Paulo 0 x 0 SCCP

Caros Tricolores TriMundiais!!! Vou reclamar pouco do juiz porque todos sabiam (só o Leco não) que esses Oliveira aí, desde o primogênito Paulo, “O Comentarista”, não gostam de apitar jogos em que o São Paulo seja vencedor, principalmente, contra o SCCP. Então, o que podemos fazer? Nós, nada. Mas Presidente e Diretoria têm que ser bons de bastidores e não são.

Não vou focar na mão do Ralf, mas a partir de junho esse será pênalti. Só isso. Mas o Ramiro, do SCCP, deveria ter sido expulso com 7 minutos de jogo após voadora no pescoço de Everton Felipe. Hernanes, em amistoso do Brasil com a França, em 2011, fez igualzinho em Benzema, mas o juiz não teve dúvidas, expulsou na hora. Só que ontem o Oliveira deu amarelo, não foi rever no monitor e o VAR não falou nada. Absurdo. Tinha que expulsar, sim! E com o SCCP com 10, nossas chances de vitória seriam maiores, é óbvio!

Sem Pablo e Liziero, Cuca foi de Carneiro e Everton por dentro, com E. Felipe na esquerda, mas que depois passou a flutuar pra mexer a defesa do SCCP, mas ainda não foi bem. Fominha e erra passes demais. O jogo começou como final: equilibrado, brigado e muito parado por faltas duras, inclusive a de Ramiro. E foi assim até uns 15, mas com um São Paulo melhor, empolgado, mas abusando dos chuveirinhos inúteis. E, me desculpem quem não gostar, com uma torcida ausente nos primeiros minutos, que começou a “jogar” mais depois dos 30.

Everton, aos 16; Arboleda, aos 32; e E. Felipe, aos 39, no chute “da mão”, foram lances perigosos no 1º tempo, mas o melhor foi, de novo, de Arboleda, aos 47, que cabeceou, Cássio se atrapalhou, quase pôs pra dentro, mas salvou com o pé. Antony foi fazendo o dele, pegando a bola e indo pra dentro, mas parou após os 23. Chegou em boas condições algumas vezes, mas não buscou mais o fundo. Só pegava e tocava pra trás. E assim o São Paulo perde muito no ataque. Tem que tentar!

No 1º tempo vi muita organização, movimentação muito tática, mas ausência do diferente, do drible, da tabela. O SCCP não sai da defesa nunca no 0 x 0 e dificulta entrar tocando curto. Pra isso aí Liziero faz muita falta, porque se mexe demais, quebra esquemas, tem ousadia, enfiada de bola. E vi afobação também. Várias vezes nossos jogadores livres pra dominar a bola e rebatiam de qualquer jeito, no desespero. Não pode.

Já no 2º tempo, a torcida acordou e o São Paulo sufocou. Foi mais rápido e envolvente com Hernanes no lugar de Carneiro. Aos 5, O Profeta bateu falta na barreira. Aos 6, chutou pra fora, mas, aos 12, quase marcou. Cássio defendeu. Aos 20, Nene entrou e o time se manteve dominante. Aos 27, o próprio Nene perdeu grande chance, na cara do gol, em cruzamento de Antony. Foi chapar de primeira, no alto, e pegou mal. No minuto seguinte foi Everton Felipe que cabeceou pra fora em outro passe de Antony. Helinho entrou aos 29 e, aos 37, Hernanes mandou balaço da meia-lua e a bola raspou o travessão. Aos 39, Luan chapou de direita, a bola desviou e passou a centímetros da trave. Aí eu vi que o gol não sairia mesmo. E não demos muitas chances ao SCCP, isso importa também.

Arboleda o melhor em campo. Bruno Alves muito bem também. Luan, monstro. Thiago Volpi continua assustando em saídas de gol e mal na reposição de bola. É incrível como desperdiça a posse de bola sem nenhum constrangimento. Antony não foi tão bem, talvez porque estava debilitado, como disse Cuca. O restante foi bem mediano, mas Hernanes, mesmo sem ritmo, traz mais finalização das jogadas ao time. Essencial.

Agora, vamos continuar sem vencer em Itaquera, e seremos campeões após quatro 0 x 0 seguidos. Inédito e, possivelmente, incontrolável para a torcida, que ferida vai comemorar muito o título do Paulistão. Vamo São Paulo!

E não esqueça! #TerminemOJogoDoTrige – Não à Maldição do Jogo Inacabado!

Fora Leco, cardeais interesseiros e conselheiros rivais! Devolvam nosso São Paulo!

Tome seus remédios, faça seu check-up e Vamo São Paulo!Saudações Tricolores!

Siga a Cardiopatia Tricolor!!!
Twitter: CardioTricolor
Facebook: /cardiopatiatricolor

Crédito da foto: Miguel Schincariol/sãopaulo.net

Cardiopatia Tricolor: E o jogo foi… – As maldições do São Paulo…vamos acabar com elas! – São Paulo 1 x 0 SEP

Caros Tricolores TriMundiais!!! Com mais ímpeto, iniciativa e coragem, teríamos ganho o jogo ontem. Mas por conta de uma cartolagem incompetente, ultrapassada e sem colhões pra aparecer nesse momento – os mesmos que contrataram esses jogadores – e pela Maldição de Leco, não conseguimos fazer nada contra um time que não queria nada. O gol sofrido na parte final do jogo foi só uma consequência dessa Maldição de Leco e Seus Seguidores. Bando de incapazes que não tão nem aí pro São Paulo, só para os seus salários profissionais, vão embora do São Paulo! E não vai ser Mancini que vai conseguir separar diretoria de campo.

Ontem, contra a SEP, Mancini até acertou ao começar o jogo atrás contra um adversário notadamente melhor. Precaução necessária, já que um gol sofrido cedo seria o convite para uma goleada, pois certamente nossos jogadores começariam a tremer mais ainda do que o normal, iam ficar jogando a responsabilidade de um pra outro e o pior ia acontecer, de novo.

Até tivemos algumas chances no 1º tempo, as melhores saindo da direita e em jogadas que envolveram Antony, Igor e Hernanes. Mas ainda muito pouco. Pouca aproximação dos volantes no ataque, o que dificultou a criação de jogadas melhores. Achei que fomos melhores no 1º tempo. A SEP só teve contra-ataques, alguns perigosos, e mostrou não querer se esforçar.

Fomos melhores, mas insuficiente, e pelo menos o time não entrou borrado, nervoso, pilhado demais. Mas faltou coragem, atitude e qualidade para superar um time que visivelmente não queria jogo. Tivemos muita correria, pouca sincronia de movimentos no ataque, algum mínimo padrão de jogo e muitos, muitos erros de passes e decisões. Um time assombrado pela Maldição de Leco. Um 1º tempo que nem pareceu um clássico. O São Paulo sem confiança, falta de vontade de vencer e muito medo de perder. Pareciam anestesiados.

