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Cardiopatia Tricolor: Rodada boa e um São Paulo melhor ainda – São Paulo 3 x 2 Botafogo

Caros Tricolores TriMundiais!!! Demorou, mas chegou. Voltamos a liderar o Brasileirão, mesmo que por poucas horas, após 3 anos. Hoje, o São Paulo é vice-líder, mas, mais do que isso, temos que comemorar o desempenho que o time vem tendo. Jogando como um time. Mostrando que aproveita os treinos, que treina. Apresentando um padrão de jogo, mesmo que esse padrão seja jogar no contra-ataque. Mas não tá ficando mais afundado no campo de defesa, esperando o adversário, marcando atrás da linha da bola. Aguirre vem evoluindo muito bem o time.

Vi algo comum nas últimas 3 rodadas. O time começou os jogos marcando em cima a saída de bola adversária e conseguiu fazer o gol. Mas não parou, não recuou, continuou pressionando, jogando com mais confiança e, desse jeito, encaixando contragolpes com alto teor de letalidade.

Contra o Santos não foi tão assim, passamos sufoco no fim. Maior do que o sufoco que passamos contra o Botafogo. Jogo esse contra os cariocas que considerei excelente, o São Paulo jogando com intensidade, com vontade de vencer e de marcar gols, não só um gol.

E olha que saímos perdendo. Mas antes, Nene carimbou o travessão de Jeferson em boa jogada com Edimar e o jogo ficou um longo tempo parado para atendimento médico e saída de ambulância de João Pedro, em trombada com Anderson Martins.

Aos 15, o gol do Botafogo, onde o sistema defensivo ficou olhando demais, marcando longe e deixando o Botafogo trocar passes até o chute de Léo Valencia. 1 x 0 Botafogo.

Mas o São Paulo continuou, com mais vontade e mais jogadores no ataque. E 2 minutos após o gol, o juiz marcou pênalti em Everton, que lá da arquibancada deu pra ver que não foi. Nene bateu mal demais e Jefferson aceitou. 1 x 1.

O São Paulo continuou muito bem e 10 minutos depois virou o placar. Marcos Guilherme, que vai fazer uma falta do inferno, chegou no fundo e cruzou bola venenosa que passou por Jefferson e encontrou o peito de Diego Souza. 2 x 1 Tricolor e o São Paulo sem deixar o Botafogo jogar.

Aos 49, após os 7 minutos de acréscimo do juiz, contra-ataque fatal. O onipresente Jucilei interceptou passe no meio-campo e a bola ficou pra Nene, que deixou de calcanhar de novo pra Jucilei, que acionou Diego no comando. Ele avançou, esperou a passagem de Everton pela esquerda e tocou na medida. Everton só ajeitou a bola e soltou a canhota, cruzado, sem chances pra Jeferson. 3 x 1, gol importantíssimo, fim do 1º tempo e jogo quase definido.

Todo mundo foi bem na etapa inicial, até mesmo os que entraram, como Petros, Edimar, Régis e Anderson Martins. O time foi pura intensidade, pura sede de vitória, jogando com entrega e parceria. Grande 1º tempo do São Paulo.

No 2º tempo, em menos de 10 minutos, puxamos mais 2 contra-ataques muito rápidos e bem armados, mas Everton bateu fraco pra defesa de Jefferson e Marcos Guilherme errou feio tentativa de cobertura no goleiro botafoguense. Aos 12 Nene bateu falta pra outra defesa de Jefferson e, aos 22, Diego Souza cabeceou cobrança de escanteio de Nene para outra defesa do goleiro do Botafogo, essa bem difícil, realmente evitando um gol certo.

Com 18 minutos, Aguirre começou a mexer no time, com certeza pensando no clássico de sábado. Shaylon no lugar de Nene, Liziero no lugar de Diego e Valdívia no lugar de Everton. Dos 3, Liziero foi o melhor, Valdívia o pior, e o Botafogo saiu pro jogo, até descontar, aos 37, com gol de cabeça de Pimpão. Um gol igual ao que tomamos contra o Atlético-MG, no 1º pau e o desvio pro gol.

Trocar o trio ofensivo fez a bola não ficar mais no campo de ataque. Ela só batia e voltava. Valdívia só fez coisa errada e passamos um leve sufoco até o fim do jogo.

Mas o que ficou foi a intensidade até fazer os 3 gols, o companheirismo dentro de campo, as triangulações pela direita e pela esquerda, a velocidade e o jogo com uma equipe. Uma partida que encheu a torcida de esperança e dá confiança aos jogadores pro clássico. Porque aí sim, se bater no Palmeiras lá, a sequência do campeonato começa a ser mais promissora.

Parabéns Aguirre, que conseguiu arrumar em campo um catado de jogadores, e parabéns jogadores, que parecem estarem convencidos de como deve ser jogado todo e cada jogo com a camisa tricolor. Vamo São Paulo, ilude que nóis gosta!

Tricolores, desculpem a demora, a comemoração de quarta aproveitou o feriado e se estendeu. Saúde!!

Fora Leco! Fora Leco! Fora cardeais centenários interesseiros! Fora conselheiros que torcem para os rivais! Devolvam nosso São Paulo!

Faça seu exercício, tome seus remédios do coração e Vamo São Paulo!

Saudações Tricolores!

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