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Análise: boas atuações em tropeços servem de apoio ao São Paulo na busca pela retomada da liderança

Melhor contra Flu e Atlético-MG, Tricolor só empatou e perdeu por conta de gols contra

Dois gols contra foram fundamentais para tirar o São Paulo da liderança do Campeonato Brasileiro. E isso pode até ser considerado um bom sinal. Afinal, tanto no empate com o Fluminense, por 1 a 1, como na derrota para o Atlético-MG, por 1 a 0, o Tricolor apresentou disposição e postura de líder.


A leitura positiva já foi feita por Diego Aguirre. Especialmente sobre atuação contra o Atlético-MG: o técnico acredita que se o time mantiver esse mesmo nível vai chegar longe no Brasileirão. O maior desafio, agora, é não deixar que a saída da liderança abale psicologicamente o elenco.

O fato de ter empatado com o Fluminense em um jogo que teve uma polêmica expulsão de Diego Souza e perdido do Atlético-MG com um lance questionável de pênalti não marcado para o Tricolor serve de apoio nesse primeiro momento. Mas não pode virar muleta.

Até porque o cenário ainda é favorável. Não só por estar empatado em pontos com o líder Inter e perder apenas no saldo de gols, mas também pela agenda na próxima rodada. Enquanto o Tricolor recebe o Bahia, no Morumbi, sábado, o Colorado faz clássico com o Grêmio, no domingo.

Os dois últimos jogos mostraram que o São Paulo tem repertório para suprir as ausências dos seus principais jogadores: Nenê, Everton e Diego Souza. Mas o time precisa voltar a matar o jogo quando estiver bem na partida. Algo que não aconteceu contra Fluminense e Atlético-MG.

Contra o Bahia, no próximo sábado, Aguirre vive a expectativa de poder escalar novamente Everton, que se recupera de problema na coxa esquerda. Além disso, o técnico terá Diego Souza de volta. Por outro lado, Reinaldo, dentre os principais jogadores, será desfalque.

Com mais concorrentes chegando perto na tabela, como o rival Palmeiras, por exemplo, que está a apenas três pontos do São Paulo, o São Paulo precisa reativar o modo vitória rapidamente.

A comissão técnica e a diretoria sabiam que seria complicado manter a liderança sem o Tricolor ser incomodado. Até por isso o discurso sempre foi “pés no chão”. No entanto, pelo jeito, a confiança segue em alta no elenco, que agora precisa transformar a indignação em gols.

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