No 2º tempo, até os 10, vi um time palmeiras.jpgmais à frente, mas pouco agressivo na marcação. Não adianta subir marcação e ficar a 5 metros do adversário. Inofensivo. Antony apareceu bastante, mas errou mais do que acertou. Depois o jogo ficou morno, não conseguíamos acelerar o jogo, nem roubar bolar no ataque. Hernanes tentava, mas não conseguia e, aos 23, se machucou, pra sair aos 25 e dar lugar a Brenner, que nada fez.

Cansamos, a SEP trocou mais passes e chegou ao gol, aos 34. Na sequência, Reinaldo saiu pra entrada de Léo Pelé, que também não fez nada, assim como Carneiro, Igor, Reinaldo, Hudson e Pablo. Que fase tenebrosa. Que desânimo. Que falta de criatividade e tesão em ganhar um jogo. Que legado da Maldição de Leco. Sem perspectiva nenhuma de melhora, nem que a vitória virá. Não fazemos o mínimo para merecer vencer algum jogo. Essa Maldição de Leco faz jogadores bons não jogarem nada; fazem o mais raçudo não ter mais ímpeto de jogar; faz nosso chute passar perto, mas pra fora; e faz o chute do adversário ser indefensável.

Depois que a Maldição de Leco sair da Presidência, oxalá, com seus ‘Aspones’ remunerados e diretores incompetentes, como último ato desesperado e esperança, convoco a todos os São-paulinos a exigir que o São Paulo entre em contato com o Tigre (ARG) para marcar um amistoso e terminar aquele maldito jogo de 2012. Essa coerente ideia de meu amigo Tricolor Marcelo Vieira precisa ser levada a sério. Já tentamos de tudo, de sal grosso e ídolos na diretoria, então não custa nada tentar mais essa aí.

Por favor, São-paulinos, vamos exigir que Leco e sua trupe renunciem já! E vamos exigir que aquele “Maldito Jogo de 2012” acabe um dia. E que seja em breve! Obrigado, Má!

Fora Leco e cardeais interesseiros! Fora conselheiros que torcem para os rivais! Devolvam nosso São Paulo!

Tome os remédios, faça seu check-up e Vamo São Paulo!

Saudações Tricolores!

Siga a Cardiopatia Tricolor!!!
Twitter: CardioTricolor
Facebook: /cardiopatiatricolor

Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net

 

 

Cardiopatia Tricolor – E o jogo foi… – Arroz com feijão insosso, mas que alimentou – Bragantino 0 x 2 São Paulo

Caros Tricolores TriMundiais!!! Voltamos a vencer após 5 partidas e o jogo só serviu para os 3 pontos, porque para a formação de um time, vimos ainda muito, muito pouco. Pra mim valeu pela atuação de Anderson, pra mostrar que Luan e Antony são titulares. Hernanes mostrou melhora física, Volpi mostrou segurança nos chutes de longe e Pablo mostrou que pode ser protagonista, seja como 9, seja como um atacante.

E valeu também pela mudança tática de Mancini no 2º tempo, que, querendo ou não, foi buscar a vitória, mesmo que a arma utilizada tenha sido Diego Souza. No geral, o jogo foi fraco e o São Paulo foi mal. Não sofreu sustos, mas não mostrou nada treinado no ataque. A vitória veio pela qualidade de quem participou dos gols. E Arboleda, de longe o que mais entrega pro time, o único que ainda dá esperança ao torcedor, fez de cabeça o 2º gol.

Mancini começou o jogo com 3 zagueiros, Igor e Leo nas laterais, e Hernanes tentando jogar mais perto do gol adversário, como acho que deve ser. Helinho e Antony jogando numa linha atrás de Hernanes, e Antony foi bem por dentro ou aberto, dependendo do posicionamento dos demais e se o São Paulo tinha ou não a bola.

A maior dinâmica dos jovens faz a aproximação entre os jogadores acontecer de forma rápida, fluida, bem diferente daquele jogo mascado, sem criatividade do time mais “veterano”, que não dá velocidade às jogadas. A formação e os nomes de ontem fizeram, pelo menos, o time ter mais amplitude, profundidade e melhor recomposição. Mas isso comparando com o time tiriça que foi eliminado da Libertadores, e não do time ideal.

No 2º tempo, Mancini foi atrás da vitória e acabou com os 3 zagueiros colocando Diego ao lado de Pablo. Hernanes ficou mais longe do gol, perdemos o meio, mas tivemos mais profundidade. Povoamos mais ainda o ataque com Nene no lugar de Helinho, aos 15, e Antony passou a flutuar mais. 2 minutos depois, saiu o gol de Pablo, num bicão de Volpi que Diego desviou, o zagueiro moscou e Pablo bateu bonito, de primeira. 1 x 0 São Paulo.

Sofremos um pouco, Volpi apareceu, mas tivemos chances também. Em escanteio cobrado por Nene, aos 30, Arboleda aproveitou bem o espaço criado na área e fuzilou, sozinho, pro fundo do gol. 2 x 0 Tricolor.

Mancini arriscou em povoar a área adversária e se deu bem. Tivemos mais oportunidades de jogar bola na área e jogar com o resultado a favor. Parece que controlamos o jogo, mas não confio nesses caras. Só tentamos tocar mais a bola e aproveitar o nervosismo adversário. Mas pouco, muito pouco para o que a torcida espera de um elenco caro como o nosso. Queremos futebol. Competição, entrega e futebol.

A ressaltar a péssima mania de Volpi pegar a bola, demorar, não jogar curto quando os zagueiros abrem pra receber, mandar eles subirem e quebrar a bola. Toda hora. Por que? Pra que? O técnico não vê isso? Bicão tem que ser em casos extremos. E a lamentar a destruição da parte social do Morumbi. Um problema com décadas de vida que nem São Paulo e, principalmente, nem Prefeitura, conseguem resolver. Vergonha!

Fora Leco e cardeais interesseiros! Fora conselheiros que torcem para os rivais! Devolvam nosso São Paulo!

Tome os remédios, faça seu check-up e Vamo São Paulo!

Saudações Tricolores!

Siga a Cardiopatia Tricolor!!!
Twitter: CardioTricolor
Facebook: /cardiopatiatricolor

Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net

Cardiopatia Tricolor: Diegos opostos, gol dado e empate na marra – São Paulo 1 x 1 Fluminense

Caros Tricolores TriMundiais!!! Comemoremos o ponto conquistado ontem, contra o Fluminense, num Morumbi novamente lotado, em jogo com mais erros que acertos. Os piores erros foram do juiz, que exagerou ao expulsar Diego Souza, do próprio Diego, que apenas levantou o cotovelo, e de Anderson Martins, que quis recuar a bola pra Sidão dando quase um peixinho. Sidão, pra mim, o menos culpado. Há tempos não tínhamos erros individuais graves, mas a força do time, da torcida e a estrela de Aguirre nos levaram ao empate.

