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Confira como estão as negociações no São Paulo por Marcos Guilherme e Éder Militão

Fonte: Globo Esporte

Marcos Guilherme não deve continuar no São Paulo. E Éder Militão mantém jogo duro na conversa com o Tricolor para renovação de contrato. A diretoria são-paulina está bem pessimista em relação ao atacante e segue com (pouca) esperança na negociação com o lateral-direito.

 

Emprestado ao São Paulo pelo Atlético-PR até o fim de junho, Marcos Guilherme tem moral com a comissão técnica e a diretoria, mas o alto preço pedido pelo Furacão por 50% dos direitos do atleta complicou a negociação: 3 milhões de euros (mais de R$ 13 milhões).

Recentemente, o Atlético-PR negou uma oferta de 2 milhões de euros (mais de R$ 8 milhões) feita pelo São Paulo. O Tricolor não vai passar desse valor, apesar de considerar Marcos Guilherme um jogador importante e talentoso, por considerar a pedida do time paranaense fora da realidade.

Com relação a Éder Militão, o São Paulo vive também uma situação complicada. O lateral, formado nas categorias de base do Tricolor, tem contrato até janeiro de 2019. Após meses de conversas, o São Paulo considera que chegou a uma proposta “grandiosa”: R$ 15 milhões por três anos.

Os valores foram divulgados recentemente pelo Lance! e confirmados pelo GloboEsporte.com. O estafe do jogador, porém, sequer respondeu ao São Paulo sobre a oferta. Há diversor rumores de que alguns clubes europeus estão de olho no lateral-direito/zagueiro.

Nos bastidores, o Tricolor está incomodado com o estafe de Éder Militão, mas mantém a paciência por considerar o jogador importante taticamente e financeiramente. Há a expectativa de, talvez, negociá-lo na janela de transferências deste meio de ano.

Mas, se Militão quiser, ele pode assinar um pré-contrato com qualquer clube a partir de julho sem que o São Paulo receba dinheiro. Mas assim ele só poderia jogar no novo time após janeiro.

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