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Veja o que o Tricolor pode perder sem Militão

O São Paulo vendeu Éder Militão ao Porto por 7 milhões de euros (R$ 30,3 milhões na cotação atual). O jogador ainda poderá defender a equipe pelos próximos quatro jogos, Grêmio, previsto para esta quinta-feira, às 19h30 (de Brasília), Cruzeiro (29/07), Colón-ARG (02/08) e Vasco (05/08).

Mas o que o Tricolor perde sem o jogador?

Zagueiro e volante nos tempos da base, Militão se destacou atuando como lateral direito no profissional. O primeiro a testá-lo na função foi Rogério Ceni, na temporada passada. Mas foi com Dorival que ele se estabeleceu na função. Dorival entendeu que Militão levava mais segurança ao setor, graças a seu poder de marcação. Alto e veloz, Militão consegue fazer frente aos velocistas adversários. O jogador é o segundo colocado da equipe em desarmes no Brasileirão, com 33 roubadas de bola.

A sua altura além de ajudar na bola área defensiva, ajuda também no ataque; Militão usou a cabeça para marcar três de seus quatro gols com a camisa tricolor. O lateral também tem qualidade com os pés e é o segundo melhor do Tricolor no Campeonato Brasileiro em número de passes certos: são 343.

Já prevendo a saída do lateral, o São Paulo trouxe Bruno Peres, da Roma, que ficará emprestado até o final de 2019. Diferentemente de Militão, o jogador ficou mais conhecido por sua ofensividade.

Militão disputou 54 jogos no profissional do São Paulo, com 25 vitórias, 14 empates e 15 derrotas. O lateral balançou as redes em quatro oportunidades e deu duas assistências.

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