Começamos razoável, sem Reinaldo dar a mesma amplitude de Everton e tivemos grande susto aos 11, em chute no travessão que achei que Sidão desviou levemente. A pressão na saída de bola era pouca e com a bola no pé, Shaylon e o “atacante” Reinaldo não produziam, como Rojas pela direita. A partir dos 17 criamos boas chances, em bolas paradas, Sidão deu mais um susto em saída de bola e Diego Souza ajeitou de peito pra Hudson bater mal, aos 24. A torcida estava calada, o jogo estava difícil e, aos 33, piorou, com a expulsão injusta de Diego Souza. O amarelo tava bom, mas nosso 9 não pode dar esse tipo de milho.

Com 10, ficamos sem ataque. Hudson e Liziero se mostravam bem defensivamente, mas não ofensivamente, e era com a chegada deles mais à frente que poderíamos sonhar com algo maior. Reinaldo, em falta aos 39, fez o último lance de perigo do 1º tempo. A expulsão de Diego mudou o jogo, a tensão tomou conta do Morumbi e já não éramos mais os favoritos. Na arquibancada, junto ao meu grande amigo Guille, previ: “ainda bem que o técnico deles é o Marcelo Oliveira, que não vai tentar ir pra cima”. Fui contrariado.

O Fluminense voltou com um atacante, mesmo fraco, no lugar de um volante, e foi ganhar o jogo. Aguirre, então, ligou sua estrela. Tirou Shaylon, inoperante, e colocou Trellez, aquela dose de raça a mais que é preciso jogando com 10. Pra azar de Aguirre, Trellez entrou e o gol dos caras saiu, no erro de Anderson Martins, pra mim, o grande culpado no lance.

Depois do gol, o São Paulo foi pra cima, se lançou, jogou mais pelos lados, apostando na transição rápida. Mas foi aos 19 que Aguirre mudou de esquema, realmente. Saiu Edimar e entrou Régis, voando pela direita ofensiva. Rojas foi pra esquerda, Reinaldo voltou pra lateral e Liziero avançou um pouco mais. Incrivelmente, começamos a mandar no jogo, com marcação pressão e indícios que o resultado esperado por Aguirre viria. Aos 24, Reinaldo acertou a cobrança de falta e o goleiro deles fez excelente defesa.

Mas, aos 26, não teve jeito. Anderson, de cabeça, cortou lançamento, a bola sobrou com Régis, no meio-campo, que mandou um chapéu de chaleira, avançou pela direita, perdeu a bola, ganhou de novo, e cruzou pro meio da área. Trellez, muito rápido e antecipando o zagueiro como todo 9 deve fazer, testou firme, pro chão, pro fundo do gol. 1 x 1 e Morumbi inflamado. Aos 33 e ganhando 1 ponto, Aguirre tirou Liziero, que tava morto, e colocou o garoto Luan, que de novo entrou voando. Fomos pra cima novamente, aproveitando a empolgação da torcida e o momento a favor, mas uma bola na trave de Sidão, aos 41, fez o time voltar pra Terra e perceber que o empate com 10 estava mais que bom.

Destaque positivo mais uma vez pra Aguirre e pra gana que ele conseguiu empregar nesse time, nesses jogadores. Não aceitamos mais a derrota como algo que acontece, mesmo sabendo que acontece. Mas, ontem, com 10 e um gol dado ao adversário, mostramos que estamos muito fortes. É isso até o fim do campeonato e torçamos para que Nene e Everton não fiquem de fora, ao mesmo tempo, de outro jogo.

O Flamengo ramelou, o Inter acompanhou e a diferença de 3 pontos se manteve.

Quarta é outra final, e alguém vai ter que pagar esses 2 pontos que não ganhamos ontem. Que seja o Atlético-MG. E Vamo São Paulo!!!

Fora Leco! Fora cardeais centenários interesseiros! Fora conselheiros que torcem para os rivais! Devolvam nosso São Paulo!

Procure seu cardiologista, tome seus remédios e faça seus exercícios!

Saudações Tricolores!

Siga a Cardiopatia Tricolor!!!
Twitter – CardioTricolor
Facebook – /cardiopatiatricolor

Cardiopatia Tricolor: Empate ruim e discurso inapropriado – Paraná 1 x 1 São Paulo

Caros Tricolores TriMundiais!!! O empate ontem, contra o lanterna, foi péssimo, ainda mais porque o Inter ganhou. Mas, novamente, calma. A liderança ainda é nossa e espero que time e Aguirre tragam novos aprendizados, como mais marcação pressão, mais sufoco, mais roubadas de bola no campo de ataque. parana2

O time que iniciou foi o titular, sem surpresas. Mostra a importância que Aguirre deu ao jogo. E é assim que tem que ser. Nosso gol saiu cedo, de novo, aos 5. Zagueiro vacilou, Nene roubou, Diego recuperou, avançou, devolveu pra Nene, que guardou. 1 x 0 São Paulo. Após o gol diminuímos o ritmo, mas sem recuar. O jogo ficou morno, Sidão fez boa defesa em cobrança de falta, aos 20.

Aos 35, Diego deu linda bicicleta, mas a bola saiu por cima do gol. Lance belíssimo, mas se tivesse feito o mais fácil, o placar talvez fosse 2 x 0 quando, no lance seguinte e totalmente sem querer, o Paraná empatou. 1 x 1. Sem cornetar, mas o preciosismo de Diego custou o empate. Sidão não teve culpa, mas porque ajoelhou? Talvez se ficasse de pé e esticasse os braços no reflexo, pudesse defender.

O 1º tempo ficou controlado após nosso gol e o empate saiu por acaso. Mas o que ficou pra mim foi a cumplicidade em campo. Que time! Não sei se vai ganhar, mas existe um companheirismo que não vi em nenhum outro time nos últimos 10 anos, tirando o São Paulo de Bauza, que era mais raça que treino. Vejo isso hoje, em lances pequenos, mas que demonstram entrosamento e entrega pelo objetivo comum. É um simples tocar e aparecer rapidamente pra receber de novo que não existia havia muito tempo no São Paulo.

Time voltou melhor no 2º tempo, trocando mais a bola, afundando o jogo e roubando mais bolas na frente. Liziero entrou no lugar de Hudson, que sentiu pancada na canela, e deu mais presença ofensiva. O jogo ficou equilibrado, começamos a errar muito na saída de bola e demos chances ao Paraná. Até os 30, a criação foi pouca, só chegávamos com perigo em escanteios e, de repente, o jogo virou meio pelada. Nós tentando amassar e o Paraná saindo muito forte no contra-ataque.

