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Por retorno às glórias, Milan repete estratégia bem-sucedida no São Paulo

​Segundo maior campeão da Liga dos Campeões, atrás apenas do Real Madrid, o Milan tem seu lugar garantido no hall de gigantes do futebol mundial. Contudo, devido à uma sequência de gestões ruins, endividamento e más administrações, o clube sucumbiu à Juventus, nova grande potência em território italiano.

Tentando ressurgir e retornar aos tempos gloriosos, a equipe rubro-negra está repetindo a estratégia adotada pelo São Paulo nesta temporada: repatriação de ídolos históricos do clube, para ocupar cargos importantes de gestão.

Lugano, Ricardo Rocha e Raí trabalham juntos no São Paulo

​​Como compara o ​UOL Esportes, em 2017, o Tricolor Paulista acertou a contratação de Raí, para ocupar o cargo de diretor executivo, e de Ricardo Rocha, escolhido como coordenador técnico do clube. O último ídolo a ser repatriado foi Diego Lugano, apontado superintendente de relações internacionais do São Paulo.

O mesmo processo vive o Milan. Sem conquistar o principal título nacional desde 2010/11, o clube italiano busca sua ‘reconstrução’ apoiado em grandes ídolos: Gennaro Gattuso como treinador; o brasileiro  Leonardo, anunciado em julho como diretor esportivo; e Paolo Maldini, escolhido no último domingo (5) para o cargo de diretor de desenvolvimento e estratégia esportiva.

Gattuso e Maldini (ambos à esquerda) atuaram juntos com a camisa do Milan

O processo semelhante entre Milan e São Paulo pode ganhar ainda mais um denominador comum: Kaká, ídolo nas duas equipes, já foi consultado pelos dois clubes para cargos de gestão.

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