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CASO DANI ALVES: São Paulo peca em transparência, é rejeitado por parceiros e luta para não atrasar direitos de imagens

Por: Igor Souza

Poucos torcedores não conhecem como sucedeu a compra do argentino Centurión. Contratado pelo clube em fevereiro de 2015, o São Paulo contou com Vinicius Pinotti, até então sócio do clube, para viabilizar a vinda deste jogador, emprestando algo em torno de R$13 milhões. No entanto, a transparência do caso Centurion está passando longe quando o assunto é o lateral-direito, recém contratado, Dani Alves. Por que o caso Daniel Alves levanta tantas dúvidas nas questões salariais?

Antes de trazer o atleta, o São Paulo Futebol Clube buscava dois patrocinadores para ajudar o clube no pagamento salarial do jogador, entre eles estavam o Banco Inter, MRV e a empresa Adidas, que patrocina o jogador. Porém, como informou a mídia esportiva nos últimos dias, o São Paulo não conseguiu nenhum “apoiador” e terá que arcar com o salário integral do seu novo camisa, algo em torno de R$1,3 milhões.

A maior dúvida entre tudo isso é se a contratação do Daniel Alves contava ou não com parceiros para ser concretizada e quais eram as opções da diretoria se isso não ocorresse. Investir no marketing? Bilheteria? Sócios? Qual seria o desfecho se as coisas não saíssem como o esperado. A grande festa para o atleta gerou custos ao São Paulo e o clube cobrou R$5 de cada torcedor para cobrir as despesas. Mas a primeira aparência deixou uma incógnita: Se o clube faz uma apresentação e conta com parceiros, cadê esses caras para divulgarem suas marcas?

Fato é que, como dizemos no primeiro parágrafo, o São Paulo contou com um sócio e torcedor do clube para trazer o Centurión. O Tricolor tem dívida com Vinicius Pinotti até o fim de 2021. No entanto, a transparência nas informações foi fundamental para o entendimento da torcida, os valores da negociação, a forma de se portar e como iria ocorrer o pagamento. A situação Daniel Alves geram muitas dúvidas.

Como sair desta situação em meio as dívidas com empréstimos e atrasos nos direitos de imagem de 3 há 6 meses para alguns jogadores. Os direitos foram pagos em agosto, mas isso poucas vezes aconteceu no clube e há chances de o São Paulo voltar para este capítulo. O marketing esportivo do clube tem peso em não conseguir usar o jogador e a sua imagem; temos dentro do nosso elenco o maior vencedor da história do futebol – o cara ultrapassou o Pelé. O São Paulo e o seu marketing precisam jogar limpo com os seus torcedores para que todos possam entender o que está ocorrendo. Nós, jornalistas, somos apenas porta-vozes e iremos trazer muitas matérias especiais sobre isso.

SPFC.Net

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