Aguirre demorou pra mexer, só aos 41, com Trellez e Shaylon no lugar de Nene e Rojas. Nos últimos 10 minutos tivemos uma bateria de chances perdidas: Diego não alcançou cruzamento de Everton, Liziero, Jucilei e Arboleda erraram cabeçadas, e, por fim, Trellez, teve a chance do jogo, em bola de Everton na medida que o atacante “cabeceou de ombro”. Ridículo. Mas o time buscou até o fim. Obviamente não vamos ganhar todas, mas ninguém contava com esse empate. Perdemos muitas boas chances por falta de capricho e certa confiança a mais pra deixar o lance mais rebuscado que quase sempre não dá certo. Expusemos fragilidades. Podíamos ter feito o 2, mas também tomado.

Só não gosto do papinho de “viemos com a proposta de vencer, mas temos que seguir em frente”. Não é o que a torcida quer ouvir após um empate contra o lanterna. Eu sei que esse é o discurso do jogador, mas não pode ser do clube. Na posição que estamos no campeonato, na escassez de títulos que enfrentamos, espero um discurso diferente, maior, do tipo “empatar contra o lanterna é inadmissível, ainda mais com nosso adversário mais próximo vencendo o jogo dele. Vamos ter que ganhar do Inter lá, não tem jeito”. Que assim seja. Que venha o Vozão. E não falo de meu “grande” amigo Tricolor, Ricardinho! Vamo São Paulo!

Fora Leco! Fora cardeais centenários interesseiros! Fora conselheiros que torcem para os rivais! Devolvam nosso São Paulo!

Tome seus remédios, faça seu check-up e Vamo São Paulo!

Saudações Tricolores!

Siga a Cardiopatia Tricolor!!!
Twitter – CardioTricolor
Facebook – /cardiopatiatricolor

Crédito da imagem: Rubens Chiri/saopaulofc.net

Cardiopatia Tricolor: … e ele é o Aguirre que a estrela só brilha…!!! – São Paulo 2 x 0 Chapecoense

Caros Tricolores TriMundiais!!! Que fase! Mas, agora, a boa. Líder ao fim do 1º turno e ontem, contra a Chape, num Morumbi cheio, vencemos por causa de Aguirre e seu padrão de jogo, pela posição na tabela e pela camisa. Não jogamos bem, mas o placar foi nosso, e isso que interessa neste ponto do campeonato. Já me sinto vendo as rodadas finais, quando todo jogo tem que ganhar, sem falhas. Estamos nessa há algum tempo e que assim seja até o final.

Começamos o jogo na vice-liderança e enquanto todos os secadores paravam pra nos assistir e ver nossa reação diante da perda da liderança, o placar já era nosso.

Aguirre surpreendeu, de novo, com Edimar, Everton Felipe e Shaylon de início. Bruno Alves e Jucilei não eram cotados, mas não são surpresas no time titular, e começaram no lugar de Anderson Martins e Hudson, respectivamente. Quando vi a escalação entendi o pensamento de Aguirre, mas achei muitas alterações. Mas o conhecimento do grupo, a convicção do esquema de jogo e, sem dúvida, a estrela do uruguaio, mais uma vez prevaleceram.

Logo aos 2 minutos abrimos o placar e dá-lhe Aguirre. Tabela de Everton com Edimar, que cruzou na medida, no meio da área, e Shaylon chegou voando pra completar. 1 x 0 São Paulo e sai zica, xô pressão!!

O gol cedo foi excelente, óbvio, mas não pro nosso jogo a partir dali. Desmontamos a retranca inicial da Chape, mas não dominamos o jogo. Eles tiveram mais posse, sem assustar muito, e nós também. Os contra-ataques não encaixaram. Everton começou pela direita, na de Rojas, e Everton Felipe pela esquerda. Depois inverteram. Gosto dessa variação. No final do 1º tempo, nossa segurança defensiva trouxe a Chape pro nosso campo e tivemos alguns apuros. Sidão deu susto, soltando bola no bico da área e “resolvendo” depois com os pés.

O 1º tempo acabou com Shaylon, E. Felipe, Everton e Jucilei bem, Liziero muito bem e Diego Souza mal, lento, um tanto quanto “cansado”, mesmo poupado do último jogo. Já o 2º tempo começou com uma Chape indo pra cima e um São Paulo pouco reativo. Logo aos 13, Hudson entrou no lugar de Liziero e Rojas no de E. Felipe. Rapidamente, equilibramos a posse de bola, criamos boa chance, aos 20, e Nene entrou, aos 23, a pedido da torcida, no lugar de Shaylon.

Visivelmente, o toque de bola melhorou, a Chape passou a assustar menos e a vitalidade dos novos jogadores, em especial, Hudson e Rojas, levaram mais perigo ao gol da Chape. Até que aos 37, roubada de bola, Nene deixou com Hudson, que acionou Rojas na direita e correu. A devolução do equatoriano foi na medida e o volante, de primeira, deu belo toque pro gol. 2 x 0 e jogo resolvido. De novo, as mudanças de Aguirre fizeram mais um gol. Que estrela incrível que nos enche de confiança.

Aguirre, vai que é sua. Confiamos em você. Confiamos que vai tirar o máximo desempenho dos jogadores, seja lá quais forem. O rodízio é importantíssimo, mas cada um dos 19 jogos restantes no ano também é tão importante quanto. O pensamento é abrir distância, aproveitar os próximos jogos contra times na parte de baixo da tabela e deixar quem está abaixo se matar.

Vamo São Paulo! Vamo Aguirre! A torcida tá contigo. Continue provando que você está realmente comandando este time.

Fora Leco! Fora cardeais centenários interesseiros! Fora conselheiros que torcem para os rivais! Devolvam nosso São Paulo!

Tome seus remédios, faça seu check-up e Vamo São Paulo!
Saudações Tricolores!

Siga a Cardiopatia Tricolor!!!
Twitter – CardioTricolor
Facebook – /cardiopatiatricolor

Cardiopatia Tricolor: Mesmo estilo, menos erros e vitória – Cruzeiro 0 x 2 São Paulo

Caros Tricolores TriMundiais!!! Voltamos a vencer. E do nosso jeito. Igual jogamos quinta, mas com uma atenção e companheirismo ausentes contra o Grêmio. E é esse espírito e comprometimento que jogam os erros, coletivos ou individuais, próximos de zero. Ontem foi assim e a vitória veio. Erros mais notados só de Sidão no 1º tempo, mas nada que comprometesse. Ainda bem.

Com 3 desfalques, Aguirre não inventou e optou pela segurança, com Araruna no lugar de Militão e o garoto Luan no lugar de Hudson. O trivial. O jogo começou igual, sem pressão absurda do Cruzeiro, defesa muito bem, Sidão errando reposições, bolas quebradas e saídas de gol, e nosso contra-ataque se desenhando. Rojas dava sinais de tarde inspirada, Reinaldo ia bem na frente, junto com Everton. Liziero dominante. Nenê ainda longe do que fez antes da Copa.

