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Marcar gols no início das partidas vira especialidade no Tricolor

Líder do Campeonato Brasileiro, com 42 pontos, o São Paulo se tornou o time a ser batido pelos adversários na competição. Assim, é natural que o Tricolor passe a enfrentar adversários bem postados defensivamente e fortes retrancas.

Uma das armas do Tricolor para superar essa dificuldade é a eficiência. O São Paulo é o segundo no ranking dos que precisam de menos chutes para balançar as redes. Outro ponto que ajuda a equipe de Aguirre, é a tática de marcar um gol logo no início das partidas, obrigando os adversários a concederem mais espaços, deixando assim, o Tricolor mais confortável durante as partdas.

Neste Brasileirão, só o Atlético-MG foi às redes mais vezes que o São Paulo (36 a 33). E nas últimas seis rodadas, por exemplo, quatro gols foram anotados antes dos oito minutos de partida.

Ao todo, o Tricolor marcou, em 13 jogos, 14 gols antes dos 30 minutos do primeiro tempo. Desde a partida contra o Grêmio, pela 15ª rodada, nenhum adversário conseguiu segurar o ataque tricolor além desse período.

Desses 13 confrontos citados, sete terminaram com vitória são-paulina. Ainda houveram quatro empates e apenas duas derrotas.

Contra o Ceará, no próximo domingo, às 11 horas, o São Paulo espera encarar uma nova retranca. No entanto, os jogadores do Tricolor confiam na blitz ofensiva da equipe.

“No Morumbi, a maioria dos times vão vir fechados, para tentar uma bola parada, um contra-ataque. Temos trabalhado em cima disso, em como furar as linhas defensivas para fazer os gols”, explicou Sidão.

“Estamos cientes de que não tem jogo fácil. Os times têm qualidade, mas na nossa casa a gente precisa impor o ritmo. Uma coisa boa é que temos conseguido fazer gol bem rápido. Isso tem nos favorecido”, completou o goleiro.

Já Reinaldo, aproveitou para lembrar as lições que o time colheu na eliminação para o Colón. Na ocasião, o São Paulo saiu derrotado no Morumbi por 1 a 0 depois de esbarrar na forte marcação dos argentinos e conseguiu uma vitória por 1 a 0 fora de casa após novamente ter de martelar contra o sistema defensivo do adversário (o Colón avançou nos pênaltis).

“É jogo que eles vêm fechado (contra o Ceará), mas nossa equipe já teve essa experiência na Copa Sul-americana. Vamos trabalhar nesses dois dias e ver o que o professor pode passar para a gente furar essa retranca”, disse o lateral.

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