Após sustos de Sidão e decisões erradas na frente, o contra-ataque saiu. Reinaldo, na direita, pegou sobra da sobra de cobrança de falta espalmada por Sidão, inverteu pra Rojas, que tabelou com Everton e cruzou pra Diego vindo de frente. 1 x 0 São Paulo. Depois do gol, o Cruzeiro tentou acelerar, mas continuou sem assustar. A solidez defensiva do São Paulo vem dando muita segurança pro time e pra torcida.

O 2º tempo começou igual: casinha fechada, Cruzeiro tocando de um lado pro outro e contragolpe se encaixando de novo. Sidão pegou estranhamente chute mascado de Barcos e foi só o que eles fizeram até uns 20 minutos.

Nenê saiu, Arrascaeta perdeu gol, jovens entraram, nossa marcação começou a ser mais alta e Anderson Martins fez pênalti, aos 26. Barcos, o atacante “pirata”, mandou uma bomba no travessão. Pirataria me remete a algo falso. O falso 9! No contra-ataque, sinal que o ‘quem não faz, toma!’ daria as caras: 5 minutos depois, Bruno Alves, gigante, antecipou passe e saiu jogando. Diego fez parede pra Rojas, que saiu voando, parou, e inverteu pra Reinaldo, que voando também, ajeitou e mandou o tiro. Fábio espalmou e no rebote, Reinaldo encontrou Everton, na pequena área, que só rolou pro gol. 2 x 0.

Aí o Cruzeiro acabou e o jogo estava definido. Molecada que entrou deu uma saúde absurda num time que tem padrão e está bem encaixado. Então, é só manter e correr.

Os erros de quinta-feira não aconteceram: Sidão falhou, mas não tomou gol; Rojas marcou mais; contra-ataques saíram e não perdemos gol; seriedade na saída de bola. Aguirre tirou Nene de novo, aos 20, o que não concordo com só 1 x 0 a favor.

Liziero vem bem demais. Não tem medo de arriscar, é calmo, consciente, joga de cabeça alta e sabe exatamente seu lugar, seu espaço no campo. E ainda chutou uma bola desviada por Dedé com o braço. Pênalti claro não dado. Na Copa era VAR neles! Sem falar de Anderson Martins e Bruno Alves, precisos, sempre em cima do lance, bem demais ontem, e Everton e Reinaldo, fazendo grande dupla pela esquerda.

A maioria dizia que, se fizéssemos 5 pontos dos últimos 12, seria lucro, pois 3 jogos eram fora de casa. Mas fizemos 9, mantivemos a cola no Flamengo e ainda deixamos afastados os perseguidores secadores, mostrando para o que viemos no Brasileirão.

Agora, é Sulamericana! Mesmo time, mesmo foco, mesma determinação e, espero, mesmo Morumbi explodindo! Vamo São Paulo!!!

Fora Leco! Fora cardeais centenários interesseiros! Fora conselheiros que torcem para os rivais! Devolvam nosso São Paulo!

Tome seus remédios, faça seu check-up e Vamo São Paulo!

Saudações Tricolores!

Siga a Cardiopatia Tricolor!!!
Twitter – CardioTricolor
Facebook – /cardiopatiatricolor

cruzeiro laCrédito da Imagem: Rubens Chiri/saopaulofc.net

Cardiopatia Tricolor: Jogo dos 7 erros – Grêmio 2 x 1 São Paulo

Caros Tricolores TriMundiais!!! Ontem, perdemos o jogo e a chance da liderança, mas sem caça às bruxas. Sidão não foi bem, quando não atrapalha, não ajuda, e não passa segurança pra ninguém. E os erros, individuais e coletivos, não permitiram a vitória.

Sim, vitória, pois começamos muito bem e com 1 x 0 logo aos 3 minutos. Em rebote de falta, Everton devolveu na área, Geromel deixou passar, Arboleda dominou na linha de fundo e tocou pra Diego Souza, sozinho, completar na pequena área. Que começo!

Depois do gol, o jogo começou pra valer. O Grêmio, jogando em casa e com time muito bom, foi pra cima. O São Paulo entrou naquele modo ‘contra-ataques’ e os erros começaram a aparecer.

1º erro: Tranquilidade demais na saída de bola – Grêmio é um time que marca em cima e tem jogadores muito rápidos. Houve erros de passes na defesa até darmos o 2º gol, em erro de Militão.

2º erro: Rojas e Hudson abandonaram Militão. Resultado: 2 gols tomados naquele lado. Militão sem culpa. Até o 1º gol gremista ele tinha ganho todas. Errou no passe do 2º gol. Só isso.

3º erro: Quem não faz, toma! Diego Souza perdeu o 2 x 0, aos 45. Não chutou, demorou pra tocar pra Nene, que chutou e o zagueiro salvou na linha.

4º erro: Falta de jogadas ensaiadas em faltas – Nossos meias prendem bem a bola, sofrem faltas, mas todas são cobradas direto pra área. Pouquíssimos gols dessa forma.

5º erro: Contra-ataques não encaixaram – Na retomada de bola, na defesa ou na frente, jogadores se mostraram muito distantes uns dos outros.

6º erro: Tirar Nene – Perdendo o jogo, fica mais difícil empatar sem ele em campo, ainda mais saindo aos 33.

7º erro: Sidão – Mesmo vendo que ele não viu a bola saindo, no 1º gol, ele esticou o braço pro lugar errado. 3 chutes a gol, 2 gols. Goleiros precisam evitar gols e ele não vem fazendo isso.

Fizemos o jogo na nossa proposta, fizemos um gol cedo e tivemos jogadores pouco inspirados. Lucas Fernandes, Carneiro e Brenner entraram, mas não conseguiram mudar o panorama. Rojas e Reinaldo muito mal, Everton inoperante e Nene sem decidir.

Vamos pra próxima batalha, sem 3 titulares, e esperamos, com erros corrigidos e mais inspiração dos caras que decidem. Foi só uma derrota, o time está muito bem como há anos não víamos, temos padrão de jogo e grandes jogadores. Tô com você, Aguirre, pá cima!!!

Fora Leco! Fora cardeais centenários interesseiros! Fora conselheiros que torcem para os rivais! Devolvam nosso São Paulo!

Tome seus remédios, faça seu check-up e Vamo São Paulo!
Saudações Tricolores!

Siga a Cardiopatia Tricolor!!!
Twitter – CardioTricolor
Facebook – /cardiopatiatricolor

Crédito da imagem: Rubens Chiri/saopaulofc.com.br

gremio.jpg

Cardiopatia Tricolor: Enfim, um time. Enfim, dias de sossego – São Paulo 3 x 0 Vitória

Cardiopatia Tricolor: Enfim, um time. Enfim, dias de sossego – São Paulo 3 x 0 Vitória

Caros Tricolores TriMundiais!!! Bela vitória e grande atuação ontem. Quero falar do jogo, mesmo do jeito que foi, mas também do São Paulo pós-Aguirre. É provável que não sejamos campeões brasileiros, mas nosso ‘campo de jogo’ mudou radicalmente, após anos de times moles e frouxos, fracassos e brigas contra o rebaixamento. Essa mudança merece destaque na construção de um time vencedor. Falo mais depois.

Ontem, vi um São Paulo taticamente muito bem, emocionalmente muito forte, focado, pilhado, intenso e confiante desde o começo, o que ajuda os jogadores a crescerem tecnicamente.

Começo de jogo aberto e um Vitória sem medo até os 20, fazendo Sidão trabalhar, com sustos. Aos 21, blitz Tricolor, bola com Araruna, na direita, que acionou Nene na entrada da área. O maestro dominou, fingiu um chapéu no zagueiro que passou lotado e, com precisão, bateu de curva, cobrindo o goleiro, no ângulo. Golaço e 1 x 0.

O Vitória não se retraiu, nem o São Paulo recuou. Aos 34, enrosco de Nene e Yago, que foi expulso. Na arquibancada, não vi nada demais. Nem na TV. Depois disso, o jogo acabou. O Vitória se perdeu totalmente e logo saiu o 2º gol. Contra-ataque, Nene pra Everton, que tentou cruzar. A bola voltou pra ele, que pensou rápido e encontrou Nene livre, na marca do pênalti, que executou. 2 x 0 Tricolor.

O 1º tempo acabou, mas já podia ter acabado o jogo. Começava um treino de luxo. Aos 8 do 2º tempo, o 3º. Lucas cruzou, a bola desviou e caiu pra Everton, que de primeira, fuzilou. 3 x 0 e a pá de cal. O time não parou, não ficou de olé, de firula. Continuou sério, intenso, sem fraquejar. Chegamos outras vezes, mas, como mencionei, não dá pra analisar nada após o combo expulsão/2º gol. Vitória importante, convincente, que empolga o torcedor.

Mas quero falar mesmo é do São Paulo de Aguirre. Em pouco mais de 3 meses, 19 jogos, 8 vitórias, 7 empates e 4 derrotas (nenhuma no Morumbi), e o uruguaio parece estar conseguindo fazer algo que eu e muitos cobravam: separar campo do clube.

Cobrava, pois, mesmo nos fracassos dos últimos anos, sempre tivemos bons jogadores, mas nunca um time. Todos culpavam a diretoria. Que tem a maior parcela de culpa, sem dúvida. Mas nos jogos não víamos evolução. Não víamos treino. Nem com Doriva, nem Ricardo Gomes, nem Rogério ou Dorival. E eu não conseguia entender isso.

Pode ser só uma fase boa, mas prefiro ver os méritos dos envolvidos. Aguirre, desde que chegou, deu outro espírito ao time. A moleza e a indiferença saíram. Entraram vontade de vencer, intensidade, cobrança e companheirismo. A diferença do time de Dorival para o de Aguirre é abissal.

Aguirre testou, mudou, errou e achou um esquema de jogo. Ganhou um baita jogador – Everton -, conquistou Nene e, junto com Raí, Lugano e Ricardo Rocha, manteve e recuperou Diego Souza, que estava com um pé fora. E o esquema de Aguirre depende desse trio de frente, que se mostra entrosado, unido e, o principal, jogando futebol. Como é bom ter cara que sabe jogar bola no seu time. Correr, ocupar espaço, dar carrinho, bater a cabeça na trave é essencial, mas bola ainda ganha os jogos.

Parabéns Aguirre, jogadores, comissão e diretores de futebol!!! Não sei se ganharemos ou não, se teremos mais humilhações ou não. Mas vocês conseguiram dissociar o campo do clube. Que dádiva. Que continuem assim. Se não estamos no nível de ganhar no Parque Antártica da SEP, já demos um grande passo batendo o Atlético-PR lá. Aliás, só perdemos pro SCCP porque o esporte em questão é o futebol.

Time vencedor, protagonista e, no mínimo, competitivo, se constrói assim, num passo de cada de vez. Avante, meu Tricolor!!!

Fora Leco! Fora cardeais centenários interesseiros! Fora conselheiros que torcem para os rivais! Devolvam nosso São Paulo!

Aproveite a Copa para se exercitar, vá ao cardiologista e prepare-se, pois nossa Seleção volta a campo dia 18/07. Vamo São Paulo!

Saudações Tricolores!

Siga a Cardiopatia Tricolor!!!

Twitter – CardioTricolor
Facebook – /cardiopatiatricolor

vitoria

Cardiopatia Tricolor: Tabu é o c@%@#&*!! Avante, meu Tricolor! – Atlético PR 0 x 1 São Paulo

atletico-prCaros Tricolores TriMundiais!!! O jogo contra o Atlético-PR demonstrou que podemos brigar em cima no Brasileirão 2018, mas mostrou também nossa dependência de Nene, o que força a diretoria (que não estará 100% focada no São Paulo durante a Copa) a achar alguém no mercado com características e futebol semelhantes ao do maestro Tricolor. Como parece que no banco ninguém se prontifica a atuar como ele, o negócio é contratar ou arriscar alguém da base, como Igor Gomes. Prefiro a 1ª opção, mas ficar sem Nene, ou semelhante, não dá pra esse time de Aguirre.

Gostei bastante do São Paulo. Vi um time inteligente, sabendo jogar o jogo que se apresentou, defendendo com boa margem de segurança quando os caras estavam melhores, saindo bem no contra-ataque, prendendo a bola na frente, alternando a marcação pressão com marcação atrás da linha da bola e jogando como um time, com intensidade, ligado, com atitude e o padrão de jogo Aguirre. Se for sempre assim, será difícil ganharem da gente.

Aguirre começou com Araruna como 3º homem de meio-campo, pela direita, como foi contra o América-MG, Anderson e Bruno na zaga e Hudson de volta a volância.

O Atlético começou em cima, mas acalmamos o jogo e, após grande defesa de Sidão, aos 16, alugamos o campo dos caras por quase 10 minutos, mas sem chutes a gol. A torcida deles passou a jogar a nosso favor, cobrando, reclamando e gritando contra time e técnico, e, aos poucos, começamos a aproveitar isso. Nosso melhor lance do 1º tempo foi em chute de Everton após puxada de contra-ataque de Araruna.

Foi equilibrado o 1º tempo, mas controlamos as ações. Sidão assustou em defesa estranha rebatendo a bola pro meio da área. Ele não passa confiança. Ficamos mais com a bola e arriscamos marcar alto em alguns momentos, mesmo sabendo que o Atlético-PR joga pra isso.

Sem alterações, o 2º tempo começou parecido com o 1º, e nossos contra-ataques ativos. Diego quase fez de cabeça, aos 5, em lançamento de Nene, que também levou perigo em chute sem-pulo, aos 8. Aos 11, chute pra fora de Jucilei e mostrávamos que queríamos ganhar.

A pressão deu resultado. Apertamos a marcação, forçamos o erro e roubamos a bola. Everton sofreu pênalti e Nene, batendo do mesmo jeito pela 3ª vez seguida (América-MG, Botafogo e Atlético-PR), guardou. 1 x 0 São Paulo. Mas bateu mal, fraco, não tão no canto e por pouco o goleiro não pegou. Precisa mudar esse jeito aí, Nene, senão o próximo vão pegar!!!

Depois do gol, cozinhamos o jogo, especulamos os contra-ataques e jogamos com a torcida deles ao nosso lado. O Atlético ficou nervoso, se perdeu, a administramos bem a vantagem até o fim.

Gostei demais de Araruna que, mesmo fora de sua função, jogou com personalidade, sem medo, protegendo bem a bola, buscando o espaço vazio e dando continuidade aos lances, fatores muito importantes em um jogo difícil fora de casa. Hudson é outro que foi bem, incansável, desarmando muito, aparecendo na frente e dando muito mais dinâmica ao time, tomando a bola na intermediária defensiva e saindo rápido no contra-ataque. Sem contar o trio de ataque, muito bem novamente, com destaque para Nene, claro.

Acabamos com o tabu frente ao vice do nosso Tri da Libertadores e, após muita lamentação e anos péssimos, vejo “nossa” ordem natural das coisas voltando ao normal. Temos um time, temos alguns bons jogadores e estamos na parte de cima da tabela.

Só não quero para esse meio de ano as mesmas peripécias de Leco e sua trupe em anos anteriores, onde o time (e elenco) de Julho era 80% diferente do de Abril.

Agora, é vencer o Vitória no Morumbi e passar a Copa no G4, vislumbrando algo de bom em Dezembro.

Vamo São Paulo!!! Leco, vê se vai viajar e fica fora do Morumbi. Sem desmanche!!!

Faça seu exercício, tome seus remédios do coração e Vamo São Paulo!

Saudações Tricolores!

Siga a Cardiopatia Tricolor!!!

Twitter – CardioTricolor
Facebook – /cardiopatiatricolor

Crédito da imagem: Rubens Chiri/saopaulofc.net

Cardiopatia Tricolor: Nene + 10. Mas será que é só? – São Paulo 0 x 0 Internacional

Caros Tricolores TriMundiais!!! O São Paulo fez um jogo horroroso, muito ruim, ontem, contra o Inter, pela 10ª rodada do Brasileirão 2018. Nada que aconteceu durante os 90 minutos indicou que ganharíamos o jogo, até porque fizemos muito pouco, pra não falar que não fizemos nada. Os vários desfalques mostraram uma limitação grande de nosso elenco, algo de certa forma preocupante pra continuidade do campeonato e manutenção na parte de cima da tabela.

Aguirre iniciou com um time diferente do imaginado pela imprensa. Arboleda entrou no lugar de Bruno Alves, suspenso. Jucilei saiu do time e o meio-campo foi formado por Petros, Liziero e Lucas Fernandes. Na frente, Diego no comando, Everton, que começou na direita e depois fo pra esquerda, e ele, Trellez, que fez a inversão com Everton. Quando vi a escalação e a disposição dos jogadores em campo, até entendi a ideia de Aguirre, mas, de longe, essa ideia não funcionou.

Até os 25 minutos, jogo péssimo, um perde-ganha tremendo, muito erro de passe, pouca movimentação ofensiva e só 1 chute do São Paulo no gol, de Liziero aos 5, e uma defesa insegura. Arboleda errou recuo para Sidão, que teve que driblar e sair jogando. Muito perigo. Sidão, levemente vaiado desde o início do jogo, fez participou de outro lance bizarro, aos 27, em cruzamento da esquerda, e quase entregou. Não conseguiu encaixar, deu uma ‘manchete’ na bola e saiu jogando com os pés. Jogada que reflete falta de confiança e medo demais de errar. O melhor lance Tricolor no 1º tempo foi com Reinaldo, que soltou a perna de longe, no ângulo, mas Danilo fez grande defesa.

1º tempo muito ruim. O melhor do São Paulo nas últimas vitórias foi a marcação em cima, a roubada de bola mais perto do gol adversário e saída rápida no contra-ataque e nada disso foi visto. A marcação alta mesmo aconteceu só do meio do 1º tempo até uns 37, mas nada aconteceu.

Sem Jucilei pra roubar a bola e sem Nene pra acelerar o jogo com qualidade, nosso ataque foi inofensivo. Lucas não conseguiu fazer a de Nene, não se desmarcava pra tentar a puxada rápida e Trellez, como de costume, não conseguiu dar continuidade em uma jogada. Diego, órfão de bons passes, nada fez. Liziero, claramente orientado a não avançar tanto, não conseguiu ajudar no ataque.

Após o intervalo o mais incrível é que nosso 2º tempo conseguiu ser pior do que o 1º. Ó time até começou correndo mais, mostrando mais ímpeto de ataque, e o único lance de perigo real ao gol do Inter aconteceu logo aos 5, em cruzamento de Reinaldo que Lucas pegou de primeira, mas pro meio do gol, e Danilo fez outra boa defesa. Depois disso, não fizemos mais nada e o Inter foi muito mais presente no nosso campo, criando os lances mais perigosos até o fim.

Anderson Martins quase entregou quando deu recuo curto de cabeça pra Sidão, que fez boa defesa. Petros melhorou defensivamente e apareceu no jogo. Militão e Reinaldo não foram à linha de fundo, só no desespero final. Everton correu muito, tentou fazer as jogadas, mas sozinho não produziu. Lucas ainda tímido para ser protagonista.

Shaylon, Araruna e Paulinho Boia entraram no 2º tempo, mas não conseguiram mudar o panorama do jogo. Araruna foi quem mais buscou a frente e Paulinho errou praticamente tudo que tentou pela direita.

Um jogo para Aguirre rever várias vezes, analisar, repensar alguns conceitos e conversar, bastante, com os reservas.

Além de conversar, vai precisar treinar mais e motivar mais os jogadores que ficam no banco, pois num campeonato longo como o Brasileirão, não ter mais que 11 significa ter ambições menores.

Mesmo assim, outro possível grande passo na construção de um bom time pode ser dado no próximo sábado, quando visitamos um dos adversários que temos pior retrospecto nos últimos.

IMG_2562.JPGFora Leco! Fora Leco! Fora cardeais centenários interesseiros! Fora conselheiros que torcem para os rivais! Devolvam nosso São Paulo!

Faça seu exercício, tome seus remédios do coração e Vamo São Paulo!

Saudações Tricolores!

Siga a Cardiopatia Tricolor!!!

Twitter – CardioTricolor
Facebook – /cardiopatiatricolor

Cardiopatia Tricolor: Jogo na mão, mas de novo ressuscitamos um morto – SEP 3 x 1 São Paulo

Caros Tricolores TriMundiais!!! Sair sem derrota do campo dos caras era totalmente possível e foi muito provável até os 9 minutos do 2º tempo, quando, num jogo parelho e sem sustos, até então, o São Paulo tomou o 1º gol, no mínimo, duvidoso. Estávamos à frente no placar, Sidão não havia trabalhado, mas paramos de alternar a marcação em cima com uma postura de marcar meio-campo, Hudson saiu pra entrar Petros e, de repente, parece que tudo desandou. Até que, após um 2º gol claramente irregular da SEP, a chance de derrota se aproximou dos 100%.

Perdemos, mas não deve haver caça às bruxas. Somente apontamentos do que não funcionou. Vi uma derrota por circunstâncias do jogo, mas também vi um trabalho que está sendo feito.

Aguirre decidiu, de novo, jogar fora de casa com 2 volantes, mas com Marcos Guilherme e Everton em campo, pensando na recomposição que fazem pra não perder o meio-campo, que tinha, teoricamente, 4 nossos e 3 deles, tirando Nene da conta.

A SEP começou com mais pilha e tivemos lances ruins na defesa por estarmos tranquilo demais. Até os 10, jogo brigado, uma cabeçada de Diego Souza pra fora em cobrança de falta e desespero com chutões quando a bola era nossa na defesa. Hudson mostrava vontade demais e tivemos amarelo para Anderson e Militão em 15 minutos.

O jogo se equilibrou e o São Paulo começou a ensaiar os contra-ataques que marcaram as últimas vitórias. Jogo quente, divididas fortes, nenhuma chance de gol. Aos 26, Sidão foi líbero e salvou boa tentativa da SEP em chutão de Jaílson depois de escanteio nosso, mostrando uma defesa com buracos e um Sidão com ótima leitura de jogo.

O São Paulo saía mais pro jogo e, aos 29, em cobrança de lateral, saímos na frente. Reinaldo mandou seu balaço pra parede de Diego Souza. A bola passou, sobrou pra Edu Dracena, que recou de cabeça pra Jaílson. Mas o recuo foi curto e o incansável foguete Marcos Guilherme chegou pra dividir com o goleiro. O atacante nem precisou tocar na bola pra ela entrar. 1 x 0 São Paulo.

O gol, dado do jeito que foi, me fez pensar que, finalmente, ganhamos um gol em clássicos. Não demos. Não erramos e eles erraram. Houve um gol dado em clássicos e não foi nós que oferecemos. Parece que a tal fase influencia até nesses lances. Mas também mostra um time ligado, um Marcos Guilherme ligado mostrando que merece ficar. Porque se gastaram sei lá quantos milhões com Trellez e Jean, deve ser possível um esforço maior pela permanência dele.

Um chute de Reinaldo defendido, aos 33, e outro de Marcos Guilherme, aos 35, pra fora, foi o que fizemos até o fim do 1º tempo, onde todo o psicológico contra que vinha das partidas anteriores não atuou, pelo contrário, os jogadores mostraram muita confiança, principalmente após o gol, uma postura que vi nas vitórias anteriores quando também saímos na frente e acabamos com a vitória. Nem toda a pressão deles na arbitragem após falta de Anderson Martins onde se discute uma expulsão, já que ele já tinha amarelo, mudou a cabeça do time.

O 1º tempo acabou e vi um time muito bem postado em todas as fases do jogo. Subiu a marcação, marcou mais atrás, tentou tocar a bola e esticar o jogo nos momentos certos. Mais certos que errados. Jogo brigado, picado, falado, como se joga um clássico. Time começou devagar, mas se ligou rápido, e incrível como confiança é importante no futebol. Do nada jogadores passam a tomar as melhores decisões. Destaque para Everton, Jucilei e Marcos Guilherme no 1º tempo.

O 2º tempo trouxe Petros no lugar de Hudson e os amarelados em campo. Aguirre já fez substituições por amarelos antes. Aos 7, defesa mal posicionada de novo após escanteio nosso e outro chutão quase resultou em lance bom pros caras. Aos 9, Reinaldo perdeu a passada e permitiu cruzamento. Sidão rebateu mal pro meio da área e Willian tocou pro gol vazio. Dudu, em posição bem duvidosa, participa do lance, confunde o bandeira, que chama o juiz, que confirma o gol. 1 x 1. Nem a dúvida isenta, na minha opinião, a falha de Sidão.

O jogo nervoso até os 20 e o São Paulo pareceu não ter sentido o gol. Diego tomava faltas e segurava bem a bola na frente, tentando dar tempo pro time sair. Mas a pressão deles aumentou e fomos dominados nas laterais. Até que 10 minutos depois tomamos o 2º gol. Em bola dividida, Willian, totalmente impedido, marcou.

De repente, o São Paulo foi mais à frente. Mas saiu desorganizado, desesperado e, pouco tempo depois, com a defesa alta, tomou mais um gol, dessa vez, de contra-ataque. Tínhamos 4 contra 2, mas o posicionamento errado facilitou. O time ensaiou vários contra-ataques, eles não saíram e tomamos o 3º gol. A partir daí tivemos um domínio maior das ações, as alterações até deram algum efeito, mas o estrago já estava feito.

Parece que a saída de Hudson destruiu o posicionamento defensivo do time, pois Petros não foi visto nem na defesa nem no ataque. Mas não dá pra cravar que essa foi a causa da derrota. O time pareceu não ter sentido o 1º gol, mas não fez nada depois disso. Aí, com o tempo e os gols sofridos, parece ter sentido o psicológico novamente. Mas como pode isso, se poucos dos nossos jogadores de hoje participaram das derrotas anteriores? Não consigo entender.

Saímos à frente no placar, demoramos pra matar o jogo, paramos de marcar em cima e perdemos o jogo. Demos o 1º chute a gol no 2º tempo somente aos 41, com o garoto Paulinho Boia. Pouco, muito pouco. Ponho a derrota na conta de Sidão, muito mal, também no 3º gol; à saída de Hudson e tomar 2 gols em 3 minutos. Tomamos 5 nos 2 últimos jogos.

Não estou, nem quero, apontar culpados (tirando Presidência e Diretoria), pois vejo uma separação de campo e clube, uma continuidade de trabalho e tenho esperança com o que vi nos últimos jogos. Prefiro pensar que vencer a SEP é só mais um passo, um grande passo, para a formação de um time forte e competitivo até dezembro. Eu ainda acredito no trabalho que vem sendo feito, por isso, na próxima terça, estarei no Morumbi para apoiar o São Paulo em busca de mais uma vitória.

Fora Leco! Fora Leco! Fora cardeais centenários interesseiros! Fora conselheiros que torcem para os rivais! Devolvam nosso São Paulo!

Faça seu exercício, tome seus remédios do coração e Vamo São Paulo!

Saudações Tricolores!

Siga a Cardiopatia Tricolor!!!
Twitter – CardioTricolor
Facebook – /cardiopatiatricolor

Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net7197_crop